Notas iniciais
Meninas adorei esse capitulo. Nele cumpro o que prometi a vocês. abalar as estruturas da Ava. E tem novidade no ar... Aproveitem..

POV AVA

Estou extremamente chateada, acabei de encontrar o Theodore na casa da Phoebe em uma visita que lhe fiz com minha mãe e mais uma vez ele não quis vim dormir aqui. Já tem algum tempo que não fazemos amor. Isso não está me cheirando bem. Ele ficou de me ligar espero que faça isso. Não posso perdê-lo, não ele, que foi meu primeiro em muitas coisas, o único que me amou e não apenas transou comigo. Pego um vinho branco e me deito no sofá pensando em como fazer para afastá-lo daquela Alice. Escuto meu celular tocando. Me levanto e o pego na bancada da cozinha. É o Theodore.

__ Teddy?

__ Oi Ava. Já estava deitada?

__ Estava pensando em você. Por que tem dias que não vem dormir comigo? –falo melosamente.

__ Ava estou confuso.

O que? Por que se estamos bem?

__ Confuso como?

__ Ava você me ama mesmo?

__ Que pergunta mais sem sentido Theodore. Claro que amo, não te disse isso no The Grace.

__ Eu quero saber se você ver em nós dois o amor como o que os seus pais sentem, ou que o meus tem e ate mesmo como da Phoe e Daniel.

__ Deixa de ser ridículo Teddy, cada relacionamento é diferente, estamos começando um namoro, com o tempo sentiremos ate mais que eles.

__ È isso que me deixa confuso Ava. Já não era para estarmos sentindo isso?

__ Seja claro Theodore. Está interessado em outra? –falo rispidamente.

__ Acho que sim. –ele fala tão baixo que se não estive um silencio eu nem ouviria.

__ Você disse que me amava. Você insistiu para ficarmos juntos. Que palhaçada é essa?

__ Eu não sei Ava. Estou mesmo confuso. Talvez devêssemos dar um tempo, para entendermos nossos sentimentos não quero te trair, nem te magoar.

Fico muda, não sei o que falar. Não esperava ele ser tão sincero.

__ Quem é a outra? –pergunto baixinho.

__ Isso não vem ao caso. Ela não me quer mesmo. Apenas quero ter certeza que te amo e que você me ama para continuarmos juntos. Dá-me esse tempo.

O que eu poderia falar, fazer cena não iria adiantar.

__ Você está certo Theodore. Vamos pensar e analisar nossos sentimentos. Depois conversaremos melhor. Boa noite.

__ Ava?

__ Sim Theodore.

__ Vai ser melhor. Uma vida juntos é muito serio, é preciso ter certeza.

__ Ok. – Desligo e estou tremendo de raiva. Jogo a taça de vinho contra a parede e essa vira mil pedaços.

Preciso fazer alguma coisa. Pego uma garrafa de uísque e bebo no bico. Preciso de coragem. limpo minha bagunça e tomo uma decisão. Olho as horas e vejo que são 8 da noite. Começo a ligar para alguns hotéis até descobrir onde a destruidora de namoro esta. Visto um vestido curto e colado ao corpo, assim mostrarei a ela a minha beleza.

Saio de casa como uma louca e em menos de 20 minutos estou chegando ao Hotel Hemettal. Entrego meu carro para o manobrista e sigo para o saguão. É um hotel luxuoso, pelo visto a vadia tem dinheiro. A Phoebe nunca comentou se a família dela é rica, só sei que é órfã de mãe.

Jogo meu charme para um funcionário e descubro qual o quarto ela esta hospedada. Sigo direto para lá, sem ser anunciada. Vou fazer uma surpresinha.

Bato na porta e em alguns instastes ela se abre mostrando uma mulher baixa usando apenas um short e camisa regata. Totalmente sem classe.

__ Ava. –ela diz surpresa.

__ Podemos conversar por um minuto?

__ Sim. Entra. –diz me dando espaço para passar e fechando a porta.

__ Você quer beber algo?

__ Não Alice, vou ser rápida. Você sabia que sou a namorada do Theodore?

__ Sim. Mas o que eu tenho com isso?

__ Isso que eu quero saber. Não gostei daquela intimidade de vocês no escritório dele. Odeio mulherzinhas. E como é amiga da Phoebe resolvi ter uma conversa com você e deixa-la ciente que aquele homem é meu, nos amamos desde pequenos. Não venha usar seu corpo para seduzi-lo, eu não permitirei que ele caia em suas garras.

Ela me encara espantada. __ Não sou prostituta para usar meu corpo Ava. E não quero nada com seu namorado. E se ele te ama tanto como você diz o que esta fazendo aqui? Ou será que na verdade ele não te ama?

__ Ele me ama, mas é homem e como tal fica de quatro por uma mulher que se veste como você. Não sei como a Phoebe deixa você ficar perto do marido dela.

__ Melhor eu que você, que era noiva dele. Ah agora me lembrei ele não te quis neh? Claro depois de conhecer uma mulher como a Phoebe como ele poderia se contentar com menos?

