Little Obscure Girl
9 William Moseley
Notas iniciais
Em uma outra vida, eu seria sua garota
Nós manteríamos todas as nossas promessas,
Seriamos nós contra o mundo
Em uma outra vida, eu faria você ficar
Então, eu não teria que dizer que você é
Aquele Que Se Foi (x2)
Fazia exatamente 10 minutos que fiquei encarando a bebida em minha mão, sentia o olhar de Tom sobre mim, mais eu estava muito desconfortável pra olhar pra cima sobre o olhar atento sobre o dele.
Apesar de querer sentir um pouquinho do gosto amargo de vingança, eu sabia que se eu olhasse para o olhar dele eu iria agarrar ele ali mesmo, principalmente eu estando sobre o efeito da bebida.
Olhei para o Zayn ao meu lado e sussurrei em seu ouvido.
— Vou ao banheiro, já volto. – ele acenou a cabeça e voltou a prestar atenção em alguma menina que estava dando mole para ele.
Levantei do sofá e sai a procura do banheiro, tive que passar pela pista de dança com rapidez, mas estava lotado o que me levou a passar por lá com direito a pisam no meu pé e cotoveladas nas costas e esbarrões fortes.
Parei na pista e ergui um pouco a cabeça para me localizar aonde eu estava, vi o banheiro feminino perto do bar, comecei a andar naquela direção e eu chegaria... Se alguém não pegasse a minha mão e me fizesse rodopiar sobre o ritmo da música que estava tocando naquele momento, talvez Justin Timberlake – Sex Back.
*Deixe a música carregar.
Virei meu rosto rapidamente vendo... William Moseley, meu amigo desde que eu comecei a morar na Inglaterra, e o melhor ator que eu vi para interpretar o Pedro, nas Crônicas de Nárnia.
— WILL! – gritei e o abracei o puxando pelo pescoço, senti os braços dele em volta da minha cintura me fazendo tirar os pés do chão e me rodopiando, me apoio no chão outra vez e sorriu para mim.
— Dança a próxima música comigo? – sussurrou no meu ouvido fazendo meu pescoço se arrepiar involuntariamente e me fazendo corar, mesmo estando escuro na boate. – Não aceito não como resposta Starks.- falou de novo.
Olhei para ele e acenei com a cabeça, ele pegou a minha mão me puxando para o meio da pista me fazendo ficar com mais vergonha ainda. Sorri tímida e comecei a dançar junto com ele, fazendo que os nossos passos sincronizasse na música que tinha começado naquele momento.
*De play na música.
Eu acho que estou me afogando
Asfixiado
Eu quero quebrar este feitiço
Que você criou
Você é algo lindo
Uma contradição
Eu quero jogar o jogo
Eu quero a fricção
Fui me soltando conforme eu dançava, senti as mãos de Will nas minhas me fazendo rodopiar e depois me puxar o meu corpo em direção ao seu, ele soltou a minha mão a colocando na minha cintura e a outra acariciando o meu rosto.
Você vai ser
Minha morte
Sim, você vai ser
Minha morte
Enterrar isso
Eu não vou deixar você enterrar isso
Eu não vou deixar você sufocar isso
Eu não vou deixar você assassinar isso
O meu rosto estava indo em direção ao dele, bem lentamente, quase como se fosse uma tortura bem deliciosa.
Nossos lábios se rosaram, e quando ele ia começa um beijo eu virei o rosto dando risada, me afastei dele continuando a dançar com a música.
Nosso tempo está acabando
E nosso tempo está acabando
Você não pode empurrá-lo no subsolo
Nós não podemos parar isso gritando
Eu queria liberdade
Obrigado e restrito
Eu tentei desistir de você
Mas estou viciado
Agora que você sabe que estou preso
Sensação de alegria
Você nunca sonhará em destruir essa fixação
Ouvi a risada do William sendo abafada pela música, mais eu não liguei, apenas virei para ele e dei um sorriso de canto, a um ano atrás eu nunca iria me ver assim, chamando a atenção, “meio que famosa” e flertando com um ator como o Will.
