Limiar entre intrigas, desejo e o amor
21 Capítulo 21
Notas iniciais
POV SOPHIE
Edu sai e eu e Chris nos olhamos com demasiado alivio. Desde nosso encontro com Ella estávamos tensos, e o nosso recente casamento já estava sentindo nossas fraquezas.
Eu olho bem dentro de seus olhos. E abro lentamente um sorriso.
Ele caminha lentamente acabando com a distancia entre nós.
Nos abraçamos aliviados. Não íamos nos separar porque nosso amor é maior que tudo isso, mas nós dois crescemos em casas de famílias unidas e apaixonadas. Meus pais se adoram e se veneram todos os dias, e Edu e Samuel sentiram muito isso ao longo do tempo. Christopher pai e Ava se amam demais e os filhos só viram amor dentro do lar. Eu sei como estava sendo difícil para Chris imaginar o filho longe dele, e eu estava com medo que fosse como meu pai e Samuel, ou seja, uma relação fragilizada.
Acho que se soubéssemos antes dessa gravidez não estaríamos juntos. Ella quase nos destruiu e eu só posso agradecer a meu irmão Eduard por ser justo.
__ Não posso acreditar que ela estava me traindo com seu irmão. – Chris diz exasperado.
__ Não vamos mais pensar nisso amor. –digo olhando em seus olhos.__Agora começaremos nossas vidas de verdade.
__ Eu me senti culpado por tudo que fiz a ela. Não mais. Agora estou aliviado.
__ E eu amor. Enfim iremos traçar nosso caminho. – digo beijando seus lábios.
Ele me pega no colo e caminha lentamente para nosso quarto.
__ Filhos devem ser no casamento, com pessoas que se amam de verdade. Que tal começarmos a praticar? — ele diz baixinho para mim.
__ Serio? -Pergunto incerta.
__ Sim. Eu quero muito ser pai, mas com você, com a mulher que eu amo e venero.
Só posso sorrir e me aconchegar nele. O telefone começa a tocar, mas ignoramos. Até que cai na caixa postal e a voz que sai me deixa petrificada.
“Sophie precisamos conversar. Por favor. Eu tenho que te contar com quem você se casou. Eu preciso fazer você enxergar que eu sou o melhor para você”.
Chris trinca os dentes de raiva.
__ Irei ter uma conversa definitiva com seu primo Eric. – Ele diz colocando-me na cama.
Antes que ele se afaste puxo-o para cima de mim.
__ Não deixe Eric nos atrapalhar. Eu só tenho olhos para você e não quero nem ouvir falar dele. Agora me ame. Apenas me ame.
Seus olhos brilham de luxuria, e eu sei que venci essa batalha.
__ Nua agora senhora Vidal.
__ Sim senhor meu marido.
Tiro toda minha roupa enquanto ele sai e volta com uma venda.
Arqueio a sobrancelha.
__ Confia em mim?
__ A minha vida. –digo sinceramente.
Ele venda meus olhos.
__ Então vamos trabalhar sua sensibilidade amor.
Sorrio diante a promessa.
Fica alguns minutos de silencio quando sinto seu peso no colchão.
__ Amor vou atar suas mãos com minha gravata, não quero que tente me puxar. Posso?
Assinto com a cabeça.
Ele beija meu pulso e depois me amarra. Sinto uma excitação.
Ele beija minha clavícula.
__ Eu te amo Soph. –ele diz e coloca algo gelado no bico do meu seio. Sinto-me arrepiar toda.
Ele leva a língua e faz círculos no bico mamário, quando sopra me leva a loucura.
__ Sabe o que é isso amor? — Ele pergunta continuando a tortura.
__ É gelado, mas não é gelo.
Ele coloca a mesma substancia no meu outro seio e repete a ação.
__ Uhum delicia. Soph, amora, baunilha e framboesa. Combinação perfeita.
Em meio a meu gemido consigo dizer. __ Sorvete.
__ Sim. –ele suga mais intensidade.
Posso sentir ele espalhando algo em meio aos meus seios. __ Ainda não terminei aqui.
É uma substância pastosa e grudenta. Ela passa a língua varias vezes.
___Eu poderia chupá-los a noite inteira.
Oh Jesus. Não pensei que fosse possível ficar mais excitada, mas estava tão errada.
