Love At Second Sight

12 Capítulo XII - Ano Novo


Notas iniciais
Hii~ Atrasada uma semana, eu sei...
Mas está ai o prometido, não saiu como o esperado tive dificuldades para escrever esse capítulo, e a correria do dia-a-dia não ajudou em muita coisa. Mas chega de lamentações... temos JONGKEY para a felicidades de muitos e tristeza de outros *oooo*
Boa Leitura!

Eu estava incrível...


A roupa que eu havia comprado há meses no intuito de usar no fim de ano, pareceu ter sido projetada unicamente para meu corpo. E por mais incrível que pareça, eu não havia utilizado nenhum artefato ou acessório para chegar àquele resultado. Estava simples, estava apenas... Eu.


– Hmm! Pretendendo roubar o coração de quem nessa virada de ano? – O loiro perguntou adentrando no cômodo.


– O que achou? – me virei fazendo questão de fazê-lo olhar melhor minhas vestes que consistiam em uma calça justa na cor branca, e uma camiseta também branca com detalhes em preto.


– Se você não fosse meu hyung, eu me apaixonaria facilmente! – falou surpreso.


– Bobo! – brinquei, terminando de abotoar a camiseta.


O loiro se sentou na cama cruzando as pernas, também estava pronto, e vestia uma calça jeans branca e uma camiseta em gola v que caia muito bem em seu corpo esguio.


– Será que o MinHo vai estar lá? – perguntou como quem não quer, querendo.


– Não sei, talvez sim! E por falar em MinHo, o que esta acontecendo entre vocês dois? – tentei não demonstrar muito interesse.


– Nada... – respondeu quase automaticamente me fazendo semicerrar os olhos. Eu sabia quando o loiro mentia e tinha certeza de que ele estava fazendo isso naquele momento.


– Nada?


– AISH! Hyung, MinHo é um homem comprometido! Você acha que eu teria coragem de me envolver com ele? Corta essa! – rebateu.


– Não acho, tenho certeza! – falei firme – Faça o que bem entender, mas só digo uma coisa: quando a namorada dele descobrir não venha pedir ajuda, afinal, você já é dono do seu próprio nariz! – Não pude perder a oportunidade de chatear TaeMin , querendo ou não o garoto merecia uns puxões de orelha.


– O tempo mudou bruscamente em Seoul, até semana passada eu jurava que iria nevar! – disse desviando do assunto.


– Como se o calor ou o frio te impedisse de ficar até as três da manhã com o MinHo sei lá onde e fazendo sei lá o quê! – provoquei.


– Vai demorar muito? – mudou de assunto pela segunda vez.


– Só falta mais uma coisa! – peguei um frasco de perfume em tom azulado em cima da penteadeira, borrifando o mesmo em mim e em tudo o que estivesse por perto, fazendo com que minha fragrância ficasse provavelmente por onde eu passasse, deixando um rastro e a assinatura de que Kim Kibum havia passado ali.

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Quando chegamos, ficamos surpresos com o número de pessoas que festejavam no parque. O lugar estava realmente cheio, mas como um dos organizadores da festa, eu tinha lá meus privilégios; havia duas vagas, uma para mim, e outra para algum acompanhante na área VIP que, por acaso, era da onde se tinha a melhor vista para a queima de fogos.


A área VIP ficava em um enorme espaço ao céu aberto e extremamente iluminado. Uma enorme árvore decorada com luzes brancas que parecia ter sido decorada propositalmente para que combinasse com os trajes dos convidados, que também eram em tons claros. As únicas outras cores além do branco e do bege que ali existiam, eram dos efeitos da iluminação que cobria toda a pista de dança movimentando-se roboticamente no ritmo da música.


Uma pena que eu não estava a fim de dançar.


– Hyung! Aquilo ali é bolo de chocolate? – TaeMin apontou para uma mesa farta de salgados e doces de todos os tipos. Se o mesmo não me alertasse, eu sequer notaria tal – eu estava realmente concentrado em outras coisas, ou melhor, em outras pessoas.


Uma placa com uma seta desenhada que apontava para o “Salão Principal” prendeu minha atenção por segundos, e sem hesitar puxei o loiro até a mesma antes que ele se suicidasse de tanto comer.


Nesta, a iluminação era mais calma, mais clara, lembrava até aquelas cenas de filmes românticos onde ocorrem aqueles bailes e a moçinha e o moçinho dançam agarrados... Mas que droga de comparação era essa?


