Living a Hetalia dream ( Country X Readers)
18 Tino Väinämönen
Notas iniciais
Volteeeeei!
Foi mal ter sumido, galera. Eu sou horrível em planejar horários e eu acabo ficando meio sem tempo para postar.
Eu escrevi esse capítulo tarde da noite e morrendo de sono porque eu acordei as 6 da manhã e tive aula normal hoje.
Hoje é sábado.
Sábado.
Além disso as minhas provas estão chegando de novo e eu tenho um trabalho interdiciplinar + outras matérias pra fazer. Minha vida ta um caos.
Caso os parágrafos estejam desalinhados e tortos e as palavras estrangeiras não estejam destacadas é culpa do IPad.
Enfim. Espero que gostem!
Você entra no prédio e aperta o botão para chamar o elevador para o primeiro andar. Nas suas mãos, alguns documentos importantes, cheios de letras miúdas e de coisas do gênero. Eles precisavam ser entregues ainda hoje o mais rápido possível, ou se não, cabeças iriam rolar. Mais provável que uma delas fosse sua.
O elevador abriu as portas, revelando o cubículo vazio e rodeados de espelhos. Você deu uma olhada no seu próprio reflexo, tirando um pouco daquele batom irritante nos dentes e deu uma olhada na sua própria bunda no espelho. Bem, estava tudo no lugar... — Ikävä! Pidä ovi, kiitos! Um rapaz saia correndo em direção do elevador, com a pasta de couro batendo contra os joelhos que o atrapalhava um pouco sua corrida. Ele não chegaria a tempo. Você rapidamente lançou os dedos para o botão que faria com que as portas se abrissem novamente. O rapaz conseguiu entrar no elevador depois de ter saído correndo pelo grande trajeto entre o mesmo e a porta. Ele se olha no espelho do elevador, checando a franja longa,lisa e loira. — Essa foi por pouco, kiitos. — ele fala, te lançando um sorriso quente e gentil. As bochechas acendendo um tom rosado. — Não foi nada. O rapaz desviou os olhos castanhos chocolate da sua figura enquanto você continuou a olhar para a figura dele. Um jovem com uma estatura relativamente baixa e delicada que só dava mais contraste para o sotaque forte e grosseiro. Ele notou que seus olhos curiosos ainda estavam presos nele, então te lançou um pequeno sorrisinho. Daqueles que não mostram os dentes, e que de certa forma era mais bonito do que aqueles que mostram todos os dentes, gengiva e amígdalas. Seu olhar caiu e ficou parado nos seus próprios sapatos. Pronto. Agora ele te acha estranha. Parabéns, (S/n). É assim que você faz primeiras impressões. As luzes do elevador piscaram algumas vezes antes de se apagarem totalmente, enquanto o elevador parava seu percurso. Luzes de emergência se acenderam, iluminando o elevador precariamente. Ah, que ótimo. Adeus, cabeça. — O que está acontecendo?— você perguntou, ainda não acreditando no que estava acontecendo. —Acho que a energia acabou. Aw, merda. — O que vamos fazer? — Acho que é melhor esperar.— o rapaz disse colocando a pasta de couro no chão.— Talvez a energia voltar ou o corpo de bombeiros. O que chegar primeiro. — Vamos torcer para que a energia chegue primeiro. O rapaz deu uma risada sonora, que te fez abrir um sorrisinho sem dentes e gengivas e o resto. — É sua primeira vez? — ele disse, coçando as costas do pescoço. — Digo, em um elevador parado? — É. Uau. Vivendo e aprendendo. — você disse, agitando as mãos no ar, sinalizando uma falsa excitação por estar presa em um elevador.— É a sua também? — Eivät. A primeira vez foi em um consultório de dentista. — ele disse suavemente, porém seu sotaque ainda era muito aparente.