Lobo Urbano
É assim que vou seguir vivendo. Eu enxergo o mundo um pouco diferente enquanto cuido das minhas plantas no terraço abandonado do Edifício Relicário, onde moro. Não tenho companhia no meu dia a dia. Tive meu cigarro, mas há tempos que não fumo. Ultimamente tenho ficado com uma coceira para dar uma tragada. E talvez o faça. Essa cidade tem seu charme. O mundo é tão lindo, mas tão cretino. Todo lobo admira aquela coruja que voa livre no céu. E toda coruja majestosa admira o lobo que corre livre nas florestas. São fantasmas da noite. Deixe-me andar, pelas horas, pelos dias... pelos meus olhos. Pela minha vida.
Esse velho lobo de cabelo desgrenhado de um preto sem graça, com os olhos castanhos com um brilho vívido pela relva da cidade e nos confins dos subúrbios.
Sou Walker. Um lobo solitário. Um lobo sem alcateia.
O lobo que uiva entre prédios e lamúrias, mas sorri ao menor sinal de brisa.
Esse velho lobo de cabelo desgrenhado de um preto sem graça, com os olhos castanhos com um brilho vívido pela relva da cidade e nos confins dos subúrbios.
Sou Walker. Um lobo solitário. Um lobo sem alcateia.
O lobo que uiva entre prédios e lamúrias, mas sorri ao menor sinal de brisa.
Ana Laura
Sinopse
É assim que vou seguir vivendo. Eu enxergo o mundo um pouco diferente enquanto cuido das minhas plantas no terraço abandonado do Edifício Relicário, onde moro. Não tenho companhia no meu dia a dia. Tive meu cigarro, mas há tempos que não fumo. Ultimamente tenho ficado com uma coceira para dar uma tragada. E talvez o faça. Essa cidade tem seu charme. O mundo é tão lindo, mas tão cretino. Todo lobo admira aquela coruja que voa livre no céu. E toda coruja majestosa admira o lobo que corre livre nas florestas. São fantasmas da noite. Deixe-me andar, pelas horas, pelos dias... pelos meus olhos. Pela minha vida.
Esse velho lobo de cabelo desgrenhado de um preto sem graça, com os olhos castanhos com um brilho vívido pela relva da cidade e nos confins dos subúrbios.
Sou Walker. Um lobo solitário. Um lobo sem alcateia.
O lobo que uiva entre prédios e lamúrias, mas sorri ao menor sinal de brisa.
Esse velho lobo de cabelo desgrenhado de um preto sem graça, com os olhos castanhos com um brilho vívido pela relva da cidade e nos confins dos subúrbios.
Sou Walker. Um lobo solitário. Um lobo sem alcateia.
O lobo que uiva entre prédios e lamúrias, mas sorri ao menor sinal de brisa.
Notas adicionais
Escrito por
Ana Laura
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 14 de jun. de 2014, 12:26
Atualizado em 21 de jun. de 2014, 16:58
1949 palavras
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