Love And Hate
16 Forgetting the Kiss
Notas iniciais
Voltei? Sentiram saudades? Eu sim!!!
Bem, temos hoje um capítulo menorzinho, espero que gostem bem mais do que eu.
Boa leitura.
POV Sophia
– Mas quem diabos ele pensa que é pra me beijar?!
Eu estava com tanta raiva, mas tanta raiva que... AH! Ele não tinha o direito. E eu fui tão idiota de beijá-lo de volta. Mas não é fácil se conter quando tem uma boca macia, acompanhada de um by Text-Enhance\">corpo perfeito e um rosto esculpido à sua frente. Ficar na mansão Salvatore não daria certo.
Depois de um tempo sentada na ponte da cidade, balançando os pés no ar, decide ir até Niklaus.
– Não esperava te ver tão cedo. – passo por ele cabisbaixa e me sento no sofá. – Soph?
– Não peça mais pra que eu fique do lado dos Salvatore. – digo sem encará-lo.
– O que houve, love? – Disse sentando ao meu lado, passando um braço por meu pescoço. Eu adorava o jeito como Klaus falava “love”. Acho que por causa de seu sotaque.
– Damon me beijou agora há pouco. Não posso conviver com ele; aquela Elena é muito chata; o Stefan é legal, mas muito certinho – me levanto e o olho. — E ainda tem Katherine Pierce. Nos atracamos na sala dos Salvatore.
– Damon beijou você? – Só eu que acho que ele não escutou mais nada depois de “me beijou”?
– É. Não que eu tenha sentido alguma coisa, Klaus. Eu voltei por você.
– Eu sei. Mas preciso de alguém para me contar o que eles pretendem fazer.
– Estão com os seus caixões, só não descobri onde estão. Querem by Text-Enhance\">ganhar tempo. Mas não duvido que não tentem negociar com você.
– Já tentaram. Minha família pela segurança de Elena. Mas descubra onde estão os caixões – ele cruza as pernas e abre os braços, apoiando-os no sofá.
– Ah, claro! – levo as mãos á cintura — E eles vão sentar e me contar tudo, em detalhes. Klaus, eu acabei de chegar na cidade. Eles não devem confiar tanto assim em mim. E já arrumei problemas suficientes para dois dias. Já conheci um caçador, Damon me beijou, eu já quase arranquei o coração dele, ele me mordeu, Katherine quase me matou... – Falo gesticulando com as mãos, até que ele levanta e vem até mim. – Só voltei porque estava cansada de ficar sozinha falando com as paredes de by Text-Enhance\">hotéis por aí. Eu queria ver você, outra vez – abraço ele.
– Tudo bem. E eu estou aqui, não estou? – ele passa a mão me meus cabelos, afagando-me de leve. – Mas eu ajudei você quando precisou, e agora eu preciso de ajuda.
De alguma forma, eu me sentia obrigada a fazer tudo que ele dizia. Sendo ou não do meu agrado. Ele me salvou e eu lhe seria eternamente grata por isso. Mas ter que conviver com meu passado não sei se eu aguentaria.
– Vou tentar. Mas tenho de ser recompensada por isso, não acha? – Faço um beicinho, o olhando.
– E eu não vejo hora mais oportuna para isso – Ele segura meu rosto e me beija.
Assim que chegamos a seu quarto, Klaus me deita na cama, vindo por cima de mim. Beija meu pescoço, subindo para meus lábios.
Suas mãos eram quentes e fortes, seu toque, no entanto, era muito gostoso. Nossas línguas aconchegam-se cada vez mais à medida que nossos lábios se encaixam e se movimentam lentamente. Eu tiro sua camisa e seu vejo que seu corpo continua como antes, talvez até melhor. Não deixo de sorrir maliciosa. O puxo pelo pescoço e torno a beija-lo. Eu precisava tirar de mim o gosto da boca daquele maldito Salvatore.
Empurrei Klaus na cama, sentando-me sobre ele. Tiro meu vestido enquanto ele me olha e sorri. Começo a desatar seu cinto, mas me desconcentro e volto para seus lábios, que são muito convidativos. Mas afinal, porque fazer aquilo como humana?
Arranco com força o cinto e logo que ele me deita de volta na cama, empurro suas calças com meus pés. Klaus desce por meu corpo com a boca, tirando minha calcinha e fazendo o caminho de volta, me arrancando leves suspiros e arrepios. Tiro meu sutiã e estou nua em sua cama enorme e confortável. Niklaus prende minhas mãos ao alto de minha cabeça, me dominando por inteira. Como se isso fosse preciso, já que a ele me entrego com total facilidade.
