Love At First Sight

3 Capítulo 3: "Ela" age contra os alunos


Notas iniciais
Queria postar isso no dia 12, mas eu não consegui terminar no dia, e minha mãe me deixou de castigo porque eu passei 10 minutos do tempo marcado. Porém agora posto o capítulo para vocês! Aproveitem o máximo!

Relatos de Alexandre #2

Que droga! Essa Makyou é tão desleixada! Ela nem descreveu minha casa e minha família! Então, “para a nossa alegria”, farei isso. Já ia esquecendo: eu sou o Alexandre (N/A: vocês já devem ter percebido isso...). Certo, agora podemos ir as descrições!

Meu pai se chama Pedro Álvares de Souza, tem trinta e sete anos; cabelos pretos e curtos; olhos castanho-claros; altura de 1.82 m; peso de 79 Kg; e os hobbies dele são ler, escrever (ele já escreveu três livros e seis contos e todos foram publicados, mas não fizeram o devido sucesso que devia), desenhar e fica abalado toda vez que falo em garotas, e pensa que vou casar com elas e viver bem longe da família. E a Makyou só piorou esse pensamento dele...

Continuando, minha mãe é Simone dos Santos Pereira; tem trinta e oito anos; cabelos louros e compridos, bem lisos; olhos verdes, iguais aos meus; altura de 1.69 m; peso de 58 Kg; busto de 88 cm; e os hobbies dela são jogar video games (assim como minha irmã. Acho que minha mãe a viciou...), cozinhar e, acima de tudo, botar ordem na casa. Em outras palavras, ela que criou nossa “rotina diária”. Nesse sentido ela é extremamente chata! Para ela, tudo em casa deve ser perfeitamente cronometrado.

Prosseguindo, minha irmã mais nova, a caçula da família, se chama Mariana Paula Pereira de Souza; tem catorze anos; altura de 1.64 m; peso de 55 Kg; olhos azul-claros (não importa o quanto vocês duvidem ou estranhem, o olhos dela é dessa cor, mesmo eu não conhecendo nenhum parente próximo com olhos dessa cor...); cabelos louros, compridos, e sempre presos por “marias-chiquinhas”; busto de 80 cm; e seus hobbies são jogar video games, conversar com as amigas pela Internet e/ou pelo celular, e, antes de tudo isso, saber o que eu estou fazendo... Eu ainda não entendo esse comportamento, mas... ela, no fundo, é uma boa garota e não fará coisas que certos leitores devem estar imaginando!

E para finalizar, meu irmão mais velho é Marcelo Pereira de Souza; cabelos pretos e curtos (olhos iguais a de meu pai); olhos castanho-claros (assim como meu pai); tem 1.78 m de altura; 73 Kg de peso; e seus hobbies são navegar na Internet, “pegar” garotas por aí (toda vez que ele chega tarde da escola ou do emprego eu suspeito que esteja fazendo algo do tipo...), e tentar me ensinar como agir na frente de... Ana Clara...

Quanto a minha casa, ela é bem simples. Tem um muro alto, de cor verde, envolvendo a casa. Por dentro tem um pequeno jardim de 12m², e tem um caminho de pedras polidas no meio para você passar. Por dentro da casa, você vê logo de cara uma sala com três poltronas e um sofá em volta de uma TV. À direita tem um corredor, que leva aos quartos. À esquerda tem a cozinha e a copa. Nossa casa tem quatros quartos pequenos, sem contar o “quarto secreto da Mariana”, que é um segredo para todos, até para nossos pais... Meu quarto tem 4m². A casa tem, no total, 30m². O terreno todo tem 43m². Não tem garagem.

Bem, estou satisfeito! Com essas informações posso prosseguir a história...

Na primeira troca de professores, todos os alunos, com exceção de eu e Ana Clara, cercaram Makyou e a encheram de perguntas indecentes. Ela ficou meio confusa no começo, mas depois se acalmou, e sua expressão mudou totalmente, tornando-se sombria. Ela se levanta. Todos gritam:

–Bonita!!

–Idiotas. – sussurrei

–Hi hi! – riu Ana, abafando com as mãos.