Sacudi minha cabeça como se meus pensamentos fossem sumir desta forma.


Ali, naquela sala, se encontravam o presidente da empresa, o sub-presidente e mais alguns superiores ao meu cargo, todos sentados em volta de uma enorme mesa retangular, enquanto outras pequenas mesas, estas redondas, faziam o trabalho de ocupar o espaço vazio ao lado da mesa maior. E nesta mesma mesa, um cartão branco com um nome em dourado destacando-se, havia sido propositalmente deixado. Não pude deixar de sorrir satisfeito.


“Kim Kibum” marcava meu lugar.


Segurei no pulso de TaeMin o levando comigo até a mesa, chegando lá fiz uma pequena reverência em respeito aos que estavam ali presente, e então me sentei no devido lugar, assim como o loiro fez o trabalho de se sentar ao meu lado ocupando a cadeira de convidado.


Algum tempo já havia se passado, e o menor em meio a resmungos baixos e uma cara embirrada demonstrava insatisfação com a garçonete que ali trabalhava; a mulher sequer havia nos servido uma vez apenas. E bom... TaeMin não é o tipo de pessoa que gosta de ficar muito tempo sem comer.


– Fique tranquilo, criança! Teremos algo bem melhor do que pastéis de carne! – A voz grossa que automaticamente imaginei ser do senhor Kwon, o presidente da empresa, soou prendendo a atenção de todos ali, inclusive a minha, para TaeMin.


O loiro engoliu em seco, me dando um leve cutucão por debaixo da mesa como se quisesse dizer “O que eu devo falar?”


– Meu amigo estava só brincando, senhor! Ele não está com tanta fome assim – forcei simpatia.


Rimos falsamente acompanhando os homens engravatados.


Algum tempo se passou e a conversa já fluía entre todos ali, falávamos sobre o sucesso que as vendas haviam sido este ano, o que fazia com que o menor bufasse cansado. Ele estava odiando ter que ficar ali, entre adultos... mesmo ele se dizendo um, odiava agir como tal.


Estava tão concentrado nas histórias que tínhamos vividos durante o ano que sequer notei da presença de certo castanho que ocupava a cadeira ao meu lado. Em meio a uma conversa com a diretora notei uma movimentação por debaixo da mesa. Onew depositava lentamente sua mão em uma das minhas coxas, dando ali uma leve apertada.


Engoli em seco.


Pare! – falei dentre os dentes, fingindo um sorriso.


– Mas eu estou parado! – caçoou. – Fique tranquilo, não irei fazer nada para constrangê-lo.


– Ótimo! – falei seco.


– Por que não bebe um pouco? – Onew perguntou pegando duas taças de champanhe que estavam em cima da mesa.


– Não, obrigado! – rejeitei a bebida, empurrando-a.


– Só um pouquinho! – Empurrou a taça novamente – Eu juro que se você ficar bêbado de novo não te machucarei... muito! – sorriu sacana.


Eu já estava prestes a socar a cara do castanho quando a voz feminina que reconheci como da secretária da empresa soou pedindo que todos ali presentes sentassem em seus devidos lugares e fizessem silêncio, pois haveria um breve discurso do presidente.


Semicerrei os olhos como um alerta para Onew “Dessa vez você teve sorte!”


E como resposta ouvi uma risada quase escandalosa que foi abafada por uma piada do presidente sobre a voz da mulher no palco, enquanto o mesmo o invadia.


–-- --- ---


Após o discurso, jantamos calmamente e eu não tive problemas com mãos bobas de certo ser que agora se interessava mais em bajular o chefe, tentando ganhar, assim, a promoção que disputávamos, e não pude deixar de comemorar internamente quando Cho Kwon pediu que o mesmo mudasse de assunto, pois estava começando a irritá-lo.


– Hyung! – TaeMin chamou com uma expressão enjoada. – Vamos ficar aqui por mais quanto tempo? – resmungou.


– Até a festa acabar! – expliquei – Quer ir lá fora? Ver como anda o movimento?


– Não sei... – disse enquanto bebericava o refrigerante.


– Talvez você encontre o MinHo! – falei simples.


– Como dizia, eu quero muito ir lá fora! – disse já se levantando e me puxando pelo braço para fora do recinto.