Com os pés, novamente, empurro sua cueca e, logo, estamos ambos nus, ele sobre meu corpo, que se encaixa muitíssimo bem ao dele. Ele desce dando leves mordidas – sem tirar sangue – e sinto seu membro a roçar em minha intimidade.
“Eu já estou a ponto de gritar se ele não me penetrar”, eu penso e logo em seguida lança um risinho safado.
– Pare de ler meus pensamentos – sorrio, dando-lhe um tapa no peito.
Mas ele ter lido minha mente foi a melhor coisa a acontecer. Logo que entrou em mim, gemi fraco, erguendo o dorso, puxando os lençois. Klaus sorri vitorioso. Passo minhas mão por suas costas, as arranhando ao compasso que ele move nossos quadris. Eu o acompanho, pois já sei o ritmo. Klaus beija minha boca com pressa, percorrendo cada canto da minha boca. Saio de sua boca e não me contenho, mordo seu pescoço levemente lhe sugando um pouco de sangue. Isso era comum em nossa frequentes transas, até chegarem os anos 20, quando nos afastamos.
Klaus começa a apressar o ritmo e eu solto seu pescoço, gemendo um sonoro “aahh”. Dessa vez ele morde meu pescoço, bebendo do meu sangue. Isso, não sei como, acaba dando mais prazer. Ele deita na cama e deixa que eu dite o ritmo dessa vez, estando sentada em seu membro que lateja dentro de mim. Segurando em minha cintura, ele me ajuda com os movimentos repetitivos de sobe e desce. Ouço ele gemer baixo, Klaus nunca fez o tipo escandaloso. Nem eu, mas tem horas que é meio difícil de me conter.
Jogo a cabeça para trás e suas mãos sobem até meus seios, apertando-os com leveza. Passo minhas mãos por seu peito, e volto para sua boca a explorando mais dessa vez. Movendo nossos lábios de acordo com nossos quadris, como leves mordidas nos lábios e alguns gemidos entrecortados por mais mordidas labiais. Nossas línguas pedem uma pela outra, e de relance, ao abrir os olhos, vejo dois olhos azuis me encarando com arrogância.
Mas os olhos de Niklaus eram verdes. Podiam ter um tom azulado, mas era verdes.
Eram os olhos de Damon.
Desvio minha atenção disso e torno a beijar com fervor a boca de Klaus, que aperta minhas coxas com as mãos.
- Soph!
Ouvir Niklaus Mikaelson, um vampiro original gemer meu nome é... Bem, nem acho palavras de quão gostosa é a sensação.
– Parece que você também sentiu minha falta, não? – sussurro em seu ouvido.
Ele me deita e faz as estocadas serem mais rápidas e mais profundas. Me afundei num prazer do qual senti falta desde que o deixei.
Eu arranhava suas costas, gemendo fraco com o avançar de suas estocadas. Klaus não gemia muito, apenas suspirava descompassado. Era um lorde, praticamente. Eu amava aquele homem na cama!
Felizmente, demorou bastante para que chegássemos ao ápice do prazer naquela noite.
– Aahh! – ele sussurrou perto de meu ouvido ao acabarmos.
Apoiou a cabeça entre meu ombro e meu pescoço e eu puxei carinhosamente seu rosto para um lento e carinhoso beijo. Klaus deitou ao meu lado e eu me aninhei em seu peito, sendo abraçada por ele com braço apenas.
Niklaus acariciava minhas costas e eu passava o dedos em seu peito, enroscando minha perna na dele.
– Não sabia que eu tinha sentido tanto sua falta – ele diz.
Eu sorrio e levanto a cabeça para olhá-lo mais uma vez. Tem uma expressão serena. Nossas respirações começam a se normalizar. Conforme eu respirava mais calma, minhas pálpebras começaram a pesar e acabei dormindo, abraçada a ele.
Armando minhas defesas/ Porque não quero me apaixonar/ Se alguma vez fizesse isso/ Acho que teria um ataque cardíaco
– Demi Lovato (Heart Attack)
Notas finais
Bem, eu realmente não gostei desse hot. Não sei, não consigo fazer Sophia se entregar a outro homem como ao Damon, eu travo. Mas ok. Espero que vocês tenham gostado mais que. Comentem dizendo o que acharam.
LEITORAS FANTASMAS, APAREÇAM!
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