Notas iniciais
Desculpem a demora, ainda to sem pc, mas vou postar o quanto antes....

- Oh, olá meu nome é Nick muito prazer. – Falei forçando uma voz grossa.

- Tá bom boba vai tomar banho logo senão vamos nos atrasar. – Ela falou me dando tapas nas pernas.

Levantei, tomei um banho rápido e me arrumei sem exageros, não quero assustar ninguém. Quando Kris me viu logo começou com as piadinhas.

- Como você esta linda parece até uma menina de quinze anos.

- Não gostei da brincadeira. Nem devia ter convidado ele, vocês vão massacrá-lo já estou até vendo.

- Foi só uma brincadeira, claro que não farei na frente dele.

- Não sei.

- Que horror você não confia em mim?

-Desculpa amiga, mas se o assunto for fazer piada dos outros aí não confio nem pouco em você.

- Tem razão, prometo que vou me controlar para não fazer na frente dele pelo menos não o tempo todo.

- Tudo bem vou protegê-lo.

Saímos de casa as sete e trinta, a lanchonete é a cinco quarteirões então fomos a pé e chegamos em vinte minutos na metade do último quarteirão pudemos ver uma sombra na entrada da lanchonete e apostamos em quem pesávamos que era, apostei no Harold apesar de não ter certeza, kris parecia convicta de que era o Nick. Mais alguns passos e percebemos que pessoa tinha algo na mão, não sabíamos o que era atravessamos a rua e pude ver que se tratava de um buque de flores do campo, eram bem coloridas e muito bonitas, mas ainda faltava descobrir de quem eram as mãos que seguravam tão lindo buquê. Paramos de conversar quando nos aproximamos do dono das flores que ao perceber nossa presença se virou, ao ver quem era começamos a rir muito deixando ele constrangido. Não era nem o Nick nem o Harold, mas sim o Lenni marido da Hanna, outra garçonete. Entramos e procuramos uma mesa. Fomos as primeiras a chegar em seguida chegaram Nick e os outros.

Os minutos passavam rápido e já era quase nove e Harold ainda não tinha chegado, fiquei preocupada e tentei ligar pra ele. A festa era pra mim e a única pessoa que não a estava aproveitando era eu. Tentei não me preocupar, depois tentei não aparentar minha preocupação, aí me esforcei para não entrar em pânico, em seguida mantive concentrada para ninguém perceber que eu estava tendo um ataque de nervos. Resolvi sair, dar uma volta no quarteirão, pensar em outra coisa. Andei olhando para o chão e segurando as lagrimas que teimosas insistiam em correr pelo meu rosto, acho que levei uns dez minutos pra voltar a lanchonete. Olhei pela vidraça procurando por aqueles cabelos cacheados lá dentro, mas nada ele não estava ali. Enquanto me afastava da janela tentando rumar a porta senti alguém atrás de mim me abraçar, um abraço que apesar de desconhecido naquele momento foi reconfortante. Então senti a respiração ofegante se aproximando do meu ouvido, um arrepio involuntário correu meu corpo senti minhas pernas tremerem e então ouvi uma voz doce sussurrar em meu ouvido.

-Não é hora de uma garota tão linda estar na rua ainda mais sozinha. — me virei para ter certeza que a voz era de quem eu pensava, não sei por que prendi a respiração ao me virar para fitar a pessoa atrás de mim. Confesso que fiquei apavorada com a idéia de ser assaltada ou coisa pior. Quando finalmente tive certeza de quem era a pessoa deixei escapar um suspiro de alivio me jogando imediatamente em seus braços e por alguns minutos esqueci o resto do mundo, daí lembrei que eu estava muito brava com ele e o soltei imediatamente, ele me fitou confuso.

- O que foi? Sou eu esta tudo bem.

- Não esta tudo bem eu quase morri de preocupação te liguei e o seu celular estava desligado, achei que você nem viesse.

- Calma, eu posso explicar.

- Como?

Notas finais
Desculpem o tamanho do capitulo promento que os próximos serão maiores.XXXX