Agora ela foi longe demais, meto a mão na cara dela. O tapa foi tão forte que ela ate cambaleia para trás.

__ Vagabunda esse é apenas um pequeno aviso. Se aproxime do Theodore de novo e aí sim você conhecerá minha fúria. –digo e saio a deixando em lagrimas.

Me sinto poderosa, coloquei aquela mulherzinha no lugar dela. Pego meu carro com o manobrista, dou ré para pegar a avenida e esbarro abruptamente em alguma coisa. É o que me faltava. Desço do carro e vejo que bati em um R8, um carro de luxo. Ainda bem que posso pagar o concerto. Mas quem é esse cretino que entrou atrás de mim assim do nada?

Vou ate o lado do motorista e bato no vidro. Me afasto quando ele abre a porta. E do carro sai um homem imponente. Homem não, um Deus grego. Nos encaramos por alguns segundos, ele tem olhos azuis, como o Daniel. Na verdade esse homem me lembra alguém.

__ Sua maluca você bateu no meu carro e agora vem me importunar? – ele diz com uma voz autoritária. Sinto um arrepio por todo o meu corpo.

__ Eu não bati porra nenhuma. Você que entrou atrás de mim. Mas não se preocupe sou rica e posso pagar o concerto.

__ Já que é tão rica assim, pode me comprar um novo e igual, pois não aceito carro batido. Menina mimada.

O que? Que homem grosso. Esse carro deve valer uma pequena fortuna. Meu pai vai me matar.

__ Eu compro seu idiota. Eu posso.

Ficamos nos encarando por um tempo. O olhar dele é implacável. Os seguranças do hotel vêm ao nosso encontro saber como pode ajudar.

__ Tire os automóveis daqui. Enquanto isso eu e essa senhorita iremos tomar um drinque e ela fará um cheque no valor do meu carro, ou uma transferência online. –ele diz sem tirar os olhos de mim. Olhou-me de baixo a cima.

Engulo em seco. Maldito.

Entramos no hotel e seguimos para o bar.

__ O que a senhorita vai beber?

Estou com tanta raiva. __ Uísque.

Ele assente com um sorrisinho cínico e pede dois copos com dose dupla. Esse homem é mesmo diabólico.

__ Então devo fazer o cheque no nome de quem? –eu pergunto ironicamente para ele.

__ Christopher Vidal Torrence.

Esse sobrenome não me é desconhecido. Deve ser do meu meio por isso a vaga lembrança.

__ Sim senhor Vidal. E quanto seria o valor desse carro? –digo virando o copo de uma vez.

__ Só Christopher por favor. Agora que já bateu no meu carro novo e esta tomando um drinque comigo acredito que estamos íntimos senhorita...?

__ Ava kavanagh Grey.

__ Uma Grey. Que interessante. –ele diz alisando meu corpo com o olhar. A reação que tenho a esse homem é automática. Estou molhada.

__ Conhece algum Grey?

__ Conheço o maior. Christian Grey. Você seria filha dele? –diz maliciosamente.

__ Sou filha do irmão dele Elliot Grey.

__ Que interessante senhorita. Prazer em conhecê-la.

__ Pena que não posso dizer o mesmo.

__ E por quê? Não estou tratando-a bem?

Ele sorri e que sorriso. Aproveito a oportunidade e reparo em seus traços finos, seus cabelos tão pretos, e um corpo que mesmo sobre o terno é visível.

__ Vamos parar de conversa senhor Vidal. Quanto lhe devo?

__ Estou avaliando como quero receber senhorita Ava.

Essas palavras provocaram um arrepio pelo meu corpo. Minha calcinha esta encharcada.

__ Deixarei meu telefone e quando tiver um valor me ligue e farei a transferência do dinheiro. Agora vou indo. Boa noite.

__ E vai embora como?

__ De táxi. Amanha mando alguém pegar meu carro, e o seu. Já que agora ele me pertence.

__ E por que ele te pertence?

__ Se vou pagar por um novo. O batido é meu. –digo sorrindo.

__ Perfeitamente. Mas eu te levo. Vou ficar mais tranqüilo se souber aonde mora e que não ira correr das suas responsabilidades.

__ Já lhe falei quem sou. Acha isso mesmo necessário? E em qual carro me levara?

__ Acho necessário. Vamos de táxi.

Reviro meus olhos para ele. Ele digita algo em seu celular e me puxa pelo braço. O toque dele na minha pele me provoca arrepios. Quando chegamos a entrada do hotel já tem um táxi nos esperando. Entramos e passo o meu endereço. Vamos o caminho todo em silencio, apenas nos analisando. É um clima estranho. Sinto medo perto dele. Tudo porque ele provoca reações em mim desconhecidas. Quando chegamos eu agradeço. ___ Obrigado senhor Vidal, colocarei o valor da corrida junto na sua conta. –e desço sem esperar resposta. Quando estou no elevador sinto a sua presença atrás de mim.

