Lines And Blood
1 HEY KIDS! Its more a idiot day at school!
Notas iniciais
Lines and Blood
Oi, sou Danger Melyx, tenho os meus queridos 16 anos e vários amigos, mas os mais queridos são: Cedry, Lex, Gabis e Lalis.
Esse é mais um ano na Skip High School, e esse ano, a Lines and Bloodcomemora seis aninhos!!! E tenho que dizer que estamos fazendo um sucesso razoável nas redondezas.
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-Pessoal, não estou nem um pouco afim de ir na escola hoje- Disse chegando no ponto.
-E quem está? Estamos na metade do ano, quem tem pique?- Perguntou Cedry.
-É- Concordou Lex dando um selinho no Cedry.
Tudo bem, quando tínhamos 11, focamos trancados no porão e os meninos meio que começaram com viadagens, e aqui estamos nós, cinco anos depois, do mesmo jeito.
-Ele chegou- Anunciou Gabis sem nenhum ânimo.
Sim, Tio Zeca, o velho de “Deus sabe quantos anos”, quase morrendo de cirrose, que dirige a piruá da escola.
Ele abriu a porta quase morrendo , entramos, nos sentamos no fundão e começamos a bagunçar.
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Assim que chegamos na escola, fomos direto para a sala, não estávamos com saco para ouvi a banda da escola, mas quando chegamos na sala, tivemos uma surpresa.
-Quem são vocês?- Perguntou Gabis.
Era dois garotos, gatos, tenho que admitir. Maquiagem pesada, um estilo meio emo. Eles estavam vendo alguma coisa, e assim que a Gabis se pronunciou eles fecharam...
-Eu sou Max, Max Green- Disse o segundo mais gato, o que tinha cara de puta.
-Eu sou Ronnie, Ronnie Radke, somos novos aqui- Disse o com cara de safado.
-Oi, meu nome é... quem liga? Todo mundo me chama de Dangere esses dois beeshas lokas aqui- Disse sinalizando Cedry e Lex, que fizeram cara de puta- São Cedry e Lex. Essas duas emos aqui são Gabis e Lalis.
-Prazer- Disse Ronnie me abraçando.
Batemos um papo e descobrimos que o Ronnie tem mania de chamar o Max de “minha puta”.
O sinal bateu e o restante dos alunos entraram na sala, seguidos da professora de matemática, que fez o Ronnie ficar babando. Não, eu não estou reparando nele, é só que ele é o meu parceiro nas aulas.
Passou a primeira aula, a professora saiu, e eu não perdi a oportunidade de falar:
-Olha só, o Ronnie! Ta gostando da professora Paula!- Disse ao ouvido dele.
Ele estremeceu, me levantou, me girou, eu escorreguei e ele me segurou e disse de um jeito...........sexy:
-Imagina!- E sussurrou no meu ouvido- Só tenho olhos pra você- Nisso ele me puxou e me deu um beijo na bochecha- Isso é verdade- Sussurrou ele deixando o álito de hortelã dele descer por meu pescoço, estremeci.
-Posso entrar ou vão tranzar?- Perguntou a Simone, subistituta, da porta.
Corei violentamente e logo me afastei do Ronnie. A sala toda ria. Ronnie me seguiu, mas bem calmo.
Estávamos no maior silêncio, enquanto a Maconheira (apelido “carinhoso” da professora)passava algumas instruções na lousa.
Ronnie me dá uma leve cotovelada e chama a minha atenção para o caderno dele, onde havia escrito, em letras bem desenhadas: “Quer sair comigo?”.
Escrevi no meu caderno em resposta: “Quando?” e ele: “Hoje no intervalo e quem sabe a noite também?” “Pode ser...” “*U* beleza”. Ele lança um sorriso safado e me dá um beijo na bochecha.
De repente o sinal toca e a Maconheira sai da sala sem dizer uma palavra. Quem entra é a Solange, tia do corredor, avisando que a professora de Língua Portuguesa havia faltado. Foi só bolinha de papel e bagunça, principalmente porque as prostitutas, digo, subistitutas, estavam em outras salas. Sim, aula vaga.
Fui tingida por uma bolinha de papel bem na cabeça, Ronnie se levantou e disse:
-QUEM FOI O FILHO DA PUTA QUE TACOU ISSO NA CABEÇA DELA!?- Todos ficaram com medo dele(seria pelas tatuagens?).
-E ai Ronnie?- Disse Max se aproximando e puxando uma cadeira.
-Fala minha puta- Disse ele sorrindo safado.
-E então meu cafetão, que seninha foi aquela antes da maconheiraentrar?
