Notas iniciais
Oi pessoas que habitam esse mundo assim como eu. Tudo bem? Espero que sim! Capítulo dez prontinho só pra vcs. Esse capítulo retrata um jogo de perguntas entre os dois, e por último O BEIJO SEDDIE. E o que Sam pensa ou não sobre isso. Enfim, podem comemorar o primeiro beijo SEDDIE da fic! Que soltem os fogos de artifícios. Sinceramente espero que gostem, mas tenho quase certeza que vão. Boa Leitura e desfrutem do beijo do nosso casal preferido.

POV Sam

Havíamos trocado o filme.

Graças á Deus!

E gêneros com romance excluímos completamente.

Escolhemos um filme de terror.

Aqueles que a mocinha foge constantemente de um psicopata, até que ela tenta dar uma de corajosa procurando investigar a vida de seu psicopata particular e se dar mal por que o mesmo o encontra e se vai intermináveis momentos de tensão e gritos ensurdecedores.

Tão típico!

Argh!

Freddie parecia ter a mesma ideia que a minha por não demonstrar nenhum sequer interesse na TV.

Sam: Que filme patético! Fala sério! Como podem gravarem isso?

Freddie: Me faço a mesma pergunta.

Sam: Eai o que faremos?

Freddie: Não sei.

Sam: O que normalmente se faz numa festa de pijama?

Freddie: Podemos jogar um jogo de perguntas, que tal?

Sam: Por mim, tudo bem. Tudo para não mofar no tédio.

Freddie: Primeiro as damas.

Qual pergunta fazer?

Não estava com a mínima ideia ou disposição de pensar.

Fiz uma pergunta básica.

Sam: Qual é a sua cor preferida?

Freddie: Azul e vermelho. E a sua?

Sam: Roxo e preto. Qual é a sua comida preferida?

Freddie: Tinha que envolver comida na pergunta(rindo) Comida chinesa e italiana. E você? Pergunta difícil, eu sei.

Sam: Que que tem gostar um pouco de comida? Quer dizer, muito. Frango frito, almondegas e tacos de macarrão. Porque a sua mãe é assim? Digo tão cuidadosa ao extremo como se fosse um bebe?

Era uma curiosidade que queria saber.

Quer dizer, chega a ser estranho o modo com a senhora Benson o trata.

É como se ele fosse vidro e quebraria á qualquer gesto busco.

Tá certo que as mãe são cuidadosas, naturalmente, mas senhora B chega á exagera e muito.

Freddie: Não sei bem, ela sempre foi assim sabe? Acho que é pelo fato de eu ser filho único, acabou que dedicando inteiramente sua vida á mim. E porque acha que sua mãe é assim? Digo enquanto á minha preza o meu zelo até demais diga-se de passagem, a sua lhe deixa fazer o que quer?

Sam: É nossas mãe são bem diferentes. Pode ser o jeito dela, como também pode ter algo á mais. Aí, cansei desse jogo.

Freddie: Também. O que faremos agora?

Sam: Você eu não sei, mas eu vou comer.

Freddie: Nenhuma novidade!(revirando os olhos)

Sam: Deveria de fazer o mesmo.

Freddie: É o que resta não?

Assim que levantei quase cai por senti câimbra nas pernas.

Fico assim quando permaneço muito tempo sentada numa mesma posição.

Senti braços me segurando.

Nossos rostos estavam perto um do outro e nossos olhares se cruzaram.

Nossos lábios se tocaram.

Entreabrir a boca e ele pediu passagem.

Concedi e a dança começou.

Uma dança sincronizada de nossas línguas.

Parecia tão...

Natural.

Seus lábios eram macios e seu hálito tinha gosto de não sei explicar.

Era algo cítrico.

Nada muito enjoativo.

Nos separamos rapidamente.

Olhei para o chão, sem coragem de olha-lo.

A situação era estranha.

Quer dizer, acabei de ser beijada pelo garoto que "me odeia" e é completamente apaixonado pela minha melhor amiga desde sempre.

O que fazer numa situação dessas?

Tem mesmo o que fazer ou não?

Agir naturalmente, fazendo pouco caso ou fazer um grande acontecimento?

Estava confusa.

Não sabia bem o que pensar.

Mais seu gosto ainda estava presente em meus lábios.

Assim como a lembrança.

E não digo no sentido ruim.

Mas que isso é surreal é!

Pensar no que fazer não era opcional, era o que tinha que fazer naquela hora.

Mas aí estava o real problema.

Pensar não estava dando certo.

Não como devia.

Notas finais
Bom?? Ruim?? Ótimo?? Não esqueçam de comentar o que acharam do beijo, das perguntas, pf. Bjs, bjs Até mais...