Love At Second Sight

10 Capítulo X - Desentedimentos


Notas iniciais
Nunca fui boa com títulos enfim...
OIEE GENTE ^-^ TUDO BOM?
Espero que sim!
Mas então... to tão feliz, consegui uma bolsa de estudos na área que eu queria *oooooooo* anyway...
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Galera antes de qualquer coisa, deixa eu avisar que esse capítulo era pra ter sido postado na semana do Natal, mas como eu viajei as coisas atrasaram e o capítulo Natalino meio que ficou pra hoje, um mês depois.... Então como não tinha como colocar outra data ou evento comemorativo porque já ta tudo organizado na minha mente, finge que ainda estamos no Natal, okey? ^-^
Enfim... Boa Leitora minhas lindas ;D

POV TaeMin


Desci as escadas correndo, passando por minha mãe que a assistia tudo de forma curiosa, afinal, não era sempre que alguém conseguia me tirar da cama tão rapidamente e sem muito esforço como o homem do lado de fora daquela casa havia conseguido.


Os móveis pelo caminho eram ultrapassados de maneira ágil e sem cuidado algum, arrancando um grito desesperado da mulher loira do andar superior que fazia questão de me alertar que se eu quebrasse alguma coisa, levaria uma surra.


Até parece!


Parei em frente à porta, abrindo-a sem cerimônia, deixando então que um sorriso tímido fugisse dos meus lábios ao notar a presença do outro.


– Oi! – ele disse enquanto tentava, em um ato de “sedução”, se escorar no portal, mas por algum motivo falhou, quase caindo.


Eu ri da cena, mas logo fechei a cara.


– Por que não atendeu minhas ligações? – perguntei sério.


– Estava... Ocupado! – respondeu enquanto escondia algo atrás de suas costas e a outra mão livre ia de encontro às madeixas escuras, ato este que eu já estava começando a me acostumar. Ele parecia ter o estranho costume de bagunçar o cabelo quando se sentia envergonhado.


– Ocupado? Sei! – desviei meu olhar para ver o que ele escondia e, não obtendo sucesso, voltei a fitar seu rosto – O que tem aí? – perguntei curioso.


– Um presente! – sorriu.


– Pra mim?


– Talvez... Não sei! – cantarolou.


– AISH! Me deixa logo ver essa droga! – ordenei enquanto iniciava uma “luta” contra MinHo que recuou e levantava o embrulho a uma altura em que eu não conseguia alcançar. Esse estúpido se achava o maioral apenas por ser alguns poucos centímetros mais alto que eu. Após algumas tentativas frustradas, desisti, cruzando os braços e inchando, irritado.


– Eu lhe dou o presente! Mas com uma condição! – piscou.


– Qual?


– Você me dá um beijo, e eu lhe entrego ele! – sorriu de canto, me fazendo corar até a ponta do meu último fio de cabelo.


– Ficou maluco? – perguntei olhando desesperado para os lados só para comprovar que ninguém havia escutado aquilo.


– É, eu acho que fiquei sim... – ele disse sem jeito, soltando em seguida um pigarrear na tentativa de limpar a garganta. Avançou alguns passos, subindo em um dos três degraus da pequena escada.


Estranhei a aproximação repentina, e dei alguns passos para trás, mas a porta fechada me impediu de me afastar mais. E antes que ele dissesse algo mais, cortei o clima com uma pergunta nenhum um pouco... interessante.


– Sua namorada sabe que você está aqui? – falei rápido, fazendo com que uma de suas sobrancelhas se curvasse, deixando seu rosto com uma expressão interrogativa.


– Você quer mesmo falar sobre ela?


– Não... Mas ela não iria gostar nenhum um pouco de saber que o namoradinho dela está visitando escondido um cara como eu...


– Como você o quê?


– Você sabe... um cara que esta interessado no namorado dela!


– Não vejo problema algum nisso, afinal, eu também estou interessado em você, Tae!


Onde eu deveria enfiar minha cabeça agora? Talvez no ombro dele? Não é uma má ideia! Mas eu sei que se fizesse algo de anormal, minha mãe provavelmente apareceria do nada... Ela sempre faz isso. Achei melhor encarar o chão.


Eu havia descoberto que sempre que ficava envergonhado tinha essa estranha mania de olhar para baixo. Que esquisito!


