Louca Obsessão
13 Dominação
Notas iniciais
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13. Dominação
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Percorreu seus olhos por suas costas desnudas e quando seu olhar parou em seu bumbum arrebitado, foi que Sesshoumaru se deteve. Aquela visão o fez estremecer e a contra gosto controlou o impulso de acariciá-la. Sua Rin ressonava suavemente em sua cama e tudo o que fez foi velar seu sono não deixando de perder a oportunidade de apreciar seu corpo estendido em sua cama.
Rosnou entre dentes quando a viu mover as pernas, deixando-as levemente abertas dando-lhe a visão dos Deuses. Imaginou se seu sexo se encontrava úmido e quente, exatamente como na noite passada e por pouco não deslizara seus dedos por seus lábios rosados a fim de averiguar. Vendo-a deitada de bruços, não se controlou e deixou que suas mãos fossem em direção á sua humana. Com delicadeza, passou suas garras por toda a extensão de suas costas acariciando-a suavemente. Parou o movimento quando ela encolheu-se diante de seu toque e remexeu-se parecendo que não demoraria á despertar.
Poderia permanecer a manhã toda observando-a, se seu celular não lhe fizesse desviar a atenção. Soltou um impropério pela interrupção e antes que sua menina despertasse com o barulho do aparelho em cima da cômoda, o apanhou com rapidez atendendo a ligação.
— Espero que seja algo de tamanha importância para fazê-lo ligar tão cedo. – Grunhiu pela ousadia de quem o telefonava.
— Pela forma como atendeu minha ligação, creio que liguei no momento errado.— Sentiu o tom malicioso do outro lado da linha. – Atrapalhei você, não é mesmo? Peça desculpas para a-a... Como é mesmo o nome dela?
— Cale-se velho e diga logo sem rodeios o motivo de sua ligação. – Rosnou Sesshoumaru.
Afastou-se da cama com passos firmes e pelo canto dos olhos constatou de que sua Rin continuava dormindo.
— Acalme-se rapaz, liguei apenas para mantê-lo informado sobre o paradeiro de Suikotsu.
Foi inevitável não sentir a tensão em seu corpo com a simples menção daquele nome. Seus músculos se retesaram, seu maxilar ficou travado e por sorte não estilhaçou o aparelho que tinha em mãos, tamanha a força com que o segurava.
— Diga-me logo Toutousai, o que descobriu? – Ordenou, sem delongas.
— Nada!— O idoso respondeu simplesmente.
O que diabos aquele velho queria lhe dizer com nada? Manteve os olhos estreitos, encarava a parede creme com intensidade, como se Toutousai estivesse diante de si. Sua sorte estar lhe contando isso por telefone, porque se lhe dissesse pessoalmente, Sesshoumaru não pensaria duas vezes antes de matá-lo.
— Não estou compreendendo. O que quer dizer com nada? – Cerrou os punhos violentamente.
— Nada! Não descobrimos nada!— Afirmou o idoso homem, fazendo a ira de Sesshoumaru aumentar. – Não há ninguém hospedado com o nome de Suikotsu Shichinintai.
Aquilo era uma surpresa. Franziu o cenho pensativo, se não havia ninguém hospedado com este nome, o desgraçado estaria usando algum tipo de documentação falsa? Estaria ele se passando por outra pessoa?
— Buscou por este maldito em todos os hotéis?
— Todos da região!— Afirmou Toutousai.
— Continue procurando. – Ordenou o youkai. – Este verme está escondido em algum lugar e possivelmente utilizando um nome falso, portanto não me ligue enquanto não encontrar nada!
Escutou um sonoro suspiro partir do outro lado da linha. Toutousai lhe garantiu que continuariam investigando e só então Sesshoumaru finalizou a ligação. Um grunhido ficou preso dentro do peito. Maldito seja Suikotsu, se arrependia por não ter matado-o enquanto tivera chances. Voltou a depositar o celular sobre a cômoda, e quando se virou para olhar para a sua Rin, foi surpreendido com um par de olhos chocolates que o encaravam. Arfou quando o viu apenas vestindo uma calça jeans, deixando o tronco completamente desnudo. Seu humor não passou despercebido por ela, ela conseguia sentir que havia algo de errado.
— Qual o problema Sesshy? – Perguntou com a voz arrastada, ainda sonolenta.
Ele não a respondeu. Não desejava que Rin começasse seu dia com mais uma coisa em sua cabeça. Conhecendo-a, sabia que ela passaria o dia pensando sobre o assunto, preocupando-se.
