Little Things
8 Bryan
Notas iniciais
Bem, no último "capitulo" eu deixei um aviso sobre tirar a fic do Nyah.
Me pediram para não tirar, então, vou fazer assim: Irei escrever nos dois lugares ( idéia da Bia Kamers, obrigada :*).
Gente, vocês não tem noção de como minha vida vai ficar. Vejam: De manhã, eu estudo > Tenho apenas 4 hrs de internet por dia. > Vou escrever a fic e depois passar para dois sites diferentes > Sou ADM de uma pag no face( da 1D) > Tenho um fc no twitter > Tenho que ter algum tempo parar fazer TC (tarefa de casa) e revisar, pq as provas vão ser daqui a 1 semana e meia :/
Cara, tô ferrada.
E mesmo que eu não tenha muitos leitores, eu amo todos que leêm minha fic.
E por isso, essa será minha 'nova' vida kkkkkkkkkkkkkkkkk'
Assim que eu começar a postar no outro site, eu avisarei aqui. Ok?
É isso, desculpem a demora.
Até lá em baixo õ/
Boa leitura.
Haaa, obrigada a:
Bia Kamers (Vlw pela dica kkkkk)
Fefol Styles ( Sua Liamda :*)
e a
LadyB (Obrigada, de verdade, vc não sabe como foi bom ler o que vc comentou ;) )
Agora sim, boa leitura =)
POV Ally
Acordei com meu querido, amado e adorável despertador – sintam a ironia-.
Desliguei aquela desgraça, e tentei me mexer. É, só tentei mesmo.
Meu corpo inteiro estava dolorido. Parecia que eu havia sido atropelado por uma manada de elefantes.
Tentei abri meus olhos, e senti a claridade entrando neles. Automaticamente levei meu braço ao rosto, na intenção de bloquear aqueles raios malditos.
Levantei -com muita dificuldade, devo acrescentar- e fui até a escada.
Acho que devo ter levado uns 15 anos subindo aquela escada.
Ok, levei uns 10 minutos. Sem exageros. A cada movimento, parece que meus membros iriam cair.
Fui até meu quarto, me apoiando nas paredes.
Fiz uma nota mental de nunca mais dormir no sofá.
Entrei em meu quarto e fui até o banheiro, jogando minhas roupas –que eu estava usando desde ontem- pelo caminho.
Entrei no banheiro, e levei um susto com a minha aparência. É, realmente, acho que fui atropelada por elefantes.
Liguei o chuveiro e fiquei aproximadamente 30 minutos naquela quente água.
Saí e coloquei a primeira roupa que vi no armário. Que era uma blusa preta, solta e com algumas coisas escritas em branco, com uma calça jeans justa e meu precioso tênis All Star. Várias pulseiras e minha bolça.
Prendi meu cabelo em um coque e passei bastante base para esconder aquelas olheiras. E óculos escuros, obviamente.
Desci e comi alguns pães com requeijão e chocolate quente.
Chamei um táxi e fiz outra nota mental de tirar uma carteira de motorista.
Acho que só agora a ficha está caindo. Eu realmente consegui estágio. Isso é muito difícil de conseguir, assim, tão rápido. Ainda estou extasiada. Mal vejo a hora de começar.
Cheguei à faculdade e assim que desci do táxi, avistei Bryan, Nick, Alice e a Kályta, sentados em uma espécie de mureta, que ficava em frente à faculdade, conversando.
Paguei, e fui andando até eles – Aváá, fui voando mesmo -.
– Allyson, querida Allyson. Como vai nesta bela manhã? – Kályta veio saltitando e me abraçando.
Lancei um olhar mortal para aquele ser, por cima dos óculos e ela calou a boca na hora.
– Veja, temos mais uma mal-humorada, hoje. – O Nick falou me dando um beijo na bochecha. — Bom dia.
– Bom dia, Ally. – Alice disse seguida de Bryan. Quer por sinal, parecia estar do mesmo jeito que eu.
