Lizza & Daphenee em De Volta a Câmara Secreta
7 Capítulo 7 - Teddy Remus Lupin
Notas iniciais
Daphenee acordara cedo aquela manhã. A comunal da Sonserina ainda estava vazia. Ela foi ao banheiro e tomou seu banho e escovou os dentes. Penteou os cabelos ruivos flamejantes e se vestiu para a aula. Mas deixando a comida de sua cobra Bituri.
Antes de ir para a primeira aula. A mesma e sua amiga Lizza haviam marcado de se encontrarem na sob os pés da escadaria de marmore para irem tomar café da manhã juntas. Quando estava saindo das masmorras e indo ao andar superior, a mesma foi interditada pela a presença de Katherine Alecsander.
– Daph, aprenda a andar com as companhias certas. Você não deveria andar com a ralé. Sei que você é inteligente e está me entendendo.
– Então Katherine, finja que não sou inteligente. Eu sei as pessoas com quem ando. Mais vale uma linhagem humilde do que um coração sujo como o seu. — Respondeu Daphenee e continuou subindo, deixando a ruiva tempestade resmungando.
Quando se encontrou com Lizza e as duas adentraram o Salão Principal. Muitos as fitavam. Foi quando Lizza olhou para a mesa dos professores...
***
– Daph, aquele homem de cabelos azuis é o Lobisomem. — Disse Lizza ao ouvido de Daphenee.
Lizza o fitou por um momento e terminou o seu café da manhã e saiu com Daphenee. As duas foram ao segundo andar para a sua aula de DCAT. E chegando lá, as escadas mudaram de posição. Água vinha escadaria a baixo e Daphenee escorregou e caiu da escada e se segurou no braço da escada com as pernas para a fora. Lizza desceu depressa para ajudar amiga. Ambas gritavam de pavor. Lizza conseguira segurar uma das mãos de Daphenee. Mas a mão escorregou por causa do suor. Daphenee cansada soltou e Lizza fechou os olhos com força para aquela cena. Sorte. Daphenee caiu no batente do segundo andar a tempo.
– Eu vou matar o zelador! — Berrou Daphenee. — O que esse Trasgo tem na droga da cabeça?!
– Calma Daph. Vamos descobrir o que houve. Pode ter sido um cano.
As duas adentraram o segundo andar e ele estava todo alagado. Gemidos e resmungos ecoavam no corredor e água vinha de um banheiro. Próximo a porta, uma garota transparente estava sentada.
– Pobrezinha de mim. Ah, coitadinha de mim. — Dizia ela.
– Você está ficando louca?! — Gritou Daphenee com a menina. — Quase me matou!
– Quase me matou! — Repetiu a garota fantasma em deboche e fazendo caretas.
– Magnetus! — Brandou a ruiva com a varinha mirando a garota que se contorceu e seu braço direito sumira em seguida, mas logo re-apareceu.
– Calma Daphenee! — Pediu Lizza.
– Eu não vou aguentar desaforo da Murta Que Geme, Lizza!
A Murta se virou para as duas e entrou no banheiro. Mas antes pediu 'desculpas'. Sua justificação foi que estava sofrendo de uma doença fantasma chamada 'cólera da morte'.
***
Quando se sentaram em suas cadeiras na sala, o professor entrou. O homem de cabelos azuis. Ele olhou para todos a volta e sorriu. Pórem, trancara o sorriso ao ver Lizza e Daph.
– Bom dia a todos! Sou Theodore Tonks Remus Lupin. Seu professor de DCAT desse ano. Mas podem me chamarem de professor 'Teddy'. A aula hoje vai ser sobre bichos papões. Pórem, não vai ser inteiramente prática, então vamos lá. Vou fazer algumas perguntas... Alguém saberia me dizer qual a forma de um bicho papão? — Daphenee levantou mão.
– Não se sabe. Ele é um transformista. Assume o que a pessoa a sua frente tem mais medo.
– Correto. 10 pontos para a Sonserina!
– Como sábia disso? — Perguntou Lizza a ela.
– Quando eu era mais nova. Eu tive o desprazer de encontrar um de baixo da minha cama. — Respondeu ela dando de ombros.
– Alguém saberia dizer-me qual o nome verdadeiro nome do bicho papão? — Perguntou o professor.
– Depende da cultura. Mas seu nome mais conhecido sêria Bagul. — Respondeu Scorpius.
– Mais 10 pontos para a Sonserina. — Disse Teddy. — Todos sabemos que o que combate o bicho papão é a risada. Mas será que ele é tão inofensívo assim? Eu vos respondo que não. O objetivo de um bicho papão é matar a pessoa de medo. Com paradas cardíacas. Principalmente crianças. Bagul devora as crianças. Por isso, ele é muito perigoso. Na aula de hoje, vamos mostrar a ele que não é tão maioral assim! — A sala aplaudiu. — Façam fila por favor!
