Little Secret
21 Nossa Vida
Notas iniciais
Pov’s Bella
Depois da minha volta do hospital. Não podia estar mais feliz, além de saber que o homem que eu amo me ama também, Edward estava todo cuidadoso comigo. Como não podia mais trabalhar, ele vinha toda a noite na minha casa onde ficávamos horas conversando e namorando. Namorando muito. Tinha que matar todo o tempo perdido em que não podia chamar esse homem de meu. Mas agora noiva, praticamente quase casada podia gritar ao mundo que esse homem era MEU. Entretanto em vez de hoje a noite vir para a minha casa, Edward disse que me levaria para jantar num lugar muito especial. Imagina a minha aflição no momento. Quando ele apareceu na porta do meu apartamento quase enfartei. O atendi e logo estávamos dirigindo pelas ruas. Ficava mais nervosa ainda quando via que estávamos nos afastando da cidade.
— Aonde vamos? — perguntei tentando não aparentar nervosismo.
— Minha casa — ele respondeu sorrindo um pouco nervoso.
Não conseguir falar mais nada e o que pareceu ser uma eternidade, finalmente chegamos. A casa era simplesmente perfeita, feita praticamente com enormes janelas de vidro. Uma aparência bem sofisticada, mas ao mesmo tempo moderna.
— Uau — disse de boca aberta.
— Ainda bem que gostou — ele disse parecendo aliviado. — Mas vamos entrar e te mostrar o resto.
Ele abriu a porta para mim e a luz acendeu rapidamente. Por dentro era mais que perfeita. Não me incomodaria de morar aqui. Edward me mostrava todos os aposentos, menos um que ficava no segundo andar ao lado de seu quarto. E quando perguntei o que era ele me disse que era para outro momento e que devíamos jantar. Descemos as escadas com cuidado e fomos para a sala de estar onde havia um banquete nos esperando.
— Isto é obra sua? — perguntei.
— Infelizmente meu amor, meus dotes culinários não chegam a tanto — ele respondeu brincando me fazendo rir. — Mas escolhi tudo que está vendo espero que aprecie.
— Pode ter certeza que irei apreciar — disse sorrindo.
— Espero que sim eu realmente espero que goste — ele disse estranhamente. — O que acha de um bom suco?
— Geralmente nessa hora se diz: o que acha de um bom vinho — disse brincando.
— Daqui a dois meses quem sabe — ele disse me fazendo sorrir e mais ainda quando ele beijou a minha barriga.
— Um bom suco de morango iria cair muito bem — disse.
— Para já minha Cullen — ele disse me servindo o suco. Meu coração falhou ele havia me chamado de “minha Cullen”.
O jantar transcorreu bem. A comida estava divina e a sobremesa iria vir logo. Edward havia comprado o meu favorito: sorvete de morango com castanha. Ele trouxe a minha taça e junto veio uma caixa de presente. Edward colocou na minha frente.
— Espero que realmente goste — disse sorrindo nervoso. Esqueci rapidamente o sorvete e abrir a caixa. Nela continha três itens. Um cartão, uma caixinha vermelha e uma chave. Peguei o cartão.
“Dizem que quando o homem está apaixonado ele se torna um tolo, então espero estar sempre apaixonado pela mulher que escolhi para ser a minha esposa para não perder essa sensação. Hoje trago algumas surpresas para perceba que a cada segundo a amo mais. A caixinha se abrir estará a aliança de noivado que já devia ter sido colocada nesse dedo há muito tempo e chave, não é a chave do meu coração, porque isso você já tem é a chave da NOSSA casa, onde criaremos os nossos filhos e nos amaremos por toda a eternidade por isso te faço novamente está pergunta...” — li o cartão em voz alta com as lágrimas caindo pelo o meu rosto. Edward tocou meu rosto me fazendo olhá-lo, este já com a caixinha na mão se ajoelhou na minha frente.
— Isabella Swan, prometo amá-la por cada momento da eternidade. Me daria a extraordinária honra de se casar comigo? — ele perguntou.
Segundos que pareceram eternos e não conseguir dizer mais nada a não ser assentir positivamente a minha cabeça, enquanto ele colocava a aliança no meu dedo. Ele beijou a minha mão com o anel e beijou meus lábios.
— Agora mais uma surpresa — ele disse todo radiante.
— Mais? — perguntei bobamente.
