Livro 1 - Felipe Blanco e a forja de Hefesto

15 15 - Encontramos 3 monstros de só uma vez.


Notas iniciais
Bom espero que gostem.

Era uma sensação horrível. Parecia que eu ia morrer. Então Isinha me carregou no colo (não sei como) e Michael jogou uma rajada de água em mim e eu já estava melhor. Peguei Ataca-Bronze fui atacar. Seu bafo era fedido pra caramba e venenoso. Consegui subir nela e furei seu olho, o que não é tão de eu fazer. Cortei o outro e ela ficou completamente cega. Ela ficou se batendo e foi para u lado, pro outro e confusa. Eu pulei de novo ela e a queimei, mas sua escama era impermeável á fogo. Então ataquei Ataca-Bronze várias vezes, mas o que deu certo mesmo foi o Andrés pula que nem louco e atacar seu machado na cabeça dela, então jorrou sangue pra todo lado. Eu disse:

- Bom trabalho Andrés.

- Obrigado.

Então continuamos caminhando e ralando pra valer, foi quando encontramos uma aranha bem minúscula no nosso caminho.

- Ahhhhh – gritou Isinha.

- Se tem medo de aranha Isinha? É apenas uma minúscula! – disse eu.

- Mas essa, mas essa — Isinha gemeu.

Então a aranha se transformou numa gigante e eu falei:

- Já entendi Isinha.

Então começamos a lutar. Raioz já queimou a aranha mal começando a luta. A aranha jogou uma teia gigante nele, e ele ficou preso. Isinha fugiu falando que estava com medo e gritando que nem uma louca. Eu entendi e comecei a lutar. Michael disse:

- Vou distraí-la. Talvez a teia dela seja bem forte então vão logo.

Ele começou a provocar e a aranha jogou teia. Ele estava usando toda sua força para desarmar a teia com a sua água. Então Andrés foi pra cima e matou ela com seu machado. Michael salvou Raioz de toda aquela teia depois. Eu falei:

- Pronto Isinha. O monstro já morreu.

- Ah, graças aos deuses.

Então percebemos que chegamos à Riviera e demos aleluia e todos gritaram graças aos deuses. O cara que ficava dando bem vindo aos carros achou meio estranho, foi quando apareceu um gigante doido. Começou a atacar a gente. O cara que dá bem vindo saiu correndo lá pra dentro da Riviera. Começamos a atacar. A primeira coisa típica que sempre faço: subir no monstro e arrancar um olho. Quando fui atacar, a espada de prata já estava afundada no coração do bichinho.

- Foi tarde, Felipe. – disse Isinha.

- Percebi. – falei eu.

Depois passamos pela entrada e seguimos as ruas do bairro mais famoso de Bertioga, a Riviera. Depois achamos um hotelzinho para dormir de GRAÇA. Entramos no nosso apartamento. Tinha 5 quartos. Então resolvi ficar em um quarto com meu meio-irmão. Depois uma moça entregou um monte de comida. A primeira coisa que fiz foi tomar banho. Entrei no chuveiro e pensei bastante. Depois acabei coloquei minha roupa. De tanto sono, nem comi. Logo deitei e apaguei.

Notas finais
Já cheguei á Riviera, agora bora achar o deus e a deusa que fez a porcaria.