Lorien Remains

29 Capítulo 27 - Maldito Microondas.


Notas iniciais
Yoo Minnaaaaaa o/
Sim, saudação nova; Tô numa faze meio otaku - aff, assiste um anime e já acha que é otaku ¬¬ - e decidir fazer isso :3
Ah, excluí minha outra fic :3
Tava ali só de enfeite mesmo, por que eu não pensava em nada pra escrever. Acho que vou postá-la outra vez quando tiver terminado essa fic e... Momento assunto sério:
A primeira temporada da fic tá cabando :)
Dessa vez, as cenas serão todas corridas. Num vai ter nada - ou vai. Sei lá - de "X dias depois" ou "X horas depois". Vai ser TUTO corrido. Exceto nos intervalos entre os caps, onde vão ter diferença de minutos ~tipo, o proximo capítulo vai ser algo em torno de meia hora ou uma hora ou meio dia depois do ocorrido nesse cap~
Enfim... ROMANCI? Hum rum, hum rum... Marromenos. Beeem... Nada bem-feito, nem aconteceu, na verdade, mas já dá pra ter um gostinho.
Quem me conhece - ninguém U.U - sabe que eu amo juntar casais inesperados, então... ~tãn tãn tãn tãããããn~
Ok... Ok... A Isa - a qual eu PROIBI de mexer na fic - quer entrar, então, Enjoy It:

Estava num lugar totalmente escuro. Não ouvia ou via nada. Tudo que chegava aos meus olhos era a escuridão. Quando tento mover-me, descubro estar preso. Não conseguia descolar os braços do corpo, nem os pés do chão.

Uma risada ecoa pela minha cabeça. Sabe aquelas risadas que os vilões de filmes soltam ao fazer algo muito ruim? Multiplique por dois e adicione o sotaque Mogadoriano.

Pensa que não é verdade, garoto?

A voz passa por mim.

Pensa mesmo que tudo o que vira fora um sonho? Não tenha tanta certeza. Ou melhor, não tenha certeza alguma. Ah, não acredita em destino? Ótimo. Então eu mesmo poderei te mostrar. Você verá, criança, que deve nos temer. Que deve curvar-se. Aliás, você irá curvar-se. Um dia. E esse dia está perto. Eu vou te ensinar á curvar-se. Eu vou te...

Então tudo fica branco. Acordo no meu quarto. Meu cérebro parece estar sendo perfurado por milhares de agulhas ao mesmo tempo, e nem sequer consigo abrir os olhos sem sentir uma dor excruciante. A voz volta á minha cabeça:

Você verá, criança.

Vou te ensinar á curvar-se.

Você sofrerá.

–Tudo bem? – escuto uma voz sair da porta.

Olho pra frente, abrindo o máximo que eu consigo do olho direito. Sete está parada na porta, olhando pra mim.

–Tá sim... E só... Uma dorzinha de cabeça.

Ela aproxima-se, sobe na cama e fica ajoelhada á minha frente. Põe as mãos em forma de concha na minha cabeça e a dor triplica por um momento, mas logo desaparece.

–Não sabia que podia curar dores de cabeça – digo, olhando pra ela sorrindo.

–Eu tenho muitos dons. – ela desce da cama. – Boa noite.

Ela sai do quarto e eu deito-me, tentando dormir outra vez. Depois de vinte minutos me remexendo de um lado por outro, convenço-me que não vou conseguir.

Tomo um banho frio rápido, visto uma calça moletom preta, e vou pra sala. Escuto um barulho baixo vindo da cozinha e desvio minha trajetória.

Sete está entre dois balcões, fazendo algo como um sanduíche.

–Com fome? – pergunto, acabando por assustá-la.

Sua reação nos faz rir.

–Um pouco.

–Não consegue dormir?

Ela faz que não com a cabeça.

–É que... Ah, eu sei que é coisa de criança, mas eu tive um pesadelo e...

–Eu também.

Ela olha-me por alguns segundos, decidindo se o que eu dissera realmente era verdade. Sorrio e dou de ombros, ela faz o mesmo e vira-se de volta pro seu trabalho.

