Passado negro, isso é a definição do passado do Mr Sheen e Oielyn, um passado negro cheio de mistérios e crimes não solucionados.

Londres, 1998.

- Bom dia papai.

- Bom dia filha, preparada para ir à escola?

- Sim papai, oh me perdoe mas estou atrasada! Se vemos a noite então.

Katerine, filha de Oielyn Sheen uma garota esperançosa e cheia de planos para o futuro como qualquer adolescente comum. Uma garota alegre e doce mal podia esperar ou imaginar o que aconteceria nesse dia chuvoso em Londres.

Oielyn Sheen irmão do Allan Sheen (prefere ser chamado como Mr Sheen), um homem desocupado que a princípio trabalha como caixa em um pequeno mercado na rua de sua casa. Um homem de 35 anos, divorciado com uma filha e aparentemente um bom homem... até então.

Mr Sheen, um homem de poucas palavras, 29 anos e não trabalha. Desde pequeno tem o apelido de 'sheen the killer (Sheen o Assassino) por adorar matar aranhas e guardá-las em potes descartáveis.

Katerine em seu caminho para escola como sempre andava cabisbaixa, preocupada com a prova trimestral de biologia que enfrentaria nessa manhã.

- Olá bela moça, o que faz andando sozinha nessa rua chuvosa nessa manhã tão obscura? — Disse um rapaz alto, vestido de preto e com um olhar misterioso.

- Desculpe senhor, mas não sou de falar com qualquer um na rua e estou atrasada. — Disse Katerine enquanto andava apuradamente pela rua.

Katerine não sabia o que enfrentaria nesse dia a única coisa que podemos saber é que não seria algo bom.

Chegando próximo à seu colégio o mesmo homem para, segura Kate (apelido de Katerine) coloca em um carro e atende a um telefonema.

- Sim senhor ela já está comigo, se vemos no lugar de sempre.

Kate estava aflita e desesperada e no mesmo dia todos ficaram sabendo da menina que sumirá em Londres no ano de 1998...

Continua.

Notas finais
Desculpas se ficou muito pequena, é apenas o início e representa uma parte do passado da estória. Próximo capítulo terá mais coisas.
Obrigado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.