Notas iniciais
Oi amoras, como estão? Sei que tenho que dar algumas explicações e tal... Então nos vemos lá embaixo.

“No longo caminho a percorrer, continuo pensando em você”

– Tooi Michi no Saki de, Takekawa Ai.

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Capítulo 6

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Família, surpresas, confusão

PARTE I

Por Sakura Prongs

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“– Arigatou, Inuyasha.

– Pelo que?

– Por me amar. Aishiteru. – disse fechando os olhos e deixando o sono lhe dominar. Afinal teriam um dia agitado amanhã.”

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Os primeiros raios de sol adentravam pela janela despertando Kagome e Inuyasha, que apesar cansados por não terem dormido muito na noite anterior, abrem os olhos contra vontade.

– Bom dia. – diz Kagome sorrindo.

– Bom dia. – diz Inuyasha em meio a um bocejo. – E então, o que vamos fazer hoje?

– Por mim ficaria deitada com você o dia inteiro...

– Decidido então. – disse o hanyou capturando os lábios da futura esposa.

– Inuyasha. – repreendeu Kagome rindo, enquanto o empurrava delicadamente. – Mas infelizmente, já tenho outros planos.

– Como o quê? – franziu o cenho, seu instinto de meio-youkai alertando perigo.

– Bom, nós vamos nos casar daqui um mês. Não vou te obrigar a me ajudar nos preparativos, mesmo porque seria desastroso. Mas, bem... err...

– Não enrola. – disse Inuyasha revirando os olhos.

– Nós precisamos informar a minha família sobre a nossa... Situação.

– COMO ASSIM, KAGOME? – arregalou os olhos e começou a mexer as orelhas nervosamente.

– Ah, eles precisam saber né... Que vão ter mais um membro na família e que nós vamos no casar. – disse Kagome enquanto gesticulava com as mãos e sorria sem graça.

– O QUÊ? VOCÊ QUER QUE EU VÁ ATÉ SUA ANTIGA CASA E DIGA PARA SUA MÃE, SEU AVÔ E IRMÃO QUE EU ENGRAVIDEI A FILHA, NETA E IRMÃ DELES? – gritou horrorizado com o absurdo que a garota havia acabo de falar.

– Exato. – balançou a cabeça sorrindo.

– Você é louca. Eu não vou e você não vai me obrigar. – disse Inuyasha fazendo um biquinho infantil e cruzando os braços.

– Ah, não vai? Ok, então vou fazer greve.

–C-Como assim g-greve?

– Você me entendeu. – deu um sorrisinho malicioso.

– Muito esperta, Kagome. Muito esperta.

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Pouco tempo depois, Kagome e Inuyasha já haviam se aprontado para ir até a terra natal da garota e agora trilhavam seu caminho até o poço Come-Ossos.

– Ei, Kagome? – chamou o hanyou.

– Sim?

– Nós... Hm... P-precisamos mesmo...

– Fala logo, Inuyasha. – disse Kagome enquanto rolava os olhos impacientemente.

– Errr... Contar... Todos... Os... Detalhes? – perguntou enquanto suas bochechas coravam.

– Com “Todos os detalhes” você fala de...?

– Você sabe...

– Sei? – disse Kagome inocentemente.

– Kagome... – Inuyasha choramingou quando a garota deu uma gargalhada.

– É claro que precisamos, agora para de fazer drama e vamos logo! – exclamou quando chegaram ao poço.

Depois de muitos protestos e resmungos mal humorados, Inuyasha bufou e em seguida pegou Kagome no colo pulando no poço que levava à era natal de Kagome. Ao saírem do templo se depararam com Souta — um pouco mais velho, mais alto e mais maduro do que Inuyasha se lembrava — que limpava sua bicicleta tranquilamente.

– Souta! – exclamou a garota abraçando o irmão.

– Mana, achei que não vinha mais nos visitar. – respondeu o garoto enquanto era massacrado pela irmã. – Inuyasha, quanto tempo! – os olhos reluziam enquanto encarava o cunhado.

– É pirralho, você cresceu. – disse o hanyou com um sorriso.

– Hehe, você quer brincar comigo hein? – disse Souta provocando gotas na cabeça do casal.

– Deixa pra lá... — disse Inuyasha.

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Pouco depois, a mãe e o avô de Kagome subiam as escadas do templo calmamente.

– Kagome! – disse sua mãe correndo para abraçá-la. – É tão bom ver você filha, e você também Inuyasha. – sorriu docemente. — Como vocês estão?