— Muito mais — ele disse me dando a mão e me ajudando a levantar. Ainda bem que ele me segurava, porque as minhas pernas tremiam. Ele havia me pedido em casamento mais uma vez e aquela ali era a nossa casa. Onde iríamos viver de acordo com ela por toda a eternidade. Será que tinha como amar mais esse homem? O destino respondeu que sim. Ele me levou para a porta que ele não havia aberto.
— Pode abrir — disse sorridente, mas ao mesmo tempo nervoso. A abrir e paralisei.
Era um quarto todo branco com a cor azul e rosa. Com quadros na parede de bichinhos e balões. Havia um sofá branco com almofadas rosa, azul e branco. Ao lado uma poltrona com descanso para os pés e ao lado daquilo tudo os berços. Um com lençol azul e outro rosa. Ainda bem que ele estava me segurando.
— Então o que achou? — ele perguntou no pé do meu ouvido.
Mesmo eu querendo dizer que amei, as palavras não saíam. Edward interpretou mal o meu silêncio.
— Se não gostou, podemos trocar tudo e refazer, sei que fui apressado, mas só queria te fazer uma surpresa, entretanto podemos mudar tudo, irei falar amanhã com a decoração.... — ele disse, mas eu o cortei o beijando. A resposta foi imediata da sua parte.
— Eu amei — disse ofegante. O sorriso que ele deu aqueceu meu coração. O beijei de novo com muito mais paixão. De repente um calor percorreu o meu corpo. Eu o queria mais e naquele momento beijos não bastavam. Edward parecia querer o mesmo. Quando ele libertou a minha boca suguei seu pescoço. A última vez que havíamos feito sexo foi na noite em que as crianças foram geradas.
— Amor — ele disse ofegante. — Podemos batizar a casa toda, mas não aqui. Se pensa que essas palavras me refrearam, que nada só aumentou o calor.
— Tudo bem, vamos para o seu quarto — disse o puxando pela mão. Abrir a porta e Edward já veio me beijando.
— Nosso quarto — ele corrigiu me fazendo cair na cama. Com cuidado ele subiu em mim. — Nosso quarto, nossa cama, nossa vida. Desceu os beijos para o meu pescoço e sentir sua mão descer a alça do meu vestido. Definitivamente iria ver estrelas.
Pov’s Edward
A respiração de Bella estava calma. Dormia como um anjo. Seu peito subia e descia. O lençol que cobria seu corpo nu havia escorregado mostrando seu seio, este que havia passado muito tempo sendo estimulado por mim. Ainda conseguia sentir os espasmos de nossos corpos e mesmo que quisesse repetir o momento não iria acorda-la. Com a mão coloquei o lençol cobrindo o seio e isto fez Bella se aconchegar mais em mim. Ela deitou a cabeça no meu peito. Com a minha mão segurei a sua mão com o anel. Cada momento o futuro que antes era incerto estava se tornando concreto mais vivo e tudo graças ao amor que eu sentia por essa mulher. Fechei meus olhos sentindo o sono chegar e pela primeira vez dormimos em nossa casa.
Pov’s Alice
Minha vida tinha virado do avesso. Meus pais não estavam falando comigo desde o dia que contei sobre o fim do meu noivado com o Edward. Se eu contei a verdade? Pode apostar que sim tanto da parte dele ter engravidado a secretária, como o meu caso com Jasper. Pensar nele me fez dar um suspiro. Eu havia me apaixonado, na verdade estava apaixonada, entretanto as consequências desse amor foram caras. Edward antes de ser meu noivo, agora ex noivo era o meu melhor amigo e hoje vejo que nunca estive apaixonada por ele. Edward e eu só estávamos confortáveis com a situação. Para nós ficarmos juntos era o mais seguro. Mas os beijos que Edward me dava não chegavam perto da paixão que eu sinto quando Jasper me beija. Foi assim que descobrir o óbvio. Se eu o procurei? Não, tinha que me afastar dele até que conseguisse fazer minha vida a voltar nos eixos. A primeira coisa que faria seria pedir o perdão, mas não de Edward. Pediria perdão para Bella, esta que não tinha nada a haver com a situação e eu ainda a chamei de puta, pensando bem a puta sou eu. Traí a todos com as mentiras e magoei muitas pessoas e por causa disso só poderia continuar em frente se conseguisse o perdão dela e o perdão de Edward. As duas pessoas que naquele momento eram importantes.
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