Notas iniciais
Se prepare...

POV CRISTO

Sou um homem comum, tenho 30 anos sou casado com uma mulher linda há quatro anos e meio. Pai de um lindo garoto de quatro anos e agora grávido de outra criança.

Desde que conheci Ava minha vida mudou. Já tive algumas namoradas, mas nenhuma que me fizesse pensar em família, nem mesma Emilly de quem fui noivo por dois anos, e no fim percebi que não conseguiria me imaginar um homem família com ela. Vim a Seattle por negócios e conheci uma mulher que me fez criar raízes.

Eu nunca tive medo de nada na minha vida. Construir minha fortuna com coragem e inteligência. Eu sou sem duvidas mais rico que Gideon e Christian juntos. Eles não precisam saber disso. Poucos sabem disso e outros poucos suspeitam. Não vinculo meu amor aos meus investimentos, não quero sair na Forbes e ter minha privacidade abalada. Até então sou um homem comum.

Acho que nem Ava tem noção de quanto dinheiro nós temos. Digo nós porque no dia que a conheci lhe entreguei meu coração então o dinheiro é o de menos.

Passei por muitas coisas até aqui. Minha mãe grávida sofreu um seqüestro e se não fosse meu tio Christopher para nos salvar eu não estaria aqui. Depois meu pai faleceu em um acidente de carro. Minha mãe se casou com Jacob um empresário de Nova York que tinha uma filha a Alexa. Ganhei uma irmã também, agora com onze anos. Eu diria que era um homem feliz.

Mas na verdade não era. Agora eu sou feliz. O meu garoto Christopher é minha luz. Seu sorriso é minha fraqueza. Eu sou simplesmente louco por esse garoto. Tenho até medo de não conseguir amar tanto o meu próximo filho.

E se antes eu não tinha medo de nada. Hoje eu tenho. Tenho pela minha família. Só quero vê-los felizes e tenho medo de não saber fazê-los.

__ Cristo?

__ Oi amor.

__ Busque o Cris na escola hoje? Tenho uma reunião para discutir um projeto e posso demorar.

Me espreguiço nu na cama e sorrio ao vê-la sair do banheiro enrolada em uma toalha. Esse horário deveria estar trabalhando e ela também. Mas vim almoçar com ela e o resultado foi uma tarde de luxuria.

Ela fica parada olhando meu corpo e meu pau imediatamente endurece. Essa mulher tem um poder sobre mim. Ela sorri quando vê. Aproxima-se como uma gata deixando a toalha cair e me dando uma visão do seu belo corpo. De suas curvas definidas. Eu já estou todo fogo por essa mulher. Me levanto e a puxo de uma vez jogando-a na cama e ficando por cima. Enfio todo meu pau em sua xoxota molhada e me delicio ao senti-la tão apertada se fechando em meu pau. Seus gemidos são minha perdição. Gosto de fazer amor com ela, mas amo fode-la assim com força. Estoco com tanta força que ela puxa meus cabelos. Beijo-a com violência. Ela arqueia os quadris e eu meto com força e sem piedade, em instantes ela encontra seu clímax, estoco mais um pouco e grito seu nome como uma oração.

Fico sobre ela, ainda dentro dela. __ Nunca cansa Cristo? –ela me pergunta enquanto recupera o fôlego.

Sorrio ao lembrar que essa tarde inteira a possuir e agora de novo. __ Nunca senhora Vidal. Você me faz insaciável

A muito custo saio e vou me arrumar para sair. Meu filho não pode ficar me esperando. Despedimos-nos cada um entrando em seu carro e indo a seu destino. Se pudesse não a largava nem por um minuto.

Minha fascinação. Minha fraqueza. Acelero para chegar logo na escola. Assim que adentro o portão indo em direção a sala, vejo meu filho conversando com Theodore Grey. Chego por trás e escuto a conversa deles.

__ Seus olhos são como os meus, mas o jeito de olhar é da sua mãe. – Theodore diz a Cris.

__ Meus olhos são como do meu pai. Minha mãe sempre fala isso.

__ E você e o Edu são amigos?

__ Não. Ele quer ser melhor que eu. E não tem como. Eu sou um Vidal.

Theodore parece engasgar com que meu filho fala.