– Bom dia, gente. Desculpem, é que eu não dormi muito bem. — Falei, forçando um sorriso.
– Tudo bem. E aí, conseguiu o estágio? – A Kályta disse sentando-se novamente na mureta.
– Consegui – falei sorrindo verdadeiramente – O Matt me ajudou bastante. Vocês nem imagi...
– Quem é Matt? – Nick, Kályta e a Alice me cortaram em uníssimo, com sorrisos maliciosos estampados na cara. O Bryan sorria minimamente e malicioso também.
– Seus poluídos. – Falei e eles caíram na gargalhada. — É só um amigo. – Falei enfatizando o ‘amigo’. –Ouviram bem? A-m-i-g-o. E foi ele quem conseguiu o estágio para mim.
Continuamos conversado por mais 10 minutos. E foram 10 longos minutos, no qual eu tive que aguentar a Alice totalmente interessada no Mattew, e preguntando desde a cor do cabelo até a altura; O Bryan, calado e mal-humorado; A Kályta rindo das perguntas da Alice e o Nick reclamando da nossa conversa. Até que o sinal bateu.
Cada um foi para suas aulas.
O que foi um tédio. Devo admitir. Não tive nenhuma aula com a Ká.
– Aí ela perguntou o porquê de eu não me retirava da sala e eu disse: “Talvez seja porque eu não quero!?” – Alice contava sobre uma garota que teve aula com ela, que a odiava por motivo nenhum.
Estávamos na cantina da faculdade, na hora do intervalo. A Kályta fingia estar prestando atenção no que o Nick lhe contava, que era algo sobre futebol, enquanto girava o canudinho em seu copo de suco. Bryan jogava seu sanduiche para lá e para cá, com a maior cara de tédio. E eu... Bem, eu estava ouvindo a Alice tagarelar, falando sobre essa garota, enquanto comia meu segundo sanduiche.
– Você não acha que já comeu de mais? – Ela me perguntou quando eu roubei uma batata frita do prato dela. Uma misera batatinha.
– Colega, Alysson Sccar nunca está satisfeita quando se trata de comida – Falei piscando um olho e enfiando a batata na minha boca. Ela riu e voltou a falar:
– Um momento de atenção, senhores. – Ela disse e nós quatro olhamos para ela. – O que vocês acham de, neste sábado, irmos para a casa do Nick, jogar videogame, comer e conversar? – Opa, eu ouvi bem? Comer e videogame em uma mesma frase? Opa, ‘tô dentro.
– Na minha casa? Por que na minha? – Nick perguntou incrédulo. – Caso a senhorita ainda não saiba, aquela minha tia está hospedada lá. – Ele falou e vi a Kályta soltando um muxoxo.
– Caso a Ally não saiba, a tia dele é uma louca que acha que somos más influencia para o ‘Nickzinho’- Bryan falou, fazendo uma voz aguda e desafinada no ‘Nickzinho’ e apertando as bochechas do Nick. Eu, Lice e a Ká rimos do olhar mortal que ele deu pro Bryan.
– Ok, ok. Vamos mesmo assim. Se ela não nos chutar, literalmente, — Kályta falou sussurrando a última parte e eu ri. — agente continua lá. A casa dele é a maior e mais legal. Está combinado.
Ela finalizou e o Bryan e a Alice fizeram um Hi-Five. Nick afundou na cadeira, reclamando para si mesmo, qual a maior cara de bunda.
O sinal tocou novamente, e cada um foi para sua sala.
Novamente, não tive nenhuma aula com a Kályta.
Tive mais duas longas aulas, e finalmente, era hora de ir embora.
Encontrei com o Bryan no corredor e ele não estava com uma cara muita boa.
– Bryan!? –Chamei ele assim que ele passou por mim, de cabeça baixa.
– Ha. Oi, Ally. –Ele falou e me deu um beijo na bochecha.
– Está tudo bem?
– Claro... –Por que será que eu não acreditei muito nessa resposta?