Levantou-se de forma lenta, se sentou sobre a cama e puxou os lençóis para cobrir sua nudez. Soltou um bocejo no ar e espreguiçou-se em seguida. Com passos largos, ele se aproximou da cama e inesperadamente roçou seu nariz sobre a sua testa não evitando cheirá-la. Ela ainda estava com o seu cheiro impregnado em seu corpo.
— Bom dia. – Ela sorriu, permanecendo com os olhos fechados apenas sentindo a delicadeza de sua caricia.
— Volte a dormir pequena. – Pediu, notando seu evidente cansaço.
— Quem era no telefone? – Perguntou enquanto retornava a se aconchegar no travesseiro.
— Apenas um desconhecido! – Tentou fazê-la mudar o assunto.
— Desconhecido este que se chama Toutousai? – Arriscou, com uma sobrancelha erguida.
Sesshoumaru a fitou nos olhos. Raios, sua Rin era mais esperta do que pensava. Mesmo que contornasse a situação ela não acreditaria em suas palavras, Rin já sabia muito bem de quem se tratava aquela ligação. Deveria ter escutado-o enquanto conversava com o velho Toutousai.
— Não mentirei á você, Rin.
— O que ele queria? – Inquiriu ela após a confirmação do outro.
— Manter-me informado.
Sabia muito bem que tipo de informação Toutousai passara á Sesshoumaru. Conseguiu ouvir um pouco da conversa e havia entendido o que se passava. Pelo jeito Toutousai não sabia ainda o paradeiro de Suikotsu.
A cama moveu-se abaixo de si quando o corpo robusto de Sesshoumaru se afundou ao seu lado. Deitou-se de lado sem desviar os olhos castanhos do youkai sentado a sua frente.
— Minha Rin sente algum desconforto? – Alisou sua perna por cima do lençol. – Alguma dor?
Sacudiu a cabeça em negação, aproveitando para aconchegar melhor o rosto no travesseiro.
— E fome? – Abriu um sorriso quando o escutou perguntar aquilo.
Entre abriu os lábios para falar e no mesmo momento seu estomago protestou, fazendo barulho em resposta a pergunta do youkai. Riu gostosamente da situação, puxou o lençol para cima e cobriu metade do rosto deixando apenas seus olhos para fora. Sua risada o contagiava, apreciava imensamente aquele som. Não mais do que seus gemidos em suas orelhas, claro!
— Este Sesshoumaru irá alimentar-me? — Provocou-lhe, ainda com metade da face escondida pelo lençol branco.
Encolheu-se quando o viu curvar-se sobre si, diminuindo a distancia de seus rostos. Arfou com a aproximação. Os olhos âmbares estavam em chamas, carregados de excitação e desejo.
— Não duvide disto pequena, irei satisfazê-la de todas as formas possíveis. – Mordeu o lábio inferior com a provocação lançada, escondido pelo lençol em sua face.
Com um dos dedos, ele puxou delicadamente o lençol deslizando-o para baixo, permitindo vislumbrar o rosto de feições delicadas. Passou a ponta da língua em seus lábios secos e automaticamente a atenção do youkai foi para a sua boca tentadora. Rin era sexy como o inferno!
Abafou um gemido quando sentiu uma das enormes mãos de seu youkai agarrar-lhe a lateral de seu bumbum, apertando-o de maneira sensual. Rosnou em meio ao roçar de seus lábios, aproveitou a ousadia e passou a ponta da língua nos lábios rosados, lambendo-a, deixando-o ainda mais molhados. Antes que lhe tomasse sua boca com tamanha urgência, ela virou a face para o lado e ele franziu o cenho sem entender sua atitude.
— O que foi? – Indagou de imediato.
— Acabei de acordar! – Colocou ambas as pequeninas mãos em frente á boca e ele passou a entender o porquê daquela repentina atitude.
Como se Sesshoumaru Taishou se importasse com tal coisa. Avançou mais em sua direção e ela voltou a recuar, afundando-se na cama o máximo que conseguira. Soltou um rosnado em sinal de aviso e Rin não abaixou a guarda. A contra gosto afastou-se devagar, respeitando os limites que a pequena impura.
— Vá, arrume-se Rin, para que este Sesshoumaru a alimente. – Em um solavanco, ele se manteve em pé.
— Posso tomar um banho antes de irmos? – Acompanhou seus movimentos, ainda com o corpo escondido pelo lençol branco.
Passou as pequeninas mãos pelos seus cabelos desgrenhados, procurando arrumá-los com os dedos.
— Minha Rin possui a liberdade para fazer o que desejar!
— Não vou demorar. – Seus lábios se curvaram, formando um singelo sorriso.
