Love And Hate
23 Feel This Moment
Notas iniciais
Alguém ai conhece a música Feel This Moment, do Pitbull com a Aguilera?!
I just want to feel this moment
Oh oh...
I just want to feel this moment
Oh oh...
(ouçam a música enquanto leem. Link no capítulo, se não abrir colem e copiem, bem voces sabem fazer isso rsrsrs)
POV Sophia
Fomos os três no by Text-Enhance\">carro de Damon até a cidade vizinha que eu não lembro o nome. Fui no banco de trás enquanto Ric e Damon conversavam coisas sem sentido algum na parte da frente.
– Homens! – Digo balançando a cabeça.
Quando chegamos ao local fiquei meio surpresa.
– Professor! – Digo levando a mão ao peito, com cara de espantada — Você não tem cara de que frequenta esse tipo de lugar. – Completo, sarcástica.
– Ele é homem, Sophia – diz Damon me olhando.
O local tinha umas luzes azuis meio arroxeadas do lado de fora com o letreiro vermelho escuro, que continha o nome do estabelecimento.
– Isso tá me cheirando a boate gay – digo me encostando no carro.
– Não é – diz Ric com a voz grossa e sério.
– Vamos passar a noite toda aqui fora conversando? – pergunta Damon.
– Ou podemos ir os três, a um lugar mais reservado... Se souberem dividir, é claro – passo entre eles sorrindo maliciosamente.
POV Damon
Sophia estava sugerindo um ménage à trois? Se fosse eu, ela e outra mulher, ok. Mas com o Ric?
Eu e Alaric nos olhamos e depois de um “urgh” uníssono a seguimos. Sophia parou e nos encarou.
– Querem entrar numa boate assim? – apontou para nossas roupas.
– O que que tem? – Perguntou Ric.
Sophia suspirou e se aproximou dele. Tirou seu terno, desabotoou três botões de sua camisa e bagunçou seu cabelo.
– Melhor assim – disse sorrindo e devolvendo o terno a ele.
Se virou pra mim e ficou me olhando.
– Já viu o que fiz nele, faça sozinho. – Disse.
– Preciso de ajuda.
– Espero vocês lá dentro – disse Ric passando entre nós dois.
Sophia revirou os olhos e quebrou a pequena distancia entre nós. Apenas abriu meu terno, desabotoou só um botão da camisa, dobrou as mangas do meu terno, e quando levava a mão aos meus cabelos, me aproximei mais de seu corpo.
– O que pretende com isso, Damon? – Disse deslizando os dedos entre meus cabelos.
– O que você pretende, Sophia? – puxei-a pela cintura.
– Saiba que vim aqui essa noite, para me alimentar de humanos imbecis e não para transar com um vampiro imbecil – empurrou meu peito e caminhou para dentro do local.
Sorri de canto e a segui.
– Perdemos o professor de história – diz ela parada, olhando para todos os lados à procura de Ric.
– Acabei de achar – paro ao lado dela, apontando para a sua esquerda.
Alaric estava conversando com uma loira gostosa que parecia estar caindo na lábia dele.
– Homens! – suspira Sophia, dando um leve e rápido sorriso. – Bem, não vou passar a noite numa boate desse tipo vestida com uma dama – ela me olha sob os longos cílios. – Vou ao banheiro, já volto.
– Isso foi um convite?
– Se fosse um convite eu diria “vamos ao banheiro” e não “vou ao banheiro”. Além de chato, você é burro? – Diz sorrindo e caminha para longe de mim.
Me direciono ao balcão e peço uma cerveja. Logo Ric aparece ao meu lado e pede o mesmo que eu.
– E a loira? – pergunto.
– Ela queria que eu fosse dançar com ela.
– E por que não foi? – Ergo uma sobrancelha.
– Damon, olhe pra mim. Acho que sei dançar como você?
– Então por que deu a ideia de virmos a essa boate? – dou um gole na cerveja.
– Pra te ajudar com a Sophia – ele revira os olhos e bebe sua cerveja. – Que tipo de amigo eu seria se não empurrasse ela pra você?
– Agradeço, mas não precisa empurrar ela pra mim. – digo olhando para as pernas de uma linda morena que passa sorrindo para mim. – Posso fazer isso sozinho.
– Então boa sorte. Ela tá vindo ai.
Sophia soltou o cabelo, seus lábios estavam vermelhos e apenas essas duas mudanças fizeram com que ela ficasse mais sexy ainda.
– Ric, tem uma loiraça secando você ali na pista – diz ela parando ao lado dele.
