Love Can Kill

13 Capítulo 13 - Acontecimento


Notas iniciais
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Damon P.O.V

1 semana depois...

Hoje era sábado, amanhã Elena e eu voltaríamos para Paris, mas não só pelo fato do meu serviço...Mas por causa dela também, ela não conseguia comer e quando comia, vomitada. Ela estava fraca, se estressava fácil, chorava por coisas pequenas e ria do nada. Mas o que me deixava preocupado era que ela sentia fome, mas quando comia, vomitava. Eu pesquisei os sintomas de grávidas e até a parte de sentir fome e emoções altas, tudo bem. Mas não achei nada sobre vomitar sempre, talvez fosse enjoou.

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Acordei com o barulho da chuva, olhei para o lado e Elena estava dormindo, me levantei e fui para o banheiro fazer minhas necessidades. Depois fui até a cozinha e peguei umas bolachas e tomei uma limonada, sentei no sofá e liguei a televisão, sapeie até encontrar alguma coisa legal e não encontrei nada. Claro, hoje era sábado, não ia ter nada legal na televisão. Por isso nunca gostei de finais de semana, é puro tédio. Desliguei a televisão e fui olhar a chuva pela janela e chovia forte, mas mesmo assim estava abafado.

Como não tinha nada para fazer, voltei para o quarto e Elena estava fitando o teto. Deitei do lado dela e também fitei o teto.

- Você está bem?

- Sim, estou com fome. Vou comer alguma coisa e irei rezar para não vomitar. — Ela se levantou e eu a puxei de volta para a cama.

- O que você vai querer comer?

- Não sei, qualquer coisa.

Me levantei e fui para a cozinha. Peguei dois pães de forma e em um deles passei margarina e coloquei duas fatias de queijo, no outro passei geleia de morango e peguei um copo e coloquei limonada. Peguei os pães e os coloquei em um prato. Levei o prato e o copo para ela.

- Você está me deixando mimada.

Eu sorri.

A tarde inteira foi tranquila, Elena e eu assistimos todos os de Crepúsculo, comemos pipoca, brigadeiro, salgadinho e tomamos coca.

- Droga! Minha barriga está roncando, eu estou com fome. Porque estou com fome? Eu comi a tarde inteira e tudo que eu comi, eu vomitei. Eu não aguento mais. Mas não estou com fome de besteira, quero comida de verdade. — Percebi que ela estava ficando nervosa e fiquei quieto. — Gosta de strogonoff de frango?

- Gosto.

- Ótimo.

Ela foi para a cozinha preparar a janta.

Depois de uns quarenta e cinco minutos, ela me chamou e eu fui para a cozinha.

- Arroz, strogonoff, batata palha, salada de alface, coca-cola e de sobremesa bolo de caneca.

Jantamos normalmente e depois ela pegou as duas canecas e me deu uma. Eu encarei o bolo dentro da caneca e o cutuquei com a colher.

- Isso é bom? — Perguntei, cutucando novamente.

- Sim. — Ela riu e eu fiz uma careta. — Porra, Damon, pare de frescura e coma logo.

Dei uma colherada no bolo e enfiei na boca, mastigando. Não tinha o mesmo gosto do bolo feito no forno, mas também era bom.

- Gostou? — Ela perguntou.

- Não. — Respondi. — Eu adorei, na verdade.

Eu a ajudei com a louça, enquanto ela lavava, eu secava e ia guardando.

- Nosso voo é que horas? — Ela perguntou?

- Oito e vinte e cinco.

Depois que eu terminei de secar e guardar a louça, fui tomar um banho. Depois que tomei meu banho, voltei para a sala, onde Elena estava.

- Amor, vou dormir. — Disse.

- Eu também vou, só irei tomar um banho primeiro.

Ela se levantou do sofá e foi. Eu desliguei a televisão e fui para o quarto. Depois de alguns minutos, Elena voltou para o quarto vestida apenas com uma lingerie vermelha. Ela estava sorrindo.

- Elena, Elena... — Sussurrei.

- Sobre fazer sexo, eu disse que não podia, mas não que não deveríamos não fazer.

- Vai machuca-lô? — Perguntei.

- Não.

- Ah, bom, a criança aqui é bem grande, sabe.

Ela riu.

Levantei da cama e comecei a beija-lá, passando a mão por todo seu corpo, desci até seu pescoço e a levantei e a joguei na cama. Tirei seu sutiã e comecei a morder de leve o bico do seio dela, fazendo ela gemer de prazer. Comecei a dar chupões no pescoço dela enquanto passava a mão por sua vagina.

- Vai...logo.. — Ela pediu.

Rapidamente tirei minha bermuda e a calcinha dela e penetrei em sua vagina, ela gemeu alto e eu também. Comecei penetrando devargar e depois indo cada vez mais rápido, dava tapas nos seios dela. Deitei na cama e ela subiu em cima de mim, indo para frente e para trás. Chegamos em nosso ápice e gozamos juntos.

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Acordei com o celular despertando, quando abri o olho, Elena não estava na cama.

- Elena? — Chamei alto por ela.

- Estou aqui. — Ela gritou.

Me levantei na cama e fui para a sala e as malas já estavam prontas.

- Que rápida.

