Lost Daughter
35 17
– O que você está falando sua louca? — Perguntou Robin agitado. — Ellen não é minha filha.
Maleficent ria cada vez mais.
– Quando você conheceu Regina ela mentiu sobre sua virgindade. Ela era virgem até se relacionar com você. Ela iria ter sua primeira vez com Daniel se você não tivesse atrapalhado. — Falou ela
– Isso não é verdade. Se fosse Regina já teria me contado.
– Você é tão inocente. — Disse ela alisando o rosto de Robin. — Regina não estava pronta pra contar pra você, Ellen, Cora.. Até mesmo o Daniel coitado...Digamos que eu popei a saliva dela contando pra você. Eu não queria que você morresse sem saber que você tem uma filha com a sua amada e blá-blá-blá.
Robin ficou paralisado com que acabava de ouvir. Aquela linda menina de olhos azuis cujo outro dia mesmo lhe disse que o considerava como pai era mesmo sua filha.
2
– Desculpe aparecer sem avisar. — Disse Regina com Ellen na porta de Emma.
– Sem problemas. Aconteceu alguma coisa? — Perguntou ela
– Eu precido resolver umas coisas e queria te pedir para ficar com a Ellen. Eu ainda não confio muito na minha mãe, sabe?
– Claro sem problemas.
– Tchau mãe. — Disse Ellen dando um beijo em Regina.
– Tchau meu amor. — Falou ela.
– Regina. — Disse Emma segurando seu braço. — Cuidado no que vai se meter.
– Eu sei me cuidar Swan. — Disse ela
– Eu vou com você. — Disse Emma
– Não! Isso é uma coisa minha e eu quero que você fique cuidando da Ellen pra mim. Por favor, eu tenho tudo sob controle.
– Qualquer coisa me ligue que aparecerei em instantes pra você. — Falou Emma enquanto se despedia de Regina com um longo abraço.
– Obrigada. — Disse ela saindo
– Então vamos brincar? — Perguntou Emma
– Você acha que eu tenho quantos anos? — Disse Ellen meio ríspida
– Ta aí uma boa pergunta. Quantos anos você tem? — Perguntou
– 17. — Respondeu Ellen. — Eu sei o que você vai falar. Era pra eu ter a sua idade.
– É...isso é verdade mas.. Tem que ter algo por trás disso.
– Como assim? Você diz uma...
– Maldição — Completou Emma
3
Robin tentava se livrar das correntes, mexia-se para um lado e outro. Sua tentativa era em vão. Até que ele levantou a cabeça e percebeu que em cima da mesa tinha uma chave.
– Como eu vou fazer pra chegar até ali? — Pensou ele.
Lily entrou no esconderijo para conferir se estava tudo bem.
– Me admiro você fazer isso com a sua irmã de criação. — Disse Robin provocando.
– Aquela vadia é uma ingrata. — Falou ela
– Não fale assim dela. — Disse ele irritado
– O que você vai fazer? Ah é mesmo.... NADA. — Disse ela saindo dando uma risada.
4
– Você tem certeza de que não se lembra de nada que Maleficent possa ter feito com você enquanto você era criança? — Perguntou Emma
– Não. Eu nem sonhava que ela um dragão naquela época. — Disse Ellen
– Precisamos ir ate o Gold.
– Eu não gosto dele. — Falou Ellen
– Ellen. Se tem alguém aqui que sabe de todas as maldições existentes esse alguém é Gold.
5
– O que você esta fazendo aqui? — Perguntou Cora
– Vim fazer uma visitinha, Dearie. — Disse ele ja entrando analisando as coisas. — Gostaria de lhe informar que há uma tempestade verde vindo por aí.
– Desde quando você faz charadas querido? — Perguntou Cora
– Como você é uma péssima mãe. Já se esqueceu da sua verdinha?
– Do que está falando?
– Estou falando de Zelena. Sua outra filha.
– Ela...ela esta viva?
– Achou mesmo que aquele tornado tinha a matado? Só para deixar bem claro ela é muito mais poderosa do que Regina.
– Como você sabe que ela está vindo pra cá? — Perguntou
– Não não. Estou aqui em troca de informações.
– O que quer saber?
– Eu quero saber qual das duas é a minha filha.
– Ora isso é ridículo Rumple. Nenhuma das duas é sua filha. — Falou Cora
– É bem óbvio.. — Disse Rumple rodeando-a — É Zelena não é? Por qual outro motivo ela seria verde e além do mais... Ela é mais velha do que Regina.
– Saia daqui. — Disse Cora
– Prepare-se para a guerra de titãs minha querida. — Disse Rumple alisando o rosto de Cora. — Nossa garotinha está de volta.
6
– Só pode ser aqui. — Disse Regina com o papel que Ellen tinha lhe dado. — Respira Regina — Falou ela novamente.
Ela subiu alguns andares e se deu de cara com a porta n° 17. Bateu na porta com seu coração à mil. Então alguém foi lhe atender.
– Oi. — Disse ela com os olhos lacrimejando
– Oi. — Disse Daniel com um grande sorriso.
Fale com o autor