Love And Hate

28 Jealousy? Maybe


Notas iniciais
Oie!
Sei que postei ontem, mas agora - nessa semana - as postagens serão quase diárias! eeehhh - sqn
Explico melhor lá embaio, boa leitura

POV Sophia

Quando cheguei em casa estranhei o silêncio absoluto e as luzes ainda acesas, com um vaso de flor no chão, em pedaços.

Subi para meu quarto sem dar muita importância para o vaso quebrado. Perto da minha porta, havia um sutiã no chão. Sim, um sutiã.

- Damon e suas vadias... – Suspiro entrando em meu quarto e percebendo que o vaso quebrado deveria estar em cima da mesinha perto da entrada. – Sexo na mesa da sala, que higiênico isso, Salvatore!

Me deitei na cama tirando os sapatos mas fui tirada do meu princípio de sono por alguns gemidos, bem altos por sinal. Puxei o travesseiro e apertei-o sobre minha cabeça, procurando abafar o som.

A voz da vagabunda era familiar, mas irritante! Gemia feito uma cadela no cio, eu estava a fim de entrar naquele quarto e fazê-la calar a droga da boca. Eu queria dormir, apenas isso.

- Não sou paga pra ouvir isso a noite toda! – Levanto da cama e vou até meu carro.

Dirijo até a casa dos Gilbert e bato na porta. Jeremy aparece e logo me convida para entrar.

- Eu queria falar com o Ric. Ele mora aqui, né? – Digo esboçando um sorriso.

- Sim, sim... Ele mora no sofá, na verdade! — Diz Jeremy apontado para onde o professor estava deitado.

- Só não me diga que está bêbado de novo.

- Acho que está sóbrio. Pelo menos há meia hora ele estava.

- Sendo amigo do Damon, é provável que esteja dentro da garrafa.

Jeremy dá uma leve risada e vai até a cozinha. Eu o acompanho e me sento à mesa.

- Quer um café? – Ele me oferece.

- Quero. Obrigada.

- Mas então, o que te trouxe aqui além do Ric?

- Não consigo dormir com os gemidos da mulher que está dormindo com Damon. Talvez seja aquela tal de Sage.

- A amante do Finn?!

- Do Finn?! – Pergunto pegando a xícara de café que me oferece. – Com três Originais lindos, ela foi logo escolher o sem graça do Finn?!

- Ele a transformou e logo depois Klaus enfiou a adaga no peito de Finn, e Sage teve de viver mais de 900 anos sem ele.

- Como sabe disso? – Dou um gole na bebida quente.

- Damon contou para Stefan que contou para Elena que contou para mim.

- Enfim, o que não dá pra aturar são os gemidos daquela vadia, seja ela quem for – Apoio minhas mãos sobre a mesa.

- Seu cabelo... Não era ruivo?! – Pergunta divertido.

- Era. Na verdade, essa é a cor natural do meu cabelo.

- Você ficou mais bonita assim. Não que você estivesse feia antes – Ele ri.

- Obrigada. É sempre bom ouvir elogios. – Sorrio doce.

- Não acha que ele é muito novo pra você?! – Viro a cabeça para trás e dou de cara com um Alaric meio sonolento.

- Estamos apenas conversando, Senhor Saltzman. – Respondo debochada.

- Sei... Conversando.

- E melhor alguém mais novo, do que velho como você – Provoco-o quando ela passa por Jeremy, para apegar um café.

- Velho?! Enfio uma estaca em você antes que possa perceber que estou por perto.

- Claro, que sim – Digo sarcástica olhando para Jeremy que ri de nós dois.

- Bem, vou deixar vocês dois conversando. Qualquer coisa estarei lá em cima.

- Se seu professor tentar me matar, eu te chamo Jeremy. Talvez eu precise de ajuda para me salvar dele – Falo mais sarcástica ainda.

- Não veio aqui só para dar em cima do garoto, não é?

- Ric, eu juro que não dei em cima dele. – Me levanto e me aproximo dele. – Só vim aqui porque preciso de um lugar para passar a noite.

- E casa dos Salvatore?

- Damon levou uma mulher pra lá e ela geme feito uma cadela com dor.

- É isso mesmo ou não suporta a ideia de Damon estar transando com outra mulher?

Olho séria para Ric por um momento, com o olhar perdido. Mas logo em seguida desato a rir descontroladamente.

- Por que diabos eu não suportaria ele com outra mulher, Ric?! Que ideia mais estúpida!

- Estudos comprovam que quando uma pessoa ri dessa forma ai, é porque na verdade está a ponto de chorar.

- Estou a ponto de socar sua cara, isso sim! – Largo a xícara vazia dentro da pia.

- E por que você pensou que poderia passar a noite aqui?

- Porque você é legal, e tenho certeza que jamais deixaria uma pobre e indefesa mulher dormir de baixo da ponte – Faço um beicinho afinando a voz para falar.

- Não faça essa cara de cachorro que caiu da mudança. Bem, você pode escolher um dos sofás.

- Ou podíamos juntar os dois sofás e dormir juntos... O que acha? – Pergunto provocativa, passando a mão por seu peito.