– Ela chamou o Ric pra dançar e ele não foi – Falo tentando não focar apenas no longo decote do vestido dela, que mostravam que Sophia não usava sutiã.
– Você é louco? – diz ela boquiaberta, pedindo uma cerveja também.
– Ele não sabe dançar – sussurro debochando de meu amigo.
– Mas sei responder por mim mesmo, Damon.
– Só queria ajudar – levanto as mãos como se me rendesse.
– Vem – Sophia o puxa pela mão.
– Aonde? – Ele firma os pés no chão para não ser arrastado por Sophia.
– Vou te ensinar a dançar – ela joga a carteira, bolsa, sei lá a diferença, para mim e a pego no ar.
– Damon — Ric me olha pedindo ajuda.
– Boa sorte — sorrio e bebo minha cerveja.
POV Sophia
Ric parecia um cabo de vassoura. À medida que a musica tocava e eu o obrigava a se mexer em minha frente, a loira se aproximava.
– Remexa menos o quadril e solte mais os ombros – digo a ele rindo.
– Sou um total desastre.
– Não, não é – rio do modo como ele se mexe. – Assim, Ric – levo minhas mãos ao seu quadril.
Vejo a mesa loira ainda o secando e a chamo com a mão. Ela se aproxima de nós ainda dançando e eu falo:
– Ele tá loco pra que você o ensine a dançar – sorrio maliciosamente e largo Ric para a loira que, preciso admitir, é muito gostosa.
Parada no meio da pista, enquanto toca uma musica meio eletrônica, fico a procurar Damon. Ele está sentado no mesmo lugar, com um a linda negra em seu colo. Caminho até eles e vejo que Damon tem a boca no pescoço da garota, que lhe afaga os cabelos. Sento ao lado dele e pigarreio para chamar sua atenção. Damon me olha passando a língua nos lábios.
– Já? – pergunto a ele que envolve a cintura da mulher com o braço.
– Você foi se divertir, estou só fazendo o mesmo.
Me inclino para perto dele e olho nos olhos da garota:
– Suma – digo a ela que sai do colo do Salvatore e some no meio da multidão.
– Qual o seu problema? – ele pergunta.
– Quero que me ensine a fazer isso. – me aproximo dele.
– Isso o quê? – ele fala olhando descaradamente pera meus peitos.
– Se alimentar sem matar a pessoa. Eu não consigo mais fazer desse jeito.
– Ok. Tente em mim primeiro.
– Não vou morder você – digo séria olhando em seus olhos.
– Não vou arriscar com um humano logo de cara. Não que eu me importe de você matar alguém, mas você não faz o tipo discreta. – sorri de canto.
– E se eu não parar?
– Eu faço você parar. – Suas palavras me passaram confiança.
– Ok. – puxo meu cabelo para o lado e seguro seu pescoço.
Lentamente começo a me aproximar de sua pele branca. Fecho os olhos e cravo meus dentes em sua veia, sem receio de machuca-lo. Assim que sinto seu gosto, minha mente entra em pane, fica em branco.
POV Damon
Era um teste, mas na verdade eu queria senti-la perto de mim novamente.
Puxei-a para meu colo, enlaçando sua cintura com meu braço. Passo minha mão por seu braço, e a ouço gemer baixinho enquanto bebe meu sangue.
– Ok, agora pare. – Ela não para. – Sophia, chega! – Ela continua a sugar de mim. – Eu disse, chega! – A puxo para minha frente fazendo-a encolher os dentes.
– Eu disse que não sabia parar.
– Mas parou.
– Você me puxou, é diferente. – Ela aperta meu pescoço com os finos dedos – Só mais um pouquinho?- Morde o lábio inferior, e não consigo negar.
Sophia se aconchega em meu colo e mais uma vez sinto algo crescer em minha cueca. Acho que não fui o único a sentir, já que ela levanta e me olha com um ar safado. Continua a morder o lábio e me puxa para dançar.
– http://www.vagalume.com.br/pitbull/feel-this-moment-feat-christina-aguilera.html –
– Hora de pôr em prática – sussurro em seu ouvido.
Começo a dançar perto dela, enquanto Sophia se mexe junto com uma garota morena num movimento sexy, me deixando mais louco ainda. A ideia de ter as duas ao mesmo tempo começa a tomar minha mente.
Sophia cochicha algo e morde seu pescoço. Quando acho que ela vai continuar bebendo, Sophia larga a garota e vem até mim, ainda dançando.
