Notas iniciais
Heeey, guys! Sup? Bom, a fic está acabando... Mas pretendo escrever outras e mais outras! Tudo depende de você. Por favor, comentem. Digam o que acharam. XOXO :*

POV Victoire Weasley

– Onde estou? — Perguntei, sentindo uma dor de cabeça horrível. Olhei em volta. Estava em um ambiente escuro e sombrio. O que tinha acontecido comigo? Tinha vagas lembranças de um homem encapuzado ter me abordado. Merlin, eu tinha sido sequestrada. E era um comensal da morte. Não podia ser verdade. Minha cabeça latejava de dor. Tentei pegar minha varinha, mas ela não mais lá. Além, de eu estar totalmente amarrada por cordas. O Teddy e o tio Harry revistaram toda a escola. O alarme de comensal da morte era falso. Ou não?

– Aí está você. Acordou, princesinha?– Escutei uma voz sarcástica. Revistei toda o ambiente, mas não vi ninguém. Era uma espécie de caverna. Úmida e fria. Eu não tinha ideia onde era isso.

– Quem é você? — Tentei reunir toda a minha força na voz. Seja lá quem, riu.

– Eu? — Ele ria com desprezo. — Eu sou um comensal da morte. Servo do grande Lord Voldemort. Contra qualquer sangue-ruim ou traidor de sangue. E você? Merece ser morta. Seu pai matou meu melhor amigo. Seus tios... Eles mataram os mais temidos comensais. Sua família matou o meu povo. E ela deve sofrer. Sofrer muito. — Ele disse, já sério. Eu gelei. Ele ia me matar. Ele ia matar a minha família... Não, ele não ia. Minha família é muito forte para apenas um comensal da morte.

– Você não vai matar a minha família! — Disse com uma coragem que nem sabia que existia. — Você está sozinho! — Ele não respondeu, apenas riu mais.

– Não seja covarde. Me solte dessas cordas. — Olhei novamente e percebi que não eram cordas. Era um feitiço de imobilização. Claro. — Lute comigo. — Finalizei.

– Não seja boba, garotinha. — Ele disse com desdém. A raiva só aumentava.

– Tire o capuz, covarde. — E ele apareceu. Eu não sabia quem era, mas ele tinha várias cicatrizes no rosto. Seu olhar era perturbador. Mas não deixei nada disso me abalar. Senti as cordas invisíveis me largarem. Eu me levantei da cadeirinha de madeira frágil. Ele me olhava como "Criança idiota. Vou te matar do mesmo jeito." Minha varinha reapareceu no meu bolso. Antes de me preparar para a luta ele lançou um "estupefaça!" em mim. Consegui me defender com um "protego!" e o seu feitiço foi em vão. Ele pareceu ficar impaciente.

– Expelliarmus!– Joguei o feitiço nele, antes de se preparar. Sua varinha voou para o outro lado da caverna. Ele estava desarmado. Eu não sei como, mas a varinha já estava em sua mão depois. Ele riu. Estava alarmada.

– Crucio!– Uma dor horrível me invadiu por completo. Seu feitiço me torturava. Tentei retirar seu feitiço, mas minhas recusas eram inúteis. Seu feitiço era forte demais. Experiente demais. Ele parou o feitiço bruscamente. Cai no chão. Soltei um grito de dor ou alívio (nessas circunstâncias, não sabia diferenciar). Logo me levantei e saquei a varinha.

– Vamos deixar você descansar um pouquinho, menina. — Ele ria. Eu estava exausta. Seu feitiço tinha tirado toda a minha força. Ele não podia ter feito isso, era uma maldição. Eu não conseguia erguer a varinha. Ele jogou outro feitiço em mim. Um "crucio" novamente. Gritei de dor. Meus pulmões queimava. Não tinha mais forças. Escutei um grito vindo de longe. " Nãooooo". Era o Teddy. Sua voz estava com raiva. Ele tinha vindo me salvar. Foi a única coisa que consegui pensar, depois de apagar.

