Love Chronicle

19 Eu avisei que eu sou da máfia da magia. E também sou ninja.


Notas iniciais
Hey people, hey there! Sorry i'm late. Tipo, demorei demais, num vai mais acontecer *le faz carinha de Jake de AT fofinha* sem demoras, só leiam u.u Ah, eu tenho uma nova história junto com a Gabi-chan, Um mundo através do espelho, se gostarem leiam e comentem, se não gostarem do que tiver, só leiam e comentem, mas não liguem pra essa coisa que não gostam e.e kkkk

E agora estávamos parados em frente ao filho Gay e Feio do Riyanban. Que coisa legal para se fazer em um dia livre, eu nem tinha pensando em ficar comendo sorvete hoje, observando o Syaoran.

Enfim... Explicando a situação: pé do Syaoran ferrado, meu vestido cobrindo praticamente só os meus seios (sim, eles existem, e acho que estão mais para peitos do que seios) e o meu órgão sexual. E claro, a minha bunda. Seria realmente ruim se não estivesse cobrindo a bunda. Eu ia ficar bem decepcionada com a produção que não deixa ter estupros. E o Feio Maior, falando uma daquelas frases clichês que todo vilão fala: “eu vou acabar com você e aí você nunca mais ficará de pé!”, então né querido, você poderia pelo menos ter um “português” melhor porque você repetiu muitas vezes em uma frase só a palavra “você”. Quem sabe depois que você for derrotado eu te dê umas aulinhas.

Bem, mas o problema é que quando eu ia falar pra ele sobre as nossas aulas, do nada ele se transformou no incrível Hulk, com os braços incrivelmente fortes (rasgou a camisa dele. Essas pessoas ricas que não ligam para as suas camisas!), e muito mais alto. Olha, só porque eu quero ter aventuras igual as do Percy Jackson não significa que eu queira um enfrentar um Hulk-não-verde do tamanho de um Titã. Dispenso, sou boa demais pra isso.

Feio Maior: Dessa vez eu te mandarei para o cemitério com as minhas próprias mãos! – eu bufei e puis as mãos na cintura (e na pele mesmo, já que estou sem roupas aí).

Yana: Sério mesmo? Cara, você é tão covarde que precisa usar um encantamento de virar o Hulk-não-verde só pra conseguir nos vencer? E meu querido, seu português está muito ruim. Eu sei que você está com raiva de mim por quase ter roubado o seu leque-gay-que-já-era-roubado, mas não precisa disso tudo né? – ele estralou os dedos, com as veias quase estourando (ou artérias. Não sei). Suspirei. – Mas okay cara, se você quer tanto assim uma briga, você vai ter. – Comecei a dar alguns passos pra frente, mas o Syaoran me puxou pelo ombro com cara de bravo.

Syaoran: Yan... Shizuka, o que você está fazendo?! Eu queria que você não viesse exatamente por causa disso! Você é muito imprudente! Faz coisas sem pensar e depois me deixa preocupado! – meu coração começou a bater forte. Eu estava com curiosidade pra saber se o dele também estava como o meu, mas acho que nesse momento enfiar a mão no peito dele seria estranho. — Seu braço está machucado! E sabe por quem ele foi machucado? Lembra? – ele fincou as unhas no meu ombro e eu fiz uma careta. Quando ele percebeu o que estava fazendo me soltou. – De-desculpa, eu... – dei um sorrisinho.

Yana: Eu faço essas coisas exatamente porque eu me preocupo com você. E além do mais, VOCÊ está com o pé machucado. E a sua técnica de combate é com chutes, lembra?

Feio Maior: Eu vou destruir vocês! – revirei os olhos, me virei na direção dele e comecei a gritar.

