Notas iniciais
Desculpe não ter postado ontem, mas não deu tempo mesmo. xoxo

POV SOPHIE

Edu sai e eu e Chris nos olhamos com demasiado alivio. Desde nosso encontro com Ella estávamos tensos, e o nosso recente casamento já estava sentindo nossas fraquezas.

Eu olho bem dentro de seus olhos. E abro lentamente um sorriso.

Ele caminha lentamente acabando com a distancia entre nós.

Nos abraçamos aliviados. Não íamos nos separar porque nosso amor é maior que tudo isso, mas nós dois crescemos em casas de famílias unidas e apaixonadas. Meus pais se adoram e se veneram todos os dias, e Edu e Samuel sentiram muito isso ao longo do tempo. Christopher pai e Ava se amam demais e os filhos só viram amor dentro do lar. Eu sei como estava sendo difícil para Chris imaginar o filho longe dele, e eu estava com medo que fosse como meu pai e Samuel, ou seja, uma relação fragilizada.

Acho que se soubéssemos antes dessa gravidez não estaríamos juntos. Ella quase nos destruiu e eu só posso agradecer a meu irmão Eduard por ser justo.

__ Não posso acreditar que ela estava me traindo com seu irmão. – Chris diz exasperado.

__ Não vamos mais pensar nisso amor. –digo olhando em seus olhos.__Agora começaremos nossas vidas de verdade.

__ Eu me senti culpado por tudo que fiz a ela. Não mais. Agora estou aliviado.

__ E eu amor. Enfim iremos traçar nosso caminho. – digo beijando seus lábios.

Ele me pega no colo e caminha lentamente para nosso quarto.

__ Filhos devem ser no casamento, com pessoas que se amam de verdade. Que tal começarmos a praticar? — ele diz baixinho para mim.

__ Serio? -Pergunto incerta.

__ Sim. Eu quero muito ser pai, mas com você, com a mulher que eu amo e venero.

Só posso sorrir e me aconchegar nele. O telefone começa a tocar, mas ignoramos. Até que cai na caixa postal e a voz que sai me deixa petrificada.

“Sophie precisamos conversar. Por favor. Eu tenho que te contar com quem você se casou. Eu preciso fazer você enxergar que eu sou o melhor para você”.

Chris trinca os dentes de raiva.

__ Irei ter uma conversa definitiva com seu primo Eric. – Ele diz colocando-me na cama.

Antes que ele se afaste puxo-o para cima de mim.

__ Não deixe Eric nos atrapalhar. Eu só tenho olhos para você e não quero nem ouvir falar dele. Agora me ame. Apenas me ame.

Seus olhos brilham de luxuria, e eu sei que venci essa batalha.

__ Nua agora senhora Vidal.

__ Sim senhor meu marido.

Tiro toda minha roupa enquanto ele sai e volta com uma venda.

Arqueio a sobrancelha.

__ Confia em mim?

__ A minha vida. –digo sinceramente.

Ele venda meus olhos.

__ Então vamos trabalhar sua sensibilidade amor.

Sorrio diante a promessa.

Fica alguns minutos de silencio quando sinto seu peso no colchão.

__ Amor vou atar suas mãos com minha gravata, não quero que tente me puxar. Posso?

Assinto com a cabeça.

Ele beija meu pulso e depois me amarra. Sinto uma excitação.

Ele beija minha clavícula.

__ Eu te amo Soph. –ele diz e coloca algo gelado no bico do meu seio. Sinto-me arrepiar toda.

Ele leva a língua e faz círculos no bico mamário, quando sopra me leva a loucura.

__ Sabe o que é isso amor? — Ele pergunta continuando a tortura.

__ É gelado, mas não é gelo.

Ele coloca a mesma substancia no meu outro seio e repete a ação.

__ Uhum delicia. Soph, amora, baunilha e framboesa. Combinação perfeita.

Em meio a meu gemido consigo dizer. __ Sorvete.

__ Sim. –ele suga mais intensidade.

Posso sentir ele espalhando algo em meio aos meus seios. __ Ainda não terminei aqui.

É uma substância pastosa e grudenta. Ela passa a língua varias vezes.

___Eu poderia chupá-los a noite inteira.

Oh Jesus. Não pensei que fosse possível ficar mais excitada, mas estava tão errada.