– Aprendi direito? – pergunta apoiando os braços em meus ombros, dançando comigo.
– Talvez – puxo seu pescoço e carinhosamente o mordo.
Seu sangue é muito quente, desce latejando por minha garganta. Dou uma leve lambida na região onde mordi, aproveitando cada gota de seu sangue. Sophia passa a mão por meu peito, descendo para meu abdômen.
– Acho que o professor se deu bem – ela diz apontando para Alaric, com a cabeça.
Ric e a loira gostosa estavam se amassando a um canto da boate, onde havia pouquíssima luz.
– Só ele vai se dar bem essa noite? – Pergunto, deslizando meu dedo em suas costas, através do decote.
– A noite mal começou, Senhor Salvatore. – diz ela se afastando de mim, e puxando uma outra mulher.
Mais uma vez sussurra algo para a tal e a trás até mim. A garota começa a dançar comigo, passando a mão em meu corpo. Logo levo minha boca à dela, enquanto Sophia bebe da coitada. Estamos os três a dançar, a humana no meio. Sophia passa a mão pelo corpo da garota e parece fazer isso para me provocar.
De repente me vejo no meio das duas. Sophia passa a mão em minhas costas, enquanto tento me concentrar em morder a garota que ela trouxe. Mas então não sinto mais suas mãos em meu corpo. Olho para trás e a vejo beijando outro homem. Largo a garota, que tenta me segurar e vou até Sophia, que dança com seu corpo grudado ao daquele idiota, que desce a mão até seu traseiro.
Puxo ela pela cintura, grudando suas costas ao meu peito. Ela sobe com a mão para meu pescoço, enquanto a prendo contra meu corpo. Sophia começa a roçar seu corpo contra meu membro, já percebendo que estou excitado.
Ela se vira para mim e põe sua perna direita entre minhas pernas e move seu copo conforme movo o meu. Desço com minha boca para seu pescoço, a beijando no local e sinto que se arrepia.
Ela se afasta de mim, me olha e continua a dançar.
– I just wanna feel this moment – Canta junto com a música, me olhando nos olhos.
Sophia rebola de uma forma meio descoordenada ao mesmo tempo em que mexe a cabeça, balançando os cabelos ruivos. Noto que seu vestido começa a subir, deixando mais de suas pernas à mostra. Quando percebo que outro cara a cerca, ponho minhas mãos em sua cintura e ela afaga minha nuca.
Sophia puxa meu pescoço, deixando nossas bocas muito próximas.
– Aproveite o momento, Salvatore – ela fecha os olhos, selando nossos lábios.
A puxo firme pela cintura que envolvo com o braço. Seus lábios são macios, mas Sophia me beija agressivamente. Logo correspondo com a mesma intensidade, a fazendo dar brecha para minha língua, que se encontra com a dela gerando um leve choque. Percorro cada canto de sua boca. Ela morde meu lábio, e sorri maliciosa para mim. Começa sugar e mordiscar meu pescoço, indo até o lóbulo da minha orelha esquerda.
Sinto seus seios a roçarem contra meu peito, com nossas roupas como barreiras. Sophia podia não admitir, mas estava tão excitada quanto eu. Estava escuro, com poucos focos de luz, mas sabíamos onde colocávamos nossas mãos. Estávamos praticamente transando invés de dançar.
– Sophia, eu não aguento mais – sussurro em seu ouvido.
Esquecendo que estamos entre humanos, a empurro na parede usando a velocidade de vampiro. Desço por seu peito com lambidas e beijos e ela acaricia meus cabelos.
Sophia abre a porta do banheiro e me puxa para dentro. A sento no balcão pia e ergo seu vestido, e levo minhas mãos à parte nua de suas costas. Desço com a boca até o meio de seus seios e ela me puxa pelos cabelos até a altura de sua boca, me beijando novamente com urgência.
Meu membro está prestes a explodir dentro da calça, preciso estar dentro dela e logo.
POV Sophia
Eu já não pensava mais com a cabeça e sim meu sexo, que latejava e gritava por Damon. Minha mente entrou em pane novamente e tudo que eu ouvia, entre os suspiros dele e os meus, era uma vozinha dizendo “Ceda de uma vez, Sophia. Agarre-o AGORA!”.
Damon enfiou as mãos pelo decote frontal de meu vestido, indo até meus seios e os apertando. Voltei a beijá-lo com extrema urgência, com meu sexo já doendo de tanto esperar por um contato mais profundo. Eu queria a boca de Damon em toda parte de meu corpo, principalmente em minha intimidade.
