Lolitale

2 A Estátua Da Música Sem Fim.


Notas iniciais
eu realmente demorei um pouco para soltar esse CAP., na verdade essa e a segunda vez que escrevo, pois da primeira deu umas m*rd*s. Espero que gostem. BOA LEITURA !!!

Sans forçou os dois a saírem rápido do complexo laboratório, mas parou por cansaço.

—Ter pulmões... e tão... complicado _ Disse ofegante.

E apenas agora Frisk tinha teve uma chance de explicar, usando apenas duas palavras:

—Deu certo.

papyrus olhou seu irmão, que agora é sua sedentária irmãzinha.

—NYE NYE NYE NYE, finalmente meu irmão poderá sentir o sabor de um bom espaguete. _ ele percebeu o erro que fez após falar, mas Sans não se importou.

—Normalmente eu faria uma piada... mas agora... só posso dizer piu.

—Infelizmente isso nunca muda não é? _disse ele tento noção da dimensão da falta de humor.

—Nunca acaba! Vamos andando até a Estátua Da Música Sem fim.

—Para? _ Perguntou Frisk enquanto retomavam o caminho em Hotland, era e continua sendo o local de entrada do laboratório, um lugar onde no lugar de um enorme oceano á lava.

—Você verá, alías eu nunca me senti tão quente.

—Só por que vai ser "estudado" ou melhor... "estudada"? _ Frisk disse com uma cara maliciosa semelhante a que ela sempre tem (não mudou nada)

—Apenas vamos.

No caminho Frisk explica para Sans o que os humanos farão no Monumento Das Almas, esse é o lugar construido em memória aos humanos mortos pelos monstros no Underground, é hoje por ser natal, os famíliares mais próximos ainda vivos dos donos das almas irão fazer uma homenagem. a estrutura é semelhante aos templos gregos porém, nos pilares, há capsulas transparentes com cada alma em cada, em seu interior cada suposto item pertencente a cada um deles, ao lado frases para confortar a alma (uma crença dos humanos que para monstros não fazia sentido algum). a Estátua Da Música Sem Fim é basicamente uma estátua de um mosntro com chifres em pose de meditação segurando um grada-chuva, havia também uma goteira em cima dele, e conforme pingava uma sinfonia se formava, a estátua foi nomeada por Asriel devido a música ser semelhante ao que ele ouvia de Toriel quando era uma cabrinha. E agora ela serve como um monumento até o centro comercial de Waterfall.

Chegando em frente da Estátua Da Música Sem Fim Sans falou:

—Feche seus olhos Frisk!

—Estão fechados _ Respondeu Frisk, Sans olhou seu rosto com uma certa desconfiança.

—Você também Papyrus!

—Eu não tenho!!! _ Papyrus exclamou.

—Então tampe seus glóbulos oculares.

Dito isso ele o fez, Sans pôs o dedo indicador sobre a cabeça da estátua e conforme as gotas pingavam foi desenhando símbolos, poucos segundos depois uma fenda na parede se abriu e ela puxou todos para dentro dela.

—EEEEEEEIIIIIIIIIIII _ Gritou Sans.

Mas ninguém venho. Eles estavam em lugar com paredes e chão cinza.

—Ei seu mão furada.

—O que você quer? _ perguntou uma voz feminina e rispida atras deles. todos se viraram, e lá estava uma garota vestida com um manto preto, ela era pálida e com cabelos cortados até os ombros.

—Não me diga que você também? _ perguntou Sans surpreso.

—Não vou dizer duas vezes, diga rápido, tenho um genocida para para em outra linha do tempo.

Frisk engoliu o seco.

—Sou eu, Sans.

—Isso quer dizer... _ ela pôs a mão na boca para esconder o riso,mas falhou, pois no meio de sua mão havia um furo enorme.

—Você não está tão diferente de mim falou Sans irritada.

—Antes que você me pergunte, eu já me estudei. A alma roxa e apenas um holograma a verdadeira esta comigo.

—Então por que isso acontece _ Sans disse enquanto Frisk explicava para Papyrus quem ela era.

—Suponho que Alphys já tenha te dito a ideia principal, como datas, e etc. Mas o que ela e nem você sabe e que esse fenômeno acontece durante a presença constante de partículas de DETERMINAÇÃO que aumento o produção nessa data, tendo em conta de que essa partícula provoca a overdose de DETERMINAÇÃO nos humano, e claro que isso não afeta os corpos, mas isso e diferente quando uma ama está fora do corpo. Muitos afirmam poder ouvir as vozes dessas almas, porém não é um grito de desespero é apenas uma onda magnética que ecoa pela alma, basicamente é algo que ele disse.e também á a ação das almas em monstros com LOVE elevado e vice-versa... _ Gaster olhou para Sans que estava quase dormindo _ Acorde _ disse na orelha de Sans e a mesma acordou com um arrepio no corpo.

—Espera um tempinho a mais, mãe.

—"mãe".

—o que?

—Você disse "mãe".

—Quando?

—Agora mesmo ... _ ela parou ao perceber que Sans estava corando.

—poderia Fazer um favor?

—Diga.

—Vamos comigo e explique tudo isso a Alphys.

—Você sabe que eu não posso falar fora daqui né, e olha só esse trapo.

—Sim, mas podemos passar em uma loja de roupa e comprar um jaleco para você.

—Não precisa, aqui está _ ela materializou um jaleco preto, agora estava determinada a ir.

—Você vai? _ Sans a olhou com certa satisfação.

—E claro, preciso mostrar algumas teses para Asgore.

Sans a abraçou fortemente. Saíram da fenda e os olhos de Gaster estava com olheiras enormes enquanto um olho era maior do que o outro dando uma expressão calma de um lado e insana do outro, isso tudo mudou em medos de um instante. Frisk mandou ela abaixar e fez uma franja tampando o olho maior.

—Obrigado, Humano _ Gaster parou e observou, um sorriso enorme e doentio se abria enquanto uma nova estátua chamada "O Mostro Metade Humano Metade Mostro Que Sorri Ao Lado Da Estátua Da Música Sem Fim" (nome possivelmente dado por Asiriel)estava se formando, devido a semelhança de Frisk e a louca genocida, porém Frisk levou um susto maior ainda com a sua nova voz idêntica a um pássaro em seus últimos momentos de vida, Frisk imediatamente acelerou o passo.

Notas finais
creio que alguém que chegou até aqui se pergunte o por que do gênero "ação", a resposta para essa pergunta sera no PRÓXIMO CAPÍTULO.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.