-Ah! Minha puta, é que eu to gostando da Danger sabe- Ele disse e mandou um beijo para o Max.
Eu ri com essa.
-hmmmmmmm, olha só o casal..... RONER!- Disse Gabis se aproximando.
Atrás vinham Cedry e Lex de mãos dadas e Lalis fazendo coraçãozinho com as mãos.
Nós três rimos alto e depois ficamos papeando por um longo tempo, tivemos investidas nada sutis do Ronnie, entre elas, alguns beijos no meu pescoço e umas passadas “sem querer” de mãos na minha coxa.
Bate o sinal do intervalo e todos saem correndo.
Ronnie e eu ficamos na sala conversando, foda-se se brigarem de estarmos aqui.
-Mas e ai, qual é o seu nome verdadeiro?- Perguntou Ronnie.
-Não quer saber- Disse.
-Por favor- Ele disse BEM perto do meu rosto.
-Não.
-Por favor- Disse ele deixando nossos lábios a poucos milímetros.
-Não- Disse.
-Por favor- Ele disse fechando a distancia que existia entre os nossos lábios.
Ficamos dando selinho por um pouco tempo, pois logo a língua dele foi pedindo passagem pelos meus lábios, e eu cedi.
Ele entrelaçou nossos línguas que se moviam em perfeita sincronia. Com o fogo que o beijo foi ganhando, nos levantamos e ele me pressionou contra a parede do fundo da sala.
Ele passava a mão pela minha coxa e eu nas suas costas.
Nos separamos quase morrendo sem ar. Os lábios roxos e ele com os cabelos bagunçados.
Sorrimos, tomamos ar e voltamos a nos beijar, não com tanto fogo quanto antes, mas quase.
A língua dele explorava cada centímetro da minha boca e eu fazia o mesmo. As vezes permitíamos que as pontas das línguas de ambos se tocassem e os dois estremecíamos com isso.
Ele me prensava cada vez mais contra a parede e minhas mãos já exploravam suas costas nuas.
Paramos para tomar ar, nos olhamos e demos conta do estado em que nos encontrávamos:
Os lábios roxos, ele sem camisa, eu com a camiseta um pouco a cima do umbigo, ele descabelado, eu contra a parede.
Nos arrumamos e voltamos a conversar, sabíamos muito bem onde aquilo ia dar, e ainda estava cedo de mais.
-Bom... quer namorar comigo?- Perguntou Ronnie do nada.
-Claro- Disse sorrindo.
Na hora ele se jogou em cima de mim e começamos a nos beijar, mas logo paramos pois estávamos com fome e sede.
Nos recompomos e descemos de mãos dadas para o pátio.
Só haviam nós dois na fila para o almoço, por isso dividimos um hambúrguer e um refrigerante grande.
-E ai, vai ou não me dizer o seu nome verdadeiro?- Perguntou ele passando os braços pela minha cintura quando havíamos acabado e estávamos nos levantando.
-Tudo bem, é Gabriela-Disse ficando com o rosto vermelho.
-É lindo- Disse ele beijando o meu pescoço.
-Não é não, não é o nome que uma vocalista deva ter- Disse fazendo biquinho.
-Vocalista? Você canta?
-Sim, sou a vocalista da Lines and Blood, você não deve conhecer.
-Eu vi um cartas no bar da esquina, vocês vão tocar lá sábado né ?
-Vamos- Disse.
-Hmmmmmm, sou sortudo.... viva eu!!!- Disse ele pulando e batendo palminhas.
-Bobo- Disse.
Assim que saímos para o pátio o Max veio correndo para o Ronnie:
-Ronnie!- Disse ele abrindo os braços.
-Max!- Disse o Ronnie abraçando-o.
-Já vi que tá namorando- Disse ele fazendo biquinho.
-To sim!- Disse o Ronnie me puxando em um beijo.
-Toda vez que você namora é a mesma coisa... não brincamos mais do mesmo jeito- Disse ele fazendo biquinho.
-Hmmmmm, de que jeito- Disse com malicia.
-Ele não faz mais as coisas que você viu ele fazendo na sala- Disse o Max.
-Ah! Não seja por isso!- Disse apertando as bochechas do Max- Ronnie, não vou deixar você se esquecer do Max!- Disse dando um tapinha no braço dele- Vai continuar brincando com ele daquele jeito... eu gosto- Disse.
-Você ouviu o que a minha namorada disse não é minha puta?- Disse ele fazendo cara safada pro Max.
-Claro meu cafeta- Disse ele retribuindo a cara.
Eu ri e disse:
-É assim que e gosto meninos!
Eles riram e fomos nos juntar aos meu amigos.
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