Talvez eu era muito inocente para fazer ou pensar em fazer isso, mais agora, eu sabia o que era a realidade o que era sofrer o bastante, e agora eu vivia no meu trabalho. Já estava na hora da minha diversão.
Você vai espremer a vida para fora de mim
Enterrar isso
Eu não vou deixar você enterrar isso
Eu não vou deixar você sufocar isso
Eu não vou deixar você assassinar isso
Nosso tempo está acabando
E nosso tempo está acabando
Você não pode empurrá-lo no subsolo
Nós não podemos parar isso gritando
Como chegou a isso?
Ooooh yayayayayaya
Ooooh yayayayayaya
Ooooh yayayaya oooohh
E eu tinha a minha principal diversão dançando comigo na minha frente.
--
Sentei em uma cadeira que tinha no bar, Will se sentou do meu lado e não demorou muito para o barmen atender a gente perguntando o que nós dois iriamos querer.
Pedi um copo de vinho e o Will pediu algo mais forte, whisky. Virei minha cadeira em sua direção e começamos a conversar, ali no bar o som era um pouco mais baixo, facilitando a conversa.
— Você sumiu! – eu disse para ele com um pequeno sorriso.
— Trabalho e mais trabalho, eu não estou parando ultimamente sabe!? Mais falando em trabalho... Como anda as coisas com o seu?
— Will não estamos em uma boate para falar de trabalho não e mesmo!? Vamos falar sobre outra coisa. – dei um sorriso mais aberto, que se fechou rapidamente quando ouvi uma voz atrás de mim.
— E verdade, vamos falar sobre outra coisa. Amor estava te procurando, barmen me traga um copo de gim! – Tom falou mostrando toda a felicidade em sua voz, que eu sabia que era falsa, peguei meu copo em cima do balcão tomando um grande gole vendo o barmen correndo para preparar o gim de Tom, Will me olhou interrogante, certamente se perguntando que era a aquele ser que apareceu atrás de mim e o porque que me chamou de amor.
— Quem e ele Starks? – Will me perguntou tomando um gole de seu whisky enquanto olhava para a pessoa que estava atrás de mim.
— Ninguém, só ignora.
— Sou o namorado dela, Tom Kaulitz, prazer!
— Prazer, William Moseley.
Virei meu banco ficando de frente para o Tom, fiz uma cara de brava enquanto falava para ele.
— Sai daqui Kaulitz, você não e o meu namorado!
— Para de mentir Starks, só porque a gente teve uma pequena discussão hoje de tarde não significa que a gente tenha terminado. Ei, William, você se importa de que levar a minha garota pra casa?
— Claro que não cara, eu te ligo Starks.
E então quando eu ia me explicar não deu mais tempo, pois Tom em movimento rápido colocou o dinheiro da minha bebida e da dele sobre o balcão e me puxou pela mão em direção a saída.
Quando nós estávamos saindo da boate pela parte de trás, eu me exaltei.
— O que você pensa que esta fazendo Kaulitz? – Tom não me respondia, só me puxou para um carro todo preto, com certeza alugado, desativou os alarmes me empurrando com tudo no bando de passageiro do carro. Ele entrou no carro fechando a porta com força, ligou o carro e saiu do estacionamento da boate.
— Para aonde a gente esta indo Kaulitz?
— Para o hotel que eu estou hospedado, e para de me chamar de Kaulitz, meu nome e TOM! E eu que pergunto o que você estava pensando quando estava se esfregando naquele playboyzinho daquele tal de William!?
— Eu não acredito que estou ouvindo isso. Tom Kaulitz com ciúmes? – dei uma risada sarcástica.
— Você quer que eu fique como, quando que vejo a mulher que eu gosto se esfregando no outro no meio de todo mundo? Nós vamos entrar na porra desse hotel, e você fara tudo que eu digo.
E o carro parou em frente ao um hotel, olhei de volta para o rosto do Tom e percebi o olhar que ele estava me dando, engoli um seco.
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