Notas iniciais
Heyy espero que estejam a gostar A partir dos próximos capítulos a história vai começar a desenvolver se mais.

Quando o avião pousou, rapidamente me dirigi para a zona de bagagens e depois chamei um táxi que me levou até à casa onde vou ficar por uns tempos.
É uma pequena casa de campo, com porão que irei transformar na minha "base de operações".
Mas para isso preciso de dinheiro e para ter dinheiro preciso de arranjar um emprego por isso peço ao taxista que espere um pouco enquanto deixo as malas no Hall. Quanto mais depressa melhor.
Pergunto-lhe se sabe de algum trabalho.
"Há um bar aqui perto, chamado Huntsman, e acho que estão à procura de alguém para servir às mesas" diz ele sem desviar os olhos da estrada.
"Será que me pode levar lá?"
"É para isso que cá estou"
Rapidamente estamos enfrente a um velho edifício com o letreiro anunciando o nome do bar.
Entro pela porta de madeira e procuro alguém.
"Está aqui alguém?"
"Depende. Se fores um ladrão e estiveres armado então eu sou apenas uma ilusão da tua mente. Caso contrário: Bem-vindo ao Huntsman. Eu sou o Jake, em que posso ajuda-lo?" Diz um rapaz moreno que parece ter a minha idade e enverga um avental preto. Suponho que trabalhe aqui pela sua bastante "agradável" recepção.
"Na verdade estava à procura de emprego" "Nesse caso segue-me" disse fazendo sinal para a porta de onde tinha acabado de sair.

Segui-o e entramos numa espécie de escritório onde se encontravam mais duas pessoas. Um velho, também ele com um tom de pele igual ao de Jake, com cabelos brancos e ar robusto estava num cadeirão a escrever qualquer coisa no seu computador. Atrás da pequena secretária está uma rapariga de cabelos azuis e com um boné de basebol a ler uma edição da revista "Rolling Stone". Calculo que estes sejam os outros empregados. "Pai, arranjei-te um empregado" diz alegremente como se tivesse sido uma tarefa bastante difícil da sua parte.

O velho, que agora sei que é pai do Jake, olha-me de cima a baixo bem como a rapariga que desvia os olhos da leitura por um momento. "Como te chamas rapaz?" pergunta levantando-se. "Bolton, Austin Bolton." "Sabes transportar um bebida de um lugar para outro sem partires nada?" "Sim, tenho quase a certeza de que é algo que consigo fazer."
"É o suficiente. Estás contratado. Eu sou o Drew, o dono do bar, esse é o meu filho Jake que também serve as mesas e aquela é a Sarah. Ela é bartender. Também trabalha aqui outro rapaz mas ele não está cá hoje. Quando podes começar?"
"Quando o senhor quiser"
"Pode ser amanhã. Tens de estar cá às 18 p.m. Trabalhas 5 dias por semana até às 3 a.m e recebes 500£."
"Perfeito até amanhã"

Quando saio Jake e Sarah apressão-se a sair atrás de mim.
"Bem vindo à família" diz Sarah enquanto o rapaz a meu lado me dá palmadinhas nas costas.
Sentamo-nos todos a uma mesa e sou encarado por dois pares de olhos curiosos e atentos.
"Porque estão a olhar assim para mim?" questiono começando a sentir-me incomodado.
"Estamos à espera." dizem como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
Acho que percebem a minha expressão se confusão pois retomam a sua explicação.
"Estamos à espera que nos contes a tua história. Algo sobre ti. Se vamos trabalhar juntos temos de nos conhecer" dizem intrecalando as suas afirmações.
"Vamos começar com algo simples. De onde és?"
"Nasci aqui em Nova York e vivi aqui a maior parte da minha infância mas aos 13 anos mudei me para Liverpool."
"Por que voltaste para cá?" pergunta ela.
Desvio o olhar tentando pensar numa desculpa convincente. Mas sou salvo por Jake que interrompe a conversa.
"OK acho que já chega de interrogatório por hoje."
"É, está tarde e preciso de ir"
Despedimo-nos e volto a pé para casa.
Preciso desesperadamente de um transporte!

Notas finais
Terceiro capítulo. Vemo-nos no proximo