Lips Of An Angel!
2 Um jantar inesquecível!
Notas iniciais
Eu sei que voc~es devem estar pirando comigo T.T
Mil e uma desculpas... Infelizmente eu estou passando por uma fase que tipo, tá me deixando meio que sem inspiração nenhuma para escrever =/
Mil desculpas gente, não é por mal eu juro.
Peçam para os deuses mandarem inspiração pra mim por favor *-*
Eu amo vcs suas coisinhas lindas.
Obrigada por tudo, espero que gostem aqui.
Beijoka's
PS: Capitulo dedicado a linda da Giovanna Marc, que fez uma recomendação linda para minha outra fic... Amo vc sua linda...
Sem contar que a ideia do casal Steve e Natasha veio dela ^^
Muito obrigada por fazer parte de minha vida sua linda s2
Eram cinco horas, Luli iria começar a ajudar Steve as seis e meia, para dar tempo de terminar entes de Natasha chegar.
Steve arrumava a casa, deixando as coisas mais organizadas do que já estavam. Respirou fundo, pensando no quanto o tempo ainda iria demorar a passar.
Estava tão intretido olhando o teto que mal percebeu a campainha tocar. Piscou os olhos algumas vezes e caminhou tranquilo até a porta.
–Hey Bruce. –Steve o cumprimentou puxando-o para um abraço.
–Como vai? –Bruce perguntou sorrindo e retribuindo o abraço.
–Bem ansioso e você? –Steve perguntou fazendo sinal para que ele entrasse.
Bruce, com todo aquele jeito tímido, entrou e se sentou no sofá, Steve logo fez companhia para o mesmo.
–Vou bem. Mas porque da ansiedade? –Bruce perguntou o fitando.
–Natasha. –Steve disse corando um pouco, Bruce riu.
–Tony me deve vinte pratas. –Bruce disse fazendo Steve arquear as sobrancelhas.
–Perdão. -Steve disse com a voz engraçada.
–Eu apostei que você estava afim dela, mas ele disse que duvidava. – Bruce disse um pouco tímido, Steve riu.
–Me deve dez pratas. –Steve disse fazendo Bruce gargalhar gostosamente.
–Mas então, já tomou alguma atitude perante a isso? –Bruce perguntou limpando seus óculos.
–É complicado. –Steve falou coçando a cabeça.
–Complicado como? –Bruce insistiu.
–Cara eu não. –Steve tentava falar, mas não conseguia nada simples e adequado.
–Ah desculpa, esqueci que você é virgem. –Bruce brincou fazendo Steve corar.
–Não é só por isso. –Ele completou fazendo Bruce arregalar os olhos.
–Espera! Eu só estava brincando. Você nunca? –Bruce perguntou sem acreditar.
–Não Bruce. E não estou afim de falar sobre isso. –Steve disse se levantando e caminhando até a cozinha, Bruce o seguiu.
–Qual é cara, eu posso te dar alguns conselhos, ou indicar alguns. –Bruce disse num tom travesso.
Steve que pegava uma maça dentro da geladeira, fechou a porta da mesma e fitou Bruce com uma expressão nada boa, era algo intimidador. Bruce riu pelo nariz, tentando ao máximo se segurar.
–Tudo bem sem conselhos. –Bruce disse ainda com a mesma voz travessa.
–Acho que você está passando tempo demais com Tony. –Steve falou fazendo Bruce limpar a garganta.
–Foi mal. –Ele se desculpou, mas sem tirar o sorriso travesso do rosto.
–Tem notícias da S.H.I.L.D? –Steve perguntou o fitando, estava encostado na pia.
–Sim, Natasha continua trabalhando com Clint para eles. –Ele disse dando de ombros.
–Isso todo mundo sabe. –Steve disse e ambos riram.
–Bom, eles não vão nos pegar tão cedo. A não ser que tenha outro ataque alienígena. Foi tudo que descobri com Clint. Eles estão preocupados com outros assuntos agora. –Bruce disse.
–E o governo? –Steve perguntou apreensivo.
–O governo está resolvendo alguns problemas nucleares. Também estarão fora do nosso caminho por um bom tempo. –Bruce disse dando de ombros.
–Vai continuar morando aqui? –Steve perguntou dando uma mordida na maça e em seguida a oferecendo para Bruce que negou.
–Não. Bom é complicado, ainda não sei se é seguro. –Bruce disse apreensivo.