- Acho uma péssima ideia – Ele afasta minha mão de seu corpo.

- Como você é sem graça, Alaric!

- Sou sensato, Sophia. Ponha na sua cabeça que não vamos transar.

- Ponha na sua cabeça, que eu não vou desistir. – Sorrio e vou para o sofá menor, onde caibo perfeitamente encolhida.

Ric coloca sobre mim um cobertor e deita no sofá ao lado.

- Como você consegue ser amigo do Damon e meu amigo? Somos vampiros.

- Vocês são diferentes. Embora eu não os tenha conhecido humanos, sei que são boas pessoas. Ele faz de tudo para manter Elena, Stefan e os amigos vivos. E você faria de tudo, também, para salvar a mim, ao Damon, Caroline...

- Como pode ter tanta certeza?

- Apenas confio em você, Sophia.

Antes que eu conseguisse adormecer, as palavras de Ric ficaram ecoando em minha cabeça. Ele confia em mim. Todos confiam em mim. Era isso que Klaus queria, eu deveria estar feliz. Mas estou com medo.

Medo. Uma palavra que há tempos eu não falava, algo que há tempos eu não sentia.

...........

Ao acordar, Ric não estava mais deitado no sofá ao lado. Sorrateiramente fui até o banheiro, lavei o rosto e saí de lá, rumo minha casa.

Assim que cheguei não hesitei e entrei no quarto de Damon.

- Bom dia para quem conseguiu dormir tranquilamente sem ter que ouvir gemidos no quarto ao lado – Abro a cortina do quarto e o sol forte invade o local.

Me viro para olhá-los e justo quem eu menos espero, está ao lado do Salvatore.

- Rebekah?

- Sophia, o que faz aqui? – Damon pergunta, com a mão à frente do rosto, tapando o sol.

- Só acordando vocês e agradecendo por terem me feito dormir na casa do Ric.

- Para de gritar, garota! – Diz Rebekah.

- A conversa ainda não chegou no puteiro! – Grito ainda mais para provoca-la.

Damon segura Rebekah pelo pulso quando ela tenta avançar pra cima de mim.

- Sai daqui, Sophia – Diz Damon, quase ordenando.

- Com prazer. – Aperto os olhos num sorriso forçado e debochado.

Estava em meu quarto, escolhendo uma roupa para vestir após o banho que teria de tomar no quarto de Stefan novamente, quando Damon apareceu.

- Ela já foi.

- Tá e daí? – Pergunto sem olha-lo.

- Não está curiosa para saber por que transei com ela?

- Porque você é homem e ela é mulher. Ela é bonita e você também. Um deu mole pro outro e o resto você já sabe. – Vou até a gaveta de calcinhas.

- Foi um plano. Da Sage, inclusive. – Olho incrédula para ele. – Deixei Rebekah vulnerável, e pude entrar em sua mente para saber o que Klaus pretende.

Me viro para ele com uma calcinha em mãos.

- E?

- A placa da ponte Wickery. Ela foi feita com o mesmo carvalho branco usado no feitiço que criou os vampiros.

Como Rebekah é sonsa, pelo amor de Deus! Garota burra, fútil, fácil!

- E agora?

- Agora nós vamos até a ponte, pegamos a placa, fazemos estacas e matamos o Klaus. – Diz como se isso fosse extremamente óbvio. E era.

- E como sabe tudo isso?

- Elena e Ric descobriram uma caverna com desenhos na parede que continham toda a história dos Originais.

Puta Merda!

- E por que não me contaram nada?

- Elena pediu pra não contar pra você.

- Achei que confiasse em mim, Damon.

- Eu confio, mas não a Elena.

- E claro, vocês fazem tudo que ela pede. Como cãezinhos obedientes.

- Está com ciúmes? – Ele caminha em minha direção, lentamente.

- Não. Por que estaria? – Jogo a lingerie em cima da cama.

- Vamos lá, Sophia. Vi sua cara quando me viu com Rebekah na cama – Ele para atrás de mim, abraçando minha cintura.

- E com que cara eu estava? – Deixo que leve os lábios ao meu pescoço.

- Como quem pensa “Ele levou essa vadia pra cama e não eu?”.

- Ah, faça-me o favor, Damon – Me viro para ele, me soltando de seus braços, rindo. – Não tenho porque ter ciúmes, eu não quero transar com você. Não percebe isso?

- Está escrito na sua testa que está louca por mim.

- Então você precisa de óculos, pois está enxergando errado. – Pego minhas toalhas e saio do meu quarto, indo para o banheiro de Stefan.

- Salvatore atrevido, sem vergonha, descarado! – Praguejo enquanto a água começa a cair sobre meu corpo.

Mas em uma coisa ele estava certo: eu estava louca por uma noite com ele.

Notas finais
Então, minha escola fará greve por, no mínimo, uma semana. Então sempre que der estarei postando aqui pra vocês. Postaria todo dia se não tivesse que fazer alguns trabalhos de escola, estudar para algumas provas que acontecerão ao fim da greve e tals...
Bem, é isso. Beijos até mais.
Recomendem a fic, mesmo que no boca a boca, ok?!