Notas iniciais
Sai do caixão gente! Eu estava em um bloqueio enorme, e não fazia ideia do que escrever. Essas ferias não fizeram bem para mim. Mas finalmente eu consegui escrever alguma coisa! Foi o que eu consegui... Eu espero não ter ofendido ninguém com o final... Muito obrigada por tudo gente! Faz um ano que eu comecei a escrever, e agora que eu olho para trás eu vejo o quanto o meu sonho cresceu. Muito abrigada a todos!

Allen dividia tudo com seu irmão: a casa, comida, o sofá, a cerveja... mas se tinha alguma coisa que ele não iria dividir era a garota dele. Nunca. E isso não era negociável.

O americano pensava nisso enquanto observava seu irmão concentrado no jogo de hóquei, seu time favorito dando uma surra no outro time (o que Allen estava torcendo). O corpo de Matt quase não cabia no sofá, de tão grande que o canadense era. Estava deitado em uma posição preguiçosa, enquanto Allen sentou na poltrona com os pés na mesa de centro.

– Qual é o seu problema? – Matt disse sem tirar os olhos do jogo. – Não quer ver seu time perder? Vai chorar?

– Eu não me importo tanto assim com hóquei. – Mentiu Allen, suspirando. – Nem gosto desse jogo sem sentido.

Matt sorriu ironicamente, mas não respondeu seu irmão. Ao invés disso, bebeu o ultimo gole da latinha e amassou com uma só mão. O silêncio foi preenchido com o som da TV, narrando os movimentos da partida, mas logo foi quebrado por Allen:

– E a (S/n)?

– O que tem? – Matt tirou os olhos da televisão para encarar o irmão. – O que você acha dela?

O canadense avaliou o que poderia falar naquele momento, mas no final ele resolveu por balançar os ombros e arquear as sobrancelhas.

– Ela é legal.

– Bonita?

Yeah... – Matt disse desconfiado. Porque diabos seu irmão estava puxando esse assunto de repente? “Será que ele também...?”

Allen sorriu e passou as mãos nos cabelos castanho avermelhados. Podia sentir de longe a insegurança de Matt, já tinha percebido isso antes. O americano se inclinou para frente e se apoiou nos joelhos, encarando eu irmão como um lobo.

What do you think about that ass? Fine, huh?

Matt pode sentir o sangue subir pela cabeça. Não que ele não tenha reparado nisso, mas não gostou nem um pouco de ver seu irmão comentando esse tipo de coisa sobre seu corpo.

– Aonde quer chegar com isso?

Aw, man... Talvez... eu chame ela para sair, sabe? Talvez eu tenha encontrado alguém pra me... você sabe. – Allen gargalhou, algo diferente no seu sorriso. Não era irônico ou abusado, mas um sorriso genuíno. – Me fixar, entende o que eu quero dizer?

Matt entendia o que ele queria dizer, só não quis deixar.

– Não.

– Não o que?

– Você vai estragar tudo.

– É, eu sei. A chance disso acontecer é enorme. – Allen disse, coçando a cabeça. – Mas eu não vou ser cafajeste com ela, eu realmente gosto da (S/n). Allen estava sendo sincero. Ele podia ser um descompromissado, um idiota, agir como um babaca, mas além de tudo ele era um homem. Então era permitido amar e ser amado, não é?

– Eu não iria permitir. – Matt disse jogando a lata no chão, e sentou ereto, virado para Allen. Podia sentir os dedos em fúria, morrendo de vontade de dar um soco no rosto daquele panaca. – Forget it.

Whoa, whoa, whoa! What?

– Não vou deixar você sair com a (S/n), você vai acabar machucando ela e agindo como um babaca. Como sempre.

Allen se levantou e agarrou o colarinho da camisa flanela do irmão. Seu sorriso desapareceu, agora só tinha uma expressão de ódio em sua face. – Repeat that, faggot.

Matt não repetiu o que tinha dito, mas ficou encarando o rapaz americano com ira nos olhos. Matt o empurra para longe, usando apenas uma mão, se levantando logo em seguida. Allen estava com uma ira inexplicável, pronto para subir em cima do irmão e arrancar sua cabeça se fosse necessário. Os dois eram como uma bomba relógio, mas a diferença era que nunca se sabe quando vão explodir de verdade.