Caminhou em direção ao banheiro e deixou com que o lençol deslizasse por suas costas vindo parar em sua fina cintura, o que permitiu Sesshoumaru de contemplá-las. Raios, aquela mulher estava provocando-o! Arfou profundamente, seu peito subia e descia de maneira sôfrega. Quanto atrevimento, pensou ele. Por um lado estava gostando de como sua Rin vinha se comportando, toda sinuosa e provocativa. Escutou o barulho da água passando pela tubulação, imaginou esta mesma água percorrendo cada extensão do corpo esbelto de sua menina. Estreitou levemente seus orbes com o pensamento, sentia seu corpo inteiro se enrijecer ansiando por estar enterrado bem a fundo em sua humana.
Encarava a porta fechada do banheiro na medida em que avançava em sua direção, com passos firmes e decisivos. Girou a maçaneta, e entrou. A imagem que encontrou o deixou desarmado, e completamente duro. Viu-a passar as mãos em sua testa afastando a espuma do shampoo para que não caísse nos olhos. De inicio sua menina corou quando notou sua presença no espaçoso banheiro, foi inevitável não achar graça pela forma como Rin tentava se cobrir diante de seus olhos observadores. Pela maneira como agia, imaginou que ela nunca tivera a experiência de banhar-se com outro homem.
— O-O que está fazendo? – Perguntou com a voz trêmula.
— Apreciando-a. – Disse o obvio.
Cruzou os braços frente ao tronco tencionando seus músculos definidos, dando a impressão de que seus braços eram maiores do que o habitual.
— Vai ficar aí parado? – Alarmou-se. – Apenas me olhando?
Constrangia-se em saber que estava sendo observada em um momento tão intimo quanto aquele. Tinha a sensação de sentir sua pele queimar diante do olhar que ele lhe direcionava. Sem tirar os olhos do youkai, continuou a esfregar sua cabeça sem tomar consciência de que com tal ato seus seios se moviam como se estivessem chamando-o silenciosamente. Aquela visão deliciosa o perturbou, seus olhos vagaram por seu corpo curvilíneo e o incomodo se intensificou dentro de suas vestes.
Tomar um banho agora não estava em seus planos, porem estava começando a se agradar com a ideia. Era extremamente tentador! Pensou ele.
— Por qual motivo minha Rin se encontra constrangida? – Mudou de posição, depositando o peso do corpo em uma das pernas.
— S-Só não estou acostumada com tudo isso, eu acho... – Cobriu os seios com os braços, impedindo que Sesshoumaru os visse.
— Então me permita fazê-la se acostumar. – Descruzou os braços e lentamente retirou um dos calçados do pé, jogando-o longe. Fez o mesmo processo com o outro, sem desviar a atenção de sua humana.
Rin engoliu em seco, apenas assistindo-o enquanto agora ele desabotoava o botão da braguilha da calça e a deslizava por suas pernas cumpridas. Céus, Sesshoumaru iria fazer o que pensava que iria? Rin não era tão inteligente, tinha consciência disso, no entanto, não precisava ser um gênio para compreender o significado das indiretas lançadas pelo youkai.
— Não me torture dessa forma. – Rosnou no mesmo instante em que avançava em direção ao Box de vidro. – Não se esconda, deixe-me apreciá-la.
O banheiro foi invadido pela figura enorme de Sesshoumaru, o Box poderia ser facilmente confundido com o elevador do prédio de Toutousai. Sentia-se como se estivesse no elevador, encurralada diante daquele youkai que possuía quase 1,90 de altura muito bem distribuídos. Enquanto ela, não alcançava seus míseros 1,60.
Rin era tão pequena, tão doce, tão... Deixou um grunhido dentro do peito escapar devido aos seus devaneios. Por instinto virou-se de costas para ele, o que o permitiu contemplar seu bumbum arredondado. A aproximação foi inevitável, a vontade de ter o corpo de sua Rin colado ao seu o fez se aproximar, de forma lenta e sensual. A pequena arfou quando sentiu seu majestoso tamanho tocar-lhe na altura de suas costas. Seu sexo se contraiu no mesmo instante, sentia-se quente e úmida em seu centro pulsante. A excitação lhe arrebatou e se fez suspirar quando sentiu Sesshoumaru curvar-se sobre si alcançando seu pescoço. Roçou primeiro os caninos, em seguida distribuiu lambidas e mordidas. Suas pernas amoleceram e se não fosse pelo enorme braço de seu youkai circulando sua cintura, Rin já teria fraquejado.
— As marcas estão sumindo. – Roçou seus lábios famintos sobre elas, como se desejasse apagá-las da pele de sua menina.