Mas então dei por mim do que estava fazendo
Estava cedendo.
Empurrei Damon e pulei da pia, rindo de nervosa e de raiva.
– O que foi? – Ele pergunta atônito.
– Não vou transar com você – olho em seus olhos. – Não sou essas vadias de sexo selvagem no banheiro de uma boate de quinta. – Arrumo meu vestido, pois deixava meus seios à mostra.
– Então por que fica me provocando sempre que pode? – ele se aproxima de mim, perguntando nervoso.
– Você precisa aprender uma coisa, Damon. Nem todas as mulheres do mundo desejam transar com você, até mesmo porque existe coisa melhor por aí.
– Devia se orgulhar por eu, Damon Salvatore, querer transar com você. – Ele cospe as palavras.
– Não era eu quem estava com pressa e dizendo “Sophia, eu não aguento mais” – Me viro ao espelho e arrumo meus cabelos num coque. – Não sou eu que estou excitada ainda – Digo após perceber sua ereção dentro da calça.
– Eu realmente não entendo o que você quer! Desde que voltou você fica me provocando, mas quando eu tento fazer alguma cois...
– Não voltei por você, Damon! Aceite isso – digo quase gritando. – Não vamos transar e essa noite foi só mais um erro entre nós dois. — e saio do banheiro
Procuro por Alaric que está dançando com algumas garotas e o puxo junto comigo.
– Aconteceu alguma coisa?! – ele pergunta com a voz estranha.
– Está bêbado? – Ele cai sobre mim, mas eu ainda consigo segurá-lo.
– Não, só meio tonto. – Após falar ele soluça.
– Era só o que me faltava. – passo seu braço por meu pescoço e o ajudo a caminhar.
– Deixa que eu levo ele – Diz Damon pegando Ric e caminhando com ele até o carro.
Fui dura de mais com Damon? Eu devia ter ido até o fim?
Não, eu não podia. Meu orgulho não permitiria isso, minha consciência jamais ficaria limpa depois que acabássemos. E na verdade, eu só estava ali porque a noite com Stefan não havia rendido e eu queria sangue. Damon me ajudou com o lance do auto controle, mas eu precisava fazer um enorme esforço para não sugar tudo de uma vez só. E acho que me viciei no gosto do sangue dele. Era algo que eu jamais havia provado.
Quando cheguei ao carro, Alaric balbuciava coisas sem sentido enquanto Damon mandava ele se calar em vão.
Sentei ao lado de Damon, que dirigia sério, sem me olhar.
– Vocês acham mesmo que não os vi entrar no banheiro? – Ric soluça outra vez.
– Cala a boca – Damon e eu dizemos em uníssono.
– Não é porque a noite de vocês não terminou bem – ele funga e se segura enquanto Damon faz a curva — que precisavam acabar com a minha.
– Até parece que você daria conta de duas estando assim – Damon responde rindo.
– Pelo jeito não fui eu quem não deu conta do recado, né Damon?! – Retruca Ric, com a voz arrastada.
– Quando estiver são a gente conversa.
Eu apenas escuto a conversa com receio que eu tenha de me intrometer. Damon sequer me olha, assim como eu. Vez que outra, olho pra trás para ver como está Alaric, mas fico com o olhar concentrado na janela.
Deixamos Ric em sua casa, que acabei descobrindo ser a casa de Elena, onde meu carro estava estacionado. Ajudei Damon a colocar o professor Saltzman na cama e desci as escadas à procura das minhas chaves.
– Quer uma carona? – Damon pergunta abrindo a porta, sem me olhar.
– Vou procurar minhas chaves por aqui.
– Boa noite – diz seco.
– Boa noite – digo vendo seu vulto através da janela.
Após encontrar as chaves, fui para casa. Tirei os sapatos e estava prestes a me atirar na cama quando dei de cara com uma rosa vermelha sobre o colchão, ao lado de uma caixa não muito grande de veludo preto. A abri e vi reluzir o colar de safiras e diamantes que eu queria comprar no leilão.
– Mas como... – pego a joia e fico sem palavras.
Não havia identificação, apenas uma rosa vermelha o lado. Mas eu sabia que era um presente para mim. Só precisava descobrir quem era o remetente.
Notas finais
AGUARDO RESPOSTAS.
Amo voces, beijooos
COLAR QUE A SOPHIA GANHOU - http://31.media.tumblr.com/d1734bcded7c0ec5e953150f02f132cf/tumblr_mrk26g0guV1s5d773o1_1280.jpg
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