– MinHo... Eu estou de castigo, não posso ficar conversando com você muito tempo, então...


– De castigo? – ele levantou o cenho.


– É! – bufei irritado. – É uma longa história, depois te explico melhor!


– Acho que alguém aqui não descobriu que você já é maior de idade! – disse irônico.


– Pois é... – completei derrotado – Eu queria poder provar pra “ela” que eu já sou adulto... Mas ela sequer me ouve.


– Bom... você poderia provar sua maioridade pra mim! – comentou risonho.


– Quem sabe outro dia... – falei semicerrando os olhos, arrancando assim um sorrisinho malicioso dos lábios fartos.


“– TAEMIN... O JANTAR JÁ ESTÁ NA MESA! NÃO ME FAÇA IR AÍ FORA E TE PUXAR À FORÇA ATÉ AQUELA COZINHA” – os berros ameaçadores entraram pelos meus ouvidos me fazendo encolher. Mas por que diabos essa mulher tinha que ser tão escandalosa?


– É melhor eu ir entrando! – falei obrigatoriamente. Queria ficar ali com ele, mas pelo jeito as coisas não seriam como eu bem queria.


– Sem beijo? – ele perguntou, deixando um biquinho fofo se formar em seus lábios. Ri, adorando tudo aquilo.


– Sem beijo! – confirmei cabisbaixo.


– Então... Tchau?!


– Tchau! – falei soltando um suspiro cansado, deixando que um bico tão fofo quanto o do moreno se formasse em meus lábios.


Já estava de costas quando meus movimentos foram interrompidos.


– Espera! – ele disse segurando meu pulso. – Toma! – entregou uma sacolinha prateada. – Feliz Natal!


Observei o presente com o enorme laço azul chamativo que enfeitava a lateral, dando um toque único a embalagem. Sorri satisfeito.


E antes que ele se virasse, puxei seu braço trazendo seu corpo para mais próximo e, na ponta dos pés, me ergui, depositando um leve beijo em seus lábios.


– Feliz Natal! – falei divertido, dando as costas e entrando em casa, deixando para trás um MinHo com cara de tacho enquanto um sorriso bobo brincava em meus lábios.


–-– --– ---


– O que é isso? – ela perguntou enquanto apontava para o objeto em minhas mãos, fazendo, assim, eu sair dos meus devaneios.


– Um presente! – falei com desdém.


– Porque ele lhe deu isto? – perguntou ríspida.


– AISH! É por causa do Natal, lembra? Aquela data em que as pessoas trocam presentes...


– Eu sei que é por causa do Natal, mas só damos presentes a pessoas que julgamos familiares. E bom... ele não é nada seu, é Taemin?


– O que a senhora esta querendo dizer com isso? – levantei o cenho


– Eu escutei a conversa entre vocês! – ela disse séria, cruzando os braços em seguida.


Minha voz estava começando a falhar, e por mais que eu abrisse e fechasse inúmeras vezes minha boca, não existia alguma resposta boa o suficiente para dizer. Optei pelo silêncio.


– TaeMin... Você está tendo um caso com aquele homem?


– C-claro que n-não! – gaguejei.


– Assim espero! Seu pai não gostaria nenhum um pouco sequer de saber que o único filho homem dele anda tendo esse tipo de amizade. – falou dando de costas.

Ela realmente acreditou? Eu que não vou ficar aqui para comprovar...


– E muito menos a sua mãe... – completou quase sussurrando, mas foi alto o suficiente para que eu escutasse e sentisse raiva daquela mulher; daquela mulher que denominei de mãe na ausência de uma.


– Eu vou subir... – falei, fugindo de uma futura briga.


– Espera! – ordenou, me fazendo parar e voltar alguns degraus.


– O quê?


– Vá jantar! – ordenou calma – Sua comida já deve estar fria...


– Eu só vou lá em cima primeiro...


– Não!


– Mas... eu só vou guardar o presente.


– Não tem problema, eu guardo pra você! – falou esticando a mão.


– Não tem necessida...


– TAEMIN! – a voz forjava uma falsa tranquilidade, enquanto o rosto mostrava o oposto de tudo aquilo. – Eu disse que guardo... Afinal, é só um presente, não deve ter nada que eu não possa ver aí dentro, ou tem?