— Oh!— Soltou um gemido rouco em sinal de surpresa quando a mão de Sesshoumaru veio parar em seu seio esquerdo.
Fechou os olhos quando o sentiu massagea-los e só voltou a abri-los quando a outra mão, que até então circulava sua cintura, se atreveu a trilhar um caminho em direção a sua intimidade. Jogou-se para trás sendo amparada por ele. Deus, aquele homem a enlouqueceria.
— Sesshy...— Chamou seu nome em sinal de aviso.
Ele tocou-a, permitindo que um dos dedos a invadisse. Encontrou certa relutância de inicio em conseguir penetrá-la, e quando a invadiu estimulou-a para deixá-la lubrificada. Quente! Sua Rin era quente e lindamente apertada.
Viu-a espalmar ambas as mãos no vidro do Box, procurando todo o apoio que precisava naquele momento. Ele moveu a cabeça e deixou uma leve mordida em seu ombro, enquanto seus dedos ainda trabalhavam em seu centro pulsante. Esfregou seu membro majestoso contra seu bumbum, instigando-a á desejo tê-lo por inteiro. A sentiu estremecer debaixo de si, conhecia perfeitamente aqueles sinais. Sua Rin começava a ficar molhada e os espasmos musculares lhe dominaram o corpo deixando suas pernas trêmulas de excitação.
— Deixe vir, Rin. Quero senti-la em minhas mãos. – Rosnou em seu lóbulo.
Com um Sesshoumaru lhe dizendo palavras sensuais ao pé do ouvido, era claro que acabaria gozando. Não tinha duvidas disso!
Passou um dos braços atrás da nuca de Sesshoumaru e lhe agarrou os fios prateados com força. Sua libertação estava próxima o que a fez esfregar ambas as pernas entorno da mão do youkai que não deixara de tocá-la um só segundo. Estava sem forças, seu corpo aos poucos desfalecia. Seu clitóris protestou e sua entrada se contraiu envolta dos dedos do youkai. Havia chegado ao ápice.
Jogou a cabeça para trás apoiando no peitoral forte, sentiu quando os dedos de Sesshoumaru a abandonaram. O viu levar a mesma mão que a tocara em direção aos lábios e sem desviar os olhos de seu rosto, ele as lambeu. Rin arfou quando o viu saborear seu gosto. Doce, sua Rin era doce como o inferno!
— Sinta o quanto és doce, minha pequena. – Levou a enorme mão até sua face e ela encarou seus dedos com a testa franzida. – Prove! — Ele ordenou.
Cautelosamente e timidamente, ela aproximou seus pequenos lábios rosados e abocanhou seus dedos, chupando-os com vontade. Assistir aquela cena o deixou ainda mais enrijecido, completamente duro. Rin conseguia sentir isso em suas costas. Fechou os olhos extasiados, enquanto brincava com sua língua envolvendo os grossos dedos masculinos. Sesshoumaru imaginou como seria aquela boca entorno de seu membro pulsante. Céus, aquela humana ainda o desarmaria!
Quando Rin pensou que ele deixaria de torturá-la, seu centro foi novamente capturado pela outra mão do youkai. As pontas de seus dedos alcançaram seu botão rosado, e com movimentos circulares Sesshoumaru o sentiu inchado.
— Ahm!— Libertou os dedos de Sesshoumaru para soltar um gemido.
Aquele som... Aquele gemido! Sesshoumaru o apreciava. Ela rebolou em sua mão, intensificando o contato intimo de seus dedos ao mesmo tempo em que estimulava o majestoso pênis atrás de si. Sesshoumaru grunhiu em sua orelha e ela deixou escapar um sorriso travesso. Levou a mão para trás e ela o sentiu, forte e duro. Arregalou os orbes, seu youkai era tão majestoso que suas pequeninas mãos mal conseguiam se fechar entorno dele. O contato não durou por muito tempo, soltou-o voltando a apoiar no vidro, o que o fez protestar atrás de si insatisfeito por ter parado de tocá-lo.
— Toque!— Ordenou.
A pequena não esperava por tal reação. Virou a cabeça de lado e encontrou um Sesshoumaru com os orbes febris.
— Posso? – Perguntou cautelosa.
— Toque!— Ele ordenou mais uma vez.
Aquele tipo de ordem... Céus, Sesshoumaru era extremamente dominador! Atendendo ao seu pedido, Rin o tocou. Acariciando de inicio sua glande rosada, ao qual a presenteava com uma deliciosa gota de seu pré-sêmen. Envolvendo sua pequenina mão entorno de seu membro, na medida em que o estimulava ela o sentia crescer cada vez mais. O enorme corpo foi arrebatado por um espasmo, vez ou outra parava os movimentos de sua mão para contorcer-se diante dos dedos do youkai que ainda a tocavam. Soltou mais um gemido ao pé do ouvido de Sesshoumaru, e o mesmo gemido foi abafado quando a boca faminta do youkai cobriu a sua, com urgência.