Yana: Será que não dá pra esperar um pouco não, *PI*. Seu filho de uma *PI*! Nos deixa em paz um pouco, *PI*! — ele parou onde estava, confuso. Me virei pro Syaoran, que estava pasmado com os meu xingamentos. Ri da cara dele. – Deixe-me lhe proteger uma única vez, Syaoran. Okay? – ele assentiu. – Mas antes que vá, eu preciso lhe dizer uma coisa importan... – senti uma dor lancinante no rosto e fui jogada para o outro lado do cômodo.

Syaoran: Shizuka! – ele tentou correr na minha direção, mas o Feio Maior se transpôs entre nós. Syaoran o tentou chutar, mas o Feio mudou de lugar e ele caiu.

Yana: Sy-syaoran... Não plecisa flazer bisso. – percebi que eu estava falando estranho. O Syaoran olhou pra mim e arregalou os olhos. – Qule qli floi? – ele apontou pro meu rosto. Levei minha mão até a bochecha e grunhi. – OH MY GOSH!!! Hangue! Sssanngleeeee!!!! SA-SA-SA....

Syaoran: Shizuka você está sangrando. – e aí eu comecei a gritar que nem uma maluca com medo de baratas que está sozinha em casa. – O que foi? Hey?!!! – ele tentou passar, mas o carinha chato-estraga-minhas-fantasias-de-beijos se colocou na frente.

Yana: Eu shurto quanbo vejo sangule!! KYAAAAAAAAAAAH!!!! – ele começou a rir. Eu me joguei no chão e comecei a limpar desesperadamente a minha mão no chão. – OKAY!!! TO BEM! AGORRA VAIM EMBOLA SYORRAN! – ele parou de rir e ficou paralisado. Saí correndo e dei um pulo na direção do Feio, que só fez um gesto como se estivesse enxotando uma mosca (como uma pessoa normal, não como alguém como eu que tem medo de moscas) e eu fui acertada, fazendo com que outra parte sangrasse. Quer dizer, eu acho, eu não olhei porque senão eu surto.

Yana: Idiota gordo! Você só consegue me derrubar, não consegue fazer mais nada! – o Syaoran continuava paralisado. Bufei e comecei a correr de novo, mas o Feio percebeu o que eu estava tentando fazer e se virou para o Syaoran.

Feio Maior: Seu pirralho chato! – e estava direcionando seu soco na direção dele.

Mokona: Syaoran! – Nossa! O Mokona está aqui desde quando?

Yana: Não! – eu saí correndo e me joguei em cima do Syaoran, rolando pro lado.

Syaoran: Yana! – ele olhou o meu rosto (que por acaso estava bem perto do dele porque meu corpo está em cima do dele. BEIJA! BEIJA! BEIJA!) e fez uma expressão preocupada. Se bem que ele também transparecia estar bravo. Syaoran bravo é outro nível. Agora ferro tudo. – Qual é o seu problema? Você poderia ter morrido! Eu conseguiria ter dado um golpe nele! – Falando na “obesidade”, o Feio Maior tentou nos dar um soco (por mim ele está muito lento > no entanto você está toda ferrada), mas nós rolamos e ele ficou por cima de mim. Eu nem estou pensando em coisas impróprias, que isso. Nunca... Bem, sim, ta tudo muito bom, nós estamos quase fazendo coisas aqui (só que com roupas. Mas ainda assim ofegantes. Hehehe. Kaede: pare com isso sua pervertida! Yana: NUNCA! MUAHAHAHAHAHAAH!), mas eu preciso ser estraga-prazeres. Prazeres. HEHEHEHE.