–Somos duas criançonas – ela diz.

–Com certeza.

–Quer um? – Ela pergunta, apontando a faca com geleia pra mim. Abro a boca pra falar, mas ela interrompe – Não diga que não. Eu sei que quer.

–Tudo bem então.

Puxo uma cadeira da mesa e coloco-a perto de um do balcão em que Sete está sentada, esperando os sanduíches saírem do microondas. Apoio os dois braços no balcão, apoio a cabeça em cima deles e fecho os olhos. Assusto-me ao abri-los e ver dois globos negros profundos encarando-me. Sete estava na mesma posição que eu, me olhando curiosa, com um sorriso bobo na cara, que devia estar refletindo o meu.

Sinto meu corpo se mexer sozinho, indo em sua direção. Mas claro que, com toda minha sorte, isso não ia acontecer. O microondas apita e nos afastamos. Sinto meu rosto queimar e viro minha cabeça tão rápido que tive medo de quebrar meu pescoço.

Depois de me livrar do hipnotismo que os olhos dela proporcionam, escuto os copos vibrarem na pia. Então as janelas gigantes da sala rebatem-se violentamente. Vejo um vulto preto pela janela e Sete grita.

Jogo-me no chão quando balas voam em nossa direção. Sobre o grito de Sete, escuto os vidros quebrarem-se e as balas destruírem tudo na sala. Levanto-me e solto a descarga elétrica no avião. Duas das balas atravessam meu peito, fazendo-me voar pra trás, mas antes posso ver o choque atravessar o ar cheio de balas e chegar ao helicóptero, que perde o controle e cai no prédio vizinho. A luz produzida pela explosão ilumina toda a sala.

Sete sai do seu abrigo e pula o balcão para chegar á mim. Ela põe a mão em meu peito e sinto os ferimentos fecharem-se.

–Tudo bem? – ela pergunta, procurando algum outro machucado.

Concordo com a cabeça e levantamo-nos rapidamente. Vejo um outro helicóptero tomar o lugar do primeiro e puxo Sete até os corredores. Os outros já se levantaram e estão correndo em nossa direção. Vou direto até nove.

–EU DISSE! – Grito – ELES ESTÃO AQUI! SATISFEITO?! SUA BURRICE QUASE MATOU A MARINA! SAIAM DAQUI, AGORA, EU CUIDO DOS HELICÓPTEROS!

Sinto todo meu corpo esquentar e Nove me olha assustado.

–Seus olhos...

–SAIAM DAQUI!

Eles finalmente entendem e voltam pros quartos, pra reunir o máximo de coisas possíveis, enquanto eu corro até o meu. Pego minha adaga e logo aperto o botão acima do cabo, onde o couro encontra o metal lórico. Ela ganha vida e logo se torna uma espada. Pego minha pistola e enfio no cós da calça. Corro pelos corredores outra vez e vou até a sala. Uma explosão vinda de lá sacode todo o apartamento. Pela segunda vez em um minuto, sou empurrado pra trás. Com telecinesia, impeço o fogo de espalhar-se pela casa.

A garde aparece atrás de mim. Olho-os. Meus olhos deviam estar em vermelho vivo, por que Dez apertou ainda mais a mão de marina.

–Corram. – digo e vou pra sala.

As balas recomeçam assim que o piloto me vê. Uma saraivada de tiros atravessa o restante da janela, sendo todas paradas com telecinese. Pulo, pegando impulso de onde estivera a janela, e lanço a espada, com uma força que eu nem sabia que tinha, no piloto. A espada atravessa o pára-brisa e para no peito do piloto. No mesmo instante, o helicóptero perde a estabilidade. Pouso, no que, em um carro, se chamaria capô, puxo minha espada e pulo outra vez em direção de um outro helicóptero perto de mim. Acerto a trajetória do meu corpo com telecinesia e vou parar dentro do terceiro pássaro e ferro. Enfio a espada na barriga de um dos agentes que estava ali dentro e explodo em chamas. Pulo e dois segundos depois o helicóptero explode, impulsionando-me pra baixo numa velocidade assustadora. Controlo o vento ao meu redor e jogo meu corpo de volta pro prédio. Atravesso uma das milhares janelas gigantes do John Hancock Center e rolo até bater num móvel.