Passeou a mão pelo seu ventre, subindo, até alcançar um seio farto. Apertou-o com delicadeza e fez menção de deslizar uma garra pelo bico pontudo. Afastou sua boca do youkai para gemer e novamente ele se deliciava com o som que saia de sua garganta.
— Levante a perna. – E outra ordem foi pronunciada pelos ansiosos lábios do youkai.
Mas que diabos de ordem era aquela? Como conseguiria levantar a perna quando as mesmas estavam parecendo gelatinas?
— Preciso senti-la, Rin. Levante a perna. – Murmurou contra sua boca rosada. – Agora!
Sua urgência em possuí-la o obrigou a passar um dos braços sob a perna de Rin procurando ajudá-la a sustenta-la no alto. Sesshoumaru era demasiadamente impaciente, principalmente quando o assunto se tratava a respeito de possuí-la. Sentiu o majestoso membro de seu youkai a invadir, e Rin permitiu o engolir por inteiro. Gemeu alto, apreciando a forma forte e dura com que ele se enterrava dentro de seu corpo.
— Entregue-se pequena, dê-me tudo o que tem. – Apertou sua perna, deixando suas garras marcarem a pele delicada.
Derreteu-se apenas por escutar aquelas palavras pronunciadas de forma sensual em seu ouvido. Contorceu-se em seus braços sentindo o prazer a consumir, acompanhou-o com os movimentos permitindo-o que se enterrasse mais a fundo dentro de seu corpo. Voltou a contorcer-se quando teve seu clitóris capturado pelos dedos do youkai. Rebolou contra a sua mão que a tocava e estremeceu com a leve ardência que sentira.
— S-Sesshy eu v-vou... – Sua frase morreu no momento em que sentiu seu corpo tremular, em êxtase.
— Venha doce Rin, goze entorno deste Sesshoumaru.
E assim o fez. Seu corpo estremeceu nos braços daquele youkai, um violento orgasmo a consumiu e se não fosse por Sesshoumaru estar segurando-a, Rin já teria desfalecido. O ouviu soltar um grunhido rouco no instante em que sua feminilidade se contraiu em volta de seu membro, pulsante e quente. Com mais algumas estocadas fortes, sentiu sua libertação chegar. Despejou-se dentro de sua menina, libertando-se por completo.
Delicadamente, ele a soltou mantendo-a de pé. Porem continuou a circular sua cintura impedindo que Rin fosse de encontro ao chão. As pernas de sua menina ainda estavam tremulas e mal conseguia manter-se em pé sozinha. A consciência do que acabara de acontecer apenas o fez desejar ainda mais aquela humana atrevida. E por mais que Sesshoumaru a provasse, mais ele ansiava em torná-la sua.
— Não é o suficiente... – Ele grunhiu atrás de si.
Ela franziu levemente o cenho, não compreendendo o sentido daquelas palavras.
— O-O que quer dizer com isso? – Perguntou, procurando recuperar o fôlego.
O youkai não a respondeu, porem bastou virá-la de frente para Rin contemplar os olhos âmbares completamente em êxtase, famintos por ela. E foi então que naquele momento ela o entendeu.
Soltou a respiração surpresa quando inesperadamente teve as nádegas agarradas e com facilidade Sesshoumaru a puxou para cima fazendo-a enlaçar suas pernas em volta de seu quadril. Ele sustentava seu corpo com seus braços fortes evitando que Rin continuasse a tocar o chão gelado com seus pés descalços.
— Eu sou pesada! – Rin alertou-o, com o rosto na mesma altura que o youkai.
Tocou-lhe os ombros largos e ele grunhiu em resposta. De onde Rin tirara aquilo? Sua menina não era nem um pouco pesada, muito pelo contrario.
— Não é pesada! – Afirmou ele. – Não para este Sesshoumaru. – Aproximou a boca de sua pele e lambeu-lhe o pescoço, fazendo uma trilha em direção a sua boca.
Encolheu-se quando ele a prensou contra a parede, a sensação dos azulejos gelados contra a sua pele quente lhe provocava arrepios pelo corpo. Beijou-a de maneira sôfrega, com urgência. Sesshoumaru não parecia se cansar de seu sabor. Deslizou as mãos de seus ombros largos para a nuca de Sesshoumaru, envolveu seu pescoço com ambos os braços e pressionou seus seios contra o peitoral definido. Os bicos enrijecidos contra seu peito chamaram sua atenção. Interrompeu o beijo para contemplá-los, ansiou com o pensamento de senti-los dentro de sua boca faminta.
