Notas iniciais
Ei, gente! Eu ainda tô meio doente, então esse capítulo foi pequeno.

Ironic

Me recompus em dez minutos. Nesse tempo eu pensei e cheguei a uma conclusão: teria troco.

O que eu fiz foi muito pouco e ele ainda gostou. Eu ia fazer pior, e agora que eu descobri que ele me deseja, ele tá ferrado.

Depois de pronta eu fui até a sala. Lá estava ele, olhando pela janela, distraído eram 10 e meia da manhã, e a rua já estava bastante movimentada.

Quando eu resolvi abrir a boca para falar, ele disse:

- Deve estar se perguntando por que nós não fomos ainda.

Assenti.

- Tenho uma missão para você. Não se preocupe, é fácil. Você só tem que ir nessa empresa e entregar esse bilhete para o dono. Depois tem que trazer a encomenda até mim e então nós vamos. Para casa.

- Só isso? – perguntei.

- Só! – ele respondeu.

- E por que você não pode pegar? – perguntei novamente.

- Perguntas demais. Quem sabe um dia eu respondo. Por agora vamos.

Nós descemos em silencio e continuou assim todo o caminho até a moto. E se você pensa que mudou quando nós saímos, se enganou. Parecia que ele estava fazendo isso de propósito. Me evitando! (N/A: Maginaa!! Que isso, ele nunca faria uma coisa dessas.)

Do meu apê para a tal empresa, foram mais ou menos 1 hora.

Quando chegamos lá, fiquei impressionada! Era todo muito luxuoso e lindo.

Entrei na empresa e a secretária me atendeu.

-Bom dia, empresa Lótus, no que poderia ajudar? – disse prestativa.

- Bom dia, eu gostaria de falar com o dono, o senhor Linder. – falei.

- Desculpe ele está ocupado. – respondeu ela.

- É um assunto do interesse dele. Diga ele que Wolverine me mandou. – tentei novamente.

-Wolverine. É uma das garotas? – perguntou ela alarmada.

- Sim! – respondi de mau grado. Eu não era garota de ninguém!

- Acompanhe-me. – ela me guiou pelos corredores até a última sala. Ficava no terceiro andar e tinha uma porta dourada com uma frase: “Dinheiro pode não trazer felicidade, mas manda a limusine buscar.”

Era com certeza uma frase bastante capitalista, mas no momento não me importei. Ela deu três toques e uma voz grave e meio ou rouca respondeu:

- Entre!

Ela entrou e fechou a porta, me deixando do lado de fora. Dois minutos depois saiu novamente e me mandou entrar.

Se eu achava que já tinha visto coisas luxuosas, eu estava enganada. A sala dele era absolutamente linda. Eu estava olhando tudo admirada e impressionada, quando uma voz rouca me chamou a atenção.

- Lindo não?

Focalizei o rosto dele e minha respiração se descompassou.

Todo esse tempo entre a minha adolescência e a atualidade, os garotos bonitos pareciam que se escondiam de mim. Já agora né, ta chovendo... Irônico não?

- Prazer Bernar Linder, ao seu dispor!

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Notas finais
Comentem.