Look After, you OutlawQueen, Regina & Robin
2 2 Chapter - Eu, caçadora de mim ♥
Notas iniciais
“Longe se vai, sonhando demais, mas onde se chega assim? Vou descobrir o que me faz sentir, eu caçador(a) de mim ”
Música do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=Se9XYKHQi3Y
Ao acordar, Regina se sentia um pouco melhor que ontem, saiu do quarto vestida com um seu tubinho preto, uma capa preta e um encharpe amarelado (aquela manhã havia começado mais fria), caminhou e olhou entre a porta do quarto do Henry, ele ainda estava dormindo...então ela decidiu que levaria um café para ele na cama, mas qual a sua surpresa, quando desceu as escadas? A mesa já estava toda pronta, com café, pães, frutas e quando ela se virou, Henry, estava atrás dela dizendo com aquele sorriso:
– Bom dia mãe do dia! Como vai? Está um pouco melhor? Como sei que esses dias ainda serão um pouco difíceis, resolvi preparar um café da manhã bem gostoso para gente! Gostou? – sorrindo e abraçando.
– Querido, meu amor, eu não gostei....eu AMEI! Obrigada pela surpresa! – sorriu retribuindo o abraço de Henry e beijando a cabeça dele (ela percebia que a cada dia ele ficava maior e como toda mãe, sentia saudades de quando seu filho era pequeno) – Vamos nos sentar?
– Claro! Disse Henry sentando-se ao lado de Regina.
E o café da manhã ocorreu tudo na mais perfeita tranquilidade, minutos depois...enquanto guardavam a louça, Regina disse:
– Henry, vou levá-lo até sua avó, pois preciso conversar com ela alguns assuntos da prefeitura, tudo bem?
– Claro mãe, sem problemas! Vou pegar o meu casaco e já saímos. – disse o menino sorrindo.
Em pouco tempo depois....
Regina e Henry já havia chegado na prefeitura e foram recebidos por Snow, abraçando o neto e quando chegou a vez da Regina disse:
– Oi Regina, sentimos muito por tudo o que aconteceu, mas sabe eu tenho certeza que daremos um jeito para trazê-lo de volta, vocês dois são tão lindos juntos! – disse Snow sorrindo e a abraçando.
– Por favor Snow...eu não quero falar sobre isso! Estou aqui para te ajudar a resolver alguns problemas da prefeitura que surgiram depois da maldição...como as crateras que surgiram na nossa avenida principal! – contou direta.
– Tudo bem Regina, não vamos falar sobre isso se é o que você deseja. Quanto aos assuntos da prefeitura eu realmente preciso da sua ajuda! – disse sorrindo.
Regina ficou até umas 16hs ajudando Snow com os assuntos da Prefeitura, aquela altura Henry já havia se despedido e ido para a casa da avó junto com Emma. Regina achou que era o momento certo de ir também, se despediu de Snow e foi para casa.
Chegando em casa, abriu a porta e se deparou, o quanto vazia ficava sem a presença de Henry, respirou fundo e começou a preparar o jantar, pois estava com muita fome. Ela lembrou que ao longo do dia, não deixara de pensar em Hope, o que aquele sonho significava? E também andava pensando em tudo que havia acontecido com ela, desde a morte da Daniel, sua mãe Cora, seu pai Henry (era a lembrança que lhe doía mais), sua irmã Zelena, que mal tivera tempo de conhecê-la direito sem que ela não quisesse matá-la...Snow...aquela fofoca que custará a vida de Daniel, enfim...eram tantos pensamentos confusos em sua mente que quando se deu por si estava quase queimando a comida que estava preparando!
Comeu calada, com pensamentos que não paravam de rondar sua mente: “Por tanto amor por tanta emoção a vida me fez assim, doce ou atroz mansa ou feroz eu caçadora de mim? “ Quando estamos com tanta raiva não pensamos direito e somente agimos por impulso, o que causa decisões que acarretam ao nosso futuro, a prova disso é que como eu agi em um momento de raiva, acabei cultivando o mal dentro de mim e me tornando uma “Evil Queen” e tracei o meu destino como a “bruxa solitária” por mais que eu mude , por mais que a magia branca comece a aparecer de nada adianta, se o meu destino é terminar sozinha? Sem Daniel, Henry e meu amor Robin...
Regina sabia que parte daquela teoria criada por ela, era irreal mas ao mesmo tempo, sabia que algumas de suas emoções estavam a flor da pele, depois daquela despedida.
