Love?

49 Capítulo 49


Fui dormi mais cedo que todos, até porque tinha que sair cedo muita coisa para aprender.

Oito da manhã Lucy me acorda e diz que o príncipe quer me ver, ela me levanta da cama e me joga de baixo do banho.

–Ande logo princesa!

Tomo meu banho de meia hora, saio e ela me arranja a roupa e me ajuda a vestir aquele vestido.

Um salto e ela logo me expulsa do quarto, ela me disse que tinha que tinha que ir para a entrada do palácio, lá eu fiquei esperando MEIA HORA! Logo depois ele chegou em um carro bonito eu estava com o meu celular e tirei uma foto.

–Alteza. -digo.

–Sem formalidades. -ele diz, ele abre a porta do quarto e me entrega uma rosa, logo depois ele continua me olhando e abre a porta por inteiro do carro, entro e logo após ele entra e em questão de minutos estávamos em uma estrada de terra.

Depois ele para e nós desemos lá havia um daqueles negócio de oito lado não sei explicar mas um pouco depois vinha uma casa branca e discreta, ele abre a porta para mim de um jeito encantador, ele pega na minha mão e me fez subir os degraus, ele me guia pela casa e chegamos ao fundo ele abre a porta e um jardim enorme se abre! E era lindo e perigoso porque estávamos em uma montanha e bem no final tinha um penhasco, e eu tenho medo de altura.

–Dylan você não quer se casar comigo não é?

–Não dá para responder Laureal... -ele diz olhando para o por do sol.

–Okay.

–Mas e você?

–Bem é difícil explicar, você já se sentiu livre?

–Não...

–Livre para amar quem quer?

–Não...

–Bem vou te ensinar a parte do livre a outra de ser livre para amar quem quiser você aprende sozinho. Vem! -levanto e vou em direção a porta antes volto e pucho ele para a ponta do penhasco. -Primeira regra para ser livre tira esses sapatos! -ele senta no chão e tira os dois.

–Onde eu os boto?

–No fundo do penhasco! -pego os dois sapatos chego na ponta do penhas e jogo os sapatos dele e os meus. -Me dá as sua meias! -grito. Ele tira com um sorriso estampado no rosto. Jogo também do penhasco. -Agora sim vamos. -digo me afastando da ponta do penhasco e correndo até a porta. -Quem chegar por último no carro vai ser a mulher do padre! -grito para ele que em uma velocidade absurdamente grande levanta e começa a correr, mesmo eu estando na frente dele, ele me alcança e me segura pela cintura e usa o meu corpo como impulso, e me passa. -Ei não vale! -ele para na frente do carro sem fôlego como eu, entro no carro na parte do motorista. -Entra aí Dylan!

–Você não pode dirigir... -ele diz ainda sem fôlego.

–Vai entrar ou vai ficar aí do lado de fora e ficar discutindo comigo? -ele abre a porta e entra. Dou uns giros com o carro e saio em disparada.

–Como você faz isso?

–Não sei foi a primeira vez, na verdade eu não sei dirigir.

–Eu vou morrer?

–Provavelmente.