Living A Lie
11 Mamãe?
Notas iniciais
:D
Agora estava tudo sobre controle, se o Justin acha que pode esconder algo de mim, está bem enganado, pois a parti de agora, meu olhos não saem dele por nada. vou descobrir porque antes eu não podia vim, mas agora eu posso, não era só preocupação, e eu acho que essa Megan tem algo a ver com isso.
[...]
havia se passado dois dias desde minha saída com o Justin, eu não havia mais saído da casa da Pattie , Justin comprou um casa no mesmo quarteirão da da Pattie. eu não gostava de morar junto a parentes, mas a Pattie não era algo a se preocupar, e nem a ela me referia, pois minha família morava próximo, mas o Justin me garantiu que não havia possibilidade de encontros.
eu estava brincando com a Julie, o Justin tinha saído e dessa vez pelo menos disse que não demoraria. decidir ir ao supermercado, não que tivesse faltando algo, mas era um desculpa pra sair, eu iria levar a Julie comigo, descemos as escadas e fomos em direção a porta, saímos e eu peguei um dos carros do Justin , mas fui barrada na saída
- desculpa, mas a senhora não pode sair.
- mas é claro que posso
- não posso abrir, perco minha vida se fizer isso .
droga, mil vezes droga!
peguei meu telefone na bolsa e liguei para o Justin
- alô Taylor? ta tudo bem ?
- não.
- que houve ?
- porque não posso sair ?
- é claro que não
- Jus.. preciso ir ao super mercado
- pra que? você ta passando fome ? não tem comida em casa?
- mas... é pra casa nova Justin, não tem nada. vamos nos mudar em dias, certo?
- pode fazer isso outra hora quando eu tiver Taylor
- quero ir agora
- alguém vai com você
-mas...
- é a condição.
- ok. — dei o telefone para que o Justin falasse com o cara que me passou, para que pudesse sair, após ele me devolver o telefone e me liberar , mandando outro cara atras de mim
[..]
sai do carro, tirei a Julie da cadeirinha e vi o "meu segurança" vindo também
- ei, não precisa entrar, ninguém vai me matar ou sequestrar ai dentro
ele meio que assentiu
[...]
já havia comprado quase tudo, tudo bem que era coisas faceis de fazer e industrializadas na sua maioria. olhei para o lado e cadê a Julie ? Jesus! entrei em um desespero interno. se eu perde ela eu me mato, o Justin me mata.
deixei o carro com as compras onde estavam e sai pelos corredores atrás da Julie, onde essa garota se enfiou, meu Deus? -perguntava a mim mesma-
no final de um corredor eu pude avistar ela no colo de uma mulher, mas quem essa maluca acha que é pra pegar a minha filha, fui em sua direção com pessoa apressados. a mulher estava de costa, com a Julie no colo, ela era reconhecível, pela roupa que usava , pelo cabelo, além de ser minha filha e eu a conhecer como ninguém
- cadê sua mão pequena ? — a mulher perguntou
-tá lá — a Julie aponto na minha direção, certamente porque era a direção que ela tinha vindo, a mulher virou , assim podendo nos ver, ela não era uma estranha, não pra mim. sabia muito sobre a mulher na minha frente, segurando a minha filha. Andrea, esse é o nome dela, ela me olhava pasma, não diferente de mim que estava paralizada
- mamãe? — disse num to quase desfocado da minha foz ao normal
- ela é sua Taylor? — ela se referia a Julie
- é. Julie
- linda
- ela é sim. obrigada. como você está e todo o resto ? eu sentir tanta falta
- essa foi sua escolha, ficar com o marginal — ela foi tão grossa não medindo as palavras- ela é dele?
- de quem mais seria?
- tenho pena dela, de você. tão bonita, talentosa... e agora é o que? dona de casa? você nem nunca quis isso. ainda me pergunto todo santo dia o que aquele marginal tem que fez você desistir dos seus sonhos, da sua família pra ser uma nada.
as palavras me cortavam como uma faca afiada, era impossível não deixar as lágrimas cair
- não chora mamãe — a Julie estendeu os braços para que eu a pegasse
-olha pra você... nem consigo ver brilho em você.
- as pessoas mudam não sabia?
- mais isso não nos impede que nos lembrarmos do passado, lembra disso? era algo que você costumava falar
-eu costumava ser muita coisa antes... — ela me cortou
- é Taylor você costumava ser muita coisa antes, antes dele, dele entrar na sua vida e estragar tudo. como pode deixar ? nos deixar? me deixar Taylor? como pode?
- eu não queria que fosse assim mamãe...
- não me chama assim. você perdeu esse direito quando quando foi embora — ela notável ela segurando as lágrimas
- eu não queria te ferir, nunca quis
- você foi imbecil o suficiente pra deixar ele te dominar, como pode ser tão idiota?
- não chama a minha mulher de idiota — Justin ? mas o que ele estava fazendo ali
— tá tudo bem ? — ele me perguntou
- ta
- olha pra você parece uma cadela se escondendo atrás de quem te machuca, eu sei, você sabe, todos sabemos que ele é um traidor Taylor.
o rosto do Justin estava tão vermelho, mas que o meu
-vem Justin — disse o puxando- foi bom te ver
-disse que era uma má ideia sair
- se importa de calar a droga da boca, se você é incapaz de ver tudo que ela falou é verdade e dói. não preciso que agora você velha jogar na minha cara nada.
ele respirou fundo e me abraçou , eu não consiguia controlar minhas lagrimas. afinal era a minha mãe jogando na minha cara como eu fui capaz de abandona-la, nem eu sei como fui...
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