Yana: Syaoran, olha, você tem de ir. Você precisa realmente ir. A pena... – toda a minha felicidade se foi ao lembrar que ele só estava ali por causa da Sakura... Mas... Mas bem! Eu também estou aqui por causa dela! < mentirosa... Me levantei rápido e o puxei, correndo pela sala para confundir o Feio-que-também-é-lento-e-gorduroso. – Olha, eu sei que você não quis que eu viesse para me proteger. – Ele ficou vermelho e nós nos desviamos do golpe do Feio (em sincronia – somos ninjas! Yay! E também... ele é minha alma gêmea! Kaede: E você vem ficando cada vez mais iludida, em querida? Yana: Ah cara, me deixa ser feliz!). – Mas agora EU quero TE proteger. Eu quero fazer algo por vocês, já que geralmente eu não consigo fazer nada direito. Então Syaoran, por favor... só vá! – que ruim. Soou como sova. Deveria ter dito em inglês. – E uma dica: nem tudo é o que parece, cuidado. E mais uma coisa... – momento de coragem. Perdi a coragem. Recarregando coragem. Em um, dois e três... eu puxei o rosto dele e lhe dei um beijo na bochecha, sentindo meu estômago revirar. E também ser atingida nas costas pelo Feio, mas não importa. Se bem que ficou estranho, porque eu gemi enquanto lhe beijava. Mas okay. Virei de costas pra ele, que estava super vermelho. – V-v-v-v-vai logo! – ele estava hesitando.

Feio Maior: Cansei de esperar! – ele me agarrou (já que agora ele era o Incrível Hulk misturado com aquele gorila gigante) e me tacou no chão, e eu praticamente pude ouvir minhas costas quebrando. Ele começou a me dar chutes em várias partes do meu corpo, e estava doendo pra cara- PI! Mas pelo menos assim ele deixa de prestar atenção no Syaoran. Que por sinal está correndo na direção do Feio. Não! Virei minha cabeça pra trás e ele me olhou. Eu vi a raiva fluindo pelo corpo dele. E o que eu fiz? Eu consegui sorrir. Um sorriso com o meu rosto cheio de sangue. Ele arregalou os olhos e fechou a mão, segurando a raiva. Ele conseguiu sorrir de volta, chamou o Mokona que veio e pulou na mão dele, e saiu correndo. Suspirei, sentindo todas as dores, machucados e sangramentos do meu corpo. Ele ia me dar mais um chute, mas eu saí do caminho e, de algum modo sobrenatural (tipo, fui possuída, muahahahahahaha! CHAMA O EXORCISTA!) eu consegui me levantar. Estralei o pescoço como se eu fosse o Voldemort.

Yana: Bem, chelga dilsu. – Ih! Pensei que a minha falha na fala tinha ido embora! Parece que ela voltou! Por quê?! PORQUEEEE?!!!!

Feio Maior: Você acha mesmo que consegue me derrotar?! Eu sou invencível agora, pirralha! – Saí correndo e dei um pulo, com a perna direita levantada. Ele a pegou e começou a rir. – Eu vou quebrar a sua linda perninha! – eu fiquei pendurada e ele começou a torcer minha perna. Grunhi.

Yana: Ah, dãu. Mas bocê dum vai! – eu sorri, sentindo o sangue escorrer pra dentro da minha boca. – Eu não irei decepcionar o Syaoran! – apoiei minha outra perna no chão, e girei com força a que estava presa, fazendo com que ele caísse e batesse a cabeça. – E isso é tudo. – Eu caí exausta no chão. Rastejei com a bunda até algumas das peças quebradas da sala, peguei um pedaço de gesso grande e fui até o Feio. Soquei ele na perna algumas vezes, para que ele não conseguisse se levantar depois. Eu poderia tê-lo matado, mas eu não sou igual a ele.

Eu sentia que estava prestes a desmaiar. O meu corpo todo doía muito, e isso estava embaçando a minha visão e entorpecendo o meu corpo e a minha mente. Consegui ter forças para me arrastar (com um único braço, porque o outro ainda não está funcionando) até um pouco antes da sala onde eu sabia que o Syaoran estava e desmaiei.

– * — * — * — * — * — * — * — * — * — * — * — * — * — *
“Syaoran: YAANAAAAAAAAA!!!!!!