— Deliciosa! – Sussurou contra sua boca rosada.
Levantou-a mais para o alto permitindo que seus seios ficassem na altura de seu rosto, lentamente aproximou a boca em direção á ele e os chupou com fome.
Rin estremeceu entre seus braços. Jogou a cabeça para trás permitindo que Sesshoumaru a devorasse por completo. Céus, aquele homem proporcionava prazeres até então desconhecidos. Entre abriu os lábios carnudos, e gemeu. Soltou um gemido sensual para o alto e enquanto Sesshoumaru explorava seus mamilos, o youkai não desviava os olhos famintos de sua humana. Observando-a, apreciando todas as reações que lhe causava em seu corpo delicioso.
Outro gemido lhe escapou da garganta, dessa vez quando sentiu ser preenchida novamente pelo pulsante membro de seu youkai. Estocou seu membro fundo, e a pequena voltou a estremecer em seus braços. Por mais que Rin estivesse acostumada com seu majestoso tamanho, sua intimidade era apertada como o inferno! Não que isso o desagradasse, pelo contrario. A sensação de ter seu pênis preso, apertado, quente e úmido, era única. Penetrou-a com força, ao mesmo tempo com delicadeza. Sua Rin era delicada ao ponto de seu quebrar, em comparação com seu enorme corpo. Escutou-a gemer mais uma vez e por um momento pensou que se perderia naquela pequena garota. Rin o dominava, como jamais outra mulher o fizera.
— Céus... S-Sesshoumaru... — Ela sussurrou entre um gemido e outro.
Não sabia como Sesshoumaru conseguia sustentar seu corpo enquanto a penetrava, forte e duro. Ele fazia aquilo com tanta facilidade, que ela se sentia como um peso morto. Como se não estivesse ali, em seus braços. Jogou-se sobre ele, abraçando-o. Deitou sua cabeça em seu ombro e revirou os olhos, completamente extasiada.
Ele a preenchia, em todos os quesitos. Céus, seu orgasmo estava próximo. Podia sentir quando mais uma vez sua intimidade se contraia envolta daquele majestoso pênis. Respirava com força soltando o ar quente pela boca, enquanto ele se chocava contra o pescoço grosso de Sesshoumaru que estava a pouca distancia de seus lábios. Passou a ponta da língua para umedecê-los e não conteve a vontade de beijá-lo. Beijou-lhe toda a região do pescoço enquanto que ao mesmo tempo ele lhe cheirava os cabelos com força.
— Olhe-me Rin! – A ordem foi abafada por seus cabelos.
Acatou seu pedido, erguendo a cabeça e colando sua testa contra a dele. Perdeu-se naquele olhar em chamas, completamente em êxtase pela sua humana. Rin não conseguia desviar o olhar, tampouco gostaria.
— Seu corpo é delicioso, este Sesshoumaru não se cansa de tomá-la como sua. – Grunhiu em meio a sua estocada. – Veja o quanto seu corpo foi feito para este youkai, veja a forma como a possuo.
Levou o olhar para baixo e Rin o contemplou, assistindo seu cumprimento a invadir com urgência. Gemeu com a deliciosa visão de seu Sesshoumaru enterrando-se até o final dentro de sua intimidade pulsante.
— Veja o quanto sua intimidade clama por ter este youkai em seu interior.
Voltou a fitar-lhe o rosto voltando a apoiar sua testa contra a de Sesshoumaru. Tudo o que ele dissera era verdade, sua intimidade o desejava. Um forte tremular lhe dominou o corpo. O espasmo dessa vez lhe viera mais forte que o anterior e dera graças aos céus por ter o corpo sustentado pelo youkai.
— S-Sesshy...— Gaguejou no instante em que encontrou o ápice.
Sentir sua Rin pulsante entorno de seu membro o fez rosnar contra seus lábios. Com os olhos entre abertos, ela foi capaz de contemplar a expressão prazerosa na face de seu youkai. O assistiu trincar o maxilar e enrijecer o corpo no momento em que se despejava dentro de si. No mesmo instante, teve o corpo puxado com delicadeza para que se aninhasse em seu ombro largo.
A segurou com firmeza, ainda sustentando seu corpo amolecido. Esperou que Rin recuperasse suas forças, para só então ajudá-la a se manter em pé sozinha, o que não fora uma boa ideia. Sem forças nas pernas sua Rin teria ido ao chão se Sesshoumaru não a segurasse pela cintura. Quando a trouxe para perto de si, sentiu a tentadora vontade de possuí-la novamente. Ela era sua, inteiramente sua!