–Se quiser passar um tempo aqui em casa. O bairro é bem calmo. –Steve disse sorrindo.
–Bom, depois eu resolvo isso. Tenho que ajudar Tony com uma nova armadura. Só vim para avisar do governo. –Bruce disse sorrindo.
–Apareça aqui qualquer hora. –Steve disse sorrindo e o acompanhando até a porta.
–Claro. Boa sorte com a Viúva. –Bruce disse rindo e levando um tapa na cabeça de Steve.
–Imbecil. –Steve disse fazendo Bruce gargalhar.
–Até logo capitão. –Bruce disse já atravessando a rua.
–Até. –Steve disse sorrindo.
Ele ficou ali na porta por alguns segundos, até que Bruce desaparecesse de vista. Deu mais algumas mordidas em sua maça e foi surpreendido por Luli.
–Impressionante como todos seus amigos te chamam de capitão. Você era tipo, capitão do time na escola? –Luli perguntou assustando Steve.
–Ah, é você. Não, é só um apelido. –Steve disse meio confuso.
–Hum. Pronto para aprender a fazer almondegas? –Ela perguntou sorrindo.
–Sempre pronto. –Steve disse sorrindo e fazendo sinal para ela entrar.
Luli entrou e já foi direto a cozinha, Steve riu. Era comum ela cozinhar para ele vez ou outra. Luli ás vezes bancava a baba de Steve. Quando ele mudou ela o ensinou a se virar bem, até que ele pegasse o jeito com o fogão. Mas ele não era muito de fazer variedades.
–Foi você quem fez o café? –Ela perguntou apontando para a garrafa térmica.
–Tentei. –Ele disse dando de ombros enquanto pegava alguns temperos.
–Vamos ver se aprendeu. –Ela disse rindo.
Abriu o armário a procura de uma xicara, e achou uma que lhe chamou a atenção. Era uma que Tony havia dado a Steve. Ela tinha desenhos do homem de ferro ao lado do Capitão América, Steve gelou quando ela pegou a xícara, e na mesma estava escrito, “Para Steve, de Tony Stark.” Luli a pegou.
–Não sabia que conhecia esse idiota. Você é fã do tal capitão américa? –Disse enchendo a xicara de café.
–Tony é, um amigo que passa bem longe de ser um amigo. –Steve disse rindo e fazendo Luli gargalhar, desviando a atenção da mesma da segunda pergunta.
–Entendi. –Ela disse tomando um gole.
–E aí ficou bom? –Steve perguntou sorrindo torto.
–Maravilhoso. Só não melhor que o meu. –Gabou-se e ele revirou os olhos.
–Ainda bem que você veio mais cedo. –Ele disse enquanto cortava a cebola.
–Porque? –Ela perguntou curiosa.
–Bom, seria um saco ficar esperando a hora passar sozinho. –Ele disse dando de ombros.
–É para isso que servem as amigas. –Ela disse toda sorridente.
–Obrigado mesmo Luli. –Steve agradeceu novamente.
Luli caminhou até ele e lhe deu um longo abraço. Em seguida foi para a panela, preparar tudo, deixando Steve apenas com a sobremesa.
Ficaram um tempo calados. Steve ligou o som, deixando nas músicas de sua época. Músicas que ele tanto gostava. Luli apenas ria, imaginando como Steve conhecia todas aquelas músicas que pareciam ser da época do avô dela.
–E aí, colocou pétalas de rosas vermelhas na cama? –Ela perguntou rindo, Steve por reflexo já corou.
–Luli. –A repreendeu e ela gargalhou mais ainda.
–Qual é Steve. Sério que você não vai tirar nem uma casquinha? –Ela perguntou rindo.
–Olha você é a segunda pessoa hoje que me faz essa desconfortável pergunta, então por favor. Sem mais. –Ele disse e ela gargalhou, mas colocou fim no assunto.
Não gostava de deixar o coitado constrangido, ainda mais por ele parecer tão certinho.
–Sabe, eu sempre quis ter um namorado como você. Ainda mais que você parece ser tão certinho e inocente. –Ela disse fazendo as bochechas de Steve fritarem.
–Luli quer parar. –Ele pediu e ela gargalhou novamente.
–Qual é. Só estou comentando. –Ela disse em meio aos risos.
–Seu namorado me mata só com o olhar se te ouvir falando isso. E olha que eu nem tenho culpa. –Ele disse sorrindo.
