Loucas em Hogwarts 2 - Duas vezes mais louco.

4 Hogwarts se torna musical... De novo?


Notas iniciais
Calma ~ esquiva da luz verde ~CALMA. Desculpa, mais o capítulo já esta ai. ~Fugindo de mais luzes verdes ~

Lysandra Malfoy

Passamos pela parede que dividia a estação trouxa e a plataforma do trem de Hogwarts e logo pude avistar rapidamente a locomotiva vermelha e sem me despedir dos meus pais corri para o trem, que estava pronto para sair.

Encontrei as garotas no caminho para a cabine, sorri fraco para as mesmas que retribuirão, mas meu humor continuava o mesmo, péssimo.

— Todas as cabines estão ocupadas, gata — Emma falou sorrindo.

— Por que você está feliz com isso? — perguntei confusa.

Passamos pela cabine onde só tinha o Remo e a coisinha loira da Katherine.

— Podemos ficar aqui? — perguntei e vir que a Katherine ia responder — Ótimo! Obrigada.

— Lysandra Grings Malfoy agradeceu? — Remo falou fingindo surpresa.

— Cala a boca, Potter, antes que eu arranque isso que você chama de cabeça.

— Onde está a educação?

— Mandei ela se ferrar — respondi.

— O que aconteceu com ela? — ele perguntou as garotas.

— Fome — Taylor respondeu.

— Sono — Emma completou.

— Eu tenho fini — ele falou e segundos depois a cabine se tornou uma confusão.

Pulei em cima dele para pegar o pacote de tubles fini, as garotas tentaram me segurar, ele tentou proteger o fini e a Katherine só sabia gritar. Quando tudo acabou eu estava com a linda embalagem vermelha e rosa cheia de doces lindamente deliciosos em mãos e um sorriso satisfeito nos lábios.

— Lysandra devolve — ele fez menção de se levantar para pegar a embalagem da minha mão, rosnei.

— Meu precioso — falei me agarrando ao doce.

— É o sabor preferido dela — Elizabeth falou rindo.

— Tudo bem eu tenho... — Remo começou a falar e logo foi interrompido.

— Perdeu playboy — Taylor falou balançado uma embalagem de tubes.

— Desisto — ele falou se jogando no banco.

…

Chegamos a Hogwarts muito tempo depois que meu lindo fini acabou, assim que passamos pelo portão o sorriso de Katherine se tornou estranho. Merda. Ela pareceu fazer um feitiço mudo e nossas varinhas foram em sua direção e logo em seguida girei e acabei caindo no chão em um dos corredores de Hogwarts.

Me levantei e notei que estava usando roupas trouxas, uma das minhas calças preferidas sendo essa rasgada em algumas partes, uma blusa com o símbolo da Sonserina, minha jaqueta de couro com tachinhas e um salto.

Olhei ao redor e não achei as meninas, comecei a andar e fui empurrada para uma sala, a porta se fechou e um ritmo começou a tocar magicamente.

— O que tá acontecendo, de repente estou dançando? — me assustei quando do nada comecei a cantar e levei minha mão ao pescoço — O que tá acontecendo com a minha boca, que está cantando? Não posso evitar nem controla.

— O ritmo que me leva, eu estou gostando. E este feitiço, duas gotas de limão, alguns raios e começa a diversão! Magia, magia, te faz cantar, te faz dançar. Tudo é magia, tem que celebrar e não podes parar. Magia, magia, te faz saltar, te faz gritar. Tudo é magia, e deste feitiço, ninguém pode escapar! — Katherine apareceu cantando e seguida dela uma Taylor muito irritada — 1 , 2 , 3 e... Você as congela

— E você se revela — Taylor cantou.

— Faça o que quiser! O ritmo nos leva! E este feitiço, duas gotas de limão, alguns raios e começa a diversão! Magia, magia, te faz cantar, te faz dançar. Tudo é magia, tem que celebrar e não podes parar. Magia, magia, te faz saltar, te faz gritar. Tudo é magia, e deste feitiço, ninguém pode escapar! Maravilhosamente mágica, a vida é, maravilhosamente mágica, a vida é, maravilhosamente mágica, a vida é, maravilhosamente mágica, a vida é — cantamos enquanto dançávamos, minha vontade?

Morte a Katherine Weasley.

A música acabou e eu sair correndo atrás da mesma com raiva e assim que passamos pela porta tudo mudou. Agora estávamos em um corredor de Hogwarts nos anos 60, eu estava usando um short e uma pequena blusa de couro preta e a Taylor usava um vestido vermelho. Um novo ritmo começou a cantar e Peter namorado da Taylor surgiu abraçado com a Emma e Elizabeth. Um ritmo começou a tocar e ele soltou as garotas e se juntou aos meninos da Sonserina.

— É melhor você correr, correr, correr, porque aqui vamos nós. Acelerando os nossos motores sob o sol, você está procurando encrenca. Uau. Continuando sendo legal, suave e constante. Cabelo penteado para trás, homem, as coisas estão ficando pesadas, você está procurando encrenca. Duas rodas e uma estrada aberta, envolto em couro, pronto para ir.

Não pare, pare a música. Nós vamos rápido como uma bala. Fazemos o que quisermos, quando quisermos. Oh yeah, oh yeah. Nós apenas corremos, corremos, corremos o dia todo, nós não vamos viver de outra maneira. — ele cantou, fazendo uma coreografia com os meninos.