– Ah mamãe, estamos bem. E vocês? Vovô, Souta... Como estão as coisas por aqui?

– Está tudo muito bem. – respondeu o avô de Kagome. – E o que traz vocês aqui?

– Bem, nós temos novidades...

– Errrr... Então... Kagome, por que você não conta para eles enquanto eu vou... – disse Inuyasha ameaçando correr enquanto Kagome apenas revirou os olhos.

– Senta. – o hanyou caiu no chão e levantou-se, emburrado, em seguida.

– Nós... vamos nos casar.

– Filha, isso é ótimo!

– Que legal, mana.

– Sim, sim. – disse o avô de Kagome concordando com sua filha e neto. — Tenho o presente perfeito para vocês, um amuleto de...

– Isso é ótimo vovô... Mas, nós também temos outra novidade. Eu... Estou grávida! – Inuyasha apertou os olhos com força esperando a reação da família da garota.

– Você... O QUÊ?

– Ah, filhinha. – disse sua mãe abraçando-a com força. – Meu bebê vai ter um bebê!

– Eu vou ser tio! Que massa.

– Mas o que... – disse Inuyasha

– O quê? Vocês estão concordando com isso? – disse o avô contrariado.

– Papai, isso é tão normal nos dias de hoje. – disse a mãe de Kagome tentando amenizar a situação.

– Mas eles vivem na era feudal!

– Hahaha, calma vovô. Nós vamos nos casar dentro de mais ou menos um mês! As regras da Era Feudal são realmente um pouquinho mais rígidas em relação a esse assunto.

– Humpf, certo. – disse o avô convencido, porém com voz de choro.

– Vovô, você está chorando? – perguntou Souta.

– Claro que não, foi apenas um cisco que caiu no meu olho.

– Ah vovô, essa é a desculpa mais esfarrapada que existe. – disse Kagome correndo e abraçando o avô, sendo seguida pela mãe e o irmão.

– ABRAÇO EM FAMÍLIA. – gritaram todos, enquanto Inuyasha apenas observava. A mãe de Kagome se virou e disse: — Venha Inuyasha, agora você é oficialmente parte da família também!

– É ISSO AI, VEM CÁ MANO! – disse Souta esticando os braços e Kagome sorrindo docemente repetiu o gesto do irmão. Inuyasha sorriu e se aproximou sendo massacrado pela família da garota.

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Logo após o gesto de carinho da família com o casal foram todos almoçar na sala.

– E então filha, como andam as coisas na Era Feudal?

– Ah mamãe, está tudo uma maravilha. Nós temos até mesmo uma casa customizada. – riram.

– Customizada como? – perguntou Souta.

– Bom, ela fica em uma clareira linda e tem até mesmo uma cama parecida com a do meu quarto.

– Uau! Foi você quem fez, Inuyasha?

– Claro! Eu tive algum tempo de sobra depois que a Kagome foi embora...

– Entendo. — disse a mãe de Kagome. – Ei, por que você não leva o Inuyasha para conhecer um pouco de Tóquio depois do almoço, Kagome? Vocês tem a tarde toda, aposto que seria divertido.

– Conhecer Tóquio? – repetiu Inuyasha.

– CLARO, é uma ótima ideia mamãe. Sempre que o Inuyasha veio aqui, estava com pressa por algum motivo. Seria bom ver as coisas com mais calma.

– Mas... O que? – disse Inuyasha.

– Hihi, já tenho uma ideia de onde podemos ir Inuyasha.

– Aonde? – perguntou o hanyou confuso.

– CINEMA.

– Cine... o quê?

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FIM DA PARTE I.

Notas finais
Então amoras, eu sei estou MUUUUUITO tempo atrasada com o capítulo e a explicação é a seguinte: falta de inspiração. . . Quem escreve sabe do que eu estou falando, eu tinha um monte de coisas para fazer (tipo passar de ano e tal) e quando sobrava tempo eu simplesmente não tinha ideias, não conseguia montar diálogos e nem nada do tipo. . . Agora eu finalmente consegui terminar minhas coisas e tive tempo/inspiração para terminar o capítulo. . . Tinha ficado simplesmente ENOOOORME, portanto eu o dividi em duas partes para render mais e não ficar cansativo, pretendo postá-lo semana que vem... Mas tudo pode acontecer, portanto não prometo nada. . . Espero que gostem do capítulo e lembrem-se que quantos mais comentários, mais animada eu ficarei para atualizar! . . xoxo, Prongs.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.