Quando olhei em sua direção, ela começou a disfarçar, pegando um livro e fingindo que o estava lendo. Não entendi muito bem, mas não liguei para isso. Abaixei a cabeça, apoiando-a em minha carteira, e soltei um suspiro tedioso.

Makyou então começou a andar em direção a porta da sala. Percebendo isso, gritei-a:

–Aonde pensa que vai? O próximo professor já está entrando!

–E daí? – respondeu ela, com sua expressão sombria e aterrorizante – Se eu ficar aqui, eu matarei todos esses idiotas que você considera como “colegas”...

–Me mate, por favor! – pediu um garoto da minha turma, que parecia totalmente cego por ela.

–Quanta tolice... – disse Makyou, saindo de sala. Os fanáticos tentaram seguí-la, mas ficaram presos na porta porque todos estavam tentando sair ao mesmo tempo.

Porém um dos zumbis resmungou:

–Que tal se sairmos em fila?! É mais devagar, mas resolve essa “parada”!!

–Uhhhhh.... – responderam os outros, formando fila.

Eles então conseguiram sair. Não me contive e levantei-me também. Ana então me perguntou:

–Aonde está indo? A aula já vai começar.

–Não posso deixar aqueles doidos varridos chegarem a Makyou! Sinto que eles não têm boas intenções...

–Mas pensei que não gostasse dela...

Enrubesci, e praticamente perdi a fala por alguns segundos.

–É verdade. Só que... eu quero ajudá-la! Afinal, essa é a minha forma de viver! – e saí de sala. Tive impressão de que quando saí Ana mostrou um pequeno sorriso.

Quando me retirei da sala, todos os alunos da escola estavam saindo das salas e perseguindo Makyou. “Afinal, o que está acontecendo?”, pensei. Tentei avançar para chegar até ela, mas era impossível para mim por causa do volume de pessoas em um espaço tão pequeno, que são os corredores. Enquanto eu pensava nesses detalhes, um borrão de sangue manchou as paredes daquele corredor da escola.

Todos param de caminhar naquele momento para entenderem o que aconteceu. Depois de três segundos, consegui ver: João Pedro, de quinze anos, da nossa turma... estava morto e ensanguentado no chão. Pelas mãos de... Makyou?! “Não! Não pode ser!”, pensei. Porém o que eu temia era verdade, pois ela carregava uma espada pequena aclopada em seus punhos (N/A: toda vez que eu, o autor, citar algo do tipo “Makyou fez sua espada surgir”, ela será desse jeito). Seu rosto carregava um sorriso cínico e gotas de sangue. Mas ela parou de sorrir quando me viu.

Assim sua expressão voltou ao normal, fazendo-a olhar de um lado para o outro, e estava confusa e apavorada.

–Como você pode chegar a esse ponto, irmã... – sussurrou Makyou.

De repente algo atingiu meu peito, e o tempo parou. Uma chave surgiu em minha mão. Ela era bem amarela e brilhava como o Sol, por isso não a olhei diretamente. Após seu brilho intenso diminuir, visualizei uma silhueta na minha frente, se aproximando. Então perguntei, meio assustado:

–Quem é você? E o que está acontecendo?!

–Tudo depende de você. – respondeu ele, se aproximando mais e mais...

–Com assim? – perguntei.

Ele se aproximou o suficiente para eu conseguir ver o seu rosto. Ele tinha cabelos cor-de-mel e olhos verde-escuros, bem grandes e bonitos. Então me respondeu:

–Sua namorada tem o poder de atrair homens impuros. E parece que essa chave, após viajar comigo tanto no espaço-tempo comigo, se cansou da minha chatice e te escolheu como novo dono.

–Ela não é minha namorada! E explica essa estória direito! – gritei – Como assim a chave me escolheu? Ela tem vida, por acaso?!

–Sim, ela possuí vida, por se tratar de uma chave originária do “Creation's Center”. Algo que provêm diretamente de lá não possuir vida é meio difícil... Além disso, seu dever é manipulá-la para “consertar” um grande dano que ocorreu no tempo-espaço de todas as dimensões. Para isso que eu estou aqui. Mas como perdi a posse da chave, minha missão é treiná-lo. Primeira coisa que você tem que saber: Ela estará sempre no seu peito para quando você precisar. Seu primeiro exercício para dominar o poder da chave é impedir que Makyou mate seu colega. Depois lhe ensino outros truques com ela...