POV Ted Lupin

– NÃÃÃO! — Gritei com toda a minha força. Depois de sair de Hogwarts, foi confirmado. Havia um comensal da morte infiltrado. Minha vontade imediate foi ir salvar a Vic. Mas o Harry não deixou. Era melhor para todos, investigar o comensal. Nas cartas, perguntava se estava tudo bem. Eu estava apavorado. Não podia perder a Vic. Quandoa diretora ligou avisando que ela tinha desaparecido, eu enlouqueci. Eu senti medo. Muito medo de perdê-la, eu não podia perdê-la. Eu, Harry, Ron, Fleur e Bill procurávamos a Vic em todos os lugares. Até que Draco Malfoy apareceu. Ele queria ajudar. Não queria ir lutar conosco. Todos ficamos gratos. Ele disse um esconderijo que era raramente usado pelos comensais, e nós fomos direto pra lá. Quando eu vi a Victoire sendo torturada, eu quis matar aquele idiota. Aquele desgraçado. Ele não ia fazer a minha Vic sofrer. Ele deixou de lançar o feitiço. Nos olhava estupefato.

– CRUCIATUS! — Joguei a maldição nele. Eu estava cegou pela raiva. Todos nós apontávamos as varinhas.

– Teddy, calma! — Harry gritou para mim. Rugi de raiva. Eu nunca tinha jogado um Cruciatus. Nós aurores, só usávamos em situações de vida ou morte. Mas a minha raiva era grande demais. Ron lançou um feitiço de proteção no cara e bloqueou o meu feitiço. Eu o olhei incrédulo. Harry logo o imobilizou.

– Ele estava torturando a Victoire! — Gritei com o Ron. Eu não queria saber de nada. Ele fez a minha Vic sofrer, ele merecia morrer... Aos poucos, fui me acalmando. Eu não podia sair por aí matando ou torturando alguém, apesar de minha raiva. Corri até a Victoire. Ele estava inconsciente. Fleur tentava cuidar dela. Percebi como ela poderia ser um bom auror. Apesar de médica bruxa, ela era corajosa e forte. Assim como a Vic. As outras mães, que não são aurores, ficaram com os filhos. Eu me ajoelhei ao seu lado. Fleur a examinava por inteiro. Eu observava cortes no seu corpo. Eu devia ter cuidado dela. Eu não aguentava mais vê-la nesse estado. Saí de perto e fui me sentar longe. Deslizei na parede até sentar no chão. Pus as mãos na cabeça, tentando esconder tudo aquilo. Meus olhos se encheram de lágrimas. Mas eu comecei a chorar silenciosamente. Aquele choro silencioso e triste. Não devia estar tudo bem com ela. Ouvi passos se aproximando.

– Sabe Teddy, há tempos atrás... Uma comensal da morte torturou a Mione. A minha raiva não tinha limites. Eu quis tanto protegê-la de tudo e todos. Mas... Eu não pude. Ninguém pode proteger alguém a esse ponto, Teddy. Me senti como você está se sentindo agora. Você não podia ter feito nada. Não se sinta culpado por algo que você não podia ter impedido. — Ron me disse. Eu me inspirei na suas palavras. Minha culpa era mínima agora. Levantei a cabeça e decidi que tinha que ser forte.

– Obrigado. — Disse sinceramente, olhando em seu rosto. Nós se levantamos e fui até Victoire. Ele foi até onde o tio Harry estava com o comensal ajudar.

– Precisamos levá-la para o hospital? — Perguntei para a Fleur.

– Acho que sim. O imbecil quebrou alguns ossos dela e deixou alguns hematomas. Mas nada sério. — Bill me respondeu com raiva.

– Vamos? Se ela acordar agora, não quero que acorde com dores. — Sugeri. Fleur assentiu um pouco chorosa. Bill a abraçou e eu peguei a Vic no colo. Fleur avisou Harry e Ron sobre onde íamos e logo em seguida estávamos no hospital. Alguns médicos acompanharam a Fleur e a Victoire, que eu tive que deixar ir. Sentei numa cadeira com meu sogro ao lado.

– Teddy, você salvou a minha filha. Obrigado. Quando você jogo um Crucio no comensal, você a salvou. — Bill disse, sem olhar para mim.

– Obrigado, tio. — Disse, sem olhar para ele também. Naquele momento estávamos em silêncio. Logo depois, todo mundo chegou. Todos os primos e o restante da família. Bill tentava explicar tudo. Algumas pessoas vieram falar comigo, mas a única coisa que eu queria é que a Vic ficasse bem. Para a meu agrado, Fleur chegou sorridente e disse que a filha estava muito bem. Um dia para alta. A sensação de alívio me atingiu. Graças a Merlin, ela estava bem. A minha Vic estava bem.

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Notas finais
Bom gente, espero que tenham gostado. Coloquei umas cenas de ação aí pra dar uma emoção... Enfim, comentem, tá?