Depois de lavar a louça e aguardá-la subiu as escadas e foi tomar um banho, depois vestiu sua camisola e resolveu ir deitar. Demorou um pouco mas Regina finalmente havia pego no sono...
Em um outro lugar,
Hope estava num lugar claro cheio de flores, animais e crianças, neste dia ela chateada e magoada. Estava com um vestido branco,com a cabeça abraçada aos pés, sentada em um banco branco olhando para baixo, quando uma moça de cabelos ruivos de olhos verdes, apareceu ao lado dela:
– Olá Hope, como está se sentindo hoje? – sorriu.
Ela levantou os olhos azuis para moça e respondeu:
– Não muito bem, hoje gostaria de encontrar alguém e não posso, pois não tenho permissão para sair daqui. Disse tristonha.
A moça a olhou com carinho e disse:
– Você estava indo ver Regina, Hope?
– Sim...ela parecia bem durante todo o dia, mas a noite ela começou a ficar chateada e gostaria de poder reconfortá-la...sabe? – disse meio tristonha
– Entendo minha pequena, mas tenha calma! Ainda há tempo de você encontrá-la hoje! – disse reconfortando-a, passando a mão em seus cabelos lisos e pretos... – Você é tão bonita, sabia? Tem muita sorte de ter alguém que amará você! – sorriu.
– Qual o seu nome moça de olhos verdes? – perguntou curiosa
– Zelena, mas pode me chamar de Lena, eu prefiro assim... – respondeu.
– Lena e porque você me disse isso? perguntou
– Porque eu os conheço e sei que cuidarão muito bem de você, quando estiverem prontos! – disse sorrindo e em seguida a colocou em seu colo e começou a fazer uma trança nos cabelos compridos da menina. A garota não ofereceu nenhuma resistência, afinal a moça parecia muito boa.
– Você terá a sorte que eu não tive, pequena, então cuidarei para que tudo de bom aconteça com você e sua família, entendeu? – Finalizando a trança e a olhando com aqueles olhos verdes.
– Entendi, Lena! Obrigada pela ajuda! – disse em seguida a abraçou e aquele abraço, era uma coisa que Zelena nunca tinha sentido, era um abraço tão reconfortante que jamais esqueceria de Hope.
– Vamos já sei o que podemos fazer! – disse chamando a garotinha e ambas sumiram.
Enquanto isso no outro lado da linha....
Ao acordar Robin viu Marian e Roland ainda dormindo, assim foi tomar um banho, vesti-se e saiu para ir comprar, ao menos algumas roupas para eles e um café da manhã, no que no mundo dele chamava “Grany’s” aqui chama-se “Padaria” eram aproximadamente 8 horas quando ele saiu e retornou por volta das 10hs... quando abriu a porta encontrou Roland acordado e desesperado:
– Pai, pai! – disse fungando – eu fiquei tão assustado, acordei e você não estava aqui...só a mamãe!
– Eu tentei acalmá-lo Robin, mas ele não me ouvia, falei que você havia dado uma saída rápida...- disse Marian.
– Tudo bem Marian, sem problemas, aliás toma — entregou algumas roupas — comprei para nós usarmos enquanto estivermos fora!
Marian em seguida foi ao banheiro para trocar de roupa. Enquanto isso Robin, segurava o seu “little man” e tentava acalmá-lo:
– Calma” my little man”, eu estou aqui e não deixarei nem você e nem mamãe aqui...vamos voltar todos juntos, vamos encontrar Regina juntos”!
– Eu sei papai, mas eu e o Teddy estávamos assustados, nunca mais faça isso, tá bom? Roland olhou com aquelas covinhas e aquele olhar melancólico...
– Tudo bem my little! Agora...que história é essa que eu fiquei sabendo hein?
– Que história, papai? – disse perguntava intrigado.
– Que você aprontou bastante ontem na banheiro aqui da pensão hein? – disse brincando. – E começou a fazer cócegas nele e em seguida sua cara de choro desapareceu no lugar de lindas e gostosas gargalhadas.
Marian havia saído do banheiro, com uma calça jeans e blusa regata (estava um calor esse dia, nessa cidade grande)
Marian ficou brincando e trocando Roland, enquanto Robin foi mudar de roupa também, estava se sentindo mais forte, mais poderoso e com mais saudades de sua amada!
Saindo do banheiro, Robin disse a Marian e Roland:
– Hoje estou saindo para procurar um emprego temporário, espero que vocês dois fiquem aqui e tomem muito cuidado, não conhecemos nada...então...deu um beijo em Roland um abraço em Marian e saiu apressado.
Fale com o autor