Lorien Remains

16 Capítulo 16


Notas iniciais
Uma pergunta respondida nesse Cap U.U Ah, e desculpem a qualidade horrível, é que é o primeiro CAP narrativo que eu faço... So... Enjoy:

POV Euzinho o/

Os Mogadorianos chegam logo depois que o Sky pula da janela.

Quando viram os quatro corpos jogados no chão, alguns deles riram e outros ficaram muito assustados pra isso. Suas peles pálidas parecendo ganhar uma cor urgente.

–Estão mortos, capitão! – Um Mog jovem confirma.

–Hump – O capitão zomba, coçando as tatuagens em seu couro cabeludo – Esse garoto daria um ótimo mogadoriano, principalmente se puxar ao pai. Achem-no, os testes não terminaram.

–Senhor ele...

O Mog jovem é interrompido quando uma labareda de fogo enorme surge na floresta, em uma esfera de destruição.

Todos correm pra floresta atrás das casas, enquanto o capitão pega um extintor de dentro do seu SUV, com o olhar duro.

Um incêndio enorme consumia uma grande parte da mata. No meio de tudo, escutavam-se gritos de dor.

Em meio ao incêndio, rolando no chão, estava uma chama com forma humana. A chama gritava e se debatia no chão, a fim de se livrar da dor.

Um dos Mogs dispara dois dardos contra a chama e o comandante a apaga com seu extintor, revelando um garoto de 16 anos.

Todos eles, principalmente o capitão, ficam sem reação. Não porque o garoto estava destruído, e sim por que ele não estava. Com exceção das roupas, o garoto estava em ótimo estado, aliás, estava em melhor estado do que antes. Algo dentro do garoto tinha despertado. Algo feroz.

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O garoto é encharcado com um balde de água fria. Ele se meche, mas não abre os olhos.

–Acorde, inútil! – O capitão grita e dá um soco no rosto do garoto.

Ele está numa cela, sendo guardado por mais de cem mogs, a quinze andares abaixo do chão, ele sabe disso, mas não se importa.

Todos os sete Mogs se assustam quando o garoto abre os olhos. Eles não estavam mais quase brancos. Não. Muito diferente disso. Os olhos do garoto estão em um vermelho vivo, como se estivessem refletindo o fogo.

Ele olha diretamente nos olhos do capitão, desafiando-o.

–Onde está? – o capitão pergunta por fim, mas tudo que recebe é silêncio – ONDE ESTÁ?

O garoto recebe outra bofetada, mas a única coisa que faz é rir sadicamente.

–Onde estão os arquivos? Onde seu pai os escondeu?

–Já procurou aqui? – ele abre as pernas e aponta pro meio delas.

O garoto recebe mais uma bofetada e ri outra vez.

Ele fecha os olhos e baixa à cabeça. A temperatura da cela aumenta, pelo menos, 10°C.

Quando ele abre os olhos, agora vermelhos, chamas tomam conta de todo o cômodo, partindo do garoto e ganhando vida própria.

O Mog que estava guardando o lado de fora da cela se assusta com os gritos desesperados dos companheiros e faz a última coisa que devia fazer. Ele abre a porta.

As chamas se expandem e saem da cela, se espalhando como água em um copo, incinerando qualquer coisa que se atrevesse a atravessar o seu caminho.

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O lado de fora do prédio de três andares agora é um furacão vermelho. Todo ele está coberto por chamas, que circulam em volta do mesmo como um tornado, lançando labaredas em todas as direções.

O garoto sai do prédio com as roupas chamuscadas, uma espada na mão e uma pistola em outra.

Ele corre pela estrada, tentando chegar mais rápido em algum lugar.

O fogo toma conta da mata em que o prédio estava situado e começa outro incêndio. Três monstros mogadorianos flamejantes voam como mísseis pra fora do prédio, mas logo tombam mortos.

O fogo atinge os carros dos Mogs e eles explodem, um por um.

O garoto continua sua corrida, com um olhar e um sorrido sádico estampados no rosto.

Quinze minutos depois ele chega a um restaurante isolado na beira da estrada, do lado de duas pequenas inclinações, como se tivessem cavado aquilo ali. Em frente dele estão estacionados sete SUVS pretos, e dentro dele um monte de homens com sobretudo e cabelos longos estão sentados numa mesa comendo alguma porcaria, ao redor deles humanos normais tem conversas agradáveis um com os outros.

O garoto sobe em um dos barrancos e olha diretamente pro restaurante. O ar ao redor de sua mão se torna fogo, que é comprimido numa esfera em cima de sua palma.

–Já chega – ele diz pra si mesmo – Fui caçado por muito tempo. Já está mais que na hora da caça, virar o caçador.

A esfera de fogo sai da sua mão como uma bala em direção ao restaurante, que explode, e, no fundo, ele sabia. Nenhum ser vivo conseguiria sobreviver ás suas chamas.

Dentro de Sky, as chamas cresciam. Ele se tornara o monstro que sempre detestou. Ele era o caçador agora.

Notas finais
PSÉ, o Sky frio - que é meu favorito U.U - voltou. E gente... Todo capítulo vai ter ação agora. O Sky vai ENDOEDHAR mais ainda. Until Next!