Yana: Syaoraaan!!!!!!!!!!!!!!! – e nós corremos pro braço um do outro, nos abraçando em meio ao pôr-do-sol. E nós nos beijamos apaixonadamente. Quando paramos eu olhei em seus olhos. – Oh Syaoran, eu preciso dizer... eu... eu amo...

Yana: Amo pudim! – WTF??!! De onde veio esse “amo pudim!”?

HEY PUDIM!

Que voz é essa? De onde ela vem??

Eu sei que você ama pudim!

What the...

Acorda sua vadia!

Mas o que??!!”

Yana: Nahh.... Pudim... – abri meus olhos lentamente.

Voz da Samara: VOCÊ ACORDOOOU!

Yana: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH! – tentei sair correndo, mas quando fui levantar bati minha cabeça na da Samara, caí e bati o nariz. – PORQUE SEMPRE O NARIZ, HEIN?? Não pera, o mais importante é a Samara! Sai de mim espírito que não me pertence! Xô, Xô! – comecei a estapear o ar.

Voz da Aira: Para de ser idiota, você ta me arranhando toda aqui. – Parei de arranhar o ser estranho que parecia a Samara e tinha voz de Aira. Eu olhei na direção dele, esperando ser esfaqueada, ou degolada, ou ter minha alma sugada. Só que... era algo muito pior. Era a Aira toda arranha.

Aira Arranhada: Depois eu te mato. – Franzi a testa. Ela não vai me espancar agora? Ela sorriu. – Agora eu não posso porque... você acabou de escapar da morte! – ela tentou continuar sorrindo mas começou a chorar e me abraçou, falando com a voz tremendo. – Você quer se fazer de durona Yana. Nunca mais faça isso. Eu não iria aguentar se de novo a pessoa mais importante pra mim fosse embora para nunca mais voltar. – Arregalei os olhos. Eu agora era tão importante quanto a irmã falecida dela?... Ela continuou a chorar nas minhas costas.

Yana: O-o que aconteceu mesmo? Como eu quase morri? – olhei ao redor e vi que eu estava deitada em cima de um futon da casa da Yang, que estava chorando com um sorriso no rosto em um canto. Olhei ao redor, procurando pelo Syaoran e a Sakura, quando eu vi, em canto escuro, algo sobrenatural e assustador, pior que a Samara, pior que a Aira arranhada.

O...

Kurogane bravo.

Ele veio andando na minha direção, lentamente, liberando uma quantidade bem grande de espíritos malignos na casa. E quando ele chegou à minha frente... Bem, ele me deu um tapa na cara. Dando direito a ficarem marcados os cinco dedos (o que é estranho já que os dedos dele são gigantes) e á cabeça virar pro lado bruscamente. A Aira parou de chorar e começou a socar a barriga do Kuro-wan.

Aira: Qual é o seu problema??!!! – ele a ignorou e disse, calmamente, o que é ainda mais assustador do que ele gritar comigo.

Kurogane: Nunca. Mais. Lute. Sozinha. – e voltou pro cantinho maligno dele. Olhei na direção do Fay, que balançou a cabeça pros lados, em reprovação.

Fay: A Yang teve de usar grande parte do poder do espelho dela para conseguir te curar. O seu estado era muito grave, tudo estava quebrado e sangrando, e logicamente não teria como você ter sobrevivido tanto tempo, ou ter se arrastado, ou ter conseguido derrotar um cara de uns mil kilos. – Eu ri. Quer dizer que a Yang tinha me curado? Olhei na direção dela, que corou e deu uma risadinha, secando as lágrimas do rosto.

Yang: Todos vocês são super importantes pra mim. Mesmo vocês já terem passado uma semana aqui, ainda não é o bastante. – Uma semana?

Yana: Não pera. Como assim UMA SEMANA?????!!! – todos se entreolharam.