__ Uhum o único jeito de eu gostar de doce. –ele diz me torturando com a língua.
__ Chris não sei...
__ Qual sua sensação amor?
__ É pegajoso. Entra em contraste com a sua língua. É pastoso. É uma pasta.
__ Isso. De que Soph?
Forço minha memória, do que tem em nossa geladeira.
__ Se você não acertar irei parar com minhas caricias e te privar de um orgasmo. – Sua voz é rouca e sensual.
__ Não. Eu tenho quantas tentativas?
__ Uma meu amor. Apenas uma.
__ Pasta de amendoim. – rezo mentalmente para esta certa.
Ele lambe tudo.
__ Muito bem amor.
Derrama algo em minha barriga e passa a língua.
__ Liquido gelado. –digo em êxtase.
__ Muito bem amor. Agora uma dica.
Vem ate minha boca e me beija. Sinto gosto de morango.
__ Você comeu morango.
__ Você gosta Soph?
__ Vinho branco Francês.
__ Muito fácil essa gata. –ele diz sugando tudo com a boca, e enfiado a língua em meu umbigo.
__ Agora preciso de você Soph.- Com essas palavras ele joga o liquido na minha xana e chupa de uma vez, me fazendo arquear a pélvis.
Grito ao sentir meu orgasmo se formando. Ele me desamarra e me libera das vendas.
__ Olhe nos meus olhos enquanto te penetro.
Estou convulsionando de prazer e êxtase.
Ele recua em cima do meu corpo, afastando minhas pernas, entrando entre elas e aconchegando o membro grande na umidade quente de minha vagina. Minha resposta é um gemido, com os nervos pegando fogo.
__Foda-me – Sussurro.
Sento-o crescer entre minhas pernas.
__ Deus, eu amo quando você conversa sujo — ele murmura.
Grito afundando os dentes em seu ombro.
Abraça-me com firmeza, mantendo me presa com os quadris que começaram a ondular entre as pernas.
__Mais forte – tento persuadi-lo.
__Você está tentando me matar? — ele reclama.
__Bem duro...
Ele puxa meu cabelo.
__Observe amor.
Empurra-se para fora e pega minhas pernas com as mãos, dobrando os meus joelhos contra seu tórax, deixando-as assim elevadas. Desliza para frente polegada por polegada agonizante até que eu fico sem fôlego. Então mergulha fundo, com as coxas duras tocando-me. Ofego profundamente.
__Não pare — imploro quando ele para.
Ele me olha.
__Está gostando, não está?
__Eu quero muito mais de você ainda — sussurro.
Ele puxa de volta e para. Elevo os quadris, tentando acomodá-lo completamente novamente.
__Foda-me . –Implorou novamente.
Ele geme e desliza todo em mim.
__Eu amo uma mulher com boca suja.
Solto uma risada. Ele começa a empurrar mais duro, atingindo um ritmo empolgante. Tento me erguer, respirar, mas estou sem ar.
Ele solta minhas pernas e elas caem ao lado. Abraço-o, puxando-o para tão perto quando posso. Circulo a cintura dele com as pernas, prendendo-o.
Beijamo-nos ardentemente, ofegantes, as línguas imitando os movimentos do seu membro dentro e fora da minha vagina. Com as mãos em meus cabelos ele mantém as nossas bocas mais unidas.
Sinto a urgência na virilha. O orgasmo vindo numa velocidade que nunca experimentei. Não existia nenhuma construção lenta para o fim. Explodiu ao redor de mim em uma onda violenta. Todos os músculos do corpo estirados dolorosamente e então uma flechada final de gozo.
Chris empurra poderosamente contra mim, os quadris balançando para frente e atrás sobre a cama.
__Oh, maldição – ele diz ofegante.
__ Sim, maldição. -Desmorono embaixo dele quando o sinto penetrando-me profundamente novamente, estremeço inteira. Os quadris continuaram a empurrar enquanto liberava os jatos de seu gozo.
Finalmente ele afunda entre minhas pernas, a testa descansando sobre a minha. Nossas respirações tentando buscar fôlego.
__ Soph você vai me matar assim.
__ Só quero que você nunca precise de outra. –digo tentando controlar minha respiração.
__ Eu não preciso amor. Eu amo você.
__ E eu a você Christopher Vidal Filho.
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