Listen To Your Heart
6 Capítulo 6 - Alone and blue as can be
Notas iniciais
Esse capítulo foi super triste de escrever, mas temos grandes planos pro futuro da fanfic, por isso, aguardem :)
Alone and blue as can be
Rachel Berry revirava na cama a cada cinco minutos. Seu porco cerrado sobre seu colo e seu copo d'agua perto da cama eram as únicas coisas que preenchiam sua visão cheia de água. As lágrimas não paravam de cair e ela sentia como se algo a puxasse para baixo. Por fim, colocou a cabeça no travesseiro e apenas deu um berro de ódio.–Rachel?–Vai embora Kurt!–Rachel Berry abra a porta agora!–Já disse para ir embora!–Vou abrir Rachel! De fato, Kurt abriu a porta em cinco segundos, bastou se jogar contra ela, e, se deparando com o estado da amiga, abracou-a coo um ursinho de pelúcia. Rachel retribuiu o abraço, que aumentou seus berros e lágrimas. "Shhh shhh, tá tudo bem" Kurt repetia. Mas não estava bem. Não estava nada bem.No outro lado da cidade, dentro de uma das casas branco gelo do subúrbio de Rivera, Finn Hudson olhava descontente para um pequeno porta-retrato velho e empoeirado. A fotografia ali presente era de uma moça muito bela, branca e de olhos muito claros. Seus cabelos emaranhados em um coque e seu sorriso doce a dava um toque sútil. Finn não teve outra reação ao se notar preso aos olhos da garota, ao não ser jogar o objeto na parede. Era Lucy. E agora, do outro lado da estante, outro porta retrato com a foto de uma garota morena igualmente bela, de nariz grande e traços marcados. Dessa vez ele apenas o pegou, colocou nos braços, e deitou-se em sua cama.Kurt Hummel olhou para Rachel, agora adormecida em seus braços. Pegou o primeiro papel que tinha pela frente e apenas deixou um bilhete, saindo silenciosamente da casa. Os flocos de neve caiam vagarosamente sob os fios alaranjados dos cabelos de Kurt. Não era seguro andar por aí nessas horas da madrugada, mas a sua casa ficava a alguns quarteirões dali e não teria problemas perder algumas calorias. A luz estava fraca, a névoa acobertava todo o horizonte, e ele tremeu duas ou três vezes até chegar a outra esquina. A frequência da neve aumentou,e ele "apertou o paço". A situação não ajudava muito por ele está sozinho, quando, de repente, escutou paços. Virou-se bruscamente para trás para ver o que o perseguia. -O que uma menininha faz só por aqui essas horas da noite? Kurt apertou os olhos para ver quem falava com ele. Era um jovem alto, forte, de olhos pretos e uma jaqueta vermelha da faculdade de Lima. Bêbado. Resolveu ignorá-lo e continuou andando, cada vez mais rápido. -Hey bichinha! Ele falou com você! A voz era outra. Kurt tentou continuar andando mas resolveu virar-se. Era 4 homens. Igualmente altos, e igualmente bêbados. Se estavam bêbados, jamais o alcançariam, e, cansado, o perseguido apenas levantou o dedo do meio para os outros rapazes. Desde essa ação até 5 minutos depois, Kurt só sentiu sequências de xingamentos baixos, murros e seu nariz e olhos, e pontapés em suas pernas, até que, finalmente e já sem forças, foi derrubado. Viu os jovens partindo gritando coisas como "isso é para você aprender" e, virando-se para o lado, fechou os olhos.
Notas finais
eae?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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