__ Gostaria que vocês fossem amigos. Eu sou primo da sua mãe.

__ Eu não sei. O meu pai sempre fala que não adianta tentar gostar se a pessoa não favorece.

Fico orgulhoso do meu filho. Ele só tem quatro anos, mas entende tudo que eu falo, e repete pelo jeito o que me faz rir.

__ Atrapalho? – Resolvo interferir.

__ Papai. – Cris se levanta se jogando meus braços.

Theodore me olha com desprezo. __ Como vai Cristo?

__ Muito bem e você Theodore?

__ Bem também. Estava aqui conversando com Christopher enquanto espero liberarem meu filho.

__ Percebi. –digo friamente. __ Cris vai entrando no carro. Eu já vou. –digo entregando a chave para ele.

__ Theodore tenho muito respeito pelo seu pai, e até então nada contra você. Mas alguma coisa me diz que não o quero perto da minha família.

__ Não seria por ciúmes? Por que se bem me lembro quando conheceu sua esposa ela era minha namorada. O que significa que Christopher podia ser meu filho.

Eu mal posso ouvir essas palavras e meto um soco na cara de Theodore. Ele cambaleia e cai no banco. __ Nunca mais repita isso.

Ele vem pra cima de mim e tenta me dar outro soco que pega na quina do meu queixo.

__ O que isso? Estão malucos senhor Vidal e senhor Grey? Isso é uma escola e não uma academia de luta. – uma senhora baixinha aparece nos repreendendo.

Olho em seu crachá e leio Lete supervisora.__ Sinto muito senhora Lete. Estou constrangido. Isso não vai se repetir. –digo envergonhado e vejo que algumas crianças e pais viram o que aconteceu.

__ Assim espero. Agora por favor, se retirem. – ela diz enérgica.

Saímos sem nos olhar. Na porta o encaro friamente, um filete de sangue saí da sua boca e isso me satisfaz.

__ Fique avisado Grey, fique longe da minha família.

__ Você que fique preparado Vidal, talvez eu tenha uma surpresinha para você.

Não entendo o que ele quer dizer com isso e saio. Entro no carro sem olhar para trás.

__ Cris no banco de trás.

__ Por que seu queixo está vermelho papai?

__ Por nada. Agora para o banco de trás.

Ele bufa, mas vai. E me lembro de Ava falando que também faço isso.

__ Cris o que o Teddy tanto falava com você?

__ Só me perguntou se eu me lembrava dele, que ele é meu tio e para eu ser amigo do filho dele.

Tenho que rir do resumo do meu filho. Ele sempre simplifica tudo.

Chegamos em casa, lhe dou banho e um lanche. observo meu queixo, o soco pegou na ponta, acho que não dará para Ava perceber. Deito com Cris em minha cama e coloco um filme que ele goste. Estou quase dormindo quando escuto a voz da minha esposa.

__ Seção cinema e não sou convidada?

Cris pula nos braços dela. __ Cris sua mãe está grávida e você é pesado. –digo ainda deitado e sorrindo para ela.

Apesar do encontro com Theodore ter me chateado, o sorriso da minha esposa me acalma.

__ Vem amor deitar aqui conosco. – digo piscando.

__ Vou tomar banho e já venho. Façam uma pipoca enquanto isso.

Como sempre acato suas vontades. Preparo duas tigelas de pipoca um sabor manteiga e outro de queijo. Já sei que Cris come um sozinho e Ava quando está grávida come muito. Quando volto ao quarto ela já está aconchegada ao filho com um pijama. Sorrio pensando em arrancá-lo mais tarde.

Ava e Cris discutem por causa do filme. Decido ficar no meio e acalmá-los. Às vezes eles parecem crianças e não mãe e filho. Passo meu braço nos dois. E quando vejo os dois dormem profundamente em meus braços.

Me levanto pegando Cris e o levando a seu quarto. Sei que pela manhã ele vai voltar. Coloco-o em sua cama e beijo sua testa. __ Te amo filho. –digo baixinho em seu ouvido.

Volto ao quarto e minha mulher continua dormindo. Aconchego-me nela. Beijando seus cabelos. __ te amo meu amor. –digo e me perco no sono também.

Notas finais
Meninas comentem comentem... Próximo só se tiver muitos comentários kkk Estou muito má ultimamente.