Minha respiração estava acelerada e eu podia jurar que estava suando. Minha mão ainda estava fechada com força sobre a alça da pequena sacola enquanto a mulher loira à minha frente fazia questão de me perfurar com o olhar. Mas afinal, o que tanto eu estava temendo? Não deveria ter algo ali que ela não devesse ver antes de mim, ou teria?


Enquanto um “Tudo bem!” fugia forçado por entre meus lábios, eu soltei o presente, me virando em seguida e saindo antes que ela notasse minha face domada pelo misto de desespero e medo que havia se formado.


E se ela abrisse? E se tiver algo ali dentro que seja comprometedor?


Eu tentava me controlar enquanto comia, mas me desesperava apenas em imaginar nas inúmeras possibilidades do que seria aquele tal presente.


–-- --- ---


Eu corria, mas ainda sim estava receoso se deveria realmente fazer isso. Não vira sinal algum da minha mãe e mesmo chamando ela três vezes seguidas, não obtive respostas, e só restava um único lugar que ainda não havia procurado, o meu quarto.


– Droga! – murmurei antes de entrar.


Ela se encontrava sentada na minha cama, a cabeça baixa enquanto fitava uma... carta e um ursinho de pelúcia. Hesitei antes de dizer algo. Queria ter certeza que aquilo não era o presente que MinHo me dera, mas a embalagem já aberta em cima do edredom bagunçado só provava o contrário.


Pigarreei, chamando a atenção da mulher que apenas me fitou com uma expressão indescritível.


– Você mentiu pra mim... – ela disse enquanto se levantava cuidadosamente da cama vindo em minha direção.


POV TAEMIN OFF


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POV KEY

O som do despertador me fez acordar de repente. As janelas estavam devidamente fechadas, mas era bem perceptível que já era dia, talvez não estivesse ensolarado, mas com certeza já havia amanhecido a um longo tempo.


Revirei-me na cama tentando despertar, mas, ao invés disso, um misto de dores e incômodos se apossara de cada partícula do meu corpo; minha barriga doía, minha cabeça explodia em contrações, e a sensação de ter minha língua inchada chegava a ser irritante. Resmunguei, soltando um resmungo estranho de dor.


Pisquei ainda atônico. Minha mente ainda não conseguia processar o que havia ocorrido na noite passada, e nem do porque de eu estar na cama do meu ex-namorado. Isso poderia ser algo bem óbvio, mas eu não queria acreditar, sequer, na possibilidade de ter dormido com Onew novamente.


Mas era tão óbvio.


A parte inferior do meu corpo doía algo comum de quando se dorme com “ele”. Não queria comprovar, mas era bem perceptível que eu estava nu. E eu sabia que minhas roupas não desapareceram como mágica, mesmo eu querendo acreditar com todas minhas forças que fora.


Forcei meu corpo a se sentar sobre a cama, e a cada ação que eu tentava realizar, cada uma tinha uma forma diferente de piorar todos os desconfortos. Optei por continuar ali, deitado até que aquela maldita ressaca passasse.


– A bela Adormecida acordou? – ele perguntou enquanto entrava no quarto com uma bandeja em mãos.


Apenas revirei os olhos com desprezo, não porque não quisesse falar, mas porque eu realmente não conseguia – como dito anteriormente, qualquer ato que eu fizesse resultava em um aumento das dores.


– Preparei algumas coisinhas pra você, vai te fazer se sentir melhor! – sorriu enquanto se sentava ao meu lado colocando cuidadosamente a bandeja sobre a cama.


Murmurei um “obrigado” e, com certa dificuldade, me sentei sobre o colchão, admirando a inúmera quantidade de variadas frutas e bebidas que mais lembravam chás, porém o cheiro que exalava das xícaras não era nada agradável, me causando ânsias em apenas inalar.


Fechei a cara em reprovação. Eu tinha a pura certeza que se ingerisse um grão do conteúdo daquela bandeja, devolveria tudo da maneira menos agradável possível.


– Bebe isso, é tiro e queda pra ressaca! – Disse pegando a xícara cuidadosamente, entregando a mim.


Apenas encarei o recipiente. Eu realmente teria que beber aquele “troço”?