– Oi gente. – Kályta chegou falando e me abraçando pela cintura.
– Oi Ká, cadê a Alice? – Perguntei vendo o Nick chegar.
– Olá pessoas, a Alice teve que sair mais cedo, porque ela não estava muito bem. – Nick falou, encostando a cabeça no ombro do Bryan.
– Cólica. – A Kályta sussurrou para mim e eu assenti. — Gente, me desculpem, mas eu não vou poder almoçar com vocês. Porque hoje, meu irmão volta para Seattle e eu vou leva-lo ao aeroporto com meus pais.
Caso eu ainda não tenha falado, a Kályta tem um irmão mais velho, que trabalha em Seattle e ele estava passando um tempo aqui com a família.
– Ok, eu também não vou poder ir. Minha tia quer que eu almoce com ela. – Nick falou fazendo uma cara de poucos amigos. – Tenho que ir agora. Ká, diga a seu irmão que eu mandei um abraço. Tchau. — Ele falou e deu um beijo na bochecha da Kályta e outro em mim. Fez aquele toque de mão com o Bryan e foi embora correndo.
– Tenho que ir, o avião dele saí daqui a pouco e eu ainda não almocei. Tchau gente. –A Kályta falou beijando eu e o Bryan no rosto, saindo correndo, assim como Nick, logo em seguida.
– Hum, então, você também não vai poder ir, não é? – Bryan falou dando um sorriso brincalhão e colocando as mãos no bolso de sua calça jeans.
– Bem, hoje eu vou para o estágio as 3. E ainda são... – Olhei em meu relógio no pulso – Uma hora, então... – Falei sem graça e ele assentiu, pegando em minha mão e saindo correndo, me levando junto. Qual o problema desse povo? Porque saem correndo o tempo todo?
Enfim, quando eu vi, estávamos dobrando uma esquina, e atravessando aquela praça em que outro dia eu fui jogada no chão por aquele garoto que-eu-não-lembro-o-nome-e-tinha-um-amigo-grosso-e-estressado.
Em falar neles, eu ainda estou com aqueles dois skates...
O Bryan me puxou para dentro de um restaurante/lanchonete, e sentamos em uma mesa colada a janela.
Como era self servisse, ele foi primeiro e eu fiquei guardando a mesa.
Quando ele voltou eu fui e comecei colocando tudo o que eu via na frente. Ok, em pequenas quantidades, mas no final, parecia prato de pedreiro.
Voltei pra mesa e ainda tive que aguentar o Bryan rindo do meu prato.
– Ok, ok. Chega, vamos comer – Falei fazendo biquinho e ele apertou as minhas bochechas. Emburrei mais ainda e comecei a comer. Céus, como é bom comer.
Bryan ficou quieto novamente, como hoje de manhã.
Passaram se alguns minutos e eu vi que ele estava mais sério ainda.
– Bryan!? – Chamei e ele parecia não estar me ouvindo. – Bryan!? Bryan!? BRYAN! – Gritei e todos do restaurante me olharam. Dei um sorriso sem graça para eles e quando olhei para o Bryan, ele me olhava assustado. – Isso é culpa sua, em que mundo você estava garoto?
– Desculpe, Ally. Eu estava distraído e...
– Bryan. – Interrompi ele – Está tudo bem? – Perguntei e ele desviou o olhar.
– Acho que sim –Ouvi ele sussurrar.
– Hey, Bryan. Sei que nos conhecemos a pouco tempo, mas pode contar comigo. De verdade. Não contarei a ninguém.
Leiam as notas finais, é importante.
Leiam as notas finais, é importante.
Notas finais
Enfim, gente, o que vocês acham que o Bryan tem?
Deêm suas dicas, e a melhor eu vou colocar aqui ;)
Dependendo das respostas, eu posto hoje mesmo, ou amanhã de manhã.
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Me siga no Twitter: @1DsemColheres e me fala se vc for daqui ;)
Beijos.
Byeee xx
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