Fui para o banheiro e tomei um banho e escovei os dentes, coloquei uma calça jeans preta, um tênis e uma blusa de mangas cinza, com a minha jaqueta de couro preta por cima. Elena estava com uma saia de cintura alta rosa pink, uma blusa de mangas soltas branca e de sapatilha. Seu cabelo estava solto e enrolado.

- O que você fez no cabelo? Seu cabelo é liso, não é? — Perguntei, confuso.

- Sim, mas fiz babyliss.

Assenti. Pegamos as malas e fomos para o táxi que estava nós esperando na frente do prédio. Eu tinha vendido minha moto.

Quando chegamos no aeroporto, fizemos o check in e tudo que tínhamos que fazer. Agora, era só aguardar para entrar no avião e voltar para Paris.

Elena P.O.V

Eu realmente queria minha velha Paris, Mystic Falls não estava mais me fazendo bem, eu não sabia o motivo, mas não estava.

Agora estávamos dentro do avião e eu senti um frio na barriga quando o avião decolou. Apertei com força a mão do Damon.

- Que foi? — Ele me olhou e perguntou, preocupado.

- Nada. — Respondi.

Era mentira, é claro.

Eu estava passando mal, meu estomago estava embrulhado. Respirei fundo. É só mais um enjoou dessa gravidez, pensei para mim mesma.

Depois de algumas horas, chegamos em Paris. Quando descemos do avião e fomos para fora do aeroporto, Stefan estava lá. O abracei. Eu estava com saudades dele.

Fomos para casa e eu me senti bem.

Eu estava cansada e fui tomar um outro banho. Liguei o chuveiro e fiz um coque no meu cabelo. Foi rápido demais, eu não vi como aconteceu. Só sei que eu tinha acabado de escorregar feio, quando levantei, olhei para o chão e o vi completamente cheio de sangue e esse sangue estava descendo das minhas pernas, especificamente na minha vagina. Meu bebê.

- Damon! — Gritei.

Em questão de segundos ele estava parado, me olhando.

- O que aconteceu? — A voz dele falhou.

- Eu não sei, eu escorreguei, temos que ir ao hospital. Agora. — Eu estava desesperada.

Damon correu para o quarto e pegou uma camisola para mim, eu coloquei, sem calcinha, sem sutiã, apenas a camisola e peguei uma toalha também.

- Stefan! — Damon gritou. — Temos que levar Elena ao hospital, agora. Ela escorregou no banheiro e talvez tenha perdido o bebê. — Talvez? Pela quantidade de sangue que saiu de dentro de mim, era quase um com certeza. Afastei o pensamento.

Quando chegamos no hospital, Damon explicou o que tinha acontecido e eu estava deitada em uma maca. A médica fez um ultrassom e me examinou.

Ela me olhou e sacudiu a cabeça.

- O que foi? O que aconteceu? — Meus olhos estava cheios de lágrimas.

- Infezlimente, ele ou ela se foi. Você é muito frágil e o feto também.

- Quando que eu vou ser liberada? Esse lugar me deixa nervosa.

- Hoje mesmo.

Me levantei da maca.

- Pode me dizer onde está meu namorado?

- Vou levar você até ele.

Assenti.

Quando vi Damon, o abracei e comecei a chorar.

- Elena! Elena! Olhe para mim. — Ele disse.

E eu olhei.

- Vai ficar tudo bem.

- Não, não vai, Damon. O meu bebê. — Eu chorava tanto. Olhei para o Stefan e seu olhar estava triste. O abracei.

Voltamos para casa e eu fui para o quarto.

2 meses depois...

Damon e eu estávamos brigando constantemente, tanto é, que eu estava dormindo no quarto dele e ele no quarto de hospedes.

- Elena, precisamos conversar.

- Também acho. E antes que você comece...Damon, precisamos de um tempo, esses brigas não são normais, são todos os dias.

- Eu vou voltar para Mystic Falls, vou ficar um tempo lá, hoje eu pedi as contas no meu serviço. — Ele pegou as malas e ele e Stefan saíram.

Subi para o quarto e lá eu fiquei.

Depois de uns vinte minutos, ouvi Stefan chegar.

- Elena? — Ele me chamou.

- Aqui em cima.

Abri a porta do quarto, em segundos Stefan estava lá.

- Você está bem?

- Estou, acho que foi melhor darmos um tempo.

3 anos depois...

Eu estava terminando a faculdade de biologia marinha.

Desde que Damon e eu demos um "tempo", Stefan e eu ficamos mais próximos. Depois de se passou um ano que eu e Damon tínhamos terminado, eu cansei de esperar por ele, talvez ele nunca mais voltasse.

Agora eu era noiva do Stefan, eu o amava, mas ainda amava Damon. Talvez meu amor por ele seria um daqueles "O amor nunca morre." O Stefan estava me deixava feliz e desde o começo eu sempre deixei claro para ele que eu ainda amava o Damon e talvez, sempre iria amar. Mas quando ele me pediu em casamento, eu não sabia como dizer não. Eu não penso em como seria se Damon voltasse, ás vezes, quando Stefan e eu brigamos eu até quero que Damon volte e me leve para longe daqui.

Stefan e eu iríamos casar na ingreja daqui exatamente um mês. Eu não sabia se estava pronta para isso. Pode até parecer estranho, mas ás vezes, quando estou transando com o Stefan, eu vejo o Damon. Stefan é tão diferente do Damon na cama, ele é carinhoso e faz sexo com amor.

Notas finais
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