–Ah, aquele idiota. Não sei como consigo amar tanto ele. –Ela disse sorrindo ao se lembrar do namorado.
–Também, foram feitos um para o outro. –Ele disse rindo e ela gargalhou.
–Desculpa, mais aonde? Nós somos completamente o oposto um do outro. –Ela disse e ele sorriu paciente.
–Justamente por isso. É como Ying e Yang. O calmo completa o agitado. E por aí vai. –Steve disse sorrindo.
–Acho que você entende mais de relacionamentos do que eu. –Ela disse impressionada fazendo Steve gargalhar gostosamente.
–Se você soubesse metade da minha historia não diria isso. –Ele disse convicto e ela não se convenceu.
–A tá bom viu Steve. –Ela disse revirando os olhos.
–É sério, eu nunca fui o tipo de cara queridinho. –Steve disse dando de ombros e dessa vez quem gargalhou foi Luli.
–A qual é. Depois de várias garotas te comerem com os olhos no supermercado você me fala isso? Está querendo enganar a quem Steve? –Ela disse num ar irônico, Steve riu pelo nariz.
–Não quero enganar a ninguém. Mas mudando de assunto eu coloco isso na geladeira agora? –Ele perguntou se referindo a sobremesa.
–De preferencia no Freezer. Pra ficar bem geladinho. –Ela disse sorrindo e ele o fez.
Steve olhou no relógio, já eram sete horas. Quase na hora de Natasha chegar. Ficou ansioso por um momento. Foi lavando a louça que Luli deixava.
–Como foi sua primeira vez Steve? –Luli perguntou se sentando sobre a bancada.
–O-o q-q-que? –Steve gaguejou e Luli revirou os olhos.
–Sua primeira vez, sua primeira transa bobinho. –Ela disse fazendo Steve corar mais uma vez.
Steve simplesmente perdeu a língua. Desviou o olhar e voltou a atenção para a louça, Luli revirou os olhos.
–A minha foi a horrível. Foi um ex-namorado, na época do colegial. Ele era o capitão do time de futebol americano. Nunca senti tanta dor na minha vida. Vocês também sentem dor na primeira vez? –Ela perguntou, parecia até uma criança de dez anos curiosa.
–Olha Luli. Acho que não existe esse negocio de dor porque nós não temos nada que se rompa. –Ele disse rindo e ela sorriu.
–Como assim acho? Ah Steve não me diga que você é virgem. –Ela disse e ele revirou os olhos bufando, sem tirar a atenção da louça.
–Por favor, para com esse assunto. –Ele pediu.
–A meu Deus que gracinha, não acredito que é virgem. –Ela disse sorrindo que nem uma criança.
Steve caminhou até a lavanderia e pegou sua toalha, decidiu que um banho seria bem mais interessante que esse assunto. Se pensar em jantar com Natasha já o estava deixando nervoso, imaginem só esses assuntos que hoje tantos resolveram ter com ele. Quando ele ia entrando na cozinha para avisar que ia tomar banho uma certa Luli parou na sua frente e apertou suas bochechas.
–Ai que gracinha do meu baby Steve. –Ela disse com a voz infantil. Ele se deu por vencido.
–Eu vou tomar banho. –Ele disse olhando para o relógio e vendo que marcavam sete e meia.
–Steve, depois você me conta tudo. Ela chega as oito né? –Ela perguntou sorrindo e soltando as bochechas do amigo.
–Sim. –Ele respondeu dando um fraco sorriso. Ainda estava envergonhado.
–Bom, então vai lá, vou deixar tudo pronto aqui e vou embora. –Luli disse sorrindo.
–Muito obrigado Luli. –Steve agradeceu novamente e a puxou para um abraço apertado.
Luli riu e sentiu Steve a tirando do chão. Nunca havia recebido um abraço tão gostoso em toda sua vida. Não podia estar mais contente com o amigo.
–Você nem precisa agradecer, sempre que precisar estarei aqui. –Ela disse enquanto ele a colocava no chão.
Steve ainda deu um beijo em seu rosto e foi até seu quarto. Fechou a porta e começou a se despir. Colocando a roupa no cesto. Escolheu antes a roupa que colocaria, deixando tudo encima de sua cama.
Entrou debaixo da agua quente, o que fez sua pele arrepiar e deixou a agua cair sobre sua cabeça.
