Looking For a Love

2 Um não-reencontro


Notas iniciais
mil desculpas leitores ! meu computador quebro em conjunto com o meu notbook ai fico bem dificil de postar os caps mas meu pai consertou ( abeçoado seja ele ) bem Bjs seus lindos ! Boa leitura !

Tália andava pela ponte telescopia ate a entrada do terminal. A cada passo que dava, ouvia cochichos e atraia olhares, ela pensava se era por causa de sua regata curta ou só pelo simples fato de ser uma pessoa conhecida no mundo da moda. Revirou os olhos por trás dos óculos pretos, Saiu do terminal de desembarque e foi pegar suas malas. Sentou e esperou o tumulto passar aproveitando o momento, ela enviou um SMS para seu motorista avisando ao mesmo que ele só levaria sua bagagem, já que tália iria andando até a sua, mas não querida escola para ver Cristina sua quase ex-sogra.

Suspirou, vendo que o tumulto tinha sessado e as malas que estariam passando seriam as suas. Ela caminhou calmamente até a esteira, pegou primeiro a de rodinhas a colocando em pé no chão e depois sua bolsa. Puxou a Alça Retrátil da mala de rodinhas e caminhou até á saída do Aeroporto internacional de São Francisco.

Olhou pela porta transparente e viu Pedro, seu motorista acenando para ela. Sorriu apressando o passo depois de passar pela porta, abraçou Pedro sorrindo.

– quanto tempo, Depois dos dias a levando para a universidade-Ele se distanciou.

– Eu já estou, mas que grandinha para ter um velho no meu cangote – Ela deu a mala de rodinhas para Pedro colocar no porta-malas.

– Eu não sou tão velho assim, Sou? – Perguntou com um sorriso estampado no rosto.

– Não, calma você ainda pode pegar as senhoras da meia idade – Entregou-lhe a ultima mala.

– Mas porque andar se eu posso leva-la ate a sua antiga escola? – Ele retrucou, chaveando o porta-malas.

– Eu só quero caminhar pelas ruas de São Francisco, é Pedir muito? – Tália suspirou se espreguiçando

– Seja como quiser – Ele entrou no Hyundai e deu a partida no carro.

Tália ficou parada olhando o carro se distanciar. Ela não queria ter um motorista queria dirigir sozinha, mas seu pai não aceitou então ela teve que aceitar também e hoje ela é amiga de um velho. Sorriu pensando nos acordos que tentará fazer com seu pai, implorando para que ele não paga-se um motorista. começou a caminhar passava os olhos pelos bondes e lembrava de Melissa que se arriscava a entrar nos próprios em movimento, Lembrou de Jeremy tentando ensina-la a andar de skate e dos tombos que levava só de olhar os skatistas .

Tudo em São Francisco era perto então ela logo chegou ao seu destino. Os campos continuavam com o cheiro de maça verde, mesmas árvores, mesmos grama e até os mesmo lugares escondidos onde pessoas se pegavam á vontade. Andou pela parte cimentada e logo se viu frente á porta giratória do Saint Vicent. Em um empurrão, entrou entre um dos quatro espaços ali divididos, colocou um dos pés para fora da porta giratória e em seguida o outro Ficou observando os corredores vazios, andou lentamente analisando os míseros detalhes daquela escola.

Depois de alguns minutos analisando o local foi de encontro com a porta da diretoria e bateu na porta com a costa de sua mão esquerda, Ouviu um sonoro “entre”, girou a maçaneta e viu Cristina a folhear alguns papeis.

– Dona Cristina?- Cantarolou colocando a cabeça entre a porta e a parede.

– Tália?!- Ela sorriu, olhando tália tirar os óculos e colocando os mesmos no decote.

– A própria – entrou na pequena sala, deixando a porta se fechar por si mesma e foi de encontro ao abraço de Cristina.

– Você nem avisou que vinha... — Ela mostrou o tom de insatisfação na voz.

– Era uma surpresa – Se distanciaram e Tália sentou-se em uma das poltronas atrás de si.

– O que levou você a essa honrosa visita? – Ela junto às mãos e as direcionou a Tália.

– Bem, eu vou fazer 21, mês que vem e eu vim trazer o convite para o Jay e é claro para á senhora também – Ela pegou a bolsa e a abriu pegando um envelope preto, entregando a Cristina – Se a senhora gosta de festas com muito barulho e álcool em excesso, seja bem-vinda!- exclamou.

– Não vai extravasar, por favor – Ela suspirou – Vocês jovens de hoje fazem cada coisa – Aquelas palavras fizeram Tália sorrir- Não vou poder ir, mas meus filhos vão ir , eles não perdem essas festas –

– Filhos? – Ela retrucou – Bem dona Cristina eu não quero ser chata, mas será que a senhora poderia só avisar ao Jay e não ao Thomas? – Tália sorriu fraco.