Na aula se viu várias fobias. E a cada transformação do bicho papão, o professor recitava o feitiço 'Riddikulus' e o tornava hilário. Foi quando chegou a vez de Daphenee...
O monstro assumira uma forma de uma mulher de cabelos nevados e sem olhos e pele queimada, mãos enormes com unhas gigantes. Em seguida ele assumiu a forma de um homem de paletó. Porém, com a face em carne viva.
– Agora vocês sabem a face do.bicho papão. Por que meu maior medo é o próprio Bagul. — Disse Daphenee calmamente, mas com a expressão seca.
– Riddikulus! — Disse o professor e Bagul começara a cacarejar e bicar o chão. Agora era a vez de Lizza. O monstro assumira a forma de um enorme Lobisomem pardo de olhos azuis sombrios. O professor congelou para aquela cena.
– Rid-dikulus! — Tropeçou ele nas palavras e o Lobisomem virou um cãozinho careca. — A aula de hoje terminou gente. Infelizmente, o que é bom dura pouco. Obrigado pelo comportamento e atenção. Podem se retirarem... Menos as duas. — Disse apontando a Lizza e a Daphenee. Quando todos se retiraram, ele franziu a testa.
– O que quer conosco? — Perguntou a Sonserina.
– Percebem a gravidade do ato das duas? — Ele rebateu.
– O Senhor professor não tem o direito de nos cobrar nada. Mas aproveitando que estamos aqui. Preciso que me tire uma dúvida...
– Não sou obrigado a aturar suas petulâncias Daphenee Puddlelaker. — Disse em tom ameaçador.
– Prometemos guardar seu segredo professor. — Disse Lizza.
– Mas Lizza...
– Mas nada Daphenee — Disse ela a interrompendo.
– Obrigado Senhorita Rosenfelt. — Agradeceu o professor.
– Não fiz isso pelo o Senhor. Fiz isso pela a escola.
– Obrigado e desculpa — Completou ele.
– Professor Teddy. O Senhor sabe algo sobre isso? — Perguntou Lizza retirando o cabelo de cima do pescoço e mostrando a marca.
– Amorius Sentence... — Sussurrou ele.
– Ãn? — Indagou Daph.
– Magia antiga. — Disse ele.
– Poderia nos contar? — Perguntou Lizza.
– Infelizmente, eu não obtenho esse conhecimento... Ele está restrito na área reservada da biblioteca.
– Você poderia nos dar a autorização?
– Nã...
– Petrificus Tottalus! — Enfeitiçou Daphenee o professor do nada.
– Tá ficando louca?! — Perguntou Lizza espantada.
– Precisamos desse livro!
– Mas não é assim que se consegue as coisas sua insana! — Exclamou Lizza e em seguida fez um aceno com a varinha e descongelou o professor.
– Obrigado novamente Lizza. Não é que eu não queira dar a autorização. Mas o Diretor Black pediu para que nós professores restringissem essa opção.
– Obrigada então professor. — Agradeceu ela cabisbaixa. — Vamos Daph...
– Desculpe não poder ajudar...
– Não tem problema. Apenas nos resta esperar pela a resposta do Senhor Potter...
– Potter? Harry Potter? — Perguntou Teddy.
– Sim. — Confirmou Daphenee.
– Ele anda ocupado de mais para responder a cartas. Mas ele vai estar a trabalho em Hogsmeade amanhã!
– Como sabe disso Teddy? — Perguntou Lizza.
– Por que Harry Potter é meu padrinho.
– Mas não tem como irmos a Hogsmeade! Somos de menor! — Exclamou Daphenee.
– Mas tem um jeito. — Disse Teddy. — Mas não posso contá-lo diretamente. Isso vai contra uns 9 regulamentos da escola. É uma passagem secreta. Então lhes dou uma pista: 'como um lutador ele bate. Socos duros como uma árvore'. É tudo que tenho a dizer. Tenho que ir. — E ele se foi.
***
Daphenee passara o dia com aquilo na cabeça. Elujo não havia chegado ainda. Bituri estava por aí, caçando ratos. E estava quase terminando a aula de vôo. Lizza estava reflexiva. E ela estressada. O que poderia bater como um lutador? E como um lutador poderia ser tão duro quanto uma árvore?
Foi quando saindo da quadra de vôo ao longe ela avistou. E uma luz se acendeu em seu cérebro. Ela olhou para sua amiga Lizza e disse:
– A resposta para o enigma é o Salgueiro Lutador.
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