Notas iniciais
Oi, gente! Demorei? Por favor, comentem! Bom, espero que gostem!

POV Victoire Weasley

–Bom dia, flores do dia! — Lily gritou. Eu pulei da cama e acabei caindo da cama. Aconteceu o mesmo com a Rose.

– Presta atenção, Potter. Nós chegamos aqui as 3h da manhã e são 7h. Você vai calar a boca e nos deixar dormir, falou? — Rose disse ficando vermelha.

– Lily, bem que você podia nos acordar de uma forma mais legal, hein? Por mim tudo bem, eu vou dar uma escapadinha para Hogsmeade hoje. Vou me despedir do Teddy... — Eu falei com um sorriso no rosto.

– E eu com o James! Mas preciso estudar e...

– Nada disso, você estudou a semana inteira! Se divirta agora que arrumou um namorado e ponto final! — A Lily disse. A Dominique corou bruscamente. — Tá parecendo a Rose.

– Ei! Tenho culpa se gosto de estudar? — Rose disse, agora, parecia bem acordada e disposta. Ou não. Ai, ai, Rose... O Scorp tava sendo sincero e só ela não consegue perceber isso!

– Ok, eu vou indo. Preciso me encontrar com uma certa pessoa...

– Mentira!!! Sério? Boa sorte, Lily! Se peguem muito! — Eu gritei e corri até ela para dar-lhe um abraço. A Dominique já estava no banheiro e eu me aproximei da Rose, ela estava olhando fixamente para o teto.

– Rose, dá uma chance para o Scorp. Você não vai se arrepender, eu te prometo! Vocês são tão lindos, se completam!

– Victoire, você não percebeu que aquele beijo só deve ter acontecido por causa de alguma aposta, ou coisa do tipo? O Scorpius não gosta de mim. Você não entende? — Ela desviou seu olhar para mim.

– Nada disso! Olha, eu posso não conhecer o Scorpius, mas sei que ele é de confiança! Por que ele seria amigo dos nossos primos e irmãos se não fosse confiável? Ele não faria isso com você. Ele te ama. — Eu disse sincera. Ela pareceu pensar um pouco, mas em vez disso saiu da cama, me deixando sentada lá com cara de boba olhando pela janela. Que refletia onde acontecia os jogos de quadribol.

– Vem comigo, Vic? — Victoire me acordou dos pensamentos.

– Claro, vamos. — Eu disse e nós saímos do quarto. Chegando na sala comunal, adivinha quem já estava lá de plantão nos esperando? Acertou! James Potter. Ele correu até a Dominique e deu um beijo digno de cinema. Acho que eu estou sobrando aqui, não?

– Oi! — Eu me aproximei dos dois. Nada. — Olá.

– Domi? Jay? — Continuaram se beijando e eu resolvi deixar os dois a sós. Fui direto para o salão e encontrei um banquete de café da manhã.

– Oi, Lorcan. Lysander. — Cumprimentei os dois gêmeos e me sentei entre eles. O Lorcan me olhou apreensivo e o Lysander beijou a minha bochecha amigavelmente. Tava um clima um pouco estranho...

– Err... Tá tudo bem? — Eu perguntei olhando fixamente para o meu prato, que já estava vazio.

– Claro, por que não estaria? — Lysander forçou um sorriso.

– Não, não está. Eu fiz alguma coisa? Por favor, meninos! — Eu olhei pro Lorcan que olhava pro Lysander do tipo "Eu conto ou você conta?" e recebia uma resposta frenética "NÃO".

– Por mim, está tudo bem. — O Lysander disse. Bom, ele estava sendo sincero. Eu sei bem como ele mente, com certeza.

– Eu preciso ir. — Lorcan se levantou e saiu andando. Olhei para o Lysander confusa.

– É o Lorcan? Por que ele está com raiva de mim?

– Vic... Ele não está com raiva de você. Ele está com... — Lysander parou de falar, como se tivesse falando algo muito errado. — Esqueça. — E saiu andando. Obrigada, amigos! Terceira vez que me deixam!

Eu saí do salão e comecei a andar em um beco escuro de Hogwarts. Meus passos ecoavam e minhas mãos tateavam a entrada da passagem secreta. Ia parar... Dedosmel, se não me engano. A pousada que o Teddy estava, era a três casas dessa loja, então não ia precisar andar muito. Quando saí pelos fundos da loja, o tempo estava um pouco frio. O inverno estava chegando. Eu estava com uma calça justa e meu típico moletom com a letra V, da vovó.

Cheguei na portaria e já me deixaram subir. Bati na porta do Teddy, um pouco nervosa. Com um friozinho na barriga gostoso.

– Vic? — Teddy abriu a porta com a toalha enrolado na cintura e as gostas de água respingando em seu corpo. Merlin, ele estava tão sexy assim. Ele estava com um sorriso bobo no rosto e logo abriu passagem para me deixar entrar.

– Você vai embora de que horas? — Perguntei, abaixando a cabeça. Senti o toque do seu dedo no meu queixo, o acariciando carinhosamente. Com as duas mãos ele levantou a minha cabeça. Eu fiquei olhando para lá pra cima, onde ele estava, fixamente nos seus olhos castanhos. Ele sorriu de canto. Não pude deixar de sorrir também.

– Eu vou daqui a pouco. Mas não se preocupe, amor. Tempos muito tempo ainda. Certo? Você não vai ficar triste quando eu for, ok? Porque saiba, que independente de tudo o que acontecer, eu sempre vou estar aqui. Eu sempre estarei com você. — Eu ainda estava meio apaixonada por suas palavras, mas ele me beijou logo em seguida. E foi um beijo calmo, triste e com muito amor.

Depois disso, ele foi se trocar e numa mochila ele tinha posto magicamente as suas coisas. Ficamos abraçados, em silêncio. Tudo o que eu mais queria é que ele não fosse embora, é que ele ficasse aqui. Comigo. E agora ele ia trabalhar e seu trabalho não é tão seguro assim. Digamos, que ele pode ser morto a qualquer segundo e só de pensar nisso eu ficava meio triste. Mas agora, eu queria aproveitar o momento.

Passou uma hora, que pra mim foram como segundos, e o Teddy teve que se levantar. Nós estávamos um em frente do outro e eu com as lágrimas ameaçando escapar.

– Eu te amo. — Eu o encarei. Ele abriu um sorriso tão lindo e sussurrou no meu ouvido "Não mais que eu, está bem?". Me deu um último abraço

– Tchau, princesa. Nos vemos daqui a pouco, ok? — Ele me cedeu um beijo na testa.

– Ok. Tchau, Teddy... — Disse com uma voz chorosa e logo depois, eu estava sozinha no quarto. Ele já tinha aparatado. Ele tinha ido.

Notas finais
Eaí, gostaram! Comentem! thiswillbeoursecret@outlook.com Beijos!