–Espera! Quem é você, para começar?!

–Eu sou Natan, o viajante do tempo-espaço.

–E como eu faço para voltar no tempo?

–Nesse primeiro exercício, como você não precisa viajar no espaço e o fato que você quer impedir ocorreu a poucos segundos, dê o seguinte comando a chave: “Volte tantos segundos, Creation's Key”. Esse tantos são os segundos, minutos ou horas que deseja retornar. Você pode usar esse comando se você quiser retornar até 3 horas.

–Certo. Volte... – pensei com os olhos fechados. Depois de alguns segundos os abri e respondi – sete segundos!

Então eu retrocedi sete segundos. Eu estava saindo da sala, e com a chave em minha mão consegui visualizar a posição de Makyou. Dei um salto e, não sei como, comecei a andar sobre as cabeças dos alunos em uma velocidade absurda. Quando cheguei a ela, esta estava quase golpeando João Pedro. Então desci e apareci ao seu lado, segurando o ataque.

–Por que você está fazendo isso? Está me atrapalhando... – perguntou ela.

–Estou te ajudando! – respondi.

–Hum, você conseguiu se aproximar de mim e segurar meu ataque com toda essa velocidade... Quero testá-lo mais tarde... – e desceu o braço, desfazendo a espada.

Os alunos que a seguiam estavam atordoados, mas logo se recomporam e começaram a perseguí-la novamente. Sua expressão voltou ao normal e então começou a correr. Segui-a. Ela corria rapidamente, subindo as escadas, para despistar os fanáticos. Tive dificuldades para alcançá-la. Quando a alcancei, segurei em sua mão com carinho. Ela corou e suspirou:

–Alexandre...

–Vamos! Temos que subir até a cobertura!

–Sim!

Nós chegamos na cobertura logo em seguida, fechando a porta, porém não tínhamos nenhuma chave para trancá-la. Espera! Chave? Sim, naquela hora pensei na “Creation's Key”. No mesmo momento ela surgiu em minha mão e consegui ouvir sua voz:

–Use-me na porta. Posso alterar-me para trancar e/ou destrancar qualquer porta. Rápido!

Quando os perseguidores começaram a bater na porta, tranquei-a. Então a chave retornou ao meu peito. Senti um pequeno calor nessa região.

–Hu... Agora eu sei a fonte de sua velocidade anormal... Tu possuis agora a Time's Key... O que aconteceu a Natan? Tu sabes de algo?

–Primeiro: É Creation's Key, não Time's Key; — revelei — segundo: Natan perdeu a posse dela, mas o motivo eu desconheço; e terceiro: o que aconteceu com seu vocabulário, Makyou?

–Não sou “Makyou”. Meu nome é Benkyounodowski Makenshiec I, ex-princesa herdeira de Villa di Makenshiec, no Estado de Führer, no planeta Alpha II, na galáxia Andrômeda da dimensão VI. E agora irei testá-lo.

Ela tentou me atacar com a espada, mas meu peito brilhou e tudo ficou em câmera lenta. Então aproveitei o momento e desviei do ataque repentino. O tempo voltou ao normal. Ela não ficou muito surpresa com minha esquiva e continuou atacando rapidamente e insanamente. Eu desviava facilmente de seus ataques mortais graças a Creation's Key em meu peito. Mas sabia que isso não duraria muito tempo, por isso aproveitei um ataque direto dela para segurá-lo com minha mão e pará-la. Então perguntei:

–Posso te chamar de “Benkyou”? Assim como Makyou, pronunciar seu nome é complicado!

Ela se soltou de minha mão, desceu o braço e desfez a espada. Enrubescida, respondeu:

–Considerando a ignorância deste “setor”, permito-lhe que me chame assim.

–E sobre o teste, como me saí? Fui bem?

–Não. Acho que você é fraco e imaturo, incapaz de fazer qualquer coisa sem a chave.

