Linha Tênue
8 Capítulo Sete
Notas iniciais
POV SAM
Estávamos na escola.
Que por sinal era grande, corredor bem extenso.
Os alunos conversavam, riam.
A Carls havia me dito que não gostava da escola e contudo menos estudar.
Eu dormia nas horas das aulas.
É, não brincavam quando diziam que eu era preguiçosa!
Carly: Eai, o que achou da Ridgeway School?
Sam: Até que não é tão ruim quanto pensava.
Carly: Imagine quando conhecer a professora Briggs.
Sam: Porque? (curiosa)
Carly: Ninguém gosta dela e era inclusive a mais odiada por você. Era nas aulas dela que você mais dormia ou respondia alguma coisa.
Sam: Nossa, então provavelmente não irei ficar contra a maioria, gostando dela. (rimos)
Logo Freddie chegou, mas não se aproximou da nós.
Ele ainda não acreditava que havia perdido memória ou seja não se dirigia á mim.
Carly tentava reverter a situação alegando que ele precisava de tempo para realmente compreender a situação toda.
O que discordava completamente dela, pois ele não precisava nem de tempo e contudo menos compreenderia a situação.
Ele foi falar com o Gibby, o garoto gordinho que era engraçado, mas MUITO estranho.
Carly que me apresentou e disse que ele fazia parte do elenco do Icarly.
Quando ele me viu ficou com medo e saiu correndo, somente depois de explicamos que tinha perdido a memória e me desculpar que ele entendeu.
Eu e Freddie brigávamos no ensaio do Icarly.
Ele querendo que eu confesse que estou fingindo e isso tudo foi armação e eu por essa insistência toda que me dava nos nervos.
Que babaca!
Carly: CHEGA! Vocês estão brigando mais que antes se possível. Qual é o problema afinal? E por favor fale um de cada vez. (passando os dedos na têmpora com aparente dor de cabeça)
Freddie: O problema? Você ainda tem duvidas sobre isso? Ela está fazendo mais de seus joguinhos e nós somos os seus fantoches, bonecos. De todas peças que Sam aprontou essa foi a pior, armar um acidente, fazer o médico dar um diagnóstico de mentira para fingir que perdeu a memória?
Sam: Eu realmente perdi a memória. Porque é tão difícil de acreditar? E isso não é um jogo e ninguém é fantoche ou boneco de ninguém. Tem provas que forjei um acidente e que o diagnóstico que o médico deu estava errado?(ficou em silêncio) Foi o que pensei! Já que não tem provas nenhuma, se eu fosse você ficaria quietinho e se contentaria com esse fato de que perdi a memória.
Freddie: Não espere que eu acredite nisso.(saiu do estúdio)
Sentei no puff dando um suspiro cansado.
Fracamente, isso já passou dos limites!
Que droga!
Porque ele não pode simplesmente acreditar nisso?
Qual é a dificuldade afinal?
Todos compreenderam, porque ele não?
A morena que á poucos minutos olhava-nos atônicos com a confusão, sentou-se ao meu lado.
Carly: Mais cedo ou mais tarde ele vai compreender. Vou conversar com ele, mais tarde.
Sam: Não vai não. Até porque ele não quer compreender. E quando não queremos algo fica mais difícil de aceitar.
Carly: Sei disso e por mais que você ache que irei lá átoa, mesmo asim irei. Não custa nada tentar, certo?
Sam: Se você conseguir essa proeza. (piscando os olhos)
Carly: Conseguirei senão não me chamo Carlotta Shay.
Sam: Acho melhor já começar á procurar outros nomes, por prevenção.(brincando)
Carly: Boba.(rindo)
POV Carly
Realmente tenho que concordar que o Freddie está passando dos limites com o fato de não aceitar que Sam está sem memória.
Ele acha que é mais um de seus jogos e que ela está nos usando para a situação.
O que é um tremendo absurdo esses pensamentos.
Conheço Sam e ela nunca faria isso, por mais que tenha feitos "brincadeiras", confesso de muito mal gosto.
Mas isso era diferente!
O próprio médico deu o diagnóstico.
Ele também estaria mentindo?
Não, ele é um profissional e não se sujeitaria á isso.
Fora que fosse realmente mais uma das peças de Sam, ela iria ter parado no segundo dia se aguentasse o primeiro.
Porque estava com uma personalidade bem diferente da que tinha.
Toquei a campainha do apartamento em frente ao meu.
A porta se abriu revelando o meu melhor amigo.
Nem esperei convite pra entrar e já entrei.
Ele fechou a porta e me olhou.
Deu um suspiro cansado provavelmente imaginando o que vim fazer aqui.
Ou melhor falar.
Carly: Freddie, o que está acontecendo com você? Quase não estou reconhecendo mais.
Freddie: Desculpe, mas não consigo fingir que nada está acontecendo igual á você e os outros. Ela está fingindo na cara dura.
Não entendia o porquê dele não acreditar.
O médico havia dado o diagnóstico e ele estava por perto ouvindo.
Porque tanta descrença?
Carly: O que o faz levar á creer que ela esteja fingindo, nos enganando?(curiosa)
Freddie: Oras, é da Sam que estamos falando. Ela sempre prega peças na gente e sabe ser maldosa sempre que quer.
Carly: Mesmo assim isso não é motivo pra ficar falando pros quatro ventos que ela está fingindo. O que de certo nem sabe se é verdade ou mentira. Como á mesma disse você não tem provas concretas contra isso.
Freddie: Não tenho, confesso. Mas em breve terei. Não descansarei enquanto não descobrir quem é a verdadeira Samantha Puckett.
Carly: Se eu fosse você pararia com isso enquanto á tempo. Está entrando em um caminho desconhecido, pode acabar se arrependendo disso.
Freddie: Não vou parar e contudo menos me arrepender. Tenha certeza. O que importa é revelar á todos á verdade.
Carly: Sabe que não poderá contar comigo, né? Vocês dois são meus melhores amigos e não irei ajudar um no que pode prejudicar outro. Até porque não concordo com isto, desculpe Freddie.
Freddie: Sei, entendo. Sai de lá e entrei novamente em meu apartamento.
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