Little Secret
35 Ilha de Esme
Notas iniciais
POV’S EDWARD
Finalmente havia conseguido sair da festa. Queria claro que tivesse sido sem levantar suspeitas, mas infelizmente a sorte não estava do meu lado. Nos despedimos de todos, literalmente todos e quando estava quase enlouquecendo conseguimos entrar no carro.
— Finalmente — disse suspirando aliviado soltando a minha gravata. Bella gargalhou ao meu lado. E para ser mais piegas ainda, estava mais linda do que nunca.
— Para onde vamos? — ela perguntou.
— Surpresa — respondi e ela fez um bico, mas logo depois sorriu.
Foram cinco horas de viagem. Malditas longas cinco horas. Minha esposa, como é bom chamá-la desse jeito. Minha linda esposa acabou adormecendo e só acordou quando entramos no avião e quando chegamos ao nosso final destino. Eu a chamei. Ela abriu os olhos e me olhou.
— Acorde, já chegamos — disse e a ajudei a sair do carro.
Os primeiros sinais de reconhecimento logo apareceram quando fui presenteado com o mais belo sorriso de todos.
— Estamos no mar? — ela perguntou mesmo que estivesse ouvindo ao fundo ele bater.
— Estamos — respondi. Meu prêmio foi um beijo, mas claro que essa noite não seria apenas isso.
Chegamos a porta e então a peguei no colo e entramos. Logo as luzes se acenderam.
— Lindo — ela disse.
— Tem coisas muito mais lindas de se olhar — disse atraindo seus olhos no meu.
— Eu te amo — ela disse.
— Eu te amo mais, entretanto não quero medir quem ama mais hoje — disse enquanto subia as escadas com ela. — Tenho outros planos para hoje — disse abrindo a porta do nosso quarto. Depositei minha garota no chão calmamente. Fazia muito calor ali.
— O que quer fazer? — perguntei sem tirar os olhos dela.
— Que tal nadarmos um pouco? — ela perguntou com os olhos brilhando.
— Agora — disse confuso.
— Uhum — ela respondeu desabotoando a minha blusa e beijando o meu peito.
— Amor se quer mesmo que nademos agora é melhor parar com isso — disse e ela riu. Então segurou nos meus cabelos e me beijou. Aquele beijo bem quente, então do nada me soltou e correu trancando a porta do banheiro.
— Pode ir que eu já vou — ela disse rindo. Nem precisei olhar para baixo para saber que a tenda estava armada. Tirei minhas roupas ficando apenas de cueca e peguei uma toalha.
A água não estava fria, estava morna, uma temperatura agradável, coloquei na areia minhas coisas e entrei nu. Afinal não tinha ninguém ali e esperei. Estava tão absorto em meus pensamentos que não pressenti sua aproximação. Ela me abraçou por trás e beijou as minhas costas.
— Você demorou — disse me virando. A única luz visível era a do luar.
— Nem foi tanto tempo assim — ela disse brincando.
— Para mim foi uma eternidade — disse segurando seu rosto e a beijando calmamente. Se fosse possível a água ficou mais quente.
— Edward — ela sussurrou meu nome.
— Isso querida vai ser isso que você vai dizer a noite toda só que um pouco mais alto — disse a beijando com mais vontade e ali fizemos amor. O primeiro de muitos que teriam aquela noite.
De algum modo, não sei como, saímos da água e agora estávamos de em casa. Começamos a nos pegar na cozinha e Ali na mesa o primeiro grito de Bella com o meu nome foi dito. A coloquei sentada nela e apenas com os dedos a estimulando enquanto a beijava. Quando os espasmos de seu corpo pararam. Bella se agarrou a mim e sorriu. Pulou no meu colo.
— Quarto — ela sussurrou no meu ouvido enquanto mordia o mesmo.
— Ainda não está satisfeita — disse rindo.
— A noite é uma criança — ela disse enquanto subíamos.
Agora voltamos onde tudo havia se iniciado. Caímos na cama eu sobre ela e eu a beijando como se o mundo fosse acabar. Parei de beijar para respirar e isso deu tempo de Bella inverter nossas posições. Sentada na minha barriga ela me olhou digamos pervertida.
— Feche os olhos — ela pediu manhosa. Fechei os meus olhos imediatamente. — Não os abra. Assenti de olhos fechados ansioso. Bella então segurou meus braços os levantando e só abrir quando sentir o frio do metal e o clique. Estava literalmente algemado.
— O que é isso? — perguntei rindo.
— Apenas uma brincadeira — ela respondeu deslizando pela minha barriga e ficando exatamente encima do Junior. Ela me beijou não calmamente e sim selvagem e quando tentei tocá-la as algemas me seguraram. — Para isso que serve a brincadeira.
Então os beijos desceram pela minha mandíbula, pescoço e se demorou na minha barriga. Eu estava sorrindo, mas quando sua linda boca abocanhou o Junior o sorriso logo se foi. Sua boca descia e subia ora rápido e ora bastante devagar, parecia que ela queria me fazer sofrer. Os primeiros sinais vieram logo que sentir a pressão.