–O que você quis dizer com isso?

–Que quando tu começares a noivar com minha irmã muitos tentaram te matar e você morrerá rapidamente, se não for esperto.

–Mas eu nem pretendo namorá-la, quanto mais casar com ela!

–Ela vai ficar triste com essa notícia.

–Que fique mesmo! Ela é muito convencida! Aquela garota não tem nenhum direito de se convencer que eu sou seu noivo sem me consultar antes!

–Hu... Você é engraçado. Eu pensei que, pelo seu jeito calmo e pacífico, você nem ligaria para a opinião e deixaria isso passar... Ou até se casaria com ela sem problemas.

–Pare de me julgar por minhas aparências! Eu... só amo a Ana Clara! Eu posso estar disposto a ajudar Makyou como ela quiser e precisar, porém eu nunca serei seu namorado ou noivo!

–Boas palavras, garoto de coração reservado! Agora eu comecei a te entender, Alexandre...

Ela começou a andar em direção à porta, virando as costas para mim.

–Espera! – exclamei – Como você pode ser duas pessoas em um só corpo?

–Hu hu... Você é mesmo atento. Bem, este corpo era originalmente de minha irmã. Ela me ajudou quando eu estava morrendo, oferecendo seu próprio corpo, pois o meu... Mudando de assunto, dividimos o corpo agora. Você pode ver claramente a diferença entre mim e minha irmã. Principalmente por causa de meu olho.

É verdade, pois seus olhos eram dourados. Só agora que estávamos parados e mais calmos para que eu percebesse isso. Os olhos da Makyou são castanho-claro.

–Entendo – declarei.

–Até mais, Alexandre...

–Até.

Benkyou se foi e Makyou retornou, dizendo:

–Você é incrível, Alex! Não sabia que tinha tanto poder!

“Exatamente o oposto do que a Benkyou disse!”, pensei.

–He he... – fiquei um pouco orgulhoso, até o momento em que os alunos fanáticos derrubaram a porta.

Não sei como eles conseguiram fazer essa proeza, só sei que logo em seguida que a fizeram, correram em direção à Makyou, derrubando-a no chão e começando a despi-la. Ela começou a corar toda e a gemer, como em um filme pornô. Foi então que ela tentou trocar de lugar com Benkyou. Antes de isso acontecer e todos nós morrermos, usei a Creation's Key e a levei no colo (N/A: como uma princesa... Espera! Ela é uma princesa! #burroeu) até nossa sala de aula, onde só estavam presentes o professor e Ana, que enrubesceu quando nos viu. Makyou estava inconsciente, talvez por causa da vergonha extrema.

A soltei, sentando-a na carteira dela. Ela estava com as roupas do jeito que os meninos deixaram. Depois me sentei na minha. Então disse ao professor:

–Logo os outros alunos retornarão.

*******************************************************************************************

Depois da escola eu e Makyou, já acordada, saímos correndo de mãos dadas para casa dos garotos hipnotizados. Por incrível que pareça, Ana Clara nos perseguia. Não do jeito estranho que os outros estavam, mas mesmo assim... Para despistar os malucos, usei uns caminhos incomuns, fazendo eles se perderem, separarem-se e nos perderem de vista. Mas Ana os conhecia. Ela me segurou por trás pela camisa, nos fazendo parar, então me virei para ver o que queria. A garota estava vermelha e toda suada de tanto correr, afinal sou muito rápido quando quero (N/A: ele não estava usando a Criation Key enquanto corria dos hipnotizados). Depois de alguns segundos, conseguiu dizer:

–Afinal... =arf, arf= ...quem é ela?

–Ela... – falei, porém fiquei sem palavras para descrever Makyou. Depois de alguns segundos, descrevi – é uma amiga meio exagerada.

–“Meio”? – estranhou ela – Totalmente! Mas ela é realmente só uma amiga para você?

–Sim. Eu não tenho segundas intenções, ao contrário dela...

–Já sei! Algo que pode resolver isso – concluiu ela, apressada. Pelo seu tom, parecia ter... ciúmes da Makyou?! – Que tal se nesse sábado... nós irmos ao cinema do Barra Shopping? Eu e você, apenas...