– Por quê? – Tália imediatamente lembrou que Thomas provavelmente não disse oque fizera com ela – Tália?

– Nada, e porque seu filho e muito sem senso é ele pode jogar o carro do meu pai na piscina! – Revirou os olhos – então será que a senhora poderia esconder um pouquinho? – Ela juntou o dedo indicador com o polegar deixando apenas um espaço entre eles.

Ela sorriu – Por você eu faço Querida –

Elas ficaram pelo menos, mas de duas horas conversando sobre assuntos diversos até que Tália falará que teria de ir à casa de Melissa e Jeremy, Para entregar os convites.

– Só uma ultima coisa Tália, Ira acontecer o reencontro do 3° ano e você tem de ir – Ela retrucou em um tom autoritário.

– Vou pensar até dona Cristina – Ela fechou a porta com um a das mãos e com a outra colocou os óculos, bufou-Agora, mas alguns metros e. — ela fitou uma imagem no final do corredor que não a agradou.

Ela viu os motivos de seus pesadelos beijando uma qualquer e que ainda era, mas nova que ele “Filho da puta, eu falei com o Thomas não com você dona Cristina”, Ela poderia apelidar aquele momento com vários palavrões, mas resolveu fazer outra coisa. Voltou á pequena sala onde estaria Cristina.

– Dona Cristina eu acho que vi dois alunos seus quase trasando no meio do corredor – Tália estava rindo mentalmente ao ver como Cristina bateu na mesa e saiu pisando forte, ela espiou por uma brecha da porta ela reclamando com Thomas e uma garota chamada Lucy.

Ela saiu da sala da diretoria e andou ate a porta da escola, Acenou para Cristina que gritava com Lucy, a nova “ficante” do Thomas.

Thomas P.O. V

Minha mãe gritava feito uma louca no meio do corredor porque eu estaria fazendo coisas improprias no mesmo

– Aqui tem crianças pequenas não tem vergonha Senhorita Stuart? – ela nós olhava com um olhar de reprovação

– Mas Senhora diretora não Tinha... — Ela foi interrompida pela minha mãe- Não venha com essa desculpas pra boi dormir –

Algo, ou melhor, Alguém tirou minha atenção. Uma loira que trajava uma regata preta curta bem soltinha, um jeans claro todo desfiado e usava óculos escuros. Só podia ser ela, eu não estava nem, mas prestando a atenção nas duas “barraqueiras” á minha frente só queria saber se era mesmo ela, fui tentar ir até ela, mas minha mãe pegou no meu antebraço.

– Onde pensa em ir Mocinho? – os olhos dela estavam assustadores.

– Ali, Algum problema? – Sorri.

– Tem e muito você vai para a minha sala e você já para a aula!- Lucy saiu correndo e eu me lasquei legal, a loira acenou para a minha mãe que retribuiu.

Minha mãe estava me puxando para a sala dela para batermos um papinho de mãe para filho.

– Você já se formou porque fica rodando a escola?!- ela retrucou se sentando na poltrona de couro preta.

– Porque eu me amarro em garotas, mas novas – Falei na maior cara de pau.

– Isso e uma escola não uma casa de prostituição!– Ela estava bem impaciente.

– Quem falou em prostituição eu estou a falar de AM... -ela me interrompeu.

– Eu sei qual é o seu tipo Thomas pega e larga – ela se levantou e foi olhar a janela- não sei por que você terminou com a Tália

– Tá, tá, mas porque a senhora me chamou mesmo sabendo que eu não me controlo a ver aquelas garotas?- ele sorriu.

– Eu chamei-lhe para falar do reencontro – ela se virou me fitando

– Sim é oque eu tenho haver com isso? – coloquei as mãos atrás da cabeça

– Você vai ser o responsável pela execução da festa – ela sorriu

– Tá – esfregou minhas mãos com planos maliciosos

– Não, Thomas lembre-se não só ira pessoas do sexo masculino – ela suspirou – então sem mulheres nuas, poli dances ou outros fetiches masculinos da sua autoria – bateu sua mão na mesa de vidro que estremeceu – e sim uma simples festa em um clube.

Balbuciei — não prometo nada – sorri

– Então já comece a execução – ela deu uma olhada rápida em alguns papeis em cima da mesa – essa festa será no final do mês de novembro

– Tá mãe pode confiar no seu filho – levantei e sai pela porta, avistei o Marvin com a namorada dele. Fui à direção deles, preciso falar com ele sobre ela...

Tália Jones voltou...

Notas finais
mandem reviews nem se for pra dizer se ficou bom ou ruim ( mas me orgulho do meu trabalho ) :) Bjs e Boa madrugada
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.