Lost Daughter
31 Daniel
Notas iniciais
Em Nova York
– Não acredito que eu estou aqui enquanto Regina está em Storybrooke vivendo a vida medíocre dela. — Disse Zelena enquanto andava pelas ruas procurando por um "Sacolão" — Ótimo. Nem comida aqui tem direito. Obrigada por me jogarem aqui. — dizia ela enquanto um homem
– Você não vê por onde anda maluco. — Disse ela se levantando-se do chão.
– Me perdoe senhorita. Eu estou com uma certa pressa. — Disse um homem de olhos azuis e cabelos negros em um terno preto.
Zelena havia ficado impressionada com a beleza do homem.
– Sem problemas. — Disse ela
– Se machucou? — Perguntou ele
– Não.
– Certo então. Eu preciso ir. Espero esbarrar em você de novo. — Falou ele com um ar sedutor.
Zelena ficou observando o homem de cima para baixo.
– Isso foi estranho. — Disse ela para si mesmo.
2
– Bom dia! — Disse Robin entrando na tenda que Ellen havia dormido.
– Bom dia nada. Tenho que voltar para casa. — Disse ela levantando-se cheia de sono.
– Relaxe. Já liguei para sua mãe e avisei que você não voltou para casa pois eu não deixei.
– Como estão as coisas la? — Perguntou Ellen
– Cora está se recuperando e ficará na Granny. — Falou Robin
– Então você vai voltar para casa conosco? — Perguntou Ellen
– Não sei. Preciso conversar com sua mãe ainda. — Disse Robin fazendo jogo duro.
– Ah para com isso. Ela não cometeu um crime. — Disse ela
– Eu sei. Mesmo que eu quisesse eu não conseguiria ficar longe de sua mãe. — Falou Robin
3
Regina havia chegado em casa depois de convencer Cora a ficar hospedada no Grannys enquanto convencia Robin.
Seu semblante era de puro cansaço embora ainda fosse 10 horas da manhã. De repente pensamentos sobre a noite anterior vieram a tona.
“Eu não sabia que Daniel tinha sangue real.”
Aquilo não parava de ecoar em sua cabeça.
– Eu preciso resolver de uma vez por todas. — Disse ela para si mesmo. — Ellen? Robin? — Chamou ela para se certificar que estava sozinha em casa.
Então ela começou a subir as escadas lentamente abriu a porta de seu quarto e a fechou. Depois disso ela olhou em volta do quarto e pensou
– Se Robin tivesse que esconder um segredo,aonde ele esconderia? — Disse ela observando atentamente cada cômodo a sua volta. — Preciso fazer isso antes que eles voltem. — Falou ela
Então ela começou a procurar em lugares mais improváveis possível. O que não demorou muito pois ela havia utilizado magia.
– Droga! — Falou ela. — Eu sei que está aqui. Eu posso sentir. — Disse Regina
Então algo se passou por sua cabeça e o único lugar que ela ainda não tinha procurado era a cômoda que ficava do lado da parte de Robin na cama. Ela arriou e abriu todas as gavetas. Bom... Quase todas. Havia uma que estava trancada.
– Deve estar aqui. — Falou ela
Regina então passou sua mão pela fechadura e abriu a gaveta aonde ali só tinha algumas páginas do livro.
– Mas...o...que? — Falou ela pegando as páginas e lendo o que ali continha.
4
– Ellen você se importa de colocar as compras na mesa? Eu vou subir para avisar pra sua mãe que chegamos. — Disse Robin entrando na mansão.
Ellen balançou a cabeça positivamente.
Robin então subiu as escadas e abriu a porta de seu quarto quando se deparou com Regina de costas para ele.
– Regina... O que está fazendo? — Perguntou ele
Regina se virou com lágrimas no rosto e disse
– Você mentiu pra mim.
Robin viu que Regina estava com as páginas do livro que ele tanto queria manter longe dela. Ele tentou pegar de suas mãos mais Regina recusou-se.
– Como você pode fazer isso comigo. — Disse Regina gritando.
– Eu era um homem egoísta eu...eu não sabia que era sobre você e... (Ele foi interrompido)
– Isso não se faz com ninguém Robin. Eu achava que você era apenas um ladrão que roubava para os pobres. — Disse Regina
– Regina por favor eu precisava manter o reino,eu tinha que ajudar a minha família. — Disse Robin
Ellen escutava a gritaria de la de baixo.
– E por causa disso você tinha que sacrificar a minha família? O meu pai? Você deu a poção para ele ficar doente,Robin. Você fez um contrato com o Rumple,céus como eu pude ir para cama com você. Como você se apaixonou por mim sabendo que você tinha matado meu pobre pai.
– Regina,Rumple não me contou o que aquela poção fazia. Eu achava que iria mudá-lo eu não sabia,eu juro. — Disse ele tentando se aproximar.
–Suma daqui Robin. Acabou. — Disse ela tirando o anel.
– Regina por favor. — Disse ele com lágrimas no rosto.
– SAIA. — Gritou ela
– O que está acontecendo? — Disse ela ao ver Robin descendo as escadas depressa.
Regina logo atrás desceu e trancou a porta rapidamente.
– O que está acontecendo mãe? — Perguntou Ellen
– Eu nunca mais quero ver esse homem e não quero que você o veja. — Ordenou Regina
– Porquê mãe? Vocês são marido e mulher. — Disse Ellen
– Não mais. E acabamos com essa conversa por aqui. — Disse Regina — Eu vousubir. Por favor não me perturbe.
Roland saiu da cozinha e disse
– Aonde está o papai,Ellen?
5
Havia anoitecido e Zelena decidiu sair um pouco para conhecer sua nova cidade.
– Stable Night Club. – Como alguém pode dar o nome a um estabelecimento de “Estábulo". Ridículo — Disse Zelena enquanto entrava.
Ao entrar na boate Zelena se deparou com várias mulheres semi nuas fazendo poli dance e algumas faziam certos movimentos sexuais em cima dos homens que estavam ali.
– O que é isso? — Disse para si mesma
Seus pensamentos sobre aquele local foram interrompidos quando uma mão masculina tocou em seu braço.
– Olá de novo senhorita. — Dizia o homem que mais cedo havia esbarrado em Zelena
– Olá. — Dizia ela meia acanhada
– Acho que você não se encaixa aqui,certo? Esta perdida? — Perguntou o homem
– Um pouco. Na verdade eu pensei que isso fosse um restaurante.
– De certa forma. Não estou me sentindo confortável com você aqui. Poderia me acompanhar?
– Claro
O homem bem vestido levou Zelena para a outra parte da boate,uma parte que parecia ser apenas para os VIPS já que o lugar estava um pouco vazio.
– Gostaria de beber algo? — Perguntou o homem
– Não bebo com homens que não sei o nome. — Disse Zelena com um sorriso irônico
O homem sorriu
– Daniel. E quem é a dona dos olhos verdes?
– Zelena.
– Uau,não é um nome muito comum mais eu gostei. Não gosto de coisas comuns. — Disse ele
– Percebi no momento que entrei aqui. Você é dono disso aqui?
– Sou. — Disse ele colocando vodka no copo. — Você bebe?
– Nunca experimentei isso. — Disse ela apontando para a garrafa de vodka.
– É muito bom. — Disse ele — Você não é daqui,certo?
– Não. Vim de um outro lugar que você não vai querer saber.
Ele riu
– Nenhum outro lugar é pior do lugar que eu vim. — Falou
– Parece que temos mais uma coisa em comum além dos olhos claros. — Disse Zelena
– Saúde. — Disse ele levantando o copo enquanto se concentrava nos olhos verdes de Zelena.
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