{...}
Não estava na hora ainda, mas ela iria mesmo assim. Já estava pronta e ansiosa, e não havia mais nada pra fazer mesmo.
Como a noite não estava tão fria ela optou por colocar um vestido preto de renda, o vestida ficava um pouco acima do joelho. Ela se olhou no espelho uma ultima vez e desceu até o taxi que já a aguardava.
(http://carolnasserstore.files.wordpress.com/2008/07/vestido4-3.png) -Vestido!
O caminho não foi tão longo, ela chegou rápido. Percebeu alguém saindo da casa de Steve e deixando a chave embaixo do tapete. Sorriu e decidiu que quem faria a surpresa agora seria ela.
{...}
Steve havia acabado de sair do banheiro. Estava com o corpo um pouco úmido ainda, gostava de se secar melhor no quarto. O cabelo um pouco bagunçado e a toalha enrolada na cintura. Penteou um pouco e terminou de se secar.
Vestiu uma boxer branca, praticamente colada ao corpo, dando uma beleza especial as curvas de seu corpo. Colocou a toalha no banheiro e quando voltava para o quarto deu de cara com uma Natasha que o assustou, soltando um grande “boooo”.
Natasha corou ao ver Steve só de cueca, e Steve corou ao ver Natasha. Mas a ruiva não pode negar que adorou aquela cena.
–Desculpa Steve. –Ela pediu rindo mas mesmo assim sem dar nenhum passo, continuou parada no mesmo lugar.
Steve não sabia o que fazer, percebeu que Natasha olhava para o centro de sua cueca, e bem indiscretamente. Ele corou.
–Sem problemas. –Disse enquanto andava até sua cama e vestia a calça.
Após vesti-la ficou menos tímido e não se importou em colocar a camisa logo de imediato. Caminhou até Natasha que estava encostada na porta, o fitando. Ele sorriu e a puxou para um abraço, tirando-a do chão e a girando no ar, Natasha gargalhou gostosamente, se sentiu uma criança.
–Parabéns. –Ele disse rindo.
–Obrigado. –Ela agradeceu em meio aos risos.
–Você está linda. –Sussurrou no ouvido da mesma enquanto a colocava no chão e lhe depositava um beijo na bochecha.
Natasha sorriu tímida em resposta e não conseguiu esconder seu arrepio devido ao toque da pele quente do mesmo.
–O cheirinho que está vindo da cozinha é divino. –Natasha disse sorrindo enquanto via Steve colocando uma camiseta branca que ficava colada a seu corpo.
–Uma amiga me ajudou. –Ele disse sorrindo.
–Vi mesmo alguém saindo daqui. –Ela disse rindo.
–É verdade, você chegou mais cedo. –Ele disse sorrindo e olhando no relógio, Natasha apenas sorriu.
Steve mexeu em algumas gavetas, olhou encima dos criados mudos, vasculhou o guarda-roupas e olhou para Natasha.
–Eu juro que deixei seu presente em algum lugar por aqui. –Ele disse tentando se lembrar.
–Depois você acha, vem que eu estou morta de fome. –Natasha disse fazendo Steve rir.
Eles foram juntos até a cozinha. Estava tudo perfeitamente arrumado, os pratos sobre a mesa, o vinho e as taças. Steve puxou a cadeira para Natasha se sentar e ela sorriu agradecendo e se sentando logo em seguida.
–Desliga esse seu celular e qualquer outra coisa onde alguém possa te chamar. –Ele disse quase que num tom autoritário.
–Vim com as mãos abanando. –Ela disse sorrindo e ele riu pelo nariz.
Ambos se serviram e ficaram em silêncio por alguns segundos. Vez ou outra seus olhares se encontravam, mas eles desviavam envergonhados.
–Bruce esteve aqui hoje. –Steve disse tentando puxar assunto.
–Vi ele ontem, junto com o chato do Stark. –Natasha disse e ambos riram.
–Com licença. –Steve pediu e se levantou, caminhando até a sala.
Mexeu em alguns lugares, procurando por música. Enquanto Natasha repetia escondido a comida.
Colocou um CD qualquer e deixou o som tocando baixo, voltou e se sentou, fitando Natasha com um meio sorriso que a fez suspirar.
O silêncio no meio de ambos era constrangedor. Até parecia que era a primeira vez que eles se conheciam. Chegava a ser bizarro, já que ambos geralmente tinham tantos assuntos.