__ Uhum o único jeito de eu gostar de doce. –ele diz me torturando com a língua.

__ Chris não sei...

__ Qual sua sensação amor?

__ É pegajoso. Entra em contraste com a sua língua. É pastoso. É uma pasta.

__ Isso. De que Soph?

Forço minha memória, do que tem em nossa geladeira.

__ Se você não acertar irei parar com minhas caricias e te privar de um orgasmo. – Sua voz é rouca e sensual.

__ Não. Eu tenho quantas tentativas?

__ Uma meu amor. Apenas uma.

__ Pasta de amendoim. – rezo mentalmente para esta certa.

Ele lambe tudo.

__ Muito bem amor.

Derrama algo em minha barriga e passa a língua.

__ Liquido gelado. –digo em êxtase.

__ Muito bem amor. Agora uma dica.

Vem ate minha boca e me beija. Sinto gosto de morango.

__ Você comeu morango.

__ Você gosta Soph?

__ Vinho branco Francês.

__ Muito fácil essa gata. –ele diz sugando tudo com a boca, e enfiado a língua em meu umbigo.

__ Agora preciso de você Soph.- Com essas palavras ele joga o liquido na minha xana e chupa de uma vez, me fazendo arquear a pélvis.

Grito ao sentir meu orgasmo se formando. Ele me desamarra e me libera das vendas.

__ Olhe nos meus olhos enquanto te penetro.

Estou convulsionando de prazer e êxtase.

Ele recua em cima do meu corpo, afastando minhas pernas, entrando entre elas e aconchegando o membro grande na umidade quente de minha vagina. Minha resposta é um gemido, com os nervos pegando fogo.

__Foda-me – Sussurro.

Sento-o crescer entre minhas pernas.

__ Deus, eu amo quando você conversa sujo — ele murmura.

Grito afundando os dentes em seu ombro.

Abraça-me com firmeza, mantendo me presa com os quadris que começaram a ondular entre as pernas.

__Mais forte – tento persuadi-lo.

__Você está tentando me matar? — ele reclama.

__Bem duro...

Ele puxa meu cabelo.

__Observe amor.

Empurra-se para fora e pega minhas pernas com as mãos, dobrando os meus joelhos contra seu tórax, deixando-as assim elevadas. Desliza para frente polegada por polegada agonizante até que eu fico sem fôlego. Então mergulha fundo, com as coxas duras tocando-me. Ofego profundamente.

__Não pare — imploro quando ele para.

Ele me olha.

__Está gostando, não está?

__Eu quero muito mais de você ainda — sussurro.

Ele puxa de volta e para. Elevo os quadris, tentando acomodá-lo completamente novamente.

__Foda-me . –Implorou novamente.

Ele geme e desliza todo em mim.

__Eu amo uma mulher com boca suja.

Solto uma risada. Ele começa a empurrar mais duro, atingindo um ritmo empolgante. Tento me erguer, respirar, mas estou sem ar.

Ele solta minhas pernas e elas caem ao lado. Abraço-o, puxando-o para tão perto quando posso. Circulo a cintura dele com as pernas, prendendo-o.

Beijamo-nos ardentemente, ofegantes, as línguas imitando os movimentos do seu membro dentro e fora da minha vagina. Com as mãos em meus cabelos ele mantém as nossas bocas mais unidas.

Sinto a urgência na virilha. O orgasmo vindo numa velocidade que nunca experimentei. Não existia nenhuma construção lenta para o fim. Explodiu ao redor de mim em uma onda violenta. Todos os músculos do corpo estirados dolorosamente e então uma flechada final de gozo.

Chris empurra poderosamente contra mim, os quadris balançando para frente e atrás sobre a cama.

__Oh, maldição – ele diz ofegante.

__ Sim, maldição. -Desmorono embaixo dele quando o sinto penetrando-me profundamente novamente, estremeço inteira. Os quadris continuaram a empurrar enquanto liberava os jatos de seu gozo.

Finalmente ele afunda entre minhas pernas, a testa descansando sobre a minha. Nossas respirações tentando buscar fôlego.

__ Soph você vai me matar assim.

__ Só quero que você nunca precise de outra. –digo tentando controlar minha respiração.

__ Eu não preciso amor. Eu amo você.

__ E eu a você Christopher Vidal Filho.

Notas finais
Hot, muito hot? rsrsr Comentários?? Um capítulo levinho hoje... rsrsr xoxo