Notas iniciais
Oieee gente sumir por uma semana, pois no domingo fiquei sem net! Aí complicou enviar o cap., mas hoje vou postar dois, então se preparem!!!!

Pov's Edward

Estávamos todos no hospital. Todos estavam lá. Eu havia encontrado Jasper no banheiro e o trouxe para cá. Bella que ligou para todos, eu não tinha cabeça para nada. O doutor saiu com um olhar nervoso.

— O que houve? — perguntei.

— Infelizmente não posso dizer nada — ele respondeu com um olhar cansado. — O senhor Hale me proibiu.

— Te proibiu? — perguntei. — Nós somos a família dele temos o direito de saber.

— Na verdade senhor Cullen não posso revelar informações se o senhor Hale não permitir, não posso quebrar o sigilo médico paciente.

— Ele está certo Edward se Jasper não quer e o doutor revelar ele pode sérios problemas — Emmett disse.

— Sérios problemas tem o Jasper irei falar com aquele agora mesmo — disse.

— Receio que isso é impossível o senhor Hale não desejar ver ninguém — o médico disse. — Sinto muito, mas esses são às vontades do senhor Hale — ele se virou para ir embora.

— Por favor, doutor nos diga algo — Alice pediu desesperada. Foi pela forma desesperada de Alice que o doutor a olhou com pena.

— Senhorita o caso não é fácil e tudo depende dá decisão do senhor Hale e isto é tudo que irei dizer — o doutor disse se virando e indo embora. Bella abraçou Alice que voltou a chorar. Mas o que se passava na mente de Jasper?
Como não tínhamos o que fazer lá voltamos todos para a nossa casa. Estávamos deitados, Bella ao meu lado enquanto eu passo às mãos em sua barriga.

— Tive tanto medo — disse quebrando o silêncio.

— Medo de que? — ela perguntou.

— Foi horrível, todo aquele sangue e ele desmaiado branco e gelado — respondi com a imagem gravada na minha mente. — A culpa é toda minha — disse enquanto algumas lágrimas traiçoeiras caíam.

— Por que seria sua culpa? — ela perguntou calma passando às mãos no meu cabelo.

— Eu disse que ninguém iria sentir a sua falta quando ele se fosse — respondi.

— Mas aquilo foi num momento de raiva você falou dá boca para fora — ela disse.

— Mas eu disse e às palavras ditas não voltam atrás — disse. — Jasper me odeia.

— Não odeia, ele só está confuso e com medo, mas tudo vai se resolver — ela disse.

— O que faria sem você? — perguntei. Ela riu e me beijou e nos sentimos um chute.

— Está chegando o dia — disse.

— Cada vez mais perto — ela disse. Conversamos mais um pouco e logo já estávamos dormindo.

Três dias se passaram e voltando a trabalho normalmente recebi a notícia que Jasper já tinha tido alta. Ele não ligou e nem disse nada. A cada momento a briga que eu mantinha com ele agora não valia nada. Acabei demarcando um compromisso e quando percebi já estava tocando a campainha do seu apartamento. Jasper abriu a porta, seu semblante estava melhor do que a última vez que o vi, mas parecia cansado.

— Qual foi à coisa que eu fiz para você vir me agredir? — ele perguntou irônico.

— Não vim aqui para isso — respondi passando por ele e entrando.

— Ótimo sinta-se em casa — ele disse fechando a porta. Pela primeira vez na vida encontrei o apartamento de Jasper bagunçado. Franzi o cenho. — Alguns hábitos mudam quando estamos perto dá morte.

— Não fale assim — disse incomodado.

— Falar o que? Que eu vou morrer — ele respondeu. — Se acostume com a ideia eu já me acostumei.

— Jasper eu vim aqui para... — comecei a dizer, mas fui cortado.

— Veio pedir perdão por ter me tratado mal todos esses tempos — ele disse. — Se for isso Edward não há nada a ser perdoado.

— Por que está sendo assim com você mesmo? — perguntei.

— Assim como? Realista? — ele perguntou.

— Você parece ter desistido de viver — disse.

— Você chama de desistir e eu chamo de aceitação — ele disse. — Qualquer escolha que eu faça o risco de morrer é o mesmo.

— Como assim? — perguntei.

— Se eu operar corro o risco de morrer e se eu não operar o risco é o mesmo — ele disse.

— Jasper eu sinto muito — disse.

— Não sinta, pois não quero sua pena e nem suas palavras de consolo — ele disse. — O que necessito é que saia da minha casa e me deixe descansar — disse se virando. — Feche a porta quando sair — foi e só escutei a porta do seu quarto bater.

Uma semana depois

Terminava de assinar um papel quando minha porta foi aberta. Bella entrou sorridente.

— Pronto para o almoço? — ela perguntou.

— Mas é claro — respondi me levantando e saímos juntos. Esperamos o elevador a porta se abriu e entramos.

— Bella desça você esqueci às chaves do carro — disse e saí antes dá porta se fechar. Voltei a minha sala rapidamente e peguei as chaves do carro que estavam na mesa. Cheguei ao elevador e apertei o botão, então do nada um barulho enorme foi ouvido. As pessoas olharam assustadas. Continuei apertando o botão do elevador, mas não ocorreu nada. Resolvi pelas escadas ao mesmo tempo em que ligava para Bella, o celular tocava e nada dela atender, finalmente cheguei ao hall principal.

– O que está acontecendo? – perguntei.

– Senhor os elevadores pararam – o homem disse nervoso. De repente meu celular vibrou. O olhei e na mesma hora atendi, era Bella.

– Graças a Deus você está bem – disse suspirando aliviado.

– Edward aqui não é a Bella é Alice estamos presas no elevador e sua mulher acabou de entrar em trabalho de parto – Alice disse.

Notas finais
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