–Isso estava ótimo. –Natasha disse limpando a boca com o guardanapo e sorrindo para Steve que também limpava a boca.
–Falta experimentar a sobremesa que eu fiz. –Ele disse sorrindo e ela riu.
–Só depois do vinho. –Ela disse enquanto enchia as taças.
Steve apenas sorriu enquanto observava ela enchendo as taças. Ele sabia que seu organismo metabolizaria aquilo logo, mas não se importava, nada como o bom gosto de vinho adocicando seus lábios.
–Bom, um brinde á você. –Ele disse sorrindo e levantando a taça.
–A nós. –Ela disse corando um pouco e Steve sorriu, ouvindo o tilintar das taças.
Natasha praticamente virou a taça de vinho. Ela não entendia o motivo de estar tão envergonhada. A famosa viúva negra com esses sentimentos? Ela mesma sempre dizia que amor era coisa de crianças.
–Dança comigo? –Steve perguntou sorrindo e se levantando.
–Nem pensar, eu não sei dançar. –Ela disse rindo.
–Que se foda eu também não. –Ele disse num tom travesso já a puxando pelo braço.
–Steeeeeve. –Ela o repreendeu se levantando.
Steve estava rindo enquanto Natasha tentava fazer uma expressão de brava, ele timidamente a puxou pela cintura, colando o corpo dos dois. Ela ficou o fitando, perdida naqueles olhos azuis. Os braços cruzados em volta do pescoço dele.
Se mexiam lentamente, de um lado ao outro, no ritmo da música. Natasha ria algumas vezes. Tudo isso era algo tão novo para ela, todo esse romantismo e tudo mais.
Steve sentia um aperto no coração, esse momento trazia a tona muitas lembranças de seu passado. Mas de alguma forma Natasha curava esse buraco que havia sido deixado ali.
Ele a girou rindo e a puxou, fazendo seus corpos se chocarem delicadamente, Natasha corou e acidentalmente pisou no pé de Steve que gargalhou.
–Eu disse que eu não sabia dançar. –Ela disse desistindo e rindo.
–Hey, você estava ótima. –Ele reclamou rindo e a observando caminhar até a mesa, colocando mais vinho em sua taça.
–Ótima? –Ela perguntou arqueando as sobrancelhas e fazendo Steve gargalhar.
–Sim? –Ele respondeu num tom de pergunta.
–Isso foi uma resposta ou uma pergunta? –Ela perguntou rindo.
–Ah tanto faz, eu gostei. –Ele disse dando de ombros e a observando, enquanto a música ainda tocava ao fundo. Começou a tirar a louça da mesa.
Natasha se sentou na bancada, enquanto o observava sorrindo. Admirando Steve por alguns segundos, resolveu tirar uma foto dele, ele olhou para trás e revirou os olhos ao ver ela com o celular na mão.
–Eu vim com as mãos abanando. –Ele disse imitando ela, Natasha gargalhou tirando uma foto dele.
–Ficou lindo na foto. –Ela disse dando um sorrisinho travesso.
–O que? A vem cá. –Ele disse indo pra cima dela que levantou a mão, desviando o celular toda vez que ele ia pegar.
Não se deram conta do quão perto estavam. A bancada dava altura suficiente para Steve ficar em meio suas pernas, na altura da cintura, se encaixando perfeitamente.
Eles riam e ela desviava a mão balançando o celular enquanto ele tentava pegar, quando realmente se deram conta seus rostos estavam perto demais. Steve corou um pouco, como de costume, mas permaneceu ali, fitando os lábios daquela que roubara seu coração.
Natasha não perdeu tempo, sabia que ou era agora ou nunca. Passou a mão na nuca de Steve, que se arrepiou com o toque dela, Natasha aproximou-se e tocou seus lábios, fazendo o coração de Steve acelerar. Ele, um pouco sem jeito, colocou as duas mãos sobre a cintura dela e aprofundou o beijo.
Suas línguas dançavam ritmicamente, acariciando-se. Steve tinha um beijo doce, suave, como o de um cavalheiro. O que deixava Natasha beirando a insanidade. Ela nunca havia experimentado um beijo desses. Geralmente era caras que só pensavam em sexo, deixando os beijos asquerosos, brutos, sem sentimento. Mas aquele beijo, o beijo de Steve, era algo extraordinário para ela. Tão doce e envolvente, tão inocente.