Fay: Você ficou dormindo por cinco dias. É por isso que estamos todos tão preocupados. Depois que você ficou desmaiada lá, o Kurogane já tinha vencido a Mulher Estranha lá (a propósito, ela beijou ele caso você se importe. Yana: E-e-e-e-e-eu não ligo quem ele beija! Kurogane: Foi ela quem me beijou! Eu não beijei ninguém! Yana: Eu já disse que eu não ligo! Aira: Querem privacidade? Não da pra se “pegar” com todo mundo olhando. Kurogane a Yana: NÓS NÃO QUEREMOS NOS “PEGAR”!!!), e o Syaoran estava enfrentando o Ryianban, que por acaso também é gordo é feio (acho que é de família), e ele tinha umas falsas Sakura e Yang presas. Só que, o Syaoran depois de um tempinho sendo surrado pelos moradores da cidade hipnotizados, ele percebeu que elas não eram verdadeiras. E quer saber como? Ele lembrou de um conselho que ele disse que você deu pra ele “nem tudo é o que parece, cuidado”. Porque agora tu é ninja Yana, me ensina a ser dahoran desse jeito, eu te pago, eu juro! E com comida!

Yana: Depois reservo um tempinho da minha grandiosidade pra você.

Fay: Muito obrigado, Yana-sama! – ele se curvou algumas vezes e eu ri.

Yana: E cadê o Syaoran?

Yang: Ele foi buscar mais Yakisoba... Ele, o Kurogane e Aira tem te alimentado esses dias. – eu corei e sorri, ao perceber o jeito que todos se importam comigo.

Yana: E a Sakura?

Yang: Foi com ele.

Fay: Mas não se preocupe, ele está tão preocupado com você que nem vai tentar nada com ela. – virei um pimentão e todos começaram a rir, menos o Kurogane, que quebrou um pouco da parede. Eu hein, ta tomando energético, filho? Porque agora ele é meu filho, porque né.

Yana: Mas o que aconteceu para vocês vencerem o Riyanban? – o Fay riu.

Fay: Ah, aconteceu uns trecos muito loucos aí, e a Aira e a Sakura ajudaram a fortalecer os poderes da Yang, e aí elas entraram no palácio, derrotaram o carinha mau e feio com o espelho mágico da Yang, e a Mulher Estranha mandou o Feio Pai pro Inferno.

Yana: Nossa. Super louco. – ele assentiu, convicto e sério.

Aira: Ah! E os verdadeiros Salvadores da pátria...

Yana: A Liga da Justiça!

Aira: O que? Ah, tanto faz. Enfim, os meninos da Liga da Justiça – ela colocou sarcasmo nas últimas palavras — apareceram por aqui todos machucados, dizendo que tinha uma barreira em volta da cidade e que eles não conseguiam entrar, mas tentaram a todo custo. E a propósito, eles eram muito lindos, e um loiro-miniatura-do-Fay-perfeição-da-natureza (o Fay ergueu a sobrancelha esquerda e a Aira só piscou sensualmente pra ele) está paquerando a Yang. – ela corou. – E agora toda a cidade está feliz!

Yana: Eu só perdi um pouco da história, só um pouco, nunca que eu perdi um monte.

Todos (até o Kurogane! Owou!): Nunca!

E aí a porta abriu, e um Syaoran desesperado junto de uma Sakura mais ativa e com medo entraram correndo, vindo em minha direção, parando ao ver que eu estava acordada. Eles largaram as comidas no chão (só porque eu acordei não significa que eu não esteja com fome tá gente?), e se jogaram em cima de mim, me abraçando. A Sakura chorava, e o Syaoran me olhou sorrindo.

Aira: Syaoran, tu sabia que ela tava sonhando em te beijar esse tempo todo? – nós dois coramos – quando você saiu ela ficou resmungando “Oh Syaoran...”. – e começou a rir. Eu desencanei e comecei a rir, e assim todos terminaram o rindo. O Syaoran me olhou e disse:

Syaoran: Nunca mais lute sem mim, okay? Nós ajudaremos um ao outro. Como amigos. – Eu sorri em resposta.