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Andávamos em meio à multidão. Do lado de fora da festa particular, havia um pequeno show com alguns artistas famosos da Coréia, algumas pessoas faziam questão de ficarem mais próximas do palco no intuito de ver seu ídolo com mais clareza, enquanto outros ficavam mais distantes conversando entre os amigos.


TaeMin e eu andávamos de mãos dadas, não tínhamos vergonha do que fossem pensar de dois garotos andando assim em público e se viessem perguntar falaríamos a verdade, que éramos apenas bons amigos.


Sua mão se soltou quase que automaticamente da minha quando certo moreno alto e muito bem vestido aparecera em nosso campo de visão.


– MinHo! – o loiro sorriu bobo, admirado.


– Oi garoto! – levou uma das mãos até as madeixas loiras de TaeMin bagunçando-as, sendo impossível não notar a vermelhidão em que o rosto do loiro havia adquirido.


– Olá, MinHo! – cumprimentei.


– Olá, Key!


– O que está achando da festa? – perguntei.


– Legal! Eu só estou meio sozinho, JongHyun não quis ficar próximo ao palco, então eu acabei indo só. – deixou um bico formar em seus lábios. – Vocês bem que poderiam me fazer companhia! – jogou uma indireta até direta demais.


– Eu adoraria fazer companhia a você, Min! – O loiro soltou imediatamente, me fazendo olhá-lo interrogativo.


– Eu prefiro ficar aqui. Podem ir, eu não me importo! – óbvio que notei que eles queriam ficar a sós.


– Tem certeza? – O moreno perguntou.


– Absoluta! Eu tenho... algumas coisas para resolver!


– Tudo bem! – disse simples, virando-se e sumindo em meio à multidão.


Limitei-me a rir. Eles até que faziam um casal bonitinho...


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Eu fingia prestar atenção em tudo o que DongWoon dizia, mas era óbvio que eu não tinha o menor interesse em saber sobre como a nova secretária da empresa era “gostosa”. Meus olhos buscavam inconscientemente por outro ser, por outro assunto...


Por ele...


Já estava desistindo quando o vi sentando em baixo de uma árvore, mexia constantemente no celular entretido no mesmo. Não havia sinal algum da mulher que eu evitava sequer pensar em ser sua namorada, preferia chamá-la de vizinha do 301.


E eu sabia que aquele seria a minha oportunidade.


Arranjei alguma desculpa esfarrapada e me afastei de DongWoon não ligando sequer para sua cara de desapontamento.


Já estava a alguns passos do moreno sentado na grama, e ele continuava preso ao display do aparelho sequer notando a minha presença ali, talvez fosse porque ele estava com os fones de ouvidos. E atrevido, retirei um deles de sua orelha, arrancando um breve susto do moreno que me olhou confuso.


– Oi! – falei simples, sorrindo em seguida.


JongHyun se virou me fazendo arregalar os olhos, sua face carregava algo que há muitos anos eu não via; um par de óculos.


Sorri interiormente.


– Seus óculos! – falei surpreso, apontando para seu rosto que corou.


– AH! isso?! – retirou ele de seu rosto, dobrando-o em seguida. Iria guardá-lo, mas por algum motivo piscou algumas vezes e decidiu colocá-los de volta.


Ele não enxergava tão bem sem eles.


– Posso me sentar? – pedi receoso.


– Por que não poderia? – retirou o outro fone, guardando-o.


E assim eu fiz, me sentando ao seu lado e iludindo minha visão nas pessoas que ali passavam, enquanto em minha mente procurava algum assunto interessante ou alguma desculpa qualquer.


As pessoas que ali passavam sequer notavam nossa presença; todos estavam focados em suas próprias conversas, em suas próprias vidas, menos em dois amigos de infância.


– Você deve estar com muita raiva de mim, não é mesmo? – perguntei me encolhendo, abraçando minhas pernas.


Ele inspirou o ar que ali circulava, e expirou em seguida.


– Não tenho raiva de ninguém, Key! Quanto menos de você! – sorriu forjado.


– JongHyun! Eu preciso te dizer uma coisa, eu...


– Key! Não, por favor! – interrompeu – Hoje não...


– Não! Eu já enrolei demais, preciso dizer tudo o que está entalado aqui dentro! – apontei para minha garganta.


Ele apenas ficou em silêncio como uma afirmação para que eu prosseguisse com o que tinha em mente.


– Eu andei pensando... e talvez, não fosse uma má ideia te dar uma chance.


– Key...


