Little Things
11 Aquilo é um rato?
Notas iniciais
Beeeeem, hoje é sábado, soooo, um novo capitulo. Eeeee õ/
Haaaaa eu estou tãããão feliz que eu poderia ouvir funk na boa o.o
Se der, eu posto outro cap. hoje, mas é que minhas duas tias, minha avó e minha prima chegaram hoje. Então não sei se vai dar =§
Minha prima tem 18 anos, mas ela tem alguns problemas. Ela tem iperatividade, e fala td embolado. Tem mente de 5 anos. É linda, e é realmente uma pena ela ser assim. Eu, pra falar a verdade, me controlo muito. Pq ela é extremamente estresante para mim. Então fica realmente dificil para eu escrever outro hoje.
Dedico esse cap. a:
Ana do Nialler
Amanda Magalhaes
e é ÓBVIO, Isa Horan. SUA LIAMDA, UM BEIJÃO ~abraço virtual~
Esse cap. está pequeno e sem graça, mas é um cap kkkkkkkkkkkk'
Boa leitura, desculpem os erros e até lá em baixo õ/
POV Allyson
Ficamos por mais um tempo na sala de Matt, vendo como tinham ficado as fotos.
Já havia se passado duas semanas desde que começamos aquele photoshoop.
Por incrível que pareça, eu achei legal passar esse tempo com eles. Eram muito brincalhões. Ok, não vou mentir: passar esse tempo ao lado do Edward tira qualquer um do sério.
Ele implicava tanto comigo, como ninguém nunca havia implicado. Nem mesmo meu irmão. Ele é um idiota. Um completo idiota.
– O que vamos fazer agora? – Luke perguntou, assim que Matt saiu da sala, jogando-se em cima do Noah, que gemeu de dor empurrando Luke pro outro lado do sofá.
– Não sei... Ally? Alguma ideia? – Khan perguntou me abraçando de lado.
Eu os olhei, totalmente confusa. Achei que, depois do photoshoop, eles cairiam fora, e cada um pro seu canto.
– O que foi, Ally? – Eles realmente me assustam com essa coisa de falar tudo igual e ao mesmo tempo.
– N-nada. Mas, bem, é... é-é que...- Comecei a gaguejar e fui dando alguns passos para trás, distanciando-me do Khan.
– Você achou que iriamos cair fora depois do photoshoop? – É, acho que, em algum dia, iriam comprovar que o Luke é um bruxo e que lê mentes... Podem ignorar o que eu falei, eu deixo.
– Bem, mais ou menos isso. – Falei corando e abaixando a cabeça.
– Por mim, eu faria isso. Mas esses panacas são muito idiotas. – E quem foi o macaco ambulante que falou isso? Que falou ‘Edward’ acertou. Posso até considerar te dar uma bala.
– Edward, cala a boca – Não vou nem dizer que eles falaram em uníssimo, porque seria perda de tempo.
– Allyson, nós gostamos de você. – Noah falou, recebendo um olhar ameaçador do Sr.Sou-foda-e-ninguém-me-toca. Noah apenas ignorou e sorriu para mim. Ó céus, como ele é lindo. Aliás, todos são muito lindos.
– É, Allyson. Olha, eu não sei você, mas eu te considero como minha melhor amiga. Você já sabe mais de mim do que muitas fãs. – Luke disse sentando em cima do encosto do sofá. Como são educados... Sentiu a ironia?
– Luke, eu também te considero como meu melhor amigo. E eu também gosto muito de vocês. – Falei envergonhada e indo em direção ao sofá, sentando naquele montinho de homens, entre o Noah e Lian.
– O que vamos fazer agora? – Edward perguntou impaciente, mexendo em seu relógio de pulso.
– Não sei... – Falei quase em um sussurro.
– Vamos almoçar? Tem um restaurante perto daqui. Podíamos ir lá, me disseram que é bom. Muito bom – Noah falou e eu juro que vi seus olhos brilharem mais.
– Vamos lá – Falamos em uníssimos, indo em direção à porta, como elefantes, derrubando tudo.
Chegamos ao restaurante em menos de 2 minutos. É, era só atravessar a rua. Tsc, tsc.
– Noah, você é tão estúpido – Lian falou assim que entramos naquele lugar.
O lugar mais parecia um necrotério do que um restaurante. Tinha cheiro de defunto, sujeira em cima das mesas, mesa com pé torto, música deprê de fundo, o atendente dormia em cima do balcão e eu tinha certeza de que aquilo se mexendo próximo a uma porta –que eu realmente espero que não seja um banheiro-, é um rato.
– Meu Deus! – Edward parecia nem acreditar naquilo. Eu ri da sua cara e ele me lançou um olhar nada amigável. Retribui o olhar e ele, de repente, ficou estático olhando para mim como se eu fosse um fantasma. Ele me assustou, então o imitei. – N.ã.o s.e m.e.x.a – Ele falou pausadamente levando sua mão para meu rosto. Eu realmente achei que ele fosse me bater, quando senti sua mão passando pela minha bochecha e saindo rápido. Então vi que em sua mão, tinha uma teia enorme, e uma aranha do tamanho da minha mão pendurada nela. Ok, talvez fosse apenas do tamanho da unha do meu dedão, mas vale mesmo assim. Ele começou sacudir a mão, e aquele projeto do capeta caiu no chão e saiu correndo para debaixo de alguma mesa. Eu continuei parada, sem mexer um mísero músculo, e quando o Sr.Cachos percebeu isso, começou a rir de mim.
– Vai pro inferno, White. – Sussurrei pra ele e voltei-me para o Khan. – Eu não gostei muito daqui não.
