Notas iniciais
É a minha primeira historia por isso espero que gostem e que comentem!!!

Olá a todos, o meu nome é Lilly Marion, tenho 14 anos e vivo em New Jersey.

Nunca conheci a minha mãe, mas tenho amigos, um pai que apesar de ser o unico familiar vivo que tenho(nunca conheci a minha avó, e o meu avô morreu á 3 anos) é o melhor pai do mundo e apesar da dislexia sou excelente aluna.

Embora a minha vida tenha todos estes aspectos "positivos" sempre senti que não pertencia a este lugar. Não podia estar mais correta.

Nessa noite ia realizar-se o baile de natal da minha escola. Eu estava no meu quarto quando a vi pela primeira vez.

Tinha acabado de apertar o meu vestido preto quando olhei para a parede e vi uma sombra.

Era claramente a sombra de uma mulher. Olhei para trás, mas não vi ninguém.

Já me tinham acontecido coisas estranhas, como ser perseguida por cães gigantes, ou por homens tão brancos e tão magros que pareciam esqueletos, mas dai até ver sombras que não pertencem a ningém...

- Lilly! — chamou o meu pai — O Harry está aqui.

- Sim Pai, desço já!

Harry é o meu melhor amigo, já nos conhecemos á muitos anos, e ele convidou-me para ir ao baile com ele.

Ouvi alguma coisa a partir-se na sala e tentei ir ver o que era, mas alguém tinha trancado a minha porta.

- Pai! — gritei — Harry! Abram a porta!!!

Tudo o que obtive como resposta foram frases sem nexo.

— Não — era obviamente a voz do meu pai — ela não tem culpa, não sabe de nada.

— Vão todos pagar — era a voz de uma mulher com um sotaque estranho.

— Não te atrevas a tocar na minha filha — era a voz de outra mulher — a Lillyan não tem culpa de nada.

Algo fez sentido na minha cabeça: Lillyan? Filha? A mulher que falou era a minha mãe.

- O que vais fazer? Sabes muito bem que não me podes tocar — era outra vez a voz com sotaque da outra mulher.

Ela disse mais alguma coisa num sussurro,e depois a minha mãe gritou pelo meu pai:

— Carter!!!Não

Depois, meu pai gritou durante dois segundos e de seguida calou-se.

- Mãe! — gritei — Pai! Mãe, abre a porta.

Por esta altura as lagrimas caiam-me. A minha mãe desaparecida à 14 anos estava na minha sala, juntamente com uma mulher que me queria magoar, meu pai calara-se subitamente, não sabia o que tinha acontecido a Harry e estava trancada no quarto.

— Lillyan — gritou a minha mãe — fecha os olhos.

Era estranho ouvi-la dirigir-se a mim diretamente, mas não sei porquê obedeci. Nesse momento entrou no meu quarto alguém.

— Lilly Marion... — disse a outra mulher — pelos deuses, és tão bonita como a tua irmã, a despresivel Annabeth. Sabes, em tempos também eu fui uma mulher lindissima, mas vamos, deixa-me ver os teus olhos...

— Fica.Longe.Da.Minha.Filha — era de novo a minha mãe.

Mesmo de olhos fechados, consegui aperceber-me do clarão que se seguiu. Continuei com os olhos fechados durante algum tempo, mas não voltei a ouvir a mulher do sotaque estranho, por isso abri os olhos.

A minha mãe era a mulher mais bonita que eu alguma vez vira. Tinha os olhos cinzentos como uma tempestade e os cabelos negros como a noite. Usava um simple vestido branco, mas tinha a aperencia de uma rainha.

— Mãe? — chamei por ela. Minha mãe sorriu, mas os seus olhos estavam inexpressivos.

— Lillyan, minha filha... Boa sorte — foi a sua resposta,

É a ultima coisa de que me lembro antes de desmaiar.

Notas finais
espero que tenham gostado.
por favor comentem
e prometo por o proximo capitulo em breve, mas posso já dizer que vai ser narrado por Nico Di Angelo.
ps: peço desculpa se o texto tiver erros.