— Chiclete, pirulito de cereja, ir para o hop. Junto com o meu irmão porque seus amigos são tão quentes, enquanto eles estão procurando encrenca. — Ennelize, a filha da tia Luna e irmã de Peter, cantou.

— Tudo bem. Eu fui para a unidade e o que eu vi? Todos brotos olhando para mim, eu estava procurando.... Amor. Eu tenho essas duas rodas e uma estrada aberta, pop que embreagem, pronto para ir — Remo cantou aparecendo e se juntou aos garotos e algumas garotas no refrão — Não pare, pare a música. Nós vamos rápido como uma bala. Fazemos o que quisermos, quando quisermos. Oh yeah, oh yeah. Nós apenas corremos, corremos, corremos o dia todo, nós não vamos viver de outra maneira.

— 1,2, ah 1,2,3. Ah quem, quem, quem vai andar comigo? Um grupo cheio de caras, todos procurando comigo. E estamos tearin esta, estamos tearin up, estamos tearin as ruas. Oh — Remo voltou a cantar sozinho e quando vimos ele já tinha entrado no meio das pessoas e dançava e cantava ao lado de Peter — Não pare, pare a música. Nós vamos rápido como uma bala. Fazemos o que quisermos, quando quisermos. Oh yeah, oh yeah. Nós apenas corremos, corremos, corremos o dia todo, nós não vamos viver de outra maneira.

Portanto, não pare, pare a música, nós montamos rápido como uma bala. Fazemos o que quisermos, quando quisermos. Oh yeah, oh yeah. Acabamos de corremos, corremos, corremos o dia todo, nós não vamos viver de outra maneira. Não, nós não vamos viver de outra maneira. Oh, não, nós não vamos viver de outra maneira. Oh.

— Ainda bem que acabou — Remo falou levantando do chão — de quem foi essa ideia louca?

E adivinha? Todos apontaram para a Katherine.

— Nos tire daqui agora, Kathy — Remo falou e ela bufou.

— Eu não consigo — ela falou se encolhendo

— COMO? — gritei e tentei pular nela mais o Remo me segurou.

— Vamos achar um jeito de sair daqui — Taylor falou irritada.

Remo me puxou para a porta mais próxima e assim que passamos ela se fechou impedindo a passagem das garotas.

— Ótimo — reclamei assim que um ritmo começou a tocar, eu já não tinha mais controle do meu corpo, assim como das outras vezes — O que está acontecendo? Isso não pode estar acontecendo, não me diga que é uma canção.

— É uma canção — Remo cantou o óbvio.

— Não era assim que eu planejei. Você não consegue ver que desta foi longe demais? Por favor, pare o dvd, alguém faça isso parar, eu estou ficando louca — implorei.

— Eu não vejo o problema — Remo cantou sorrindo.

Claro você é um idiota.

— Tudo o que eu digo, rima. Aí vem outra

— Basta fechar os olhos, se você não quer ver — ele tampou meus olhos e logo em seguida retirou as mãos.

— O que é isso coreografia? Alguém faça isso parar — cantei quando comecei a dançar.

— Não faça isso parar

— Oh, eu não consigo parar de cantar. Faça parar, faça parar. Eu sou real ou apenas um suporte? Oh, eu não consigo parar de cantar, então vamos apenas falar — cantamos

— Falar, falar. É apenas uma canção, uma maneira ineficiente, para mover-se ao longo da história. Estou pronta — cantei irritada e tampei minha boca, tentando me impedir de cantar.

— Você está apenas sendo cínica — ele declarou, tirei as mãos da boca para o responder.

— Não, é apenas o principal. Alguém faça isso parar.

— Não pare.

— Oh, eu não consigo parar de cantar. Faça parar, faça parar. Eu sou real ou apenas um suporte? Oh, eu não consigo parar de cantar, então vamos apenas falar. Falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar — cantamos mais uma vez juntos.

— Estamos presos dentro de um musical boo hoo — declarei.

— Pelo menos eu estou aqui com você, eu não quero que pare — ele declarou sorrindo e me puxando pra si, colando nosso corpo e deixando os rostos próximos, revirei os olhos.

— Oh, eu não consigo parar de cantar. Faça parar, faça parar. Eu sou real ou apenas um suporte? Oh, eu não consigo parar de cantar, Vai parar? Vai parar? Isso nunca vai parar? Oh, eu não consigo para de cantar, então vamos apenas...

— Falar — respirei fundo assim que terminei de cantar — Oh, acabou.

Giramos e caímos no mesmo lugar que saímos de Hogwarts, Katherine se encolheu a cinco olharem irritados.

— É melhor você correr sua loira dos infernos, porque se eu te pegar vou fazer você desejar nunca ter colocado o seu rostinho de veela falsificada no mundo! — Emma gritou ao se levantar.

— Não precisa partir pra violência — Katherine falou dando passos para trás, se afastando da Emma.

— Ótimo, corre — Emma falou e logo em seguida estava correndo atrás da Katherine.

— Hogwarts tornou-se musical — falei olhando o enorme castelo.

— De novo — eles declararam e rimos.

— E pela primeira vez, não foi culpa nossa — Taylor apontou e seguimos caminho para o castelo.

Hogwarts, nunca será normal.... Jamais.