– JongHyun – interrompi novamente – Mas eu parei... e pensei de novo! E se tem alguém que deve dar alguma chance ao outro nessa história, é você!


Ele me olhou como se aguardasse o restante.


E quando seus olhos fizeram questão de perfurar os meus, as palavras que eu havia ensaiado mentalmente fugiram, mas isto não era o verdadeiro problema, eu sentia um aperto diferente dentro de mim, uma dor, algo que palavras jamais conseguiriam explicar.


Mas eu precisava falar algo.


Mas o quê?


E como mágica, notei dentre a multidão o motivo de tudo: Lee JinKi, ou como de costume, Onew!


– Tá vendo aquele idiota? – apontei para Onew que, entre a multidão, se aproveitava para molestar as mulheres e homens que ali perto passavam – Ele me machucou muito por dentro, entende? E eu sinto que só... você consegue consertar o que ele fez!


– Key...


– Eu entenderei se você não quiser, afinal, eu fui muito idiota...


– Dá pra calar a boca, droga! – resmungou irritado.


– Desculpe...


– Me deixa ver se eu entendi... – ele pediu pasmo – Você quer uma chance? Comigo? Depois de tudo o que você fez? Depois de tudo o que aconteceu? Você simplesmente quer uma chance? – riu sério – O mundo dá muitas voltas...


– Você disse que não estava com raiva!


– Eu menti! – disse ríspido.


– Me desculpe... – lamentei novamente.


E naquele momento por mais que os barulhos vindos de todos os lados nos cercassem, eu poderia jurar que não estava ouvindo nada. Talvez eu estivesse ficando surdo, ou eu estava com os fones de ouvido do JongHyun... Aish! Que estúpido, era claro que eu estava arrasado! E precisava sair dali o mais rápido possível.


Levantei com dificuldade, enquanto sentia o olhar de JongHyun ainda sentado me seguir, analisando e gravando todos meus movimentos. Pensei em dizer mais alguma coisa, mas parecia que as palavras não eram as únicas que queriam fugir, meus passos estavam começando a se acelerar e por algum motivo eu precisava correr, precisa fugir dali, dele...


– Espera! – senti sua mão apertar meu braço, impedindo que eu avançasse mais alguns passos. Ele me virou, nos deixando cara a cara. Sua feição séria se tornou calma quando ele engoliu algo que deduzi ser sua própria saliva – Apesar de tudo o que você fez, Key! Não posso negar que você é e sempre foi meu grande amor! – sorriu sem jeito me deixando surpreso – E eu não vou deixar essa oportunidade escapar...


E antes que eu pudesse sequer questionar mentalmente do que ele se referia, seus lábios beijaram os meus, iniciando um beijo calmo, mas cheio de sentimentos. Seus lábios eram macios e tinham um sabor único, capaz de me fazer embebedar de felicidade e satisfação apenas com aquele simples toque que dentre tudo o que eu já havia experimentado em toda minha vida, havia sido a melhor coisa, com toda a certeza.


Podia sentir os olhares curiosos e outros enojados sobre nós, afinal, eram dois homens se beijando em um local público. Não é todo dia que se vê algo parecido. Mas que se ferre tudo! Ninguém conseguiria destruir a felicidade que habitava em mim naquele momento.


E sem perceber, senti uma pequena gota escorrer pelo meu rosto.


– Eu te darei uma nova chance! – ele disse após parar de me beijar, limpando a lágrima fujona do meu rosto – Mas com uma condição! Você não vai amar ninguém além de mim, nunca mais! Promete? – sorriu.


– Uhum! – confirmei com um aceno, voltando então a selar nossos lábios, desta vez, sem medo.


Podia sentir os batimentos acelerados do moreno batendo contra seu peito, e corei ao perceber que esses batimentos eram os meus, mas pelo sorriso sem jeito que domara seus lábios fartos tive certeza de que o dele não estava muito diferente do meu.


Abracei-o colando nossos corpos. Eu pertencia a ele agora, e ele me pertencia. Como um quebra cabeça que acabara de ser completo.


Como realmente deveria ser.


A contagem regressiva havia se iniciado faltando apenas um minuto para o novo ano que se iniciaria. JongHyun entrelaçou sua mão na minha, enquanto contava em meio a gritos acompanhando a enorme multidão que fazia o mesmo.


“ 20, 19, 18, 17, 16...”


– Faça um pedido! – gritei para que ele ouvisse.