Ela mordeu o lábio inferior dele e interrompeu o beijo com um selinho. Steve a fitava nos olhos, sorrindo e com as bochechas vermelhas. Natasha riu pelo nariz e acariciou o rosto dele.
–Esperei tanto por isso. –Ele disse um pouco sem graça, fazendo o coração da senhorita Romanoff acelerar.
–Eu também. –Ela disse distribuindo vários selinhos nos lábios dele.
Natasha precisava de mais daquilo, precisava de mais de Steve. Ela sorriu e envolveu as pernas por sua cintura o puxando para mais perto. Steve entendeu perfeitamente o recado, mas não arrumava jeito para começar isso, era tímido demais, e não havia se acostumado ainda com isso, querendo ou não era de uma época diferente.
Natasha percebendo que Steve ainda estava acanhado e talvez com um pouco de duvida, desceu a mão por seu tórax, por cima da blusa, até chegar em sua calça. Ela desceu a mão e percebeu que o pênis de Steve estava rígido, ela sorriu travessa e mordeu o próprio lábio inferior enquanto o fitava nos olhos. Massageou o local de forma torturante para Steve, que arfou e corou um pouco. Ele gostava daquela sensação, Steve se tocava vez ou outra, mas ser tocado por alguém que não fosse ele era completamente excitante. Seu pênis pulsou em resposta as mãos ágeis de Natasha, que apenas sorria ao ver a cena.
O fato de Steve ser tão inocente a deixava tão excitada que passava longe da sanidade. Ela puxou a camisa dele para cima e ele a ajudou a tirar, ela tocou cada canto do tórax dele, descendo a mão pelo abdômen e chegando até a calça. As mãos de Steve, criaram um pouco de vida e acariciaram as coxas da ruiva, subindo aos poucos.
Natasha arfou e o beijou novamente, dessa vez com mais desejo. Sua mão, vez ou outra, apertava e arranhava as costas de Steve.
Ele subiu mais as mãos, levantando o vestido dela. Interromperam o beijo para que o vestido pudesse ser tirado. A lingerie preta vestia perfeitamente no corpo dela, dando curvas mais sensuais ainda. Steve observou-a por alguns segundos, era tão perfeita para ele. Timidamente ele beijou a testa dela, em seguida os lábios, e deixou seus lábios irem até o pescoço da mesma, tocando carinhosamente ali, fazendo Natasha segurar um gemido.
Ela estava amando aquilo, aquele carinho, aquele cuidado, aquele Steve meio sem jeito. Ela desceu as mãos até a calça dele, afrouxando-a. Enfiou a mão na cueca do mesmo e puxou seu membro, começando a masturba-lo lentamente. Steve perdeu um pouco o ar, aquela sensação era tão nova e tão gostosa para ele. Ele deixou que um gemido escapasse de seus lábios, fazendo Natasha perder praticamente todos os seus sentidos.
Steve beijava o pescoço e ombro dela, enquanto lentamente desabotoava o sutiã da mesma. Natasha aumentava cada vez mais os movimentos com as mãos, e Steve não conseguia controlar os gemidos.
Ele a pegou no colo, respirando ofegante, sem tirar os olhos dos dela, e caminhou até o quarto, deitando Natasha sobre a cama e se preparando para deitar encima dela. Mas num ato rápido, Natasha os virou e se colocou encima dele. Beijou seus lábios e desceu pelo seu pescoço, traçando uma linha até seu abdome. Ela terminou de tirar a calça e cueca do mesmo, deixando Steve um pouco corado. Ela sorriu e levou seus lábios até o pênis do loiro.
–Natasha não precisa diiissssss. –Steve começou a falar mas não conseguiu completar sua frase.
Natasha passou sua língua por toda a extensão da glande e em seguida desceu seus lábios, envolvendo-o até a metade, Steve era grande demais para que Natasha conseguisse envolve-lo todo.
Steve fechou os olhos instintivamente e deixou um gemido gostoso sair de seus lábios, levando Natasha mais uma vez a loucura. Ela adorava toda essa ideia de ser a primeira dele.
Steve arrepiou, e Natasha aumentou os movimentos, ele sentiu que estava prestes a chegar ao seu ápice, então puxou seu membro e em seguida puxou Natasha, trocando novamente de posições.