– Jura? – Falaram irônicos, em uníssimo. Santa novidade.
– Não, eu não vou sair daqui. Estou com fome e não aguento andar até outro restaurante. – Noah falou, exasperado e gesticulando com as mãos, indo em direção a umas das mesas. Espera, aquela mesa não era a qual a aranha havia corrido?
– Vamos sim, Gray. – Lian falou ríspido. Eu tenho a leve impressão de que ele também viu a cena da aranha.
Dei uma olhada melhor no restaurante e as minhas suspeitas foram confirmadas: Aquilo, perto da porta, era realmente um rato. E dos grandes.
– NOAH GRAY, LEVANTA ESSA BUNDA DAÍ, AGORA. – Gritei fazendo com que todos me olhassem assustados. Com todos, eu quis dizer apenas aqueles cinco retardados. Porque além daquele garçom, que estava em coma profundo, não tinha uma alma viva ali. – Eu tenho uma barra de cereal na minha bolsa. Você vai comer ela, para aguentar ir até outro restaurante. Nem que eu tenha que enfiar ela por outro lado. – Falei ameaçadoramente, o que deu certo, porque no minuto seguinte estávamos correndo nas frias ruas de Londres em busca de um lugar descente para comer. Eles não tem carro? Porque estávamos correndo na rua mesmo?
Nem deu tempo de responder-me, porque eu já estava sendo puxada para dentro de um restaurante.
Aaaa, como é bom esse ar de restaurante de gente.
Sentamos em uma mesa, e assim que pousei minha bunda na cadeira macia, explodimos em gargalhadas.
E foi assim meu almoço de sexta-feira.
Noah comeu como um condenado, Edward e o Luke ficavam zoando as pessoas que passavam na rua–sem que elas vissem, é claro-. E eu e o Lian, ora conversávamos, ora zoavamos com Edward e Luke.
Agora estávamos comendo a sobremesa, e foi aí que eu reparei que esse é aquele restaurante italiano que eu vim com Matt. É, eu sou lerda, eu sei.
Noah bateu seu copo na mesa, chamando toda atenção para ele e começou a falar.
– Gente, eu tive uma ideia. O que vocês acham de irmos todos para a minha casa e fazermos uma noite só para conversarmos e blábláblá?
POV Edward
O Noah só pode estar de sacanagem comigo. Na boa.
EU POSSO MATAR ESSE DESGRAÇADO, OXIGENADO, AGORA?
– Huurrul – Luke gritou jogando as mãos para cima. Meu Deus, ele fica tão gay assim. – Noah, pela primeira vez, nessa sexta feira, você falou algo que preste. – Ele falou e todos da mesa riram, menos eu, é claro. E o Noah fez um bicão e virou a cara, fazendo com que o Khan quase morresse engasgado.
A minha raiva era tanta, que eu nem conseguia formular palavras para expressar o quanto aquela ideia do Noah era estúpida.
– Nós podemos fazer assim: Eu e os meninos vamos pra casa do Noah agora, a Ally volta pro estágio e de lá ela vai pra casa dele. – Lian propôs e todos concordaram. Menos eu, mas isso eu nem preciso dizer.
– Eu vou sair mais cedo do estágio, porque hoje seria minha folga. Agora eu só volto a trabalhar sem ser essa semana, a outra, por causa do feriado. – Allyson falou bebendo um coisa esquisita de cor amarela lá.
– Ótimo, pega um guardanapo aí, Edward, pra eu escrever o endereço para Ally. – Luke pediu e no mesmo momento todo mundo percebeu que eu estava ali. Eles me olhavam como se estivessem com medo de que eu fosse matar a Allyson ali mesmo, na mesa.
A minha cara deveria ser das piores, porque ficou um silencio incrível na mesa. Até a Allyson parecia com medo de mim, mesmo assim, disfarçava com sua pose de eu-não-tenho-medo-de-você. Teimosa, estupida, chata, idiota, marrenta e pra piorar, eu estou vendo a Bubba.
Balancei minha cabeça para afastar aquele pensamento insano, e estiquei meu braço para pegar o guardanapo. Eu ouvi todos arfarem e respirarem fundo.
Ha é, eu não falei. A minha casa estava sendo dedetizada, e eu estava na casa do Noah. Entendeu agora?
– Está aqui, Luke. – Falei com raiva e ironia. Tirei uma arma de dentro do meu casaco, e atirei em todos ali. Fim.
Mentira, eu apenas passei o maldito guardanapo e ele pegou, escreveu rápido e passou para Allyson. Sem falar nada.
Aliás, ninguém ali falava.
– E-edward? Tudo bem? – Lian perguntou sussurrando entrelaçando as mãos em cima da mesa. Todos prenderam a respiração novamente.
– Tudo. – Meu Deus, como era difícil dizer isso. – Allyson, pode ir. Eu não vou ligar. – Mentira, vou sim. – E vamos logo, antes que eu me arrependa.
– Claro, claro. – Falaram em uníssimo e começaram a levantar.
Khan e o Lian foram pagar a conta e logo voltamos para a agência.
Os meninos despediram-se daquele projeto de Bubba e entramos em nossos carros, indo em direção à casa do Noah.
Notas finais
Olhem, sintam-se avontade para dizer o que quiser sobre a fic. Me diga o que vocês querem que eu acrescente na fic, as ideias de vocês, o que deve mudar....
Por favor, isso é importante. Eu não faço essa fic só para mim, eu faço para vcs tbm. Então, nada mais justo, do que vcs tbm expressarem as ideias de vocês.
Até o próximo cap, pessoas >
Haaaa, e eu mudei o meu nome, vocês viram? Eu era MariiStyles e agora sou Sheiko :)
Fui xx
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