__ Que falta de educação senhorita Ava. Eu lhe trago em casa e não me convida para um drinque?

__ Acho isso desnecessário. Agora já sabe onde eu moro.

__ Mas eu não. –diz entrando comigo no elevador. Reviro meus olhos e ele me encara como um lobo faminto. Deveria gritar, mas sinto uma vontade louco de pular em seu pescoço e beija-lo.

Quando entramos em meu apartamento vejo que ele o olha detalhadamente.

__ Tem um bom gosto para decoração.

__ Na verdade esse apartamento é emprestado, é da filha de Christian Grey e ela fez toda a decoração. Ainda não tive tempo de deixá-lo a meu gosto.

__ Achei que era rica. Por que usa um apartamento emprestado.

__ Sou rica senhor Vidal. Apenas estava com pressa de sair de casa e ela me ofereceu para ficar o tempo que quiser já que se casou.

Ele assente com um sorriso cínico.

__ Uísque ou vinho?

__ Uísque Ava. – fala meu nome como uma oração.

Sirvo nos dois e o convida para sentar-se no sofá.

__ Me fale um pouco de você Ava.

__ O que eu poderia falar Christopher?

__ Quem á Ava Grey?

__ Sou arquiteta, tenho vinte e dois anos. Trabalho com meu pai e moro a poucos meses sozinha. Fui noiva, tinha um namorado e fui dispensada mais uma vez.

Ele me olha incrédulo. Se aproxima e pega o copo da minha mão.

__ Vejo que você ainda não encontrou um homem de verdade. –fala sussurrando em meu ouvido. O que provou arrepios e uma excitação incontrolável. Antes que respondesse seus lábios encontraram os meus.

Começou como um beijo suave, e foi ganhando força, como algo possessivo e urgente. Não sei como e quando mas quando dei por mim estávamos no meu quarto nus. Ele beija cada pedaço do meu corpo. Chupa meus seios me levando a loucura. Enquanto ele aperta um mamilo, ele chupa com força o outro. Estou pegando fogo por este homem, ele volta e me beija com força, desce pelo meu pescoço, para novamente nos seios e recomeça a tortura. A única coisa que faço é gemer. E ele geme em resposta. __ Que gostosa que você é. –ele diz roucamente.

Gemo de prazer, ele desce ate minhas intimidade e começa a me beijar e a chupar minha boceta. Estou em combustão.

__ Tão doce Ava...

__ Por favor Christopher...

__ O que você quer Ava?

__ Dentro de mim forte e duro.

Ele ri com minhas palavras e me penetra de uma vez, gemo e ele espera eu me acostumar a seu tamanho. Começo a me movimentar. Ele estoca forte enquanto chupa meu seio e o morde. Só consigo gemer e incentivá-lo a ir mais fundo. Ele se vira de uma vez comigo por cima.

__ Cavalgue...

Essa ordem me leva a loucura, começo com movimentos lentos. Saio e ele geme de frustração e volto de uma vez o levando a loucura. Em instantes estamos frenéticos e rapidamente encontramos nossa libertação. Sinto o jorro dele dentro de mim. Porra não usamos camisinha. Quando vou falar isso a ele, ele se vira em cima de mim recomeçando tudo de novo e já posso sentir seu pau duro dentro de mim. Esse homem é insaciável. Fizemos amor, ou transamos, (nem sei o que foi, só sei que foi intenso) mais umas quatro vez, ate que adormeço de tão saciada e cansada.

Sinto uma claridade em meus olhos, minha cabeça dói. Abro meus olhos e vejo que são raios solares. Olho para o lado e já são duas da tarde. Porra dormir demais e hoje tinha que trabalhar. Me sento na cama e observo a bagunça que esta meu quarto e devagar me lembro da noite anterior. Mas cadê o Christopher?

Olho a sua procura e encontro um bilhete. “ Bom dia linda. Obrigado pela noite. Foi incrível. Acredito que sua divida já foi paga, eu que fico em divida com você pelo prazer imensurável que me proporcionou. Não pude esperá-la acordar, preciso trabalhar. Mas meu pau reclamou em te ver nua e ter que se contentar com uma ducha. Espero te encontrar por ai.”

Não sei se fico puta ou feliz. Como assim esta paga? Ele acha que sou uma vagabunda para pagar com sexo? Por outro lado nada mal ele ficar me devendo mais prazer. Melhor esquecer isso. E espero nunca mais ver esse homem. Darei um jeito de descobrir o valor do carro e lhe envio um cheque no hotel. Foi uma loucura o que eu fiz. Poderia culpar as doses de uísque ou minha raiva pelo Theodore. Mas a verdade é que eu quis aquele homem desde o momento que encontrei seus olhos. Me levanto para tomar uma ducha com um sorrisinho no rosto, quando passo pelo espelho vejo marcas de chupões por todo meu corpo. Meus seios então já estão roxos. Filho da mãe. Como pode fazer isso? Me marcou como sua. Ah senhor Vidal isso vai ter troco. O senhor não me conhece.

Notas finais
Comentem garotas. Quem será esse novo bonitão que apareceu? E que combustão esses dois.