Lily Oliver e a Profecia Perdida
1 Uma nova profecia...
Notas iniciais
Harry nem acreditava que o pesadelo enfim acabara, que ele finalmente teria paz. O mundo comemorava a vitória sob o mal com animação, mesmo os não-mágicos, que acompanharam toda a jornada pelos livros.
O segundo dia de Maio de 1997 ficaria mundialmente conhecido como o fim de um grande pesadelo.
Nos dias que se seguiram a grande batalha, Harry pensava em tudo que vivera nesses últimos anos. A morte dos pais, descobrir-se que era bruxo, conhecer os marotos, a morte de Sirius, o primeiro beijo dele e Gina, a caçada, a batalha...
Ainda tinha o fato dele, junto com seus amigos, terem voltado no tempo e salvado Sirius do véu. E, com isso, acabaram descobrindo a verdade sobre Hermione e sua mãe, que perdera seus poderes num duelo com Voldemort. Sem contar a descoberta que Mione era filha de Sirius, fazendo ela e Harry serem primos.
O moreno foi tirado de seus pensamentos com a chegada de uma linda e atrapalhada coruja, que deixou em seu colo uma carta de perfume floral.
“Meu amor,
Já estou com saudades suas, como você está?
Mamãe e todos aqui, inclusive eu, queremos sua presença na festa que terá para comemorar o fim da guerra.
Ela está sendo realizada só agora, vinte dias depois do final de tudo, devido aos preparativos com os funerais e as despedidas.
Será amanhã, aqui mesmo n’A Toca, às 11h00.
Beijos da sempre sua,
Ginny.”
Ao ler e reler o pequeno bilhete de sua amada, Harry decidiu-se por tê-la sempre em seu futuro. Todos os dias que passara longe dela na caçada, foram terríveis. Não havia nada certo no futuro dele, exceto ela. Sua Ginny.
~ ~ ~ ~
No dia seguinte, no horário marcado, Harry aparatou na casa da família que sempre o acolheu, da família que escolheu para si.
A festa toda, em si, foi espetacular. Comida boa, gente contente com a perspectiva de um futuro bom e feliz. Ainda mais que Harry e Ronald pediram Ginevra e Hermione em casamento, respectivamente.
Após um farto e magnífico almoço, os convidados se espalharam pelo jardim, alguns foram para a sala, outros se espalharam pela propriedade. Assim, apenas os interessados ouviram a nova profecia de Sibila Trelawney.
“Vinte dias se passaram desde que o bem vencerá o mal.
Nascerá numa terra distante flor, símbolo de luz, pureza e amor.
O tempo determinado pelo livro se passará
E em seu décimo quinto aniversário, seu caminho o guardião cruzará
E ele terá que lutar,
Para seu amor ganhar.”
Após profetizar, Sibila caiu desmaiada, sendo logo amparada por um dos ruivos presentes. Mesmo assim, o eco do trecho final ressoou pela sala e os presentes na mesma se viraram para Harry.
– Por que estão todos olhando para mim? – perguntou o moreno receoso.
– A última flor, símbolo de luz, pureza e bondade, foi sua mãe, Harry, foi Lily. – disse a professora McGonagall.
– E seu pai, James, foi o guardião dela. — completou o Remus com seriedade.
Naquele momento, todos aqueles que viveram com o casal Potter anos atrás, tiveram o mesmo pensamento, “a história se repete”.
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