Depois de um longo tempo encarando o líquido, assenti, levando os lábios à porcelana e dando um longo gole no líquido pouco convidativo. Não sabia se o gosto amargo pertencia à bebida ou era apenas efeito do excesso de álcool, mas não gostei nenhum um pouco.


Abri uma carranca enquanto depositava a xícara sem muito jeito em cima da bandeja, fazendo Onew soltar uma risada baixa.


– O gosto não é tão ruim assim... ou é? – perguntou, se aproximando do líquido e inalando o vapor que ainda exalava da xícara. Uma carranca não muito diferente da minha domou sua face, pensei em rir também, mas a forte dor que atacava minhas têmporas e testa anulou qualquer possibilidade.


Fitei o quarto mais uma vez, este continuava da mesma forma desde a minha última visita, a diferença era que a cama se encontrava devidamente bagunçada, assim como o resto do quarto. Olhei meu corpo seminu, protegido apenas por um cobertor que fazia o serviço de apenas cobrir da minha cintura para baixo.


As marcas vermelhas e algumas roxas estavam visivelmente bem distribuídas pelo meu torso. Não pude deixar de desviar meu olhar do meu corpo para olhar o ser castanho que corou intimidado sob meu olhar frio.


– D-desculpe! – pediu em meio a um sussurro, se levantou e retirou a bandeja, depositando-a sobre uma pequena mesa ao lado da cama.


– Sua sorte é que eu não aguento sequer levantar dessa cama, caso contrário, iria estapear esse seu rostinho gordo! – a rispidez na minha voz não era um dos maiores problemas, eu realmente havia ficado irritado com aquilo, e Onew sabia que quando eu estivesse cônscio o suficiente, eu o faria pagar por cada marca.


No fundo, eu sabia que aquilo era tudo fruto de um erro meu. Se eu não tivesse bebido, se eu não tivesse vindo até aqui, nada disso estaria acontecendo, não haveria marcas em corpo, e muito menos marcas em minha alma. E essas eram as piores, porque por mais que o tempo passasse, elas continuariam ali, fazendo questão de jogar na minha cara o quão fraco eu sou...


– Você sabe que eu não tive culpa, você me procurou e eu apenas fiz o que pediu. – ele disse, ainda ajeitando a bandeja sobre a mesa. Estava evitando contato visual comigo.


– Depois... Depois conversaremos sobre isso. Por enquanto, eu só quero que essa droga de ressaca passe! – falei, lhe dando as costas enquanto voltava a cobrir meu corpo, me isolando de qualquer contato com a claridade daquele quarto.


– Tudo bem... Eu vou estar na cozinha, se precisar de algo, me chame! – falou calmo enquanto eu escutava, atento, seus passos batendo contra o piso e se afastarem cada vez mais.


O som da porta sendo fechada cuidadosamente me fez concluir que eu estava sozinho, finalmente.


Eu estava agradecido pelos cuidados que ele havia tido comigo. Onew poderia não ser a perfeição em pessoa, mas no fundo, bem lá no fundo... ele era uma boa pessoa. Porém, naquele momento ele era, para mim, apenas um idiota!


O telefone na sala de estar tocava alto o suficiente para que eu que estava no quarto, trancado, ouvisse sem muita dificuldade. O som repetitivo entrava por meus ouvidos fazendo meu cérebro chacoalhar. Agradeci a Deus assim que o som foi interrompido pelas falas do castanho.


“Alô?!... AH! Oi!... Claro, por que não?... Que horas?... Não, não tenho nada de compromisso pra hoje à noite... Ok... Mal posso esperar... Um beijo... HAHA! Onde você quiser... Tchau!”


Soltei um arfar irônico. Por mais que ele soubesse fingir, por mais que o tempo passasse, ele não iria mudar nunca!


Fechei os olhos, forçando a chegada do sono. Eu queria dormir, pois somente assim os efeitos da ressaca aliviariam e eu poderia sair daquele local o quanto antes...


–-– --– ---


– Eu estou muito agradecido pelos cuidados, pelo banho e pela comida, mas acho que já estou bem melhor! – falei pegando meu casaco de cima do sofá.


– Tem certeza que não quer uma carona? – insistiu.


– Não! Não estou a fim de te atrapalhar...


– Mas você não vai me atrapalhar em nada e, além disso...


