Love And Danger
1 O início
Notas iniciais
primeiro cap da fic (:
espero que gostem, terá mais ou menos 20 caps õ/
— Não acredito pai! — Falei nervosa. — Você não vai deixar eu ir no acampamento?
— Sem proteção? Você foi assaltada e já quer sair com os amigos?
— Claro pai e, aliás, todo mundo já foi assaltado.
— Não, a filha do homem mais rico do país.
— Para de drama vai. — Falei me sentando no escritório e arrumando meu vestido rosa.
— Já contratei um segurança pra você.
— Um o que?
— Um segurança e, aliás... — Ele olhou o celular. — Já está aqui. — Falou comigo e pegou o telefone. — Pode o deixar entrar.
A porta se abriu e vi o segurança entrar.
— Ele.. Ele... Ele vai ser meu segurança? — Perguntei gaguejando.
— Vou. — Ele falou tirando o óculos. Seus olhos eram bem azuis. — E, aliás, é pra essa patricinha que eu vou ser segurança?
— Não sou patricinha.
— É sim.
— Não sou.
— Olha esse vestido rosa todo metido.
— Vai-me jugar pelo jeito que eu me visto?
— Lógico, olha isso. — Ele apontou para meu vestido.
— Enfim, — Olhei para meu pai. — agora vou ao acampamento.
Segurei ele pela camisa e sai da sala, descendo até o primeiro andar.
— Que acampamento é esse?
— Um que eu fui verão passado.
— É acampamento normal não é? — Ele falou enquanto eu entrava no carro.
— Claro que sim. — Falei sorrindo travessa. — Entra logo. — Falei para ele que olhava para todos os lados.
— Preciso ver se não tem ninguém te seguindo.
— Fala sério né..
— É meu trabalho. — Ele falou entrando no carro. — Agora me conte sobre o acampamento.
— Primeiro quero saber se você usa essas roupas para trabalhar.
— Que roupa?
— Normais. Esse short jeans e blusa.
— Lógico, pensou que eu usava blaiser?
— Como normal sim.
— Aquele treco esquenta.
— É verdade.
— Agora, me conta sobre o acampamento.
— Depois eu conto. — Falei e mudei de assunto: — E suas roupas?
— Vou lá em casa pegar.
— De jeito nenhum, estamos atrasados!
— Vou ficar só com essa roupa então?
— Claro que não. Papai já deve ter comprado suas roupas e até um celular novo.
— Entendi....
— Agora sim, acampamento.
— Graças a Deus.
— A gente vai pegar o navio que vai levar a gente para a ilha.
— O acampamento é em uma ilha? Que normal.. — Ele falou brincando.
— Então, demora um dia pra gente chegar lá. Ai a gente pode nadar e fazer o que quiser no navio.
— Entendi.
— A gente vai ao acampamento e temos um dia de rei e rainha.
— Como?
— Tudo perfeito, ótima comida, massagem, tudo. — Falei enquanto saia do carro. — Vamos, chegamos no navio. — Falei.
Ele saiu e pegou as malas.
— Qual seu nome? — Perguntei.
— Damon e você é Elena Gilbert, tem 18 anos e acaba de terminar o colégio.
— Uau, sabe de tudo.
— Faço muito bem meu trabalho.
— Entendi, mas vamos logo, quero ir pro meu quarto. — Falei entrando no navio e indo direto para o corredor.
Abri a porta e me deitei na cama.
— Tem como não me deixar sozinho? Eu não conheço ninguém e, aliás, meu quarto é o do seu lado. — Damon falou jogando minha mala e saindo para o seu quarto.
Troquei de roupa colocando um biquíni indo para a piscina. Comecei a tomar sol e logo vejo Damon de braços cruzados.
— Falei para não me deixar e faz isso mesmo.
— Ops. — Falei sorrindo.
— Fala sério Elena. — Ele falou sentando. — Termine de contar do acampamento.
— Depois de um dia, somos chamados para um lugar aonde nós sentamos na arquibancada e escolhemos nossa mochila e os técnicos escolhem as duplas, um homem e uma mulher, então a gente anda até um local determinado e temos que sobreviver uma semana com só o que temos dentro da mochila.
— Que normal... — Ele falou zuando.
— Pois é, temos que andar até um lugar aonde achará o acampamento novamente. Sempre tem uma dupla vencedora e as outras lutam até a morte para mais uma dupla vencedora.
— E como você sobreviveu na última temporada?
— Ganhando.
— Você ganhou?
— Sim, eu e minha dupla. — Falei sorrindo. — Viu não me julgue. — Falei.
— Tudo bem marrentinha. — Damon levantou e me pegou no colo. — Agora vamos nadar. — Ele falou me levando até a piscina.
— Não faz isso. — Falei.
Damon sorriu e pulou na piscina comigo.
— Filho da mãe. — Falei quando achei ar.
— Tá muito quente. — Ele falou e me empurrou para de baixo da água. Levantei-me com esforço e ouvi uma voz.
— Caros passageiros hoje à noite terão o jantar de inicialização. Espero todos vocês. — A mulher falou. — Aproveitem o navio o quanto puderem.
Suspirei com a voz dessa mulher e afundei na piscina.
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