Ele a fitou com meio sorriso, estava ofegante, segurando, queria que chegassem ao ápice juntos. Selou seus lábios e puxou o sutiã da mesma, Natasha pegou uma das mãos dele e a colocou sobre seu seio, Steve sorriu e a beijou docemente enquanto acariciava delicadamente, deixando o mamilo da mesma entre o dedo e exercendo um pouco de pressão, a fazendo arfar entre o beijo. Natasha não aguentava mais, precisava sentir Steve, precisava dele dentro dela.
Ela desceu agilmente sua calcinha, Steve a ajudou. Nesse momento ele se sentiu de certa forma um pouco incomodado. Tinha medo de não satisfaze-la, de não saber fazer direito. Natasha percebeu a preocupação em seu olhar e sorriu. Ela pegou o membro dele, delicadamente e o posicionou em sua vagina. Steve forçou, fazendo toda sua glande entrar. Natasha era quente e confortável para ele. Ele sentiu todo seu pênis deslizando para dentro e ela gemeu gostosamente, judiando das costas de Steve.
Todas aquelas sensações, todo aquele momento, excitava Steve de certa forma que nem mesmo ele conseguia explicar. Seu corpo se arrepiava, e ele sentia aquele arrepio bom na espinha. Ele gemeu junto com Natasha, e se recuperando de todas as sensações que o invadiram de forma bruta e rápida, ele começou a se movimentar lentamente, fitava Natasha nos olhos, ele começou a aumentar os movimentos, e beijou o alto da testa da mesma, em seguida os olhos e por fim os lábios, num beijo completamente doce e apaixonado.
Natasha naquele momento sentiu vontade de chorar, nunca em toda sua vida alguém havia a tratado com tanto carinho, tanto cuidado.
Steve aumentou cada vez mais os movimentos, sentindo o gozo chegar, ele segurou um pouco, não sabia como, mas ele sabia que Natasha estava perto de seu ápice. Seu tesão era tanto que aquilo doía, seu pênis agora pulsava dentro da mesma. Ele sentiu ela se contraindo violentamente sobre ele, e um liquido quente descendo pela extensão de seu membro. Steve perdeu um pouco o ritmo e gemeu ao sentir isso, e então deixou que seu liquido quente a preenchesse. Ele respirou ofegante, ambos estavam suando. Steve mais que ela. Ele a fitou nos olhos, e percebeu algumas lágrimas inundando o rosto de Natasha.
Steve sentiu-se culpado, pronto para sair de dentro dela, mas ela o impediu, prendendo-o com as pernas.
–Fique assim. –Ela pediu manhosa acariciando o rosto dele.
–Eu te machuquei? –Perguntou carinhoso, beijando a mão dela que acariciava seu rosto, Natasha riu.
–Claro que não. –Ela disse sorrindo.
–Então por que está chorando? –Perguntou ainda com o olhar triste.
–Porque nunca ninguém me tratou como você Steve. Foi algo tão. –Ela disse puxando o ar e sorrindo, o fitando nos olhos.
–Ruim? –Ele perguntou com meio sorriso e ela bateu levemente em seu ombro.
–Não Steve. Foi algo fascinante. –Ela completou e puxou seu rosto delicadamente, selando os lábios.
Eles se beijaram por um bom tempo, e depois ficaram ali, provando mais daquele tão puro amor que crescia no coração de ambos.
{...}
Meses depois!
–Eu trouxe pizza. –Steve disse aparecendo no terraço, onde Natasha se encontrava sentada com um vestido vermelho.
–Hum, estou morta de fome, e o pequeno capitão também. –Ela disse passando a mão na barriga e sorrindo.
Steve caminhou até ela, praticamente arrastando os chinelos no chão, e sorriu, selando docemente os lábios e acariciando a barriga da mesma.
–Ou, a pequena agente Romanoff. –Ele disse sorrindo.
–Agente? Nem pensar, quero ela ou ele longe desse mundo violento. –Ela disse fazendo Steve rir.
–Só porque eu adoraria ensinar alguns golpes? –Ele perguntou fazendo bico.
–Steve. –Ela o repreendeu, e ele gargalhou e puxando para um abraço, tirando-a do chão e a girando no ar.
Natasha apenas ria.
...
"Como faço para passar uma noite sem você?
Se eu tivesse que viver sem você
Que tipo de vida seria essa?
Oh eu, eu preciso de você em meus braços
Preciso de você para segurar
Você é meu mundo, meu coração, minha alma
Se você fosse embora
baby, você levaria tudo de bom na minha vida..." — Leann Rimes.
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