Meu coração quase saiu pela boca. Meu sangue estava circulando mais rápido que um trem bala. Eu fiquei extremamente nervoso com esse simples convite. “Para muitos isso significaria um início de um namoro... Será que... Espera, que besteira eu estou pensando? Volta para a realidade!”

–Sim! – respondi finalmente, bastante animado – E qual filme...

–Não deixarei isso acontecer! – interrompeu Makyou, com uma cara emburrada.

Ana fuzilou Makyou com um olhar que quase me matou.

–O que está dizendo, Makyou? – questionei, tentando diminuir a tensão do impasse entre as duas – Vai ser divertido!

–Mas eu não fui convidada...

–Ah... é que... – fiquei sem fala e com o coração pesado.

–Sabia que estava sendo excluída... – disse ela, começando a chorar.

–Você pode ficar jogando com a Mariana! – improvisei

–Beleza! Sempre quis explorar o “quarto secreto” da Mari! – alegrou-se Makyou, enxugando as lágrimas de seu rosto.

–Beleza então. Ligue-me mais tarde e nós combinamos tudo direitinho, OK? – perguntei a Ana. Estava ansioso para chegar no sábado, mas infelizmente era terça-feira ainda. Mas... parece que meu sonho dele chegar mais cedo se realizará...

–OK! – respondeu Ana – Até amanhã!

–Até! – despedi-me, pegando na mão de Makyou e voltando para o caminho de casa.

*******************************************************************************************

Ao cair da noite todos em casa foram dormir. Convenci Makyou após uma longa discussão a dormir novamente no quarto de Mariana. Esta quase deu um ataque quando descobriu que Makyou fugiu para meu quarto. De qualquer forma, estava procurando na Internet os horários do cinema e quando os encontrei, anotei em um papel para mostrá-lo a Ana amanhã. Depois disso fui dormir e caí em sono profundo, mas preferia ter ficado com insônia.

Em meu sonho vi duas pessoas sem formas definidas no vácuo. Tais seres pareciam sombras do nada, algo realmente apavorante de se ver. Eles conversavam aos sussurros. Esforcei-me para ouvi-los. O primeiro disse:

–Você ficou sabendo da “bomba”?

–Que bomba? – perguntou o segundo

–Que o noivo de Makenshiec III é um humano da dimensão VII, setor 51, planeta “Terra”, chamado de...

– “Ingênuo criador” – completou um terceiro indivíduo surgindo do nada.

–Que coisa, hein? – disse o segundo – E pensar que o Estado de Führer controlado pela dinastia Makenshiec “era” a mais poderosa e rica de todas a poucos anos...

–Pensava a mesma coisa... – disse o primeiro

–É isso o que a guerra faz... – afirmou o terceiro – Voltando ao assunto, o garoto possui agora a lendária Creation's Key, antes chamada de Time's Key, e ela está selada em seu peito. Como ele não sabe controlá-la, é nossa chance de pegá-la e matá-lo, para fortalecemos nosso estado e assumirmos o trono! Não tinham pensaram nisso ainda?

–Não. Mas é uma boa idéia, chefe! – disseram os dois primeiros.

–Hu... Finalmente algo para me divertir... Após tantos anos de tédio... – disse o terceiro

–E qual é o nome dele, meu senhor? – perguntou o segundo

–Alexandre Pereira de Souza. – respondeu o terceiro – Ele é um terráqueo do país chamado de República Federativa do Brasil. Sua marca da Criation Key é fácil de ser localizada.

–Ótimo! Vamos iniciar a caçada! – animou-se o primeiro

–Sim! – confirmou o segundo.

Acordei em um sobressalto. Estava todo encharcado de suor, arfando e com um brilho em meu peito. Só queria uma coisa naquele momento: que aquele pesadelo tivesse sido apenas um pesadelo.

---FIM DO PRIMEIRO ARCO---

Notas finais
O capítulo 4 deve sair logo! Deixem reviews!
PRÓXIMO CAPÍTULO: Vou começar a treinar para controlar a Criation Key e farei uma "viagem"... Mas algo dá errado e... perco a consciência...