Ele avançou em sua direção fitando-lhe a boca entre aberta e a pequena capturou seu olhar voraz lançado para si. Balançou a cabeça descrente, e em seguida riu.
— Céus, você é insaciável!— Surpresa era o que a definia. – Ainda está disposto para o terceiro round?
— Sou um youkai Rin, lembre-se disto! – Repreendeu-a. – Se for para tomá-la como minha, este Sesshoumaru sempre estará disposto!
Aquilo a surpreendeu. Ele estava falando sério! O brilho nos olhos de Sesshoumaru evidenciava desejo e pelas suas palavras ele parecia não se cansar de tê-la para si.
— Vai deixar-me tomar meu banho agora? – brincou, afastando-se devagar. – Eu ainda estou com fome.
Sesshoumaru estreitou os olhos para a sua direção. Rin estava tentando provocá-lo? Aquilo parecia ser uma indireta para continuar com a brincadeira que faziam. Seus olhos febris acompanharam seus movimentos, apreciando suas curvas debaixo do chuveiro.
— Ei! – Protestou, quando teve o sabonete roubado de suas mãos.
Inesperadamente, Sesshoumaru passou a ensaboar-lhe as costas não controlando o impulso de deixar um tapa estalado em suas nádegas. Aquele homem a surpreendia a cada momento que passava ao seu lado. Entre uma provocação e outra, não soube como conseguiu terminar seu banho sem ter sido dominada mais uma vez por aquela montanha de músculos.
De volta ao quarto, trocou-se juntamente com Sesshoumaru. A calça jeans estava de volta, Rin pensou enquanto o assistia se vestir. Os olhos febris também pareciam ter voltado, pega de surpresa por estar observando-o virou o rosto no mesmo momento. Passou a mão pelo tecido de seu vestido florido, tentando desamassa-lo. Sua pele queimava, podia sentir o olhar de seu youkai em suas costas. E pela maneira como ele a fitava parecia que havia aprovado sua escolha pelo vestido. Ele não teria o trabalho de rasgá-lo, não! Sesshoumaru era a favor de vestidos, era a favor de qualquer vestimenta que pudesse vir a se instalar na altura de sua cintura.
— Pronta? – Sentiu uma respiração quente em sua nuca.
Foi envolvida por um súbito arrepio, virou nos calcanhares encontrando o dono dos orbes âmbares parado a pouca distância de seu corpo.
— Pronta! – Confirmou.
Seguiu-o, procurando acompanhar o mesmo ritmo de seus passos. Enquanto descia às escadas a pequena imaginou que a casa estava vazia pelo silencio que a rondava, no entanto, não demorou a escutar vozes femininas vindas da cozinha. Izayoi foi a primeira a presenteá-los com um sorriso em seu rosto, ao seu lado uma confusa Kagome folheava uma revista, enquanto Inuyasha fazia pouco caso da situação.
— Olá querida. – Izayoi foi a primeira a saudar.
Sesshoumaru puxou uma das cadeiras indicando para que Rin se acomodasse nela, assim que a pequena se sentou a cadeira ao lado foi ocupada pelo enorme corpo do youkai.
— Bom dia. – Cumprimentou a todos.
— Bom dia Rin. – Kagome ergueu o olhar da revista que encarava para acenar á amiga. – Resolveu seu problema com os ratos?
Ratos? Ah sim, como pudera se esquecer daquela pequenina mentira que Sesshoumaru contara?
— A-Ainda não... – Sorriu amarelo. – Mas em breve resolverei. – Virou o rosto, trocando olhares cúmplices com Sesshoumaru.
O que não passou despercebido por Izayoi, já que kagome voltou a folhear a revista que tinha em mãos e não notou a forma que se entreolharam como se estivessem escondendo algo.
Sesshoumaru serviu-a com um copo de suco e ela sorriu em agradecimento. Ofereceu-lhe uma fatia de pão, e a pequena recusou delicadamente com um movimento de mãos. Então ele estava realmente alimentando-a, como dissera que o faria.
— O que estão fazendo? – Bebericou o suco de laranja. Não resistindo à tentação de perguntar, tamanha era a sua vontade em mudar de assunto.
— Estou indecisa com o prato principal do casamento. – Kagome coçou a cabeça, aparentemente aturdida. – Massa ou risoto de frutos do mar? — Perguntou mais para si mesma do que para o restante dos presentes.