— Bella eu... — comecei a dizer, mas ela levantou o dedo me calando. Praticamente eu explodi na boca dela ao mesmo tempo em que gritava seu nome.
— Viu não é sou eu que grito por aqui — ela disse no meu ouvido. A respiração estava pesada, foi apenas eu ouvir o clique que inverti nossas posições e a penetrei com tudo arrancando um grito de surpresa, mas de prazer dela.
Não existia calmaria ali, eram estocadas de sexo puro e muito gostoso. Ela gemia embaixo de mim. Chegamos ao ápice juntos quando um gritando o nome do outro. Caí exausto ao lado e esperei nossas respirações se normalizarem. Olhei para o lado encontrando o sorriso mais que satisfeito no rosto dela.
— Isso foi... — ela começou a dizer.
— Surreal — respondi.
— Mas parece que — ela começou a dizer.
— Que ainda queremos mais — respondi a olhando com desejo.
— Você ainda consegue? — ela perguntou com a sobrancelha levantada.
— Como você mesma disse baby a noite é uma criança — respondi a puxando e a beijando novamente.
POV’S BELLA
Não sei quanto tempo dormir, principalmente depois do que fizemos. Apenas acordei com o sol batendo no meu rosto. Eu estava plenamente satisfeita e dolorida. Foram rodadas seguidas com muita intensidade. Abrir meus olhos me espreguiçando e passei as mãos no meu cabelo e percebi algo. Tirei e vi uma pena. Sacudi a cabeça enquanto uma cascata de penas caia. Então resolvi olhar envolta, tirando a cama que estava inteira, havia penas e lençóis rasgados por todo o lado.
— Bom dia — Edward disse aparecendo com os cabelos úmidos e uma bandeja na mão de café da manhã.
— Ótimo dia — disse enrolada no lençol. Edward depositou a bandeja na cama e se sentou a minha frente. — Pode me explicar o que aconteceu aqui? Edward olhou para o quarto e sorriu de forma enigmática e safada na minha direção.
— Se eu soubesse que tínhamos tanto química teria me casado e feito sexo com você antes — ele disse e eu corei. — Nada disso senhora Cullen ontem quando resolveu me algemar na cama não havia um pingo de vergonha.
— Quer parar de falar essas coisas — pedi mais envergonhada. — Já tínhamos feito sexo antes.
— Mas quando você estava grávida tinha que ser mais cauteloso — ela disse.
— Isso não vem ao caso — disse corada.
— É por isso que eu te amo consegue ser adorável e sensual ao mesmo tempo — disse me dando um beijo na testa.
— E como foi para você? Você gostou da brincadeira? — perguntei meio receosa.
— Amor quando você quiser brincar comigo fique a vontade — ele respondeu abrindo os braços. — Meu corpo é seu playground — ele disse abrindo os braços. Rir envergonhada.
— Onde estamos? — perguntei olhando pela enorme janela que dava vista para o mar.
— Estamos na Ilha de Esme — ele respondeu.
— Esme, como o nome da sua mãe? — perguntei.
— Sim exatamente foi um presente do meu pai para ela — ele respondeu enquanto eu engasgava com o suco.
— Seu pai comprou uma ilha de presente para ela? — perguntei assim que me recuperei da tosse.
— Foi presente de aniversário de casamento — ele respondeu e eu olhei espantada. — Vá se acostumando senhora Cullen nós homens Cullen temos certos padrões em presentes de aniversário de casamento.
— Você vai me dar uma ilha? — perguntei irônica.
— Se você quiser — ele respondeu simplesmente. — Ou pode ser um castelo.
— Eu só quero você não preciso dessas coisas toda — disse.
— Amor você já me tem a muito tempo — ele disse. — Agora que tal um banho? Eu realmente queria, mas estava dolorida. — Pode ficar tranquila não iremos fazer sexo tivemos o bastante por hoje — ele disse me pegando no colo. — Irei te preparar um banho na banheira para que relaxe e quem sabe depois eu não te faça uma massagem.
— Me desculpe — disse e ele me olhou confuso. — Por não... — nem terminei de falar, porque adivinhem corei.
— Não se preocupe amor temos uma semana nesse lugar pode ter certeza que iremos batizar a casa toda e já podemos tirar um cômodo já que a cozinha já foi — ele disse.
— Não sabia que tinha um marido tão pervertido — disse.
— Eu que não sabia que tinha uma esposa maníaca por sexo — ele disse me colocando no chão e preparando a banheira.
— Não sou maníaca — disse cruzando os braços.
— É sim, nós sabemos que é verdade — ele disse. Edward riu assim que viu a minha cara e se aproximou colando seu corpo ao meu. — Mas não se preocupe gosto assim — ele disse e me beijou, mas logo parando. — Vamos parar por aqui antes que o Junior dê sinal de vida e aproveite o seu banho enquanto eu tento arrumar aquela bagunça ele se soltou.
— Realmente não sei como fizemos aquilo — disse rindo.
— Você não se lembra posso mostrar amanhã com toda a exatidão possível — ele disse rindo safado e fechando a porta. Entrei na banheira corada. Muita coisa ia acontecer.
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