— Eu era bem mais novo. Uns oito anos... As coisas pareciam ser muito mais divertidas naquela época. — E quem chegou primeiro? A energia ou o corpo de bombeiros? — A energia voltou mais rápido. Naquela época, eu estava rezando para que os bombeiros fossem os mais rápidos. Os dois riram um pouco, tentando esquecer que a falta de energia no prédio não era motivo de piadinhas. E tentando esquecer dos documentos e de toda aquela conversa sobre cabeças rolando. — Meu nome é Tino Väinämönen. E o seu? — (S/n) (Sb/n). Prazer Tino... Vá... Moi...manem? — você tentou pronunciar o sobrenome. Enquanto isso, Tino tentava reprimir uma risada.— Vlavlamomen? — Não se preocupe com o sobrenome. — Tino disse sorrindo gentilmente.— É estrangeiro. É que eu vim de Suomi. — Isso explica seu sotaque engraçado. — Você acha ele engraçado? — Ele disse um pouco embaraçado. — Era assim tão óbvio? — Não tem nada de errado com seu sotaque! Eu não tinha intenção de ofender você! — Bobagem! Não estou ofendido. Você e Tino se sentaram no chão do elevador e continuaram a conversar, enquanto os minutos foram se passando tão rápido quanto milésimos. Você descobriu que Tino era estagiário, era muito inteligente e gostava de celebrar o natal mais do que qualquer outro feriado. Você também contou para ele sobre seu chefe, sobre seus livros e filmes favoritos, seus hobbies e suas ambições. De repente, era como se os dois já se sentissem em casa na presença um do outro. — A vida não tem espaço pra gente sem dons. Ou você é inteligente, ou engraçado, bonito...— você disse, já se vencendo pelo cansaço.— pessoas normais tem que se contentar com o resto. Esse sempre foi meu ponto de vista. Não é como se... Todos fossem especiais... — Eu te acho muito bonita. — Tino disse do nada. Você olhou para ele, perplexa. Sem muito o que dizer, mas muito para raciocinar. Enquanto isso, Tino se arrastou para mais perto de você. — Eu te acho linda, inteligente, bem humorada... Não é igual aquelas garotas que falam demais, mas ao mesmo tempo não falam nada. Você é especial.— ele disse, corando um pouco mas sem demonstrar nenhum sinal de hesitação.— Eu não acreditava em amor a primeira vista até hoje, quando uma garota maravilhosa segurou a porta para mim e logo depois ficamos presos em um elevador. Ele passou a mão em sua bochecha, encarando seu rosto como se encarasse um quadro belíssimo. Foi quando seus lábios encontraram com os seus, e se roçaram como pétalas delicadas de rosas contra as suas. Ele te surpreende um pouco quando ele te suspende apenas com uma mão, te ajeitando no colo dele. Você se esqueceu de tudo, o que importava agora era retribuir com o dobro de carinho o beijo que o finlandês estava te dando.
Nisso, o elevador volta a vida e continua a subir aonde tinha parado. Os dois se desgrudaram relutantemente e se recomporam. Quando a porta do elevador se abriu novamente, Tino agarrou seu braço e sussurrou em um tom preocupado: — vamos nos ver novamente? Você sorriu para ele, e do blazer social tirou um cartãozinho cochichando um "me liga" antes de sair do elevador. Tino sorriu enquanto examinava o cartão, seus lábios formando palavras de sua língua materna: Olen niin lähellä rakastamasta sinua.
Notas finais
Traduções
Senhorita! Segure a porta por favor!
Obrigado ( também não entendo porque por favor e obrigados são a mesma palavra)
Não
Suomi = Finlândia
Estou tão perto de te amar.
As traduções são todas feitas no app do Google, e eu já sei que a maioria está escandalosamente errada, foi mal.
Agora eu vou dormir. Minhas pálpebras estão pesadas.
Feliz dia dos pais, que já é hoje. Está muito muito tarde.
Prometo dar notícias em breve. Eu acho.
Muito obrigada por ler, comentar, favoritar e tudo mais. Vocês são demais!
Até a próxima!
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