– NÃO! Eu disse que não quero sua carona! – falei ríspido, arrancando um leve pulo de susto do castanho.


– Tá... Eu só queria ajudar. – falou quase que murmurando.


– Quer me ajudar? – perguntei em um misto de ironia e seriedade.


Ele olhou atencioso, se aproximou com alguns passos e parou quando me viu recuar, evitando sua aproximação.


– Quero...


– Não me deixa fazer uma idiotices dessas novamente! Não me deixa ser tão burro, estúpido e imbecil a ponto de voltar pra você, mesmo que seja por apenas uma noite, mas não me deixa! – falei sério, podendo sentir meus olhos queimarem, talvez por estar tentando não chorar ou por simplesmente estar com... Raiva.


– Key... – murmurou baixo.


Abri a porta rapidamente saindo do apartamento, minha cabeça doía e a força muscular ainda era baixa, mas não o suficiente para me deixar jogado naquela cama por mais algumas horas.


– Nem tente vir atrás...


– Key... – chamou mais uma vez, desta, mais alto.


Meus passos já estavam mais acelerados assim como meus batimentos, eu precisava sair dali o mais rápido possível, mesmo que pra isso eu precisasse correr como um louco.


–-– --– ---


A minha chave parecia estar com uma estranha dificuldade de se encaixar com a fechadura da porta, talvez não fosse a chave correta, tentei utilizar a outra, e a outra, e a outra...


– Oppa, como assim? – uma voz feminina cortou minha concentração.


– Jessica... Eu não estou a fim de sair. – Não precisava ter uma audição incrível, eu já sabia a quem pertencia aquela voz.


– Mas amanhã é Natal, e que eu saiba você não tem nenhum familiar aqui além do MinHo, tem?


– Eu só não quero passar junto com sua família.


– AISH! – o som do salto alto batendo contra o chão fez com que a enxaqueca atacasse minha cabeça mais uma vez – Então promete assistir comigo a queima de fogos no parque? – pediu com uma voz irritantemente manhosa.


Ela disse “queima de fogos”? Droga! Eu havia me esquecido totalmente disso. Nessa próxima semana vai acontecer o evento que tanto corroeu minha mente para organizar. E, pra piorar, JongHyun e sua namoradinha estarão lá. “Não tem como ficar melhor, tem?” pensei irônico, achando finalmente a chave correta e abrindo a porta.


O som da mesma sendo aberta chamou a atenção do casal para sobre mim, mas eu só precisava entrar e ignorar a presença deles, então estaria na minha zona de proteção, longe de olhares estranhos, era só entrar sem olhar para trás, só entrar e...


– Olá! – A garota loira, que agora eu reconhecera como a vizinha do 301, ou a mesma que a alguns dias eu vira aos beijos e amasso com JongHyun, disse forjando uma simpatia que não combinava nem um pouco com o “momento”.


Forcei um sorriso sem graça.


– Claro... Eu vou com você, amor! – ele cortou antes que eu correspondesse à saudação da garota.


– Ótimo! – ela disse satisfeita, agarrando o meu JongHyun.


E antes que eu ficasse para assistir mais alguma cena daquele romance mexicano, entrei no apartamento, fechando a porta com brutalidade.


– Essa vadia se acha! – resmunguei baixo.


Não que eu estivesse com ciúmes, mas não gostava nenhum um pouco de ter toda atenção que antes era minha sendo desperdiçada com aquela mulher.


Eu não estava mesmo com ciúmes...


Notas finais
Então.... ta uma droga eu sei! Deixa eu explicar... Essa semana foi super corrida e como eu não queria atrasar acabou saindo isso, me Desculpa? AHHHHHHH, tenho uma novidade, próximo capítulo teremos JongKey EEEEEE o/ o/ o/ UHUUUU
kekeke~
Deixa eu dizer uma coisinha antes de finalizar: Nesse último capítulo fiquei super feliz em ver leitoras novas - e principalmente aquelas que acompanhavam mas nunca deixaram um review sequer- darem as caras por aqui, e isso tipo me deixou, MUITO FELIZ mesmo. Muito Obrigada gente! ;D AHHHH.... As vezes eu demoro pra responder os reviews, ou pro falta de criatividade ou por falta de tempo, mas eu "SEMPRE" respondo ^^
É isso. Até!
Kissus~