– O QUÊ?


– FAÇA UM PEDIDO! – gritei mais alto.


“ 5,4,3,2, 1! FELIZ ANO NOVO!”


Os fogos preenchiam o céu azulado, tornando-o mais belo do que nunca, as explosões eram sincronizadas com a música clássica que saia das caixas de som. Azul, verde, amarelo e outras cores pintavam a escuridão, prendendo os olhares daqueles que ali se faziam presentes.


– Você não fez um pedido! – resmunguei fazendo bico.


– Eu não preciso de mais nada Key, o que eu mais queria acabei de conseguir! – sorriu, me beijando novamente em seguida.


Realmente fazia sentindo, não há o que se pedir e nem o porquê quando se já está completo!


KEY POV OFF


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TAEMIN POV

– Eu não acredito! – gritou irritado, chamando a atenção das pessoas que ali estavam.


– Tá irritadinho? – Não pude deixar de caçoar do castanho que agora me olhava furiosamente.


– Sai daqui antes que eu arrebente a sua cara – ameaçou.


Sai daqui antes que eu arrebente a sua cara! – imitei levando Onew à loucura. Ri ao ver sua cara ganhar um tom avermelhado, se eu não o conhecesse diria que o mesmo explodiria – Tá vendo, otário? Você perdeu! GAME OVER!


Sua mão esmurrou violentamente a mesa, arrancando agora a atenção dos seguranças do local.


– Isso ainda não acabou... O KEY É MEU! Não vou permitir que aquele veadinho tome o que me pertence! – disse com o dedo em riste.


– Ah é? Por que não vai dizer isso pra ele? Ops... Acho que ele não vai poder te responder por que ele está ocupado agora beijando o JongHyun! – ri pela milésima vez – Então eu responderei por ele, PERDEDOR! – gargalhei desta.


– Seu orfãozinho de merda! – ele se levantou vindo em minha direção, mas sequer conseguiu se aproximar muito. Dois homens extremamente altos e musculosos o seguraram, pedindo que o mesmo se retirasse do estabelecimento, pois estava incomodado os demais.


Não contive o riso novamente. Estava realmente feliz. Estava feliz por Key estar dando um novo início à sua vida, estava feliz por ver Onew louco de ódio, e estava feliz por estar com MinHo, não como namorado ou amante, mas de estar na companhia dele, de estar próximo dele.


Até demais.


– Tae! – sua voz soou calma enquanto ele apertava meu ombro. Não precisava ser um gênio, era óbvio que MinHo já havia voltado.


– Minnie, você demorou! – formei um bico.


– Não faça essa carinha! – ele disse – Eu fui comprar algumas bebidas e no meio do caminho vi uma cena que acho que você precisa saber...


– JongHyun beijando Key? – deduzi.


– Você viu?


– Quem não viu? Foi um puta beijo! – não contive a felicidade nas palavras pulando alguns centímetros do chão, feliz.


– A gente bem que poderia fazer igual... – disse dando um leve aperto em minha cintura.


– TÁ MALUCO?! Não aqui! As pessoas surtariam...


– Você tem razão... – disse coçando a cabeça – Mas, sabe... Eu esqueci minha carteira em casa, e acho que precisarei voltar e buscá-la.


– Sua carteira está na sua mão – falei observando a mesma.


– Carteira? Eu disse carteira? Eu quis dizer cartão de crédito.


Não pude deixar de notar o olhar cínico do moreno à minha frente. Se ele achava que com esse papinho conseguiria algo, estava enganado.


– Eu sei que você quer fazer sexo comigo, então dá pra ser mais direto e parar de inventar essas desculpinhas idiotas?


– O QUÊ?


– Mas pensando bem, não é uma má idéia começar o ano transando com você! – sorri simples, me contentando em não gargalhar com a cara de espanto que dominara o rosto do moreno à minha frente.


– Você realmente me surpreende cada vez mais, TaeMin... cada vez mais!



E eu realmente era bastante surpreendente...



Notas finais
Suuuper atrasada... Finge que ainda é época de festas =x
Eu juro que tentei fazer algo decente.... não deu!
Vou deixar as criticas nas mãos das leitoras ;D
nhaaa, meu primeiro 100 reviews, estou tão feliz! Muito Obrigada ^-^
Hoje não ficarei enrolando muito, to super cansada... então, Bye Bye meu povo lindo ♥
Kissus~
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.