Lorien Remains
27 Capítulo 25 - Finalmente, O Encontro.
Notas iniciais
Ah, gente, notícia ruim:
Minhas provas começaram... E eu meio que vou ter que ficar um tempão sem postar, por quê minha mãe não vai deixar eu tocar no pc.
Enfim, Leiam as notas finais, é importante.
Fiquem com isso aew:
Podia jurar que vi uma lágrima no rosto da loirinha, enquanto passávamos pelo qüinquagésimo andar.
-John. – ela murmura, batendo o calcanhar direito no chão de ferro do elevador – Finalmente.
-Quanto tempo você está presa lá?
-Ia fazer três dias quando você apareceu.
Só três dias, e ela já está assim. Não posso deixar de pensar como ela vai ficar quando a Garde retornar á Lorien. Ela é humana, não poderia ir com eles.
A tela acima de nós avisava que estávamos no septuagésimo andar e seu sorriso vai de orelha á orelha.
Octogésimo andar.
Estava imaginando o porquê de ninguém ter entrado no elevador conosco, ou se alguém lá em cima já percebeu que estávamos subindo.
Nonagésimo andar.
A loirinha já estava em posição de ataque, preparada pra correr assim que as portas se abrissem.
Centésimo andar.
Sinto o elevador parar e as portas abrem-se. Do outro lado, os dois garotos da minha visão assumiam a posição de ataque, que desapareceu quando a loirinha começou sua corrida em direção ao mais baixo.
O rosto confuso do loiro seria engraçado, se o moreno não estivesse esperando eu mover-me pra atacar.
A loirinha abraça o loiro. Quase imediatamente, ele a suspende no ar e a beija. Olho pro moreno. Seus olhos castanho-escuros estão fixos em mim, analisando-me. Incrivelmente, ele é o segundo adolescente que eu vejo que realmente tem meu tamanho. Posso ver que ele ainda decide-se sobre atacar ou não atacar.
O casal oxigenado ainda está ocupado demais engolindo um ao outro pra lembrar que eu sou um completo estranho pra todo mundo.
Por cima do ombro do namorado, a loirinha finalmente me vê. Aponto com os olhos por moreno, ela entende o recado e acalma-o.
-Esse é o Sky, o cara que salvou minha vida duas vezes.
O moreno relaxa um pouco, mas, pelo que Sarah falou sobre o cara, ele não vai ficar feliz por muito tempo.
O loiro, que acredito ser o Quatro, já que a Sarah estava engolindo ele, vem em minha direção, estendendo a mão. Aperto-a.
-Prazer. – dizemos ao mesmo tempo.
-Esse é o Nove – ele apresenta.
Estendo a mão, e ele a aperta forçadamente.
-Quem é você? – ele pergunta firmemente, tentando, inutilmente, me intimidar.
Simplesmente sorrio debochadamente.
-Sou o cara que já salvou seu traseiro três vezes.
Seu rosto enrijece.
-Não ligue pra ele. – A loirinha fala, entrelaçando os dedos nos do namorado – Vem, eu te explico tudo.
~~~~~~~~~/Nem vou escrever ela explicando U.U/~~~~~~~~~
-Você é... Metade lorieno? – Quatro pergunta.
-Isso, Johnny. Você que estava distraído demais olhando pra boca dela pra poder entender. – Seis brinca.
Quatro tinha chamado todos pra sala, depois que Sarah tinha explicado parte da situação.
Podia reconhecer todos da minha visão. A loira, agora morena, que era a Seis. A morena, agora com mechas loiras, que eu mesmo reconhecia como Marina. O garoto bronzeado e moreno, qual eu sabia ser o Oito. E a Ella, a ruivinha de olhos castanhos, o décimo legado. Ela ficara do meu lado o tempo todo, a maioria dele sorrindo.
Seis ficara encarando-me por quase todo o tempo, tentando descobrir se o que Sarah estava despejando neles era realmente verdade.
-Como sabemos que não estava mentindo pra Sarah? – Ela, finalmente, pergunta.
-Com isso. – levanto a camisa, mostrando o enorme ferimento no centro dela, um pouco acima do umbigo, que tinha recomeçado á expelir sangue. – E isso. – mostro meu pingente lórico.
-Espera... – Dez fala – John, esse não é o mesmo pingente que o seu?
Quatro pega seu colar e mostra. E realmente era igual ao meu. Quatro luas entrelaçadas, formando o número lórico quatro.
-Esse pingente era do meu pai. Ele me deu um pouco antes de ser morto.
-Ah, sinto muito – Marina diz – Mas, seu pai era Lorieno certo? Por quê ele saiu de Lorien?
-Não faço ideia. Ele nunca me disse o motivo, só que ele veio acompanhado. Alguns meses atrás eu descobri que os Mogs mataram os amigos do meu pai também. Mas isso é tudo.
-Bem, — ela continua, levantando-se e vindo em minha direção – Seja bem vindo, Sky.
Ela sorri e estende a mão. Vendo seu jeito, lembro da Liah. Seus lábios finos e rosados, seu cabelo longo, liso no meio e encaracolado no final, negro e seus olhos castanhos. Afasto as memórias, sorrio de volta e cumprimento-a.
-Vem – A loirinha me chama. – Se o Nove permitir, eu vou te mostrar a casa.
Olho pra ela. Ela sabe muito bem que não temos muito tempo aqui. Os Mogs estão á um fio de cabelo de encontrá-los.
Levanto-me e a sigo pelo corredor.
-Você tá brincando né? – digo, quando alcançamos o corredor – Eles têm que sair daqui agora. Os Mogs já estão chegando. E tire esse sorriso da cara.
-Vem cá, pelo que você me contou, você tem estado nesse tipo de “caça ao alíen” á quase uma semana não é? Qual foi a última vez que você descansou?
-No avião...
-Mentira. Eu vi como você estava lá. Mal piscava.
-Eu meio que tenho uma experiência ruim com aviões.
Ela esboça um pequeno sorriso.
-Bem, de todo modo, não seria bom descansar? Quer dizer, olha essa coisa na sua barriga. Está sangrando outra vez. Vamos fazer assim: Você cuida dessa coisa, descansa, e tira um dia de folga. Então você conversa com o Nove.
-Com a Seis.
Ela pára de repente.
-Por que com a Seis?
-Porque ela não parece querer me matar, e parece ser a que menos gosta desse lugar. Pelo que eu pude notar, ela vai ser a mais fácil de persuadir.
Ela continua, até parar em frente á uma porta. Ela gira a maçaneta e empurra-a, mostrando o quarto. E que quarto.
Sinto vergonha imediatamente por passar tanto tempo dentro da mata. O quarto era enorme, no centro tinha uma cama de casal branca, e, pendurado no teto acima da cama, um lustre de cristal.
-Bem... – Digo – Talvez eu fique um pouco por aqui.
Notas finais
Sim, eu sei, vocês me odeiam, mas eu não podia deixar essa passar. U.U
Nope, minhas provas não começaram, só semana que vem, e mesmo assim, eu vou arrumar tempo pra escrever U.U
Não sei se alguém realmente caiu na pegadinha, maaaas, fzr o quê?
Eu trollei poucas pessoas na escola - por que todos estavam desconfiados comigo -, trollar a Isa é tão fácil, que nem tem graça. A mesma coisa com a minha mãe e com meu pai.
AHEAUHEUAHEUAHEUA
Certo, ok, talvez amanhã, ou depois de amanhã, eu posto outro cap.
Té a Próxima :3
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