So you want to fight? – Matt disse com a voz mais grossa que o normal. –Come at me, bro. ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ Você bateu na porta mais de cinco vezes, e geralmente isso já era o bastante para que Allen ou Matt se levantasse do sofá e abrisse a porta. Estranho. Como você já era de casa, e eles não se importavam muito com a tradição de convidar o visitante a entrar, você procurou pela chave reserva. Quando a encontrou, abriu a porta cautelosamente.

Assim que abriu a porta da frente, foi recebida por um som de algo se estilhaçando no chão. O que te deu a ideia de que os dois irmãos estavam brigando novamente. Você correu para sala, onde dois homens rolando pelo chão. Você começou a bater palmas para chamar atenção dos dois rapazes.

– Oi, oi, oi! O que vocês estão pensando? Matt, larga seu irmão; Allen, sai de cima dele. Agora!

Os dois se separaram relutantemente. Não era primeira vez que você fazia isso. Aliás, foi assim que você conheceu os dois. Um incidente que envolvia Allen bêbado, Matt sendo lançado para o outro lado do balcão do bar, e você jogando areia nos dois para que eles se soltassem. História complicada.

– Vocês são homens já formados! Por que diabos continuam brigando como garotos?

– Ele começou! – Allen gritou, apontando para Matt.

– Não me faça te dar outro murro...

– Eu não quero saber quem começou! – Você disse com autoridade. – E ninguém aqui vai socar mais nada! Entendido?

Os dois rapazes permaneceram calados.

– Ótimo! Agora, eu quero que alguém me explique o que estava acontecendo aqui antes de eu chegar.

Matt was being a total asshole.

– Allen!

– Ele queria te chamar para sair... – Matt disse com um gosto amargo na língua. – Mas eu não queria que isso acontecesse...

Você perdeu a sua confiança e olhou para Allen como um cachorrinho assustado. Depois para Matt, com a mesma expressão.

– É... Eu ia te chamar para sair. Mas o Matt disse que eu ia estragar tudo... – Eu não queria te ver com outro cara a não ser eu mesmo... – Matt se sentiu ridículo e embaraçado.

Não havia o que dizer nessas circunstâncias. Mas você sabia o que fazer. Caminhou até Allen e lhe deu um beijo na bochecha, depois foi a vez de Matt. Os dois ficaram confusos, mas sabiam o que isso queria dizer.

– Escutem... Eu não sou muito de fazer isso... Mas... Eu gosto muito dos dois. Não tem como eu escolher apenas um. – Você foi ficando vermelha, seu cérebro gritando que você só podia ter enlouquecido. – Eu acho que devíamos tentar... nós três.

Are you kiddin’ me? – Matt disse, confuso.

– Tudo bem se vocês não quiserem– Você deu de ombros. – É uma sugestão. Allen e Matt se entreolharam, e entraram em um acordo.

Não poderia ser tão ruim assim, poderia?

Notas finais
Traduções: É... O que você acha da bunda dela? Legal huh? ( Qual é o meu problema, gente?) Ah, cara... Esquece. whoa (Sinal de surpresa), o que? Repete isso, sua bicha. (com esse episódio, vocês vão aprender muitos xingamentos de inglês. Aquilo que seu cursinho não te ensina ;).....) Você quer brigar? Chega mais, bro! ( eles usam bastante isso nas Gringolândia. Não me julguem) Matt estava sendo um babaca ( quem manja dos inglês podem perceber a tradução alternativa para palavra, mas é mais ou menos esse o significado mesmo) Você está brincando? Gente, esse episódio foge do padrão de qualidade JudeBlack, eu sei. MAS, eu não poderia ter escolhido apenas um! Eu gosto dos dois ( acho que não ao ponto de querer ficar com os dois... mas vocês sacaram o recado.) Esse bloqueio foi horrível gente, e eu ainda estou enfrentando ele... Peço para vocês terem muuuuita paciência com a Tia Jude, ok? Eu sinto que eu poderia escrever melhor, mas eu não tive inspiração o bastante para continuar... Se alguem puser me recomendar uma simpatia ou hábito para que eu possa me inspirar, me ajudaria bastante! Feliz ano novo gente! Que em 2015 tenhamos mais episódios juntos, e que aquele boy ou girl magia entre na nossa vida ( no meu caso, eu falo de Amor Doce, por que eu estou viciada e não posso mais parar.) Caso você já tenha um boy ou uma girl magia, que em 2015 seja repleto de amor e boas surpresas! Feliz ano novo, gente! Até a Próxima!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.