Em cima dele, uma garota de, pelo menos, dezessete anos me olhava assustada – o que, pra mim, realmente não é novidade alguma. Ela estava só de lingerie vermelha e tenta cobrir-se com um lençol branco.

Levanto-me apressado e faço uma continência pra ela, dizendo:

–Boa noite.

–Boa... Noite. – ela realmente responde, me fazendo rir.

Corro em direção ao nada e pulo pra fora do prédio. Controlo as correntes de ar ao meu redor e, junto com a telecinesia, ascendo-me até um quarto helicóptero. Ele, pra minha surpresa, solta um míssil em mim. Faço o foguete voltar pro dono, explodindo o último deles. Então sinto meu corpo cair em queda livre. Tento voltar á usar a telecinese ou controlar o vento, mas não consigo impedir a queda.

Quando estou á metros do chão, sinto a velocidade ser reduzida. De algum jeito, chego ao chão em segurança. Olho pra todos os lados, procurando a garde, e encontro parte dela correndo em direção ao estacionamento, enquanto Seis e Quatro usam telecinese pra diminuir a velocidade em que os helicópteros despencam de mais de trezentos metros de altura.

Seis olha pra mim com raiva.

–O QUE VOCÊ FEZ?! – ela berra.

–Wow! – levanto as mãos – Eu acabo de salvar sua vida. Por que tanta raiva?

Ela vem até mim e agarra-me pelo colarinho da camisa.

–VOCÊ SABE O QUE PODERIA TER CAUSADO?!

–Você sabe o que eles poderiam ter causado?

–SÃO HUMANOS!

–São monstros. Tentaram nos matar, nada mais justo.

–E AS VÍTIMAS? AS PESSOAS DO OUTRO PRÉDIO? E QUEM PODERIA ESTAR NA RUA?

–Lugar errado, hora errada. Isso acontece todos os dias.

–Chega, Seis. – Quatro interrompe-a, com uma calma que ele não devia possuir nesse momento. – Temos que sair daqui. Agora! Os reforços estão á caminho.

Ele aponta pro final da rua, onde posso ver SUVs aproximarem-se bem rápido. Dois carros, um Mercedes Benz classe C preto e um Gol G6 vermelho aparecem e freiam bruscamente na nossa frente. O Mercedes está ocupado por Sete, Dez, Oito e Nove, que está dirigindo. O Gol está sendo manobrado pela loirinha, vazio, exceto por BK, que nos espera no banco de trás. Quatro e Seis entram apressados e eu viro-me em direção dos carros.

–VAMOS! – Seis berra, sendo ignorada por mim.

Respiro fundo, fecho os olhos e me concentro. Abaixo-me e encosto a mão no chão. Pedregulhos enormes saem do meio do asfalto, ocupando toda a estrada. Elas crescem rápido até alcançarem os três metros, tanto de largura quanto de comprimento. Seis pára de gritar imediatamente, dando vez á Quatro, que estava no banco da frente.

–VEM LOGO! – ele berra.

Corro até o carro e a loirinha arranca, seguindo Nove de perto. Então Seis faz a última coisa que pensei que faria:

–Hum... – ela diz – Ér... Obrigada.

Notas finais
:3
AHUEAHEUAHEUAHUEAHHEU
Sim. Eu sou mal. E apressado. E nada-romântico. Além de ser um psicopata que ADORA explodir as coisas. :)
Aprendam: Ele NUNCA vai se acalmar. Nunca. Ok. Taaaalvez na segunda temporada... Mas not now.
ACHO que no próx cap - ou no seguinte - vou tentar pôr alguns beijinhos, mas sei lá, talvez não. HE. HE. HE.
Enfim, Sayonara Guys!
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