Risoto. A menção daquele prato fez a pequena Rin se lembrar da ultima vez que cozinhara para Sesshoumaru. Havia feito um risoto de frango para ele, a qual foi recompensada por um jantar no restaurante de Myoga.
— Porque não nos dê sua opinião Inuyasha? O casamento não é seu? – Izayoi o indagou, enquanto o repreendia ao mesmo tempo. – Finja pelo menos que sente algum interesse. – Advertiu ela.
O hanyou franziu o cenho exausto. O pobre homem parecia estar casando de ouvir a menção da palavra casamento. Segurou a risada, pelo jeito Kagome não estava pegando leve com seu futuro marido. Por certo estaria enchendo-o com tantos detalhes para os preparativos.
— Ah! – A morena quase gritara, chamando a atenção de todos para si. – Falando em interesse, me lembrei de uma coisa Rin.
Ela olhou seriamente em sua direção e Rin se perguntou o que era de tão interessante para Kagome se exaltar daquele jeito.
— Se lembrou do quê Kah? – Levou o suco até os lábios e sorveu o liquido em grandes goladas.
— Parece que tem um homem interessado na sua casa!
Quase engasgou quando a ouvira dizer aquilo. Colocou o copo de volta a mesa e controlou o tremular de seu corpo. Ajeitou-se desconfortavelmente na cadeira sentindo o coração disparar dentro do peito. De que homem Kagome se referia? Estaria ela se referindo á Suikotsu? Suikotsu estava rondando sua residência sem o seu conhecimento?
— C-Como assim? – Tentou não gaguejar para não demonstrar o quanto aquela noticia havia mexido consigo.
Seu estomago embrulhou, causando-lhe náuseas o que a fez perder a fome naquele mesmo instante. O corpo de Sesshoumaru se enrijeceu ao seu lado, pelo canto dos olhos o viu incomodado com o rumo que aquela conversa se seguia. Sua respiração acelerou, trincou o maxilar cerrando os dentes enquanto seus olhos se tornavam sombrios. Inuyasha cruzou os braços não desviando o olhar de seu meio-irmão mais velho. Alguma coisa estava muito errada e o hanyou começava a desconfiar.
— Há um homem suspeito em frente a sua casa! – Kagome a alertou. – Faz um bom tempo que eu o vi, ele estava parado lá na sua porta e parecia estar bisbilhotando pelo vão do seu portão.
Seu sangue gelou. Não, Suikotsu não daria as caras tão cedo não é mesmo? Sentiu quando as lagrimas inundavam seus olhos e com muito autocontrole, controlou o impulso de se levantar e fugir. No entanto, quem foi o primeiro a fazer isso foi Sesshoumaru que com um solavanco se manteve de pé e com passos firmes e pesados saiu pela porta sem dar explicações a ninguém.
— O que está acontecendo querida? – Izayoi perguntou á Rin, confusa com a atitude do enteado.
— E-Eu não sei! – Balançou a cabeça para os lados sem saber o que fazer.
— Foi alguma coisa que eu disse? – Kagome levantou as mãos em rendição, martirizando-se por ter dito algo que não deveria.
— Sesshoumaru está estranho! – Inuyasha foi o primeiro a se levantar da cadeira, seus olhos atentos encaravam o percurso por onde Sesshoumaru passara.
O mais novo Taishou parecia motivado em segui-lo para descobrir o que acontecia, ainda mais quando havia notado o estranho desconforto por parte de seu meio-irmão.
— E-Eu vou ver o que está acontecendo. – Engolindo o choro, a pequena se levantou e decidiu seguir os mesmos passos que o youkai fizera.
Se ficasse mais um minuto dentro daquela cozinha sentia que não seria apenas Izayoi á questioná-la. Kagome e Inuyasha pareciam estar tão confusos quanto ela.
— Rin! – Escutou a voz de Izayoi a chamar no mesmo momento em que disparou porta a fora.
— Eu vou junto! – Inuyasha anunciou.
Não soube como conseguira correr com o tamanho tremular de seu corpo. Droga de pernas fracas, vamos, mexa-se. Gritava a pequena em sua mente. Tudo o que se passava por sua cabeça era na possibilidade de Suikotsu estar rondando a região, se fosse ele o suspeito de quem Kagome lhe dissera então... Sesshoumaru o mataria!
Atravessou a sala com passos apressados não se dando ao trabalho de abrir a porta, ela já se encontrava escancarada. Sinal de que Sesshoumaru havia passado por ali. Como se seguisse o rastro do youkai, ela continuou a correr com o coração saindo pela sua garganta. Pedindo aos céus para que suas suspeitas estivessem erradas.
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