Little Sister

6 Significado - Quando se tirou a máscara? É real?


Notas iniciais
Oiii!! Outro capítulo! Não tão recente... HEHEHE... Escrevi mas não pude postar!
Espero que gostem! O próximo só postarei durante a noite! Hihihi...
Realmente espero que tenham gostado... Embora a demora! ;( (Tô tristinha! Desculpe por demorar!!! Sério!!! :) )
Bom é isso aí!!
Escutei a escola inteira falando daquele assunto. Até mesmo aqueles que eu nem conhecia.

Realmente, as pessoas não conseguem cuidar de suas vidas. Quando caminhei para fora da escola, vi um senhor me observando com os olhos. Quem era ele? Decidi caminhar normalmente. Mas achei que ele estava me seguindo... Mantenha a calma! Repeti para mim em minha cabeça. Mas achei que ele fosse me alcançar, então um minuto depois entrei na primeira loja que vi. Não era muito, mas era suficiente, pensei. Vou ficar aqui alguns minutos, e quando vir que ele não mais me olha vou para casa. Mas se passaram dez, vinte e trinta minutos. Nada do senhor sair da calçada. O que eu faria?

Vou ligar para Tatty. Ninguém atendeu. Vou ligar para Army, ninguém atendeu. O que este povo estava fazendo em uma quinta-feira?!?

Vou ligar para Davin, pensei por fim.

— Alô! — ele esbravejou do outro lado.

— Davin eu... — Ele me interrompeu.

— Ah! É você? Vê se não me liga mais! — Teimou desligando na minha cara. Como ele era gentil! Para quem eu ligaria agora? Eu não tinha o número do Teito. Só me resta arranjar encrenca ligando para minha mãe.

— Alô? — Perguntei desesperada, rezando para que alguém tivesse atendido.

— Alô? — Respondeu a voz masculina de Richard.

— Passa para a mãe! — Mandei.

— Por quê? — Ele exigiu saber.

— Só passa para ela. — Estava praticamente implorando.

— Azar o teu. — Ele ainda estava bravo. — Ela não está aqui. Qual o problema? — Ele perguntou desinteressado.

— Me ajuda? — Pedi. Já desisti de ser durona perto dele. — Tem um cara me seguindo.

— Aonde você está? — Ele perguntou já tirando a máscara também, demonstrando uma ponta de preocupação em sua voz quase inabalável.

— Tô na loja de conveniência à duas quadras de casa. — Contei.

— Não sai dai! Eu to indo. — Ele disse desligando, mas o ouvi correndo pela casa para pegar o casaco. Ele estava preocupado? Eu não conseguia entender, mas não conseguia não gostar dele.

Alguns minutos depois o vi entrando pela porta, meu coração se encheu de alívio ao vê-lo.

— Obrigada. — Suspirei.

— Não tem de quê. — O ouvi dizer baixinho, vindo em minha direção, mas ainda atrás de mim. — Qual o problema? — Ele perguntou fitando meus olhos, seus olhos estavam trêmulos de preocupação. Ele realmente era um cara estranho... Pensei no mais íntimo de minha mente.

— Eu acho que estou sendo seguida. — Apontei para o cara que estava do lado de fora, parado na calçada.

— Há quanto tempo está aqui? — Ele me perguntou.

— Não sei, uns 40 minutos... — Assenti pela primeira vez olhando no relógio.

— Lucy!! — Ele gritou batendo em minha cabeça. — Você está sendo perseguida.

Era engraçado vê-lo ser sincero. Eu não resisti, e mesmo pelo péssimo momento dei uma risada, e seu rosto tenso se aliviou por alguns segundos.

— Ei! O que está fazendo? — Perguntei ao vê-lo pegando um suco de uma geladeira.

— Você paga. — Ele disse apenas, me olhando tenso. Qual era seu plano? — Vem! — Ele ordenou do caixa. Eu paguei os dois Sucos e ele me pegando pela cintura me levou para fora da loja. O homem que me seguia. O reconheci! Era o professor do infantil. Ele entrara a pouco tempo, e ainda não era muito velho.

— Mas... — Eu assenti, Richard me reprimiu com o olhar. E com a mão que estava na minha cintura, puxou-me para perto e me beijou. Por um momento meu corpo estava tenso! O que ele estava pensando?!? E se alguém visse!! Mas um minuto depois vi o professor partindo, e como um raio, senti meu corpo sentindo todos os sentimentos que poderia. Minha espinha formigou, minhas bochechas queimaram, e minha cabeça estava girando, eu sentia raiva e desejo, amor e ódio, medo e prazer. Quando o professor saiu, Richard soltou minha cintura e com um sorriso completou:

— Há quanto tempo você esperava por isso?

Minhas bochechas queimavam, e meu cérebro parecia não funcionar. Ele não sabia que diferente dele eu nunca tinha beijado ninguém?

— Vamos para casa. — Ele assentiu ficando serio novamente e partindo na frente. Um silencio constrangedor, bem pior do que o normal se estendeu por nós pelo caminho até em casa. O que Richard estava fazendo comigo? Minha cabeça não conseguia raciocinar nada daquilo! O que quer que ele tivesse feito comigo deveria ser proibido! Continuei com meus devaneios — sentindo a temperatura de meu rosto mudando constantemente — até chegar em casa.

Entrei permanecendo em silencio. Mas sabia que teria que agradece-lo de alguma forma.

— Ei! — chamei-o tentando não olhar em seu rosto. — Obrigada. — Ele riu. Colocou a mão na minha cabeça e acrescentou.

— A qualquer hora, mini-Pikachu! — com a mão em minha cabeça, bagunçou meu cabelo. E soltando-os começou a balançar a cabeça negativamente, enquanto caminhava até o banheiro.

Bom, presumi. O dia foi muito estranho e minha cabeça está mais confusa do que nunca. O que posso fazer? As pessoas quem são estranhas. Não eu! Né?

Deitei na cama agradecida pelo meu travesseiro macio, tudo que eu mais desejava. Alguns minutos depois me via dormindo calmamente.

Notas finais
O que acharam??
Essa é uma pequena prévia do o que vaia conhecer no próximo capítulo!
Huuuummmm....
Kkkkkkk!!
Eu mal posso esperar por terminar de escrever ocapítulo seguinte!
Espero que todos tenham gostado deste, para aproveitar mais ainda o próximo!
